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Foram encontradas 40 questões.

1419354 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
Um dos melhores indicadores dos avanços de igualdade de gênero em uma sociedade é a incorporação à língua de termos femininos para designar posições de prestígio – uma necessidade ligada ao preenchimento gradual por mulheres do espaço de profissões tradicionalmente exercidas por homens. “Quando há a incorporação de equivalente feminino para determinadas profissões, temos indícios de que mudanças quanto aos papéis de gênero estão tendo lugar”, diz Elisa Battisti, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que estuda a variação linguística como prática social. A Babbel, empresa alemã de educação que criou um aplicativo de idiomas, elaborou uma análise sobre as nomenclaturas alusivas às posições ocupadas por mulheres no mercado de trabalho em oito línguas. A análise serve para avaliar quais são as línguas (e as sociedades) que mais evoluíram na incorporação de vocábulos que mostram a ocupação do mercado de trabalho por mulheres.
Entre as línguas mais conservadoras estão o italiano e o francês. O italiano é pouco flexível. Muitos títulos que designam profissões ainda apresentam apenas a forma masculina e poucas declinações femininas foram estabelecidas na terminologia oficial, como “ministro”, “architetto” (arquiteto) e “avvocato” (advogado). “Sindaco” (prefeito) é uma das poucas palavras que mereceram atualização de gênero pela Accademia della Crusca, órgão oficial da língua italiana – no caso, “sindaca” (prefeita).
O francês demonstra igualmente muita resistência à incorporação de novos vocábulos para designar profissões exercidas por mulheres. A concordância de gênero não é sequer incentivada pela Academia Francesa em títulos de prestígio, com a justificativa de que é preciso preservar a língua. “Le ministre” (o ministro) é a chancela oficial para homens e mulheres. No Québec, no Canadá, desde 1979, o termo “madame le ministre” foi cunhado por lei para se referir às mulheres que ocupam cargos de ministro. “A nomenclatura com predominância de termos masculinos indica a posição inferior que as mulheres ocupam em certas instâncias de participação social”, afirma Elisa Battisti.
A necessidade de adotar designações próprias para posições ocupadas por mulheres no idioma pode, em alguns casos, ser interpretada de maneira pejorativa. No polonês, as profissões femininas são designadas pela terminação “ka”, mas o mesmo terminativo é usado para diminutivos. O termo “nauczycielka” é usado para a profissão de maestrina, assim como o diminutivo da palavra café (kawa) é “kawka”, cafezinho. Por essa associação do terminativo “ka” com diminutivos, a ex-ministra do Esporte e Turismo polonês, Joanna Mucha, decidiu usar a versão latina “ministra” e se recusou a ser chamada de “ministerka”, pois poderia ser pejorativamente confundida como “ministrinha”.
Entre os países analisados, o Brasil (e a língua portuguesa) não está entre os países mais conservadores. Desde 2012, palavras como “bacharela” e “mestra” se tornaram obrigatórias em diplomas. A obrigatoriedade foi determinada pela Lei 12.605, na qual o Artigo 1º especifica que “instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido”.
Muitos termos de profissões podem ser aplicados aos dois gêneros, como as palavras terminadas com o sufixo “ente”, “ante”, “inte” e “ista” (como, por exemplo, “pianista”). Para se referir à ex-presidente Dilma Rousseff, tanto “presidente” como “presidenta” são termos corretos – a escolha linguística de Dilma por “presidenta” era uma opção política para reforçar o gênero feminino, uma decisão elogiada pela professora Elisa Battisti, da UFRGS. “A imposição do emprego do termo ‘presidenta’, mesmo enfrentando resistências, lança luz sobre a questão da inferiorização da atuação das mulheres no espaço social, o que a médio e longo prazo contribui para se repensar e rever as relações sociais”, diz.
(Fonte: Revista Época. Disponível em:http://epoca.globo.com/educacao/noticia/2017/03/. Acesso em 09/03/2017.)
A intenção do texto é:
 

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1419353 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
Assinale a alternativa em que o trecho transcrito NÃO apresenta nenhum tipo de julgamento de valor/opinião do autor.
 

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1418976 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
Quando a escritora britânica Virginia Woolf escreveu Profissões para mulheres e outros artigos feministas, com diversos ensaios publicados em meados de 1920 e que expõem o papel da mulher na sociedade e as dificuldades de inclusão no mercado de trabalho, a autora questionou quanto tempo ainda _______ para que uma mulher _____________________ um livro sem encontrar barreiras em sua carreira. “E se é assim na literatura, a profissão mais livre de todas para as mulheres, que dirá nas novas profissões que agora vocês estão exercendo pela primeira vez?”. A expansão da presença da mulher no mercado de trabalho cresceu desde que Virginia registrou, em suas obras, as dificuldades para uma mulher se firmar como romancista. Ainda assim, em todo o mundo, atualmente 40% das mulheres afirmam que sentem falta de igualdade de gênero, de acordo com pesquisa recente Global @dvisor, publicada pelo Instituto Ipsos.
Com base no texto, é correto afirmar:
 

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1415141 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
Um dos melhores indicadores dos avanços de igualdade de gênero em uma sociedade é a incorporação à língua de termos femininos para designar posições de prestígio – uma necessidade ligada ao preenchimento gradual por mulheres do espaço de profissões tradicionalmente exercidas por homens. “Quando há a incorporação de equivalente feminino para determinadas profissões, temos indícios de que mudanças quanto aos papéis de gênero estão tendo lugar”, diz Elisa Battisti, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que estuda a variação linguística como prática social. A Babbel, empresa alemã de educação que criou um aplicativo de idiomas, elaborou uma análise sobre as nomenclaturas alusivas às posições ocupadas por mulheres no mercado de trabalho em oito línguas. A análise serve para avaliar quais são as línguas (e as sociedades) que mais evoluíram na incorporação de vocábulos que mostram a ocupação do mercado de trabalho por mulheres.
Entre as línguas mais conservadoras estão o italiano e o francês. O italiano é pouco flexível. Muitos títulos que designam profissões ainda apresentam apenas a forma masculina e poucas declinações femininas foram estabelecidas na terminologia oficial, como “ministro”, “architetto” (arquiteto) e “avvocato” (advogado). “Sindaco” (prefeito) é uma das poucas palavras que mereceram atualização de gênero pela Accademia della Crusca, órgão oficial da língua italiana – no caso, “sindaca” (prefeita).
O francês demonstra igualmente muita resistência à incorporação de novos vocábulos para designar profissões exercidas por mulheres. A concordância de gênero não é sequer incentivada pela Academia Francesa em títulos de prestígio, com a justificativa de que é preciso preservar a língua. “Le ministre” (o ministro) é a chancela oficial para homens e mulheres. No Québec, no Canadá, desde 1979, o termo “madame le ministre” foi cunhado por lei para se referir às mulheres que ocupam cargos de ministro. “A nomenclatura com predominância de termos masculinos indica a posição inferior que as mulheres ocupam em certas instâncias de participação social”, afirma Elisa Battisti.
A necessidade de adotar designações próprias para posições ocupadas por mulheres no idioma pode, em alguns casos, ser interpretada de maneira pejorativa. No polonês, as profissões femininas são designadas pela terminação “ka”, mas o mesmo terminativo é usado para diminutivos. O termo “nauczycielka” é usado para a profissão de maestrina, assim como o diminutivo da palavra café (kawa) é “kawka”, cafezinho. Por essa associação do terminativo “ka” com diminutivos, a ex-ministra do Esporte e Turismo polonês, Joanna Mucha, decidiu usar a versão latina “ministra” e se recusou a ser chamada de “ministerka”, pois poderia ser pejorativamente confundida como “ministrinha”.
Entre os países analisados, o Brasil (e a língua portuguesa) não está entre os países mais conservadores. Desde 2012, palavras como “bacharela” e “mestra” se tornaram obrigatórias em diplomas. A obrigatoriedade foi determinada pela Lei 12.605, na qual o Artigo 1º especifica que “instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido”.
Muitos termos de profissões podem ser aplicados aos dois gêneros, como as palavras terminadas com o sufixo “ente”, “ante”, “inte” e “ista” (como, por exemplo, “pianista”). Para se referir à ex-presidente Dilma Rousseff, tanto “presidente” como “presidenta” são termos corretos – a escolha linguística de Dilma por “presidenta” era uma opção política para reforçar o gênero feminino, uma decisão elogiada pela professora Elisa Battisti, da UFRGS. “A imposição do emprego do termo ‘presidenta’, mesmo enfrentando resistências, lança luz sobre a questão da inferiorização da atuação das mulheres no espaço social, o que a médio e longo prazo contribui para se repensar e rever as relações sociais”, diz.
(Fonte: Revista Época. Disponível em:http://epoca.globo.com/educacao/noticia/2017/03/. Acesso em 09/03/2017.)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 1. Diferentemente da França, no Québec, a expressão “madame le ministre”, criada por lei, demonstra a preocupação do governo em incorporar à língua termos específicos para designar os cargos ocupados por mulheres. 2. A Polônia mantém-se conservadora e está entre os países que não incorporaram termos específicos para designar os cargos ocupados por mulheres, obrigando a ministra do Esporte e do Turismo daquele país a adotar um termo latino. 3. O Brasil ocupa uma posição intermediária no que diz respeito à incorporação de termos específicos para designar os cargos ocupados por mulheres. Assinale a alternativa correta.
 

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1080913 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Amplificadores operacionais (AmpOp) são dispositivos eletrônicos amplamente utilizados no processamento de sinais analógicos. Considerando, no circuito ao lado, que R1 = 5 kΩ e R2 = 1 kΩ e que o AmpOp seja ideal, assinale a alternativa que apresenta o valor correto do ganho de tensão em malha fechada do circuito amplificador (vo / vi). enunciado 1080913-1
 

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1080912 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Numere a coluna da direita, relacionando os dispositivos semicondutores de potência com as respectivas características indicadas na coluna da esquerda. 1. Dispositivo de três terminais que apresenta entrada em condução controlada por gatilho e bloqueio não controlado. 2. Tiristor bidirecional. 3. Transistor de potência que conjuga vantagens dos transistores de junção e de efeito de campo. 4. Tiristor com bloqueio controlado por gatilho. ( ) TRIAC. ( ) SCR. ( ) GTO. ( ) IGBT. Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta na coluna da direita, de cima para baixo.
 

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1080911 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Diferentes conversores eletrônicos de potência são empregados no controle de motores elétricos e outros equipamentos industriais. A respeito do tema, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas: ( ) Conversores de frequência conjugam uma etapa retificadora e outra inversora, a fim de proporcionar uma tensão de frequência variável para o controle de velocidade de motores de indução. ( ) Conversores CC-CA são utilizados no controle da tensão de armadura para variação da velocidade de motores CC. ( ) Choppers são conversores CC-CC que proporcionam uma tensão CC variável a partir de uma tensão CC constante. ( ) Retificadores controlados são conversores CA-CC que proporcionam uma tensão de saída constante. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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1080905 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Considere que o circuito apresentado ao lado opera em regime permanente. Assinale a alternativa cujo método de análise permite determinar o comportamento da corrente que percorre o resistor de 5 Ω. enunciado 1080905-1
 

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1080904 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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No circuito ao lado, uma fonte de corrente alternada alimenta um circuito RLC. Assinale a alternativa que apresenta corretamente os valores das amplitudes da corrente no resistor R1 e da queda de tensão no resistor R2, quando o circuito opera em regime permanente. enunciado 1080904-1
 

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1080903 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFPR
Orgão: COPEL
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Considerando que o circuito elétrico mostrado ao lado opera em regime permanente, assinale a alternativa que apresenta o valor da potência fornecida pela fonte de tensão. enunciado 1080903-1
 

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