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1812360 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: COREN-CE
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Texto CG1A1-I

Era o jogo da decisão final do Campeonato Mineiro: Atlético contra América. Torcíamos apaixonadamente pelo América, não só por ser o time de nossa predileção, mas porque meu irmão Gérson ia jogar de goleiro, em substituição ao famoso Princesa, que estava contundido.

Gérson me reservou a primeira surpresa: tinha me arranjado um uniforme completo do time do América, para que eu entrasse no campo como mascote.

Só o fato de sair do vestiário em meio aos jogadores de verdade já me enchia de emoção. Gérson me conduzia pela mão, quando nos alinhamos para fazer o cumprimento de praxe à assistência. Depois os jogadores se espalharam, fazendo exercícios de aquecimento. Fiquei por ali, ciscando entre um e outro, a viver a minha grande emoção.

Mas o meu maior momento de glória ainda estava para chegar.

Aos cinco minutos do término da partida, Jico Leite se choca violentamente com Nariz e rola no chão, contundido.

Pânico nas hostes americanas: todos os reservas já haviam entrado em campo, não sobrara ninguém para substituições. Que fazer? Segundo as regras daquele tempo, time nenhum podia jogar desfalcado.

Gérson vem correndo até o banco dos reservas, fala qualquer coisa ao ouvido do treinador, me apontando, e este se volta para mim, com ar grave:

— Você vai ter de entrar, Fernando.

Não vacilei. Pois, se o América precisava de mim, contassem comigo.

E aconteceu. Jorivê deu a saída do meio de campo, atrasou para Pimentão, que adiantou para Jacy. Caieira rouba-lhe a bola, passando para Chafir. Chico Preto aliviou, pondo para fora num chutão.

Chafir fez a cobrança da lateral, dando de presente para Negrão, que, sem perda de tempo, acionou Bezerra. Quando eu, estrategicamente colocado no setor direito, já pensava que não daria tempo sequer de intervir numa só jogada, eis que Bezerra faz com que a bola venha rolando até mim.

Depois de dominá-la, driblei Nariz e tabelei com meu companheiro. Este passou ao Jorivê, enquanto eu me deslocava para recebê-la de volta. Então disparei num pique, sob o delírio da assistência, e lá fui eu com minhas perninhas curtas, driblei um, outro, deixei para trás a defesa adversária. Kafunga abria os braços gigantescos, achei que queria me pegar, e não a bola. Fiz que chutava, como se fosse encobri-lo, ele pulou. Então passei com bola e tudo por entre as pernas dele e marquei o gol da vitória.

Foi aquela ovação, a torcida delirava. Logo em seguida soou o apito final, e meus companheiros de equipe correram para me abraçar e carregar em triunfo.

Fernando Sabino. O menino no espelho. Rio de Janeiro: Record, 1991 (com adaptações).

Assinale a opção que apresenta uma proposta de reescrita que, além de gramaticalmente correta, mantém os sentidos do trecho “Gérson me conduzia pela mão, quando nos alinhamos para fazer o cumprimento de praxe à assistência.”, no terceiro parágrafo do texto CG1A1-I.

 

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1812359 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: COREN-CE
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Texto CG1A1-I

Era o jogo da decisão final do Campeonato Mineiro: Atlético contra América. Torcíamos apaixonadamente pelo América, não só por ser o time de nossa predileção, mas porque meu irmão Gérson ia jogar de goleiro, em substituição ao famoso Princesa, que estava contundido.

Gérson me reservou a primeira surpresa: tinha me arranjado um uniforme completo do time do América, para que eu entrasse no campo como mascote.

Só o fato de sair do vestiário em meio aos jogadores de verdade já me enchia de emoção. Gérson me conduzia pela mão, quando nos alinhamos para fazer o cumprimento de praxe à assistência. Depois os jogadores se espalharam, fazendo exercícios de aquecimento. Fiquei por ali, ciscando entre um e outro, a viver a minha grande emoção.

Mas o meu maior momento de glória ainda estava para chegar.

Aos cinco minutos do término da partida, Jico Leite se choca violentamente com Nariz e rola no chão, contundido.

Pânico nas hostes americanas: todos os reservas já haviam entrado em campo, não sobrara ninguém para substituições. Que fazer? Segundo as regras daquele tempo, time nenhum podia jogar desfalcado.

Gérson vem correndo até o banco dos reservas, fala qualquer coisa ao ouvido do treinador, me apontando, e este se volta para mim, com ar grave:

— Você vai ter de entrar, Fernando.

Não vacilei. Pois, se o América precisava de mim, contassem comigo.

E aconteceu. Jorivê deu a saída do meio de campo, atrasou para Pimentão, que adiantou para Jacy. Caieira rouba-lhe a bola, passando para Chafir. Chico Preto aliviou, pondo para fora num chutão.

Chafir fez a cobrança da lateral, dando de presente para Negrão, que, sem perda de tempo, acionou Bezerra. Quando eu, estrategicamente colocado no setor direito, já pensava que não daria tempo sequer de intervir numa só jogada, eis que Bezerra faz com que a bola venha rolando até mim.

Depois de dominá-la, driblei Nariz e tabelei com meu companheiro. Este passou ao Jorivê, enquanto eu me deslocava para recebê-la de volta. Então disparei num pique, sob o delírio da assistência, e lá fui eu com minhas perninhas curtas, driblei um, outro, deixei para trás a defesa adversária. Kafunga abria os braços gigantescos, achei que queria me pegar, e não a bola. Fiz que chutava, como se fosse encobri-lo, ele pulou. Então passei com bola e tudo por entre as pernas dele e marquei o gol da vitória.

Foi aquela ovação, a torcida delirava. Logo em seguida soou o apito final, e meus companheiros de equipe correram para me abraçar e carregar em triunfo.

Fernando Sabino. O menino no espelho. Rio de Janeiro: Record, 1991 (com adaptações).

No trecho “Jorivê deu a saída do meio de campo, atrasou para Pimentão, que adiantou para Jacy. Caieira rouba-lhe a bola, passando para Chafir”, do décimo parágrafo do texto CG1A1-I, os sujeitos das formas verbais “atrasou” e “adiantou” e a forma pronominal “lhe” têm como referentes, respectivamente,

 

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1812358 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: COREN-CE
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Texto CG1A1-I

Era o jogo da decisão final do Campeonato Mineiro: Atlético contra América. Torcíamos apaixonadamente pelo América, não só por ser o time de nossa predileção, mas porque meu irmão Gérson ia jogar de goleiro, em substituição ao famoso Princesa, que estava contundido.

Gérson me reservou a primeira surpresa: tinha me arranjado um uniforme completo do time do América, para que eu entrasse no campo como mascote.

Só o fato de sair do vestiário em meio aos jogadores de verdade já me enchia de emoção. Gérson me conduzia pela mão, quando nos alinhamos para fazer o cumprimento de praxe à assistência. Depois os jogadores se espalharam, fazendo exercícios de aquecimento. Fiquei por ali, ciscando entre um e outro, a viver a minha grande emoção.

Mas o meu maior momento de glória ainda estava para chegar.

Aos cinco minutos do término da partida, Jico Leite se choca violentamente com Nariz e rola no chão, contundido.

Pânico nas hostes americanas: todos os reservas já haviam entrado em campo, não sobrara ninguém para substituições. Que fazer? Segundo as regras daquele tempo, time nenhum podia jogar desfalcado.

Gérson vem correndo até o banco dos reservas, fala qualquer coisa ao ouvido do treinador, me apontando, e este se volta para mim, com ar grave:

— Você vai ter de entrar, Fernando.

Não vacilei. Pois, se o América precisava de mim, contassem comigo.

E aconteceu. Jorivê deu a saída do meio de campo, atrasou para Pimentão, que adiantou para Jacy. Caieira rouba-lhe a bola, passando para Chafir. Chico Preto aliviou, pondo para fora num chutão.

Chafir fez a cobrança da lateral, dando de presente para Negrão, que, sem perda de tempo, acionou Bezerra. Quando eu, estrategicamente colocado no setor direito, já pensava que não daria tempo sequer de intervir numa só jogada, eis que Bezerra faz com que a bola venha rolando até mim.

Depois de dominá-la, driblei Nariz e tabelei com meu companheiro. Este passou ao Jorivê, enquanto eu me deslocava para recebê-la de volta. Então disparei num pique, sob o delírio da assistência, e lá fui eu com minhas perninhas curtas, driblei um, outro, deixei para trás a defesa adversária. Kafunga abria os braços gigantescos, achei que queria me pegar, e não a bola. Fiz que chutava, como se fosse encobri-lo, ele pulou. Então passei com bola e tudo por entre as pernas dele e marquei o gol da vitória.

Foi aquela ovação, a torcida delirava. Logo em seguida soou o apito final, e meus companheiros de equipe correram para me abraçar e carregar em triunfo.

Fernando Sabino. O menino no espelho. Rio de Janeiro: Record, 1991 (com adaptações).

No trecho “Fiquei por ali, ciscando entre um e outro, a viver a minha grande emoção”, do terceiro parágrafo do texto CG1A1-I, a expressão “a viver” poderia ser substituída, sem alteração dos sentidos originais do texto, por

 

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1812339 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: COREN-CE
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Texto CG1A1-I

Era o jogo da decisão final do Campeonato Mineiro: Atlético contra América. Torcíamos apaixonadamente pelo América, não só por ser o time de nossa predileção, mas porque meu irmão Gérson ia jogar de goleiro, em substituição ao famoso Princesa, que estava contundido.

Gérson me reservou a primeira surpresa: tinha me arranjado um uniforme completo do time do América, para que eu entrasse no campo como mascote.

Só o fato de sair do vestiário em meio aos jogadores de verdade já me enchia de emoção. Gérson me conduzia pela mão, quando nos alinhamos para fazer o cumprimento de praxe à assistência. Depois os jogadores se espalharam, fazendo exercícios de aquecimento. Fiquei por ali, ciscando entre um e outro, a viver a minha grande emoção.

Mas o meu maior momento de glória ainda estava para chegar.

Aos cinco minutos do término da partida, Jico Leite se choca violentamente com Nariz e rola no chão, contundido.

Pânico nas hostes americanas: todos os reservas já haviam entrado em campo, não sobrara ninguém para substituições. Que fazer? Segundo as regras daquele tempo, time nenhum podia jogar desfalcado.

Gérson vem correndo até o banco dos reservas, fala qualquer coisa ao ouvido do treinador, me apontando, e este se volta para mim, com ar grave:

— Você vai ter de entrar, Fernando.

Não vacilei. Pois, se o América precisava de mim, contassem comigo.

E aconteceu. Jorivê deu a saída do meio de campo, atrasou para Pimentão, que adiantou para Jacy. Caieira rouba-lhe a bola, passando para Chafir. Chico Preto aliviou, pondo para fora num chutão.

Chafir fez a cobrança da lateral, dando de presente para Negrão, que, sem perda de tempo, acionou Bezerra. Quando eu, estrategicamente colocado no setor direito, já pensava que não daria tempo sequer de intervir numa só jogada, eis que Bezerra faz com que a bola venha rolando até mim.

Depois de dominá-la, driblei Nariz e tabelei com meu companheiro. Este passou ao Jorivê, enquanto eu me deslocava para recebê-la de volta. Então disparei num pique, sob o delírio da assistência, e lá fui eu com minhas perninhas curtas, driblei um, outro, deixei para trás a defesa adversária. Kafunga abria os braços gigantescos, achei que queria me pegar, e não a bola. Fiz que chutava, como se fosse encobri-lo, ele pulou. Então passei com bola e tudo por entre as pernas dele e marquei o gol da vitória.

Foi aquela ovação, a torcida delirava. Logo em seguida soou o apito final, e meus companheiros de equipe correram para me abraçar e carregar em triunfo.

Fernando Sabino. O menino no espelho. Rio de Janeiro: Record, 1991 (com adaptações).

Infere-se do período “Kafunga abria os braços gigantescos, achei que queria me pegar, e não a bola”, do penúltimo parágrafo do texto CG1A1-I, que, no trecho “e não a bola”, está elíptico o verbo

 

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1812338 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: COREN-CE
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Texto CG1A1-I

Era o jogo da decisão final do Campeonato Mineiro: Atlético contra América. Torcíamos apaixonadamente pelo América, não só por ser o time de nossa predileção, mas porque meu irmão Gérson ia jogar de goleiro, em substituição ao famoso Princesa, que estava contundido.

Gérson me reservou a primeira surpresa: tinha me arranjado um uniforme completo do time do América, para que eu entrasse no campo como mascote.

Só o fato de sair do vestiário em meio aos jogadores de verdade já me enchia de emoção. Gérson me conduzia pela mão, quando nos alinhamos para fazer o cumprimento de praxe à assistência. Depois os jogadores se espalharam, fazendo exercícios de aquecimento. Fiquei por ali, ciscando entre um e outro, a viver a minha grande emoção.

Mas o meu maior momento de glória ainda estava para chegar.

Aos cinco minutos do término da partida, Jico Leite se choca violentamente com Nariz e rola no chão, contundido.

Pânico nas hostes americanas: todos os reservas já haviam entrado em campo, não sobrara ninguém para substituições. Que fazer? Segundo as regras daquele tempo, time nenhum podia jogar desfalcado.

Gérson vem correndo até o banco dos reservas, fala qualquer coisa ao ouvido do treinador, me apontando, e este se volta para mim, com ar grave:

— Você vai ter de entrar, Fernando.

Não vacilei. Pois, se o América precisava de mim, contassem comigo.

E aconteceu. Jorivê deu a saída do meio de campo, atrasou para Pimentão, que adiantou para Jacy. Caieira rouba-lhe a bola, passando para Chafir. Chico Preto aliviou, pondo para fora num chutão.

Chafir fez a cobrança da lateral, dando de presente para Negrão, que, sem perda de tempo, acionou Bezerra. Quando eu, estrategicamente colocado no setor direito, já pensava que não daria tempo sequer de intervir numa só jogada, eis que Bezerra faz com que a bola venha rolando até mim.

Depois de dominá-la, driblei Nariz e tabelei com meu companheiro. Este passou ao Jorivê, enquanto eu me deslocava para recebê-la de volta. Então disparei num pique, sob o delírio da assistência, e lá fui eu com minhas perninhas curtas, driblei um, outro, deixei para trás a defesa adversária. Kafunga abria os braços gigantescos, achei que queria me pegar, e não a bola. Fiz que chutava, como se fosse encobri-lo, ele pulou. Então passei com bola e tudo por entre as pernas dele e marquei o gol da vitória.

Foi aquela ovação, a torcida delirava. Logo em seguida soou o apito final, e meus companheiros de equipe correram para me abraçar e carregar em triunfo.

Fernando Sabino. O menino no espelho. Rio de Janeiro: Record, 1991 (com adaptações).

Com relação às ideias e aos sentidos do texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.

I As regras exigiam que todos os jogadores entrassem no jogo.

II Fernando dispôs-se a jogar no time do seu coração, quando foi convocado.

III Gérson conseguiu um uniforme do América para Fernando entrar em campo como mascote.

IV Enquanto o time adversário ovacionava, a torcida do América delirava.

Estão certos apenas os itens

II e III.
 

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1827286 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: COREN-CE
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A enfermagem é uma área do conhecimento científico que ganhou espaço na equipe de saúde ao longo do tempo. As atribuições do enfermeiro incluem a

I administração de drogas vasoativas.

II administração de sedativos.

III realização de episiorrafia.

IV realização de suturas.

Assinale a opção correta.

A Apenas o item I está certo.

Questão Anulada

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1812366 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: COREN-CE
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O Ministério Público propôs ação de improbidade administrativa contra um enfermeiro suspeito de ter agido para que algumas pessoas furassem a ordem de vacinação contra a covid-19 estabelecida pelas normas e orientações normativas dos órgãos de saúde pública. A denúncia descreveu a conduta desse profissional de saúde como ato de improbidade previsto no inciso I do artigo 11 da Lei n.º 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), com base no entendimento de que ele praticou o ato visando a fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto na regra de competência.

Nessa situação hipotética, conforme a Lei de Improbidade Administrativa, a referida denúncia enquadrou a conduta do enfermeiro como

Questão Desatualizada

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1827158 Ano: 2021
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: COREN-CE
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Considerando as disposições do MRPR acerca do uso dos pronomes de tratamento nas comunicações oficiais, assinale a opção que apresenta a forma de tratamento adequada para se dirigir, no corpo do texto, diretamente ao presidente da República, em um documento a ele destinado.

Questão Anulada e Desatualizada

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1827120 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: COREN-CE
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Um homem de 57 anos de idade, com diabetes tipo 2 e doença vascular periférica, está internado em uma clínica médica para tratamento de infecção urinária. Ele relata dormência nos pés, parestesias e eventual dor em queimação quando fica de pé por longo período. Após o exame dos pés, a enfermeira identificou diminuição da função sensorial simétrica, ressecamento da pele e dedos em garra. Ele tem história de perda de peso — cerca de 5 kg no último ano —, mas está acima do seu peso ideal. Na elaboração do plano de cuidados, a enfermeira levou em consideração os problemas do paciente, estabeleceu os diagnósticos de enfermagem baseados na taxonomia da NANDA-I e organizou o plano de cuidados, observando os aspectos que envolvem os sistemas pessoal, interpessoal e social do paciente.

Considerando a situação hipotética anterior, assinale a opção que expressa um diagnóstico de enfermagem corretamente elaborado para esse paciente e o referencial teórico que fundamentou o plano de cuidados instituído, respectivamente.

Questão Anulada e Desatualizada

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1812362 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: COREN-CE
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A grande disparidade no padrão de saúde e doença no mundo é um chamado urgente para ações que visem à melhoria das condições e da qualidade de vida das populações vulneráveis. Essa diferença inaceitável está associada a determinantes sociais e ambientais, insegurança alimentar e baixa educação, além do acesso limitado aos serviços de saúde e da sua qualidade precária.

A área de trabalho e pesquisa denominada saúde global visa reduzir a desigualdade em saúde para as populações em todo o mundo. A atividade científica se insere nesse contexto buscando o desenvolvimento e a aplicação de novos métodos e produtos mais eficientes para prevenção, diagnóstico e tratamento dos principais problemas de saúde.

Destacam-se as estratégias de uso profilático de medicamentos em massa para as filarioses e geohelmintíases (doenças causadas por parasitas); o reposicionamento e a combinação de fármacos para o tratamento da malária resistente à cloroquina; a terapia multidroga para encurtar o tratamento e evitar resistência medicamentosa na tuberculose, na hanseníase e na AIDS; os testes rápidos de diagnóstico de leishmaniose, HIV e sífilis, para uso em unidades de atenção primária; além do desenvolvimento de mosquitos modificados geneticamente para controle de transmissão da malária e dengue.

As epidemias, em tempos de globalização, Internet e redes sociais, desnudam as iniquidades e o despreparo das estruturas políticas e de serviços públicos para enfrentar a ameaça biológica. O mundo espera por um despertar social de maior compromisso com o coletivo e com o bem-estar da humanidade no imprevisível período pós-pandemia.

Fabio Zicker. Ciência em prol da saúde global. In: Ciência Hoje,edição 372, dez./2020, p. 53 (com adaptações).

No terceiro parágrafo do texto CG1A1-II, a forma verbal “Destacam-se” poderia ser corretamente substituída por

Questão Anulada e Desatualizada

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