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Foram encontradas 40 questões.

1422284 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Quem tem medo da “ideologia de gênero”?

Já se passaram vários dias desde que vi aparecer pelas páginas deste ilustre jornal vários artigos nos quais outros ilustres (jornalistas, professores universitários) zombam do feminismo e dos “ideólogos de gênero”, que pelo jeito viraram inimigo público número 1, os responsáveis por todo tipo de apocalíptico mal do século 21, desde a “destruição das famílias” até a ruína da educação pública brasileira. Urgente, portanto, fazer alguns esclarecimentos.
Em primeiro lugar, sobre o uso do termo “ideologia”, conceito básico das ciências sociais: ideologia todos temos. “Ideologia de gênero” também. Ou mais conservadora e convencional, ou mais crítica ou radical. Mais machista, ou mais feminista, se quiser. O maior problema de empregar o termo “ideologia de gênero” só para feministas ou para quem critica as concepções dominantes é que isso escamoteia toda uma discussão epistemológica sobre ponto de vista, sobre a possibilidade de objetividade e como as subjetividades influenciam nesta; além disso, diga-se de passagem, parece facilitar que se atribua a caraterística de quem está “do lado da (verdadeira) ciência” – a um grupo que inclui, neste caso muito curioso, muitas pessoas que têm mais afinidade com o criacionismo do que com a teoria da evolução.
Teorias de gênero também são diversas, e uma das contribuições da construção e consolidação de todo um campo de pesquisa que vem ganhando cada vez mais espaço nas instituições acadêmicas no mundo inteiro, a partir do fim da década de 1970, é que vem estimulando o debate e a troca entre pessoas e perspectivas, com o intuito de contribuir para a igualdade e uma vida social mais justa. A perspectiva pós-estruturalista associada particularmente ao pensamento da filósofa norte-americana Judith Butler – que aponta para as dificuldades de dividir a humanidade em duas categorias discretas, biologicamente identificáveis e discursivamente construídas como “opostas” – é, nas suas ramificações políticas, antes de mais nada a reivindicação do direito às diferenças. Diferenças que surgem espontaneamente da vida humana – biológica, social, cultural, política – e se manifestam hoje, de forma mais intensa exatamente porque já tivemos ganhos políticos no terreno dos direitos humanos e sociais. Que incluem questões de gênero e sexualidade, assim como de classe, raça e etnicidade, entre outras, incorporadas amplamente pela sociologia contemporânea como disciplina acadêmica, como base de todo esforço de compreensão científica e sensível do mundo.
Como bem nos lembram duas estudiosas de gênero e cultura, Elaine Showalter e Lynne Segal (a primeira, norte-americana da área de estudos literários; a segunda, inglesa e psicóloga), as ansiedades de gênero surgem como fenômenos correlatos aos tempos de intensa mudança social e cultural, como foi o caso de dois momentos de passagem de século – do 19 para o 20, do 20 para o 21. Fazem parte das tentativas de lidar com os deslocamentos que caracterizam esses processos, deslocamentos que geram incertezas e instabilidade, assim como a promessa de avanços de todo tipo. Parece-me que a pergunta que precisa ser feita, no tempo e espaço do Brasil atual, e nesta Curitiba que habitamos, é por que determinadas pessoas sentem-se tão ameaçadas pelo direito de outras: de existir e de ter visibilidade, reconhecimento, dignidade.

(Miriam Adelman, Gazeta do Povo, 29/06/2015. Adaptado de < http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/quem-tem-medo-da-ideologia-degenero-9zvgj6sp3edsnli2vfw2psbxm>.)

Com base no texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

( ) Trata-se de um texto de opinião que rejeita a identificação de “ideologia” com os estudos de gênero.

( ) A autora ataca alguns oponentes dos estudos de gênero por eles apresentarem, por vezes, incoerência entre sua posição cientificista e sua defesa de teorias conservadoras polêmicas, como o criacionismo.

( ) Segundo a autora, só possui ideologia aquele que se afasta do ideal de objetividade das ciências empíricas.

( ) A autora assume tacitamente que a cientificidade das ciências humanas não depende dos mesmos critérios das ciências empíricas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

 

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1419780 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Quem tem medo da “ideologia de gênero”?

Já se passaram vários dias desde que vi aparecer pelas páginas deste ilustre jornal vários artigos nos quais outros ilustres (jornalistas, professores universitários) zombam do feminismo e dos “ideólogos de gênero”, que pelo jeito viraram inimigo público número 1, os responsáveis por todo tipo de apocalíptico mal do século 21, desde a “destruição das famílias” até a ruína da educação pública brasileira. Urgente, portanto, fazer alguns esclarecimentos.
Em primeiro lugar, sobre o uso do termo “ideologia”, conceito básico das ciências sociais: ideologia todos temos. “Ideologia de gênero” também. Ou mais conservadora e convencional, ou mais crítica ou radical. Mais machista, ou mais feminista, se quiser. O maior problema de empregar o termo “ideologia de gênero” só para feministas ou para quem critica as concepções dominantes é que isso escamoteia toda uma discussão epistemológica sobre ponto de vista, sobre a possibilidade de objetividade e como as subjetividades influenciam nesta; além disso, diga-se de passagem, parece facilitar que se atribua a caraterística de quem está “do lado da (verdadeira) ciência” – a um grupo que inclui, neste caso muito curioso, muitas pessoas que têm mais afinidade com o criacionismo do que com a teoria da evolução.
Teorias de gênero também são diversas, e uma das contribuições da construção e consolidação de todo um campo de pesquisa que vem ganhando cada vez mais espaço nas instituições acadêmicas no mundo inteiro, a partir do fim da década de 1970, é que vem estimulando o debate e a troca entre pessoas e perspectivas, com o intuito de contribuir para a igualdade e uma vida social mais justa. A perspectiva pós-estruturalista associada particularmente ao pensamento da filósofa norte-americana Judith Butler – que aponta para as dificuldades de dividir a humanidade em duas categorias discretas, biologicamente identificáveis e discursivamente construídas como “opostas” – é, nas suas ramificações políticas, antes de mais nada a reivindicação do direito às diferenças. Diferenças que surgem espontaneamente da vida humana – biológica, social, cultural, política – e se manifestam hoje, de forma mais intensa exatamente porque já tivemos ganhos políticos no terreno dos direitos humanos e sociais. Que incluem questões de gênero e sexualidade, assim como de classe, raça e etnicidade, entre outras, incorporadas amplamente pela sociologia contemporânea como disciplina acadêmica, como base de todo esforço de compreensão científica e sensível do mundo.
Como bem nos lembram duas estudiosas de gênero e cultura, Elaine Showalter e Lynne Segal (a primeira, norte-americana da área de estudos literários; a segunda, inglesa e psicóloga), as ansiedades de gênero surgem como fenômenos correlatos aos tempos de intensa mudança social e cultural, como foi o caso de dois momentos de passagem de século – do 19 para o 20, do 20 para o 21. Fazem parte das tentativas de lidar com os deslocamentos que caracterizam esses processos, deslocamentos que geram incertezas e instabilidade, assim como a promessa de avanços de todo tipo. Parece-me que a pergunta que precisa ser feita, no tempo e espaço do Brasil atual, e nesta Curitiba que habitamos, é por que determinadas pessoas sentem-se tão ameaçadas pelo direito de outras: de existir e de ter visibilidade, reconhecimento, dignidade.

(Miriam Adelman, Gazeta do Povo, 29/06/2015. Adaptado de < http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/quem-tem-medo-da-ideologia-degenero-9zvgj6sp3edsnli2vfw2psbxm>.)
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
 

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1207254 Ano: 2015
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Uma escavadeira foi comprada por R$ 500.000,00 e sua vida útil é estimada em 5 anos, considerando-se uma utilização de 2000 horas por ano. O valor residual é de 20% do original. Empregando o método linear, é correto afirmar que a depreciação horária da escavadeira, em R$/h, é igual a:
 

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1207253 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Uma amostra de solo possui massa igual a 30,2 kg e seu volume é de 17,9 l. Após secagem em estufa, o seu peso se reduz a 26,8 kg. A densidade das partículas é de 2,65. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, o teor de umidade e o índice de vazios da amostra.
 

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1207216 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A tabela abaixo apresenta o cronograma de desembolso financeiro de uma obra e as atividades representadas pelas letras A, B, C, D e E. Seus custos em reais estão divididos ao longo dos meses.
enunciado 1207216-1

Com base nos conhecimentos em análise dos custos, gerenciamento e acompanhamento de obras, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O custo final da obra é de R$ 130.000,00. ( ) A atividade B tem custo total de R$ 10.000,00. ( ) Com o atraso em um mês da atividade C, o custo real dos serviços realizados no mês de março será de R$ 20.000,00. ( ) O cronograma permite a identificação de dependências entre as atividades.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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1207215 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A figura ao lado apresenta o esquema de uma pequena central hidrelétrica que contém algumas obras hidráulicas enumeradas de 1 a 5. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome dos elementos na ordem 1, 2, 3, 4 e 5. enunciado 1207215-1
 

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1207214 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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A figura ao lado representa um tipo de fundação denominada:

enunciado 1207214-1


 

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1207212 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Considere, ao lado, o desenho de execução de uma laje com suas vigas. O volume de concreto necessário apenas para execução dessa estrutura, sem considerar desperdícios, em m³, é igual a:
enunciado 1207212-1



 

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1207208 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Com relação à execução de estruturas metálicas de edificações em “Light Steel Framing", assinale a alternativa correta.
 

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1207207 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Com relação aos diferentes tipos de fundações, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
1. Estaca Franki. 2. Hélice contínua. 3. Tubulão. 4. Estaca Mega. ( ) Produz pouca vibração durante a execução. ( ) Utiliza-se no reforço de fundações. ( ) É um tipo de fundação direta profunda. ( ) Estaca moldada in loco que promove o aumento de resistência do solo abaixo da estaca.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
 

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