Foram encontradas 40 questões.
Em busca de competitividade e excelência operacional, a manutenção assume cada vez mais uma função estratégica nas
organizações. Como ela é a responsável direta pela disponibilidade dos ativos, acaba tendo uma importância capital nos
resultados da empresa, sendo eles tão melhores quanto mais eficaz for a gestão da manutenção industrial. Em relação
aos principais conceitos de manutenção, é INCORRETO afirmar:
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Um eixo árvore rígido, de aço, com seção transversal constante e diâmetro igual a 80 mm, transmite uma potência de
45 kW a uma frequência de 30 Hz. Nessas condições, e considerando π = 3,14, o torque no eixo, a velocidade angular e a
rotação serão, respectivamente:
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As ferramentas de corte estão presentes nas indústrias de fabricação por usinagem, apresentando diversas
características específicas para as mais diversas aplicações. A seleção de ferramentas de corte para trabalhos de alto
rendimento leva em consideração as classes de pastilhas de acordo com o tipo de material a ser usinado. As classes P,
K e N são indicadas, respectivamente, para:
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Sobre as curvas características das bombas centrífugas, considere as afirmativas a seguir:
1. Para um dado sistema, o ponto de operação da bomba é definido pelo ponto de interseção da curva da bomba com a
curva do sistema.
2. Se a pressão em algum ponto cair ao valor da pressão de vapor saturado do fluido que está sendo transportado,
ocorrerá um fenômeno chamado cavitação.
3. Para evitar a cavitação, a carga requerida pelo sistema deve ser maior ou igual à carga disponível pela bomba.
4. As curvas características das bombas centrífugas relacionam a vazão recalcada com a altura manométrica alcançada,
com a potência absorvida e com o rendimento.
Assinale a alternativa correta.
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De acordo com o Sistema Internacional de Unidades, a grandeza derivada “densidade de energia” pode ser expressa na
forma de J/m3
. Desse modo, a expressão correta para essa grandeza, em termos de unidades de base do SI, é:
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O texto a seguir, adaptado da Folha de S. Paulo (07/02/2017), traz o resultado de uma pesquisa envolvendo a qualidade da água em praias de alguns estados brasileiros. Numere os parágrafos de forma a organizá-los numa progressão textual coerente e lógica. ( ) Entre esses pontos, 42% foram classificados como “bons” ou “ótimos” para banho, 29% estavam “regulares” e 29%, “ruins” ou “péssimos” por mais de três meses no ano. Os dados são dos próprios órgãos ambientais estaduais. ( ) Conhecidos pelos destinos paradisíacos e de água cristalina, Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro têm quase metade das praias ruins ou péssimas em relação à qualidade da água, segundo levantamento da Folha. ( ) A reportagem analisou dados de balneabilidade de 1.180 pontos de praias monitorados em 14 estados do país –há praias com mais de um local de análise. ( ) Isso significa que, dos trechos monitorados no litoral desses três estados, quase metade ficou impróprio para banho por pelo menos 25% do tempo, ao longo de todo o ano passado. Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta, de cima para baixo.
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Assinale a alternativa que está redigida em conformidade com a língua padrão.
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O trecho a seguir é o início de um texto que fala sobre o novo projeto de lei sobre migrantes:
O ano de 2016 passará aos livros como um dos períodos mais difíceis para os direitos humanos da breve história democrática brasileira.
Numere os parênteses, identificando a ordem correta das ideias que dão sequência a esse texto inicial.
( ) Em dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou uma lei que, se confirmada pelo Senado e sancionada pela Presidência, substituirá, por fim, o retrógrado e inconstitucional Estatuto do Estrangeiro, criado durante a ditadura. ( ) O mesmo acontece se analisamos apenas o universo de refugiados: apesar do aumento de 2.868% no número de refúgios concedidos nos últimos seis anos, esse grupo totalizava pouco mais de 8,8 mil pessoas em abril de 2016, segundo o Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE) do Ministério da Justiça. ( ) Retrocessos foram sentidos em quase todos os âmbitos, com algumas importantes exceções – e uma delas é a área de migrações. ( ) Mesmo assim, os migrantes ainda representam menos de 1% da população brasileira – índice bastante inferior aos verificados em outros países da região. ( ) A aprovação da nova lei chega em um momento crucial. O número de migrantes no Brasil aumentou significativamente nos últimos anos, principalmente por conta do afluxo de haitianos que buscavam saída para o agravamento da crise humanitária no país depois do terremoto de 2010.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.
O ano de 2016 passará aos livros como um dos períodos mais difíceis para os direitos humanos da breve história democrática brasileira.
Numere os parênteses, identificando a ordem correta das ideias que dão sequência a esse texto inicial.
( ) Em dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou uma lei que, se confirmada pelo Senado e sancionada pela Presidência, substituirá, por fim, o retrógrado e inconstitucional Estatuto do Estrangeiro, criado durante a ditadura. ( ) O mesmo acontece se analisamos apenas o universo de refugiados: apesar do aumento de 2.868% no número de refúgios concedidos nos últimos seis anos, esse grupo totalizava pouco mais de 8,8 mil pessoas em abril de 2016, segundo o Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE) do Ministério da Justiça. ( ) Retrocessos foram sentidos em quase todos os âmbitos, com algumas importantes exceções – e uma delas é a área de migrações. ( ) Mesmo assim, os migrantes ainda representam menos de 1% da população brasileira – índice bastante inferior aos verificados em outros países da região. ( ) A aprovação da nova lei chega em um momento crucial. O número de migrantes no Brasil aumentou significativamente nos últimos anos, principalmente por conta do afluxo de haitianos que buscavam saída para o agravamento da crise humanitária no país depois do terremoto de 2010.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.
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Considere a seguinte frase: Ainda não se sabe ______ as baleias foram parar nessa praia no extremo norte da Ilha Sul do país. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.
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Um dos melhores indicadores dos avanços de igualdade de gênero em uma sociedade é a incorporação à língua de termos
femininos para designar posições de prestígio – uma necessidade ligada ao preenchimento gradual por mulheres do espaço de
profissões tradicionalmente exercidas por homens. “Quando há a incorporação de equivalente feminino para determinadas profissões,
temos indícios de que mudanças quanto aos papéis de gênero estão tendo lugar”, diz Elisa Battisti, professora da Universidade Federal
do Rio Grande do Sul (UFRGS), que estuda a variação linguística como prática social. A Babbel, empresa alemã de educação que criou
um aplicativo de idiomas, elaborou uma análise sobre as nomenclaturas alusivas às posições ocupadas por mulheres no mercado de
trabalho em oito línguas. A análise serve para avaliar quais são as línguas (e as sociedades) que mais evoluíram na incorporação de
vocábulos que mostram a ocupação do mercado de trabalho por mulheres.
Entre as línguas mais conservadoras estão o italiano e o francês. O italiano é pouco flexível. Muitos títulos que designam profissões
ainda apresentam apenas a forma masculina e poucas declinações femininas foram estabelecidas na terminologia oficial, como
“ministro”, “architetto” (arquiteto) e “avvocato” (advogado). “Sindaco” (prefeito) é uma das poucas palavras que mereceram atualização
de gênero pela Accademia della Crusca, órgão oficial da língua italiana – no caso, “sindaca” (prefeita).
O francês demonstra igualmente muita resistência à incorporação de novos vocábulos para designar profissões exercidas por
mulheres. A concordância de gênero não é sequer incentivada pela Academia Francesa em títulos de prestígio, com a justificativa de
que é preciso preservar a língua. “Le ministre” (o ministro) é a chancela oficial para homens e mulheres. No Québec, no Canadá, desde
1979, o termo “madame le ministre” foi cunhado por lei para se referir às mulheres que ocupam cargos de ministro. “A nomenclatura
com predominância de termos masculinos indica a posição inferior que as mulheres ocupam em certas instâncias de participação social”,
afirma Elisa Battisti.
A necessidade de adotar designações próprias para posições ocupadas por mulheres no idioma pode, em alguns casos, ser
interpretada de maneira pejorativa. No polonês, as profissões femininas são designadas pela terminação “ka”, mas o mesmo terminativo
é usado para diminutivos. O termo “nauczycielka” é usado para a profissão de maestrina, assim como o diminutivo da palavra café
(kawa) é “kawka”, cafezinho. Por essa associação do terminativo “ka” com diminutivos, a ex-ministra do Esporte e Turismo polonês,
Joanna Mucha, decidiu usar a versão latina “ministra” e se recusou a ser chamada de “ministerka”, pois poderia ser pejorativamente
confundida como “ministrinha”.
Entre os países analisados, o Brasil (e a língua portuguesa) não está entre os países mais conservadores. Desde 2012, palavras
como “bacharela” e “mestra” se tornaram obrigatórias em diplomas. A obrigatoriedade foi determinada pela Lei 12.605, na qual o Artigo
1º especifica que “instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente
ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido”.
Muitos termos de profissões podem ser aplicados aos dois gêneros, como as palavras terminadas com o sufixo “ente”, “ante”, “inte”
e “ista” (como, por exemplo, “pianista”). Para se referir à ex-presidente Dilma Rousseff, tanto “presidente” como “presidenta” são termos
corretos – a escolha linguística de Dilma por “presidenta” era uma opção política para reforçar o gênero feminino, uma decisão elogiada
pela professora Elisa Battisti, da UFRGS. “A imposição do emprego do termo ‘presidenta’, mesmo enfrentando resistências, lança luz
sobre a questão da inferiorização da atuação das mulheres no espaço social, o que a médio e longo prazo contribui para se repensar e
rever as relações sociais”, diz.
(Fonte: Revista Época. Disponível em:http://epoca.globo.com/educacao/noticia/2017/03/. Acesso em 09/03/2017.)
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