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A questão 25 deve ser respondida com base nos dados de um determinado ente público, conforme discriminadosa seguir:
Receita de impostos, 2.000.
Receita de alienação de bens, 1.500.
Despesas de serviços, 800.
Despesa de amortização da dívida, 350.
Despesa de aquisição de bens permanentes, 700.
Restos a pagar processados, referentes a bens móveis, 50.
Restos a pagar processados, referentes a bens imóveis, 100.
Em relação à demonstração de fluxos de caixa, a alternativa correta que apresenta o resultado do fluxo líquido dos investimentos é a:
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A questão baseia no texto apresentado abaixo
Gramática
Sou feliz pelos amigos que tenho. Um deles muito sofre pelo meu descuido com o vernáculo. Por alguns anos ele sistematicamente me enviava missivas eruditas com precisas informações sobre as regras da gramática, que eu não respeitava, e sobre a grafia correta dos vocábulos, que eu ignorava. Fi-lo sofrer pelo uso errado que fiz de uma palavra no último “Quarto de badulaques”. Acontece que eu, acostumado a conversar com a gente das Minas Gerais, falei em “varreção” – do verbo “varrer”. De fato, trata-se de um equívoco que, num vestibular, poderia me valer uma reprovação. Pois o meu amigo, paladino da língua portuguesa, se deu ao trabalho de fazer um xerox da página 827 do dicionário, aquela que tem, no topo, a fotografia de uma “varroa”(sic!) (você não sabe o que é uma “varroa”?) para corrigir-me do meu erro. E confesso: ele está certo. O certo é “varrição” e não “varreção”. Mas estou com medo de que os mineiros da roça façam troça de mim porque nunca os vi falar de “varrição”. E se eles rirem de mim não vai me adiantar mostrar-lhes o xerox da página do dicionário com a “varroa” no topo. Porque, para eles, não é o dicionário que faz a língua. É o povo. E o povo, lá nas montanhas de Minas Gerais, fala “varreção”, quando não “barreção”. O que me deixa triste sobre esse amigo oculto é que nunca tenha dito nada sobre o que eu escrevo, se é bonito ou se é feio. Toma a minha sopa, não diz nada sobre ela, mas reclama sempre que o prato está rachado. A esse respeito, vou lhes contar sobre o homem que confundiu a mulher com um chapéu, caso clínico relatado por Oliver Sacks. Tem tudo a ver. Depois. ALVES, Rubem. Gramática. In: ______. Pimentas: para provocar um incêndio, não é preciso fogo. São Paulo: Planeta, 2012. p. 156-157.
“A esse respeito, vou lhes contar sobre o homem que confundiu a mulher com um chapéu, [...]”. Sobre o lhes que ocorre nessa frase, aponte C (Certa) ou E (Errada) para as afirmativas e assinale a alternativa correta.
1- ( ) É um recurso empregado pelo autor que recupera o termo “amigos” da primeira linha do texto.
2- ( ) É um pronome oblíquo da 3ª pessoa do singular.
3- ( ) É um pronome que funciona como objeto indireto do verbo contar.
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A Lei nº 4.320/64 diz que a Contabilidade deverá evidenciar em seus registros o montante dos créditos orçamentários vigentes, a despesa empenhada e a despesa realizada à conta desses mesmos créditos e ainda as dotações disponíveis, dessa forma, assinale a alternativa que representa essas dotações.
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Para responder à questão, considere os saldos a seguir do balanço financeiro de um determinado ente público:
RESTOS A PAGAR - PAGAMENTOS DO EXERCÍCIO:
Restos a pagar processados, 100.
Restos a pagar não processados, 250.
RECEITAS ORCAMENTÁRIAS:
Receitas tributárias, 2.200.
Receita patrimonial, 900.
Receita de serviços, 550.
RECEITAS EXTRA-ORCAMENTÁRIAS:
Consignações, 70.
Depósitos de diversas origens, 30.
DESPESAS DE CAPITAL:
Investimentos, 1.200.
Inversões financeiras, 1.000.
Sabendo que o saldo do exercício seguinte foi no valor de 1.500, assinale a alternativa que apresenta o saldo do exercício anterior.
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Na demonstração das variações patrimoniais, o registro contábil do cancelamento de restos a pagar, provoca uma
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A questão baseia no texto apresentado abaixo
Gramática
Sou feliz pelos amigos que tenho. Um deles muito sofre pelo meu descuido com o vernáculo. Por alguns anos ele sistematicamente me enviava missivas eruditas com precisas informações sobre as regras da gramática, que eu não respeitava, e sobre a grafia correta dos vocábulos, que eu ignorava. Fi-lo sofrer pelo uso errado que fiz de uma palavra no último “Quarto de badulaques”. Acontece que eu, acostumado a conversar com a gente das Minas Gerais, falei em “varreção” – do verbo “varrer”. De fato, trata-se de um equívoco que, num vestibular, poderia me valer uma reprovação. Pois o meu amigo, paladino da língua portuguesa, se deu ao trabalho de fazer um xerox da página 827 do dicionário, aquela que tem, no topo, a fotografia de uma “varroa”(sic!) (você não sabe o que é uma “varroa”?) para corrigir-me do meu erro. E confesso: ele está certo. O certo é “varrição” e não “varreção”. Mas estou com medo de que os mineiros da roça façam troça de mim porque nunca os vi falar de “varrição”. E se eles rirem de mim não vai me adiantar mostrar-lhes o xerox da página do dicionário com a “varroa” no topo. Porque, para eles, não é o dicionário que faz a língua. É o povo. E o povo, lá nas montanhas de Minas Gerais, fala “varreção”, quando não “barreção”. O que me deixa triste sobre esse amigo oculto é que nunca tenha dito nada sobre o que eu escrevo, se é bonito ou se é feio. Toma a minha sopa, não diz nada sobre ela, mas reclama sempre que o prato está rachado. A esse respeito, vou lhes contar sobre o homem que confundiu a mulher com um chapéu, caso clínico relatado por Oliver Sacks. Tem tudo a ver. Depois. ALVES, Rubem. Gramática. In: ______. Pimentas: para provocar um incêndio, não é preciso fogo. São Paulo: Planeta, 2012. p. 156-157.
A língua se desenvolve numa região de acordo com a necessidade de comunicação dos falantes que a ela pertencem, conforme se pode perceber no texto Gramática. Neste, subentende-se sobre as implicações do fator língua:
I – A convivência de Rubem Alves com a variante da língua portuguesa falada pelos mineiros interferiu na construção textual de “Quarto de badulaques”.
II – A norma culta da língua – ou normas gramaticais – interferiu em como um leitor avaliou determinado texto de Rubem Alves.
III – Mesmo estando cristalizada a variante linguística falada pelos mineiros da roça, eles aceitariam a indicação das normas gramaticais para adequarem sua fala. Aponte a(s) afirmativa(s) correta(s):
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Seja a proposição: “Todas as lojas estavam lotadas na época do Natal”. Assinale a alternativa que contem a negação correta dessa proposição:
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Segundo a Lei Complementar nº 101/2000, a lei de diretrizes orçamentárias conterá Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados:
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640688
Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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Marque a alternativa que completa de forma correta a lacuna. O representante comercial pessoa física, como responsável técnico de pessoa jurídica devidamente registrada no Conselho Regional dos Representantes Comerciais, pagará anuidade ___________________ anuidade devida pelos demais profissionais autônomos registrados no mesmo Conselho Regional.
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Assinale a alternativa correta a respeito do campo de atuação da Contabilidade Aplicada ao Setor Público.
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