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A QUESTÃO SE REFERE À IMAGEM A SEGUIR.

Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/MTA2MDQ0MQ/>.
Acesso em: 29 jan. 2020. Adaptado.
I - As crases em “à Marte” e em “às estrelas” estão corretas
PORQUE
II - o verbo “ir” estabelece regência com a preposição “a” quando transmite o sentido de “se deslocar para algum lugar”.
Sobre as asserções, é correto afirmar que
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A QUESTÃO SE REFERE À IMAGEM A SEGUIR.

Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/MTA2MDQ0MQ/>.
Acesso em: 29 jan. 2020. Adaptado.
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO
SEGUINTE.
Ser munduruku é ser Amazônia
Bheka Munduruku*
Na Amazônia vivem 300 mil indígenas. Nós, da etnia
munduruku, somos 13 mil, divididos em 120 aldeias.
Eu tenho 16 anos, nasci e moro até hoje na Terra
Indígena Sawré Muybu. Ela é o meu mundo. Temos
nossas brincadeiras. Alguns gostam de se pintar, mas
outros de cantar as canções que foram ensinadas por
nossos pais.
Tiramos tudo o que precisamos da nossa terra: pescamos e caçamos (apenas o suficiente para a nossa
subsistência), além de plantarmos mandioca, banana, batata, cana-de-açúcar, cará, abacaxi, pimenta,
sem destruir a floresta. A natureza é nossa mãe. Ela
nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos
dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não
pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com
que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?
Os mais jovens aprendem quase tudo com os mais
velhos. Assim, sabemos como nossa cultura é rica
e antiga, e de nosso lugar no mundo. Nossos pais e
avós contam que Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um
afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem
à humanidade: um branco, um negro, um indígena e
um munduruku. Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo. Nossos ancestrais
ficaram.
Ainda estamos aqui. Não apenas sobrevivemos do
que tiramos de nossa terra – cuidar dela é a própria
razão de nossa existência. Nós a protegemos há mais
de 4.000 anos, mas a história pariwat registra que
nos encontramos pela primeira vez em 1768. Desde
então fomos obrigados a acrescentar a resistência
entre nossos hábitos.
Sabe-se hoje que a floresta em pé ajuda a conter as
mudanças climáticas. Nós mesmos já sentimos os
seus efeitos: teve ano que choveu em março, em vez
de novembro. Mas o desmatamento não é a única
ameaça que ronda a Amazônia. E não temos mais
como protegê-la sozinhos. Como qualquer cultura,
a nossa assimilou novos costumes e evoluiu. Cultivamos nossas tradições, mas não paramos no tempo,
não vivemos na pré-história.
Os munduruku já foram caçadores de cabeça; agora,
preferimos fazer cabeças. Queremos convencer todo
o mundo – inclusive os cabeças-duras – da importância de preservar a floresta e os seus rios.
Não precisamos de ouro, mas não podemos mais nadar no Tapajós, pois ele adoeceu: suas águas estão
contaminadas pelo mercúrio do garimpo ilegal. O Tapajós é o último afluente da margem direita do rio
Amazonas a correr livre. Barrar um rio é matar tudo
o que nele vive.
Munduruku significa “formigas vermelhas”. Nos deram esse nome porque lutávamos lado a lado. Junte-se ao nosso formigueiro e nos ajude a defender a
Amazônia.
* Guerreira indígena da etnia munduruku.
Folha de São Paulo, Tendências/Debates, 16 jan. 2020, p. A3. Adaptado.
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- SintaxeColocação Pronominal
- SintaxeRegência
- SintaxeConcordância
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO
SEGUINTE.
Ser munduruku é ser Amazônia
Bheka Munduruku*
Na Amazônia vivem 300 mil indígenas. Nós, da etnia
munduruku, somos 13 mil, divididos em 120 aldeias.
Eu tenho 16 anos, nasci e moro até hoje na Terra
Indígena Sawré Muybu. Ela é o meu mundo. Temos
nossas brincadeiras. Alguns gostam de se pintar, mas
outros de cantar as canções que foram ensinadas por
nossos pais.
Tiramos tudo o que precisamos da nossa terra: pescamos e caçamos (apenas o suficiente para a nossa
subsistência), além de plantarmos mandioca, banana, batata, cana-de-açúcar, cará, abacaxi, pimenta,
sem destruir a floresta. A natureza é nossa mãe. Ela
nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos
dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não
pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com
que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?
Os mais jovens aprendem quase tudo com os mais
velhos. Assim, sabemos como nossa cultura é rica
e antiga, e de nosso lugar no mundo. Nossos pais e
avós contam que Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um
afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem
à humanidade: um branco, um negro, um indígena e
um munduruku. Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo. Nossos ancestrais
ficaram.
Ainda estamos aqui. Não apenas sobrevivemos do
que tiramos de nossa terra – cuidar dela é a própria
razão de nossa existência. Nós a protegemos há mais
de 4.000 anos, mas a história pariwat registra que
nos encontramos pela primeira vez em 1768. Desde
então fomos obrigados a acrescentar a resistência
entre nossos hábitos.
Sabe-se hoje que a floresta em pé ajuda a conter as
mudanças climáticas. Nós mesmos já sentimos os
seus efeitos: teve ano que choveu em março, em vez
de novembro. Mas o desmatamento não é a única
ameaça que ronda a Amazônia. E não temos mais
como protegê-la sozinhos. Como qualquer cultura,
a nossa assimilou novos costumes e evoluiu. Cultivamos nossas tradições, mas não paramos no tempo,
não vivemos na pré-história.
Os munduruku já foram caçadores de cabeça; agora,
preferimos fazer cabeças. Queremos convencer todo
o mundo – inclusive os cabeças-duras – da importância de preservar a floresta e os seus rios.
Não precisamos de ouro, mas não podemos mais nadar no Tapajós, pois ele adoeceu: suas águas estão
contaminadas pelo mercúrio do garimpo ilegal. O Tapajós é o último afluente da margem direita do rio
Amazonas a correr livre. Barrar um rio é matar tudo
o que nele vive.
Munduruku significa “formigas vermelhas”. Nos deram esse nome porque lutávamos lado a lado. Junte-se ao nosso formigueiro e nos ajude a defender a
Amazônia.
* Guerreira indígena da etnia munduruku.
Folha de São Paulo, Tendências/Debates, 16 jan. 2020, p. A3. Adaptado.
Texto I “A natureza é nossa mãe. Ela nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?” (2º §). Texto II

Disponível em: <https://geografiavisual.com.br/quadrinhos-e-ilustracoes/a-luta-dos-indios-munduruku-contra-hidreletrica-contada-visualmente>. Acesso em: 25 jan. 2020.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre os textos. ( ) Em “... querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?”, a preposição em destaque foi empregada devido à regência do verbo que a antecede. ( ) No período “Me ensinaram que temos que respeitar...” a construção frasal iniciada por pronome oblíquo é admissível na oralidade, porém, de acordo com a norma culta, não se inicia frase com pronome. ( ) Na frase “... nós sempre moramos aqui.”, o verbo em destaque encontra-se em desacordo com a norma-padrão, pois ele é um verbo transitivo indireto, regido pela preposição “por”: o certo é grafar “moramos por aqui”. De acordo com as afirmações, a sequência correta é
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Um empregado do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem que se ausentar do serviço
durante o expediente, sem prévia autorização do
superior imediato, estará sujeito à penalidade de
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Avalie o que se afirma serem direitos dos profissionais de enfermagem em relação à Resolução COFEN
nº 564/2017, que aprova o Novo Código de Ética.
I - Recusar-se a executar atividades que não ofereçam
segurança ao profissional, à pessoa, à família e à coletividade.
II - Negar-se a ser filmado, fotografado e exposto em
mídias sociais durante o desempenho de suas atividades profissionais.
III - Disponibilizar assistência de enfermagem à coletividade em casos de emergência, epidemia, catástrofe
e desastre, sem pleitear vantagens pessoais, quando
convocado.
IV - Praticar ato cirúrgico, exceto nas situações de
emergência ou naquelas expressamente autorizadas
na legislação, desde que possua competência técnico-científica necessária. V - Participar da prática multiprofissional, interdisciplinar e transdisciplinar com responsabilidade, autonomia e liberdade, observando os preceitos éticos e
legais da profissão.
Está correto apenas o que se afirma em
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Avalie o que se afirma sobre a Portaria nº 1.377, de
2013, que aprova os Protocolos de Segurança do Paciente.
( ) A identificação do paciente deve ser feita por
meio de pulseiras brancas, mas não se deve realizar a
inserção de dados de forma manuscrita na pulseira.
( ) O serviço de saúde não tem autonomia para definir estratégias de identificação em casos especiais
com pacientes que não podem utilizar pulseiras.
( ) Para assegurar que todos os pacientes sejam corretamente identificados, é necessário usar pelo menos um elemento identificador como, por exemplo,
nome da mãe.
( ) A identificação do paciente de forma segura é um
processo na tentativa de assegurar que determinado
tipo de procedimento ou tratamento seja destinado
ao paciente certo, prevenindo a ocorrência de erros
e enganos que possam lesá-lo.
( ) A identificação do paciente deve ser confirmada
antes de cuidados como na administração de medicamentos, de sangue e de hemoderivados, na coleta
de material para exame, na entrega da dieta e na realização de procedimentos invasivos.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
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Sobre a participação do enfermeiro na atividade de
classificação de riscos, é INCORRETO afirmar que
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Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir
sobre o processo de enfermagem.
O processo de enfermagem deve estar fundamentado num suporte que oriente
a , o estabelecimento de diagnósticos de enfermagem e o planejamento das de enfermagem; e que forneça a
base para a avaliação dos de enfermagem. A sequência que preenche corretamente as lacunas
do texto é
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É correto afirmar que é PROIBIDO aos Empregados
Públicos do Sistema COFEN/Conselhos Regionais de
Enfermagem (COFEN nº 0507/2016)
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