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Foram encontradas 80 questões.

2453056 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: COPEL

O né

Se eu fosse um filólogo, era bem capaz de me consagrar ao estudo do nosso né. Não há gente que passa a vida estudando um mosquito? Pois então? Ia pesquisar as funções que o né tem, quais seus significados explícitos e subentendidos, que íntima compulsão é essa que leva os falantes do idioma “floripês” e “catarinês”, principalmente, a usá-lo após cada meia dúzia de palavras. Acho que o né, em mãos hábeis, daria um livraço.
Não sei se acontece também com vocês, mas coisa que muito me agrada é ver o noticiário local da televisão, não só pelas novidades interessantes que, de repente, nele podem aparecer, como também, e, eu diria até sobretudo, pelo bom passatempo que é ficar contando quantas vezes o né é dito nas entrevistas.
[...]
Talvez pareça que estou ironizando o né ou que caio na heresia de desejar que ele frequente menos nossa fala. Absolutamente. Saibam que até já briguei por causa dele. Briga de palavras, nada de tiros ou facadas, que o né é substancialmente pacífico. Um sisudo professor falou com desprezo do gosto que temos pela minúscula palavra e tivemos uma discussão. Caipirismo, disse ele; espontaneidade, disse eu. Concordei, é claro, que num deputado ou numa professora a quota de nés pode ser mais baixa, não mais que o suficiente para eles também provarem o doce sabor dessa frutinha provincial. Mas fora do papo formal, viva o né, que venham nés às pencas. Meu adversário me chamou de demagogo, eu o chamei de chato. A sorte é que a mulher dele interveio: “Chega de briga, vamos parar com isso, né?”. Os dois ficaram lá discutindo e eu, que não me meto em briga de casal, né, saí de fininho.

(CARDOZO, F. J. Uns papéis que voam. São Paulo: FTD, 2003.)

No trecho Se eu fosse um filólogo, era bem capaz de me consagrar ao estudo do nosso né. Não há gente que passa a vida estudando um mosquito? Pois então?, qual sentido é possível para a expressão grifada?

 

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2452174 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFMT
Orgão: COPEL

Enunciado 2746557-1

Qual o nome dos elementos do conjunto 1?

 

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2451788 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFMT
Orgão: COPEL

A figura abaixo apresenta um circuito cuja fonte de alimentação é contínua.

Enunciado 2740289-1

A corrente fornecida pela fonte será:

 

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2451776 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFMT
Orgão: COPEL

Numa comunidade ribeirinha constituída de 34 famílias, o número de filhos acima de 18 anos, que moram ainda nas residências com os pais, varia de 0 a 4, conforme mostra a tabela abaixo.

Número de filhos

Número de famílias

0 2
1 6
2 10
3 12
4 4

Total

34

Com base nesses dados, a média do número de filhos, a mediana e a moda, nessa ordem, são:

 

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2451773 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: COPEL

O né

Se eu fosse um filólogo, era bem capaz de me consagrar ao estudo do nosso né. Não há gente que passa a vida estudando um mosquito? Pois então? Ia pesquisar as funções que o né tem, quais seus significados explícitos e subentendidos, que íntima compulsão é essa que leva os falantes do idioma “floripês” e “catarinês”, principalmente, a usá-lo após cada meia dúzia de palavras. Acho que o né, em mãos hábeis, daria um livraço.
Não sei se acontece também com vocês, mas coisa que muito me agrada é ver o noticiário local da televisão, não só pelas novidades interessantes que, de repente, nele podem aparecer, como também, e, eu diria até sobretudo, pelo bom passatempo que é ficar contando quantas vezes o né é dito nas entrevistas.
[...]
Talvez pareça que estou ironizando o né ou que caio na heresia de desejar que ele frequente menos nossa fala. Absolutamente. Saibam que até já briguei por causa dele. Briga de palavras, nada de tiros ou facadas, que o né é substancialmente pacífico. Um sisudo professor falou com desprezo do gosto que temos pela minúscula palavra e tivemos uma discussão. Caipirismo, disse ele; espontaneidade, disse eu. Concordei, é claro, que num deputado ou numa professora a quota de nés pode ser mais baixa, não mais que o suficiente para eles também provarem o doce sabor dessa frutinha provincial. Mas fora do papo formal, viva o né, que venham nés às pencas. Meu adversário me chamou de demagogo, eu o chamei de chato. A sorte é que a mulher dele interveio: “Chega de briga, vamos parar com isso, né?”. Os dois ficaram lá discutindo e eu, que não me meto em briga de casal, né, saí de fininho.

(CARDOZO, F. J. Uns papéis que voam. São Paulo: FTD, 2003.)

Logo no início do texto, o cronista refere-se ao trabalho do filólogo. Depreende-se que esse profissional dedica-se ao estudo

 

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2451604 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: COPEL

Enunciado 2618414-1

(SARMENTO, L. L. Oficina de Redação. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2006.)

No trecho Como o Brasil é o campeão mundial de mortes causadas por essa modalidade, o tema muito nos interessa., há uma relação de causa-consequência. Assinale a reescritura do trecho que NÃO conserva essa relação de sentido.

 

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2451497 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: COPEL

Enunciado 2735254-1

(SARMENTO, L. L. Oficina de Redação. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2006.)

O que a campanha espera obter da 2ª Conferência sobre Desarmamento?

 

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2450960 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: COPEL

O né

Se eu fosse um filólogo, era bem capaz de me consagrar ao estudo do nosso né. Não há gente que passa a vida estudando um mosquito? Pois então? Ia pesquisar as funções que o né tem, quais seus significados explícitos e subentendidos, que íntima compulsão é essa que leva os falantes do idioma “floripês” e “catarinês”, principalmente, a usá-lo após cada meia dúzia de palavras. Acho que o né, em mãos hábeis, daria um livraço.
Não sei se acontece também com vocês, mas coisa que muito me agrada é ver o noticiário local da televisão, não só pelas novidades interessantes que, de repente, nele podem aparecer, como também, e, eu diria até sobretudo, pelo bom passatempo que é ficar contando quantas vezes o né é dito nas entrevistas.
[...]
Talvez pareça que estou ironizando o né ou que caio na heresia de desejar que ele frequente menos nossa fala. Absolutamente. Saibam que até já briguei por causa dele. Briga de palavras, nada de tiros ou facadas, que o né é substancialmente pacífico. Um sisudo professor falou com desprezo do gosto que temos pela minúscula palavra e tivemos uma discussão. Caipirismo, disse ele; espontaneidade, disse eu. Concordei, é claro, que num deputado ou numa professora a quota de nés pode ser mais baixa, não mais que o suficiente para eles também provarem o doce sabor dessa frutinha provincial. Mas fora do papo formal, viva o né, que venham nés às pencas. Meu adversário me chamou de demagogo, eu o chamei de chato. A sorte é que a mulher dele interveio: “Chega de briga, vamos parar com isso, né?”. Os dois ficaram lá discutindo e eu, que não me meto em briga de casal, né, saí de fininho.

(CARDOZO, F. J. Uns papéis que voam. São Paulo: FTD, 2003.)

Ao escrever a crônica, o autor usa a primeira pessoa do singular, colocando-se como protagonista, a exemplo de Se eu fosse um filólogo e outros mais. Mas em alguns trechos, ele usa a primeira pessoa do plural, como em estudo do nosso né, gosto que temos. Assinale a alternativa que explica esse jogo entre singular e plural.

 

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2450815 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFMT
Orgão: COPEL

A figura ao lado mostra um acessório de tubulação industrial. O nome desse acessório é:

Enunciado 2721043-1

 

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2450403 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFMT
Orgão: COPEL

Um motor monofásico pode ser alimentado em 127 ou 220 V, e possui três grupos de bobinas em seu bobinamento, dois principais (terminais de saída 1-3 e 2-4) e um auxiliar (terminais 5-6). Em sua placa de identificação, consta a figura abaixo com o esquema de ligação.

Enunciado 2712770-1

A partir dessas informações, assinale a afirmativa correta.

 

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