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O né
Se eu fosse um filólogo, era bem capaz de me consagrar ao estudo do nosso né. Não há gente que passa a vida estudando um mosquito? Pois então? Ia pesquisar as funções que o né tem, quais seus significados explícitos e subentendidos, que íntima compulsão é essa que leva os falantes do idioma “floripês” e “catarinês”, principalmente, a usá-lo após cada meia dúzia de palavras. Acho que o né, em mãos hábeis, daria um livraço.
Não sei se acontece também com vocês, mas coisa que muito me agrada é ver o noticiário local da televisão, não só pelas novidades interessantes que, de repente, nele podem aparecer, como também, e, eu diria até sobretudo, pelo bom passatempo que é ficar contando quantas vezes o né é dito nas entrevistas.
[...]
Talvez pareça que estou ironizando o né ou que caio na heresia de desejar que ele frequente menos nossa fala. Absolutamente. Saibam que até já briguei por causa dele. Briga de palavras, nada de tiros ou facadas, que o né é substancialmente pacífico. Um sisudo professor falou com desprezo do gosto que temos pela minúscula palavra e tivemos uma discussão. Caipirismo, disse ele; espontaneidade, disse eu. Concordei, é claro, que num deputado ou numa professora a quota de nés pode ser mais baixa, não mais que o suficiente para eles também provarem o doce sabor dessa frutinha provincial. Mas fora do papo formal, viva o né, que venham nés às pencas. Meu adversário me chamou de demagogo, eu o chamei de chato. A sorte é que a mulher dele interveio: “Chega de briga, vamos parar com isso, né?”. Os dois ficaram lá discutindo e eu, que não me meto em briga de casal, né, saí de fininho.
(CARDOZO, F. J. Uns papéis que voam. São Paulo: FTD, 2003.)
No trecho Se eu fosse um filólogo, era bem capaz de me consagrar ao estudo do nosso né. Não há gente que passa a vida estudando um mosquito? Pois então?, qual sentido é possível para a expressão grifada?
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Qual o nome dos elementos do conjunto 1?
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A figura abaixo apresenta um circuito cuja fonte de alimentação é contínua.

A corrente fornecida pela fonte será:
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Numa comunidade ribeirinha constituída de 34 famílias, o número de filhos acima de 18 anos, que moram ainda nas residências com os pais, varia de 0 a 4, conforme mostra a tabela abaixo.
| Número de filhos | Número de famílias |
| 0 | 2 |
| 1 | 6 |
| 2 | 10 |
| 3 | 12 |
| 4 | 4 |
| Total | 34 |
Com base nesses dados, a média do número de filhos, a mediana e a moda, nessa ordem, são:
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O né
Se eu fosse um filólogo, era bem capaz de me consagrar ao estudo do nosso né. Não há gente que passa a vida estudando um mosquito? Pois então? Ia pesquisar as funções que o né tem, quais seus significados explícitos e subentendidos, que íntima compulsão é essa que leva os falantes do idioma “floripês” e “catarinês”, principalmente, a usá-lo após cada meia dúzia de palavras. Acho que o né, em mãos hábeis, daria um livraço.
Não sei se acontece também com vocês, mas coisa que muito me agrada é ver o noticiário local da televisão, não só pelas novidades interessantes que, de repente, nele podem aparecer, como também, e, eu diria até sobretudo, pelo bom passatempo que é ficar contando quantas vezes o né é dito nas entrevistas.
[...]
Talvez pareça que estou ironizando o né ou que caio na heresia de desejar que ele frequente menos nossa fala. Absolutamente. Saibam que até já briguei por causa dele. Briga de palavras, nada de tiros ou facadas, que o né é substancialmente pacífico. Um sisudo professor falou com desprezo do gosto que temos pela minúscula palavra e tivemos uma discussão. Caipirismo, disse ele; espontaneidade, disse eu. Concordei, é claro, que num deputado ou numa professora a quota de nés pode ser mais baixa, não mais que o suficiente para eles também provarem o doce sabor dessa frutinha provincial. Mas fora do papo formal, viva o né, que venham nés às pencas. Meu adversário me chamou de demagogo, eu o chamei de chato. A sorte é que a mulher dele interveio: “Chega de briga, vamos parar com isso, né?”. Os dois ficaram lá discutindo e eu, que não me meto em briga de casal, né, saí de fininho.
(CARDOZO, F. J. Uns papéis que voam. São Paulo: FTD, 2003.)
Logo no início do texto, o cronista refere-se ao trabalho do filólogo. Depreende-se que esse profissional dedica-se ao estudo
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(SARMENTO, L. L. Oficina de Redação. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2006.)
No trecho Como o Brasil é o campeão mundial de mortes causadas por essa modalidade, o tema muito nos interessa., há uma relação de causa-consequência. Assinale a reescritura do trecho que NÃO conserva essa relação de sentido.
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(SARMENTO, L. L. Oficina de Redação. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2006.)
O que a campanha espera obter da 2ª Conferência sobre Desarmamento?
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O né
Se eu fosse um filólogo, era bem capaz de me consagrar ao estudo do nosso né. Não há gente que passa a vida estudando um mosquito? Pois então? Ia pesquisar as funções que o né tem, quais seus significados explícitos e subentendidos, que íntima compulsão é essa que leva os falantes do idioma “floripês” e “catarinês”, principalmente, a usá-lo após cada meia dúzia de palavras. Acho que o né, em mãos hábeis, daria um livraço.
Não sei se acontece também com vocês, mas coisa que muito me agrada é ver o noticiário local da televisão, não só pelas novidades interessantes que, de repente, nele podem aparecer, como também, e, eu diria até sobretudo, pelo bom passatempo que é ficar contando quantas vezes o né é dito nas entrevistas.
[...]
Talvez pareça que estou ironizando o né ou que caio na heresia de desejar que ele frequente menos nossa fala. Absolutamente. Saibam que até já briguei por causa dele. Briga de palavras, nada de tiros ou facadas, que o né é substancialmente pacífico. Um sisudo professor falou com desprezo do gosto que temos pela minúscula palavra e tivemos uma discussão. Caipirismo, disse ele; espontaneidade, disse eu. Concordei, é claro, que num deputado ou numa professora a quota de nés pode ser mais baixa, não mais que o suficiente para eles também provarem o doce sabor dessa frutinha provincial. Mas fora do papo formal, viva o né, que venham nés às pencas. Meu adversário me chamou de demagogo, eu o chamei de chato. A sorte é que a mulher dele interveio: “Chega de briga, vamos parar com isso, né?”. Os dois ficaram lá discutindo e eu, que não me meto em briga de casal, né, saí de fininho.
(CARDOZO, F. J. Uns papéis que voam. São Paulo: FTD, 2003.)
Ao escrever a crônica, o autor usa a primeira pessoa do singular, colocando-se como protagonista, a exemplo de Se eu fosse um filólogo e outros mais. Mas em alguns trechos, ele usa a primeira pessoa do plural, como em estudo do nosso né, gosto que temos. Assinale a alternativa que explica esse jogo entre singular e plural.
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A figura ao lado mostra um acessório de tubulação industrial. O nome desse acessório é:

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Um motor monofásico pode ser alimentado em 127 ou 220 V, e possui três grupos de bobinas em seu bobinamento, dois principais (terminais de saída 1-3 e 2-4) e um auxiliar (terminais 5-6). Em sua placa de identificação, consta a figura abaixo com o esquema de ligação.

A partir dessas informações, assinale a afirmativa correta.
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