Foram encontradas 40 questões.
Uma loja registrou o número de produtos vendidos por dia durante 4 dias, de acordo com tabela a seguir.

Com base nessa situação hipotética e nas informações apresentadas, é correto afirmar que o desvio-padrão populacional do número de produtos vendido é
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Em uma caixa, há 4 bolas vermelhas, 3 bolas azuis e 3
bolas verdes. Duas bolas serão retiradas uma após a outra,
sem reposição.
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que a probabilidade de ambas as bolas retiradas serem vermelhas é de
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que a probabilidade de ambas as bolas retiradas serem vermelhas é de
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Um agricultor deseja cercar um terreno retangular cuja
área é de 96 m². Ele quer que o comprimento do terreno
exceda a largura em 4 metros.
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que a largura do terreno é de
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que a largura do terreno é de
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Uma empresa possui um título no valor nominal de
R$ 10.412,01, com vencimento para daqui a 3 meses. O
título é descontado 2 meses antes do vencimento, à taxa de
5% ao mês, pelo sistema de desconto racional composto.
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que o valor atual do título é de
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que o valor atual do título é de
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Instruções para dar corda no relógio
Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo.
Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o
pino da corda, puxe-o suavemente. Agora se abre outro
prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm
regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si
mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de
uma mulher, o perfume do pão.
Que mais quer, que mais quer? Amarre-o depressa
a seu pulso, deixe-o bater em liberdade, imite-o anelante.
O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser
alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do
relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis.
E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos
antes e compreendemos que já não tem importância.
CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33-34 (com adaptações).
As vírgulas nesse trecho foram empregadas para separar
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Instruções para dar corda no relógio
Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo.
Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o
pino da corda, puxe-o suavemente. Agora se abre outro
prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm
regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si
mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de
uma mulher, o perfume do pão.
Que mais quer, que mais quer? Amarre-o depressa
a seu pulso, deixe-o bater em liberdade, imite-o anelante.
O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser
alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do
relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis.
E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos
antes e compreendemos que já não tem importância.
CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33-34 (com adaptações).
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Instruções para dar corda no relógio
Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo.
Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o
pino da corda, puxe-o suavemente. Agora se abre outro
prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm
regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si
mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de
uma mulher, o perfume do pão.
Que mais quer, que mais quer? Amarre-o depressa
a seu pulso, deixe-o bater em liberdade, imite-o anelante.
O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser
alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do
relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis.
E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos
antes e compreendemos que já não tem importância.
CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33-34 (com adaptações).
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Instruções para dar corda no relógio
Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo.
Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o
pino da corda, puxe-o suavemente. Agora se abre outro
prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm
regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si
mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de
uma mulher, o perfume do pão.
Que mais quer, que mais quer? Amarre-o depressa
a seu pulso, deixe-o bater em liberdade, imite-o anelante.
O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser
alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do
relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis.
E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos
antes e compreendemos que já não tem importância.
CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33-34 (com adaptações).
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Instruções para dar corda no relógio
Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo.
Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o
pino da corda, puxe-o suavemente. Agora se abre outro
prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm
regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si
mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de
uma mulher, o perfume do pão.
Que mais quer, que mais quer? Amarre-o depressa
a seu pulso, deixe-o bater em liberdade, imite-o anelante.
O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser
alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do
relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis.
E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos
antes e compreendemos que já não tem importância.
CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33-34 (com adaptações).
Nesse trecho do texto, predomina a figura de linguagem denominada
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Instruções para dar corda no relógio
Lá no fundo está a morte, mas não tenha medo.
Segure o relógio com uma mão, pegue com dois dedos o
pino da corda, puxe-o suavemente. Agora se abre outro
prazo, as árvores soltam suas folhas, os barcos correm
regata, o tempo como um leque vai se enchendo de si
mesmo e dele brotam o ar, as brisas da terra, a sombra de
uma mulher, o perfume do pão.
Que mais quer, que mais quer? Amarre-o depressa
a seu pulso, deixe-o bater em liberdade, imite-o anelante.
O medo enferruja as âncoras, cada coisa que pôde ser
alcançada e foi esquecida começa a corroer as veias do
relógio, gangrenando o frio sangue de seus pequenos rubis.
E lá no fundo está a morte se não corremos, e chegamos
antes e compreendemos que já não tem importância.
CORTÁZAR, Júlio. Histórias de Cronópios e de famas. São Paulo:
Editora Civilização Brasileira, 1994, p. 33-34 (com adaptações).
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