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Foram encontradas 100 questões.

2105207 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: COREN-MG
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A QUESTÃO SE REFERE À IMAGEM A SEGUIR.

Enunciado 2105207-1

Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/MTA2MDQ0MQ/>.

Acesso em: 29 jan. 2020. Adaptado.

Sobre o emprego do acento grave no texto da imagem, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I - As crases em “à Marte” e em “às estrelas” estão corretas
PORQUE
II - o verbo “ir” estabelece regência com a preposição “a” quando transmite o sentido de “se deslocar para algum lugar”.
Sobre as asserções, é correto afirmar que
 

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2105206 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: COREN-MG
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A QUESTÃO SE REFERE À IMAGEM A SEGUIR.

Enunciado 2105206-1

Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/MTA2MDQ0MQ/>.

Acesso em: 29 jan. 2020. Adaptado.

As palavras “Quero”, “Lua” e “estrelas” são formadas, respectivamente, por
 

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2105201 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: COREN-MG
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.

Ser munduruku é ser Amazônia
Bheka Munduruku*
Na Amazônia vivem 300 mil indígenas. Nós, da etnia munduruku, somos 13 mil, divididos em 120 aldeias. Eu tenho 16 anos, nasci e moro até hoje na Terra Indígena Sawré Muybu. Ela é o meu mundo. Temos nossas brincadeiras. Alguns gostam de se pintar, mas outros de cantar as canções que foram ensinadas por nossos pais.
Tiramos tudo o que precisamos da nossa terra: pescamos e caçamos (apenas o suficiente para a nossa subsistência), além de plantarmos mandioca, banana, batata, cana-de-açúcar, cará, abacaxi, pimenta, sem destruir a floresta. A natureza é nossa mãe. Ela nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?
Os mais jovens aprendem quase tudo com os mais velhos. Assim, sabemos como nossa cultura é rica e antiga, e de nosso lugar no mundo. Nossos pais e avós contam que Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem à humanidade: um branco, um negro, um indígena e um munduruku. Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo. Nossos ancestrais ficaram.
Ainda estamos aqui. Não apenas sobrevivemos do que tiramos de nossa terra – cuidar dela é a própria razão de nossa existência. Nós a protegemos há mais de 4.000 anos, mas a história pariwat registra que nos encontramos pela primeira vez em 1768. Desde então fomos obrigados a acrescentar a resistência entre nossos hábitos.
Sabe-se hoje que a floresta em pé ajuda a conter as mudanças climáticas. Nós mesmos já sentimos os seus efeitos: teve ano que choveu em março, em vez de novembro. Mas o desmatamento não é a única ameaça que ronda a Amazônia. E não temos mais como protegê-la sozinhos. Como qualquer cultura, a nossa assimilou novos costumes e evoluiu. Cultivamos nossas tradições, mas não paramos no tempo, não vivemos na pré-história.
Os munduruku já foram caçadores de cabeça; agora, preferimos fazer cabeças. Queremos convencer todo o mundo – inclusive os cabeças-duras – da importância de preservar a floresta e os seus rios.
Não precisamos de ouro, mas não podemos mais nadar no Tapajós, pois ele adoeceu: suas águas estão contaminadas pelo mercúrio do garimpo ilegal. O Tapajós é o último afluente da margem direita do rio Amazonas a correr livre. Barrar um rio é matar tudo o que nele vive.
Munduruku significa “formigas vermelhas”. Nos deram esse nome porque lutávamos lado a lado. Junte-se ao nosso formigueiro e nos ajude a defender a Amazônia.
* Guerreira indígena da etnia munduruku.
Folha de São Paulo, Tendências/Debates, 16 jan. 2020, p. A3. Adaptado.
É correto afirmar que, no último parágrafo, o tom apelativo é uma estratégia da autora para, fundamentalmente,
 

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2105200 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: COREN-MG
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.

Ser munduruku é ser Amazônia
Bheka Munduruku*
Na Amazônia vivem 300 mil indígenas. Nós, da etnia munduruku, somos 13 mil, divididos em 120 aldeias. Eu tenho 16 anos, nasci e moro até hoje na Terra Indígena Sawré Muybu. Ela é o meu mundo. Temos nossas brincadeiras. Alguns gostam de se pintar, mas outros de cantar as canções que foram ensinadas por nossos pais.
Tiramos tudo o que precisamos da nossa terra: pescamos e caçamos (apenas o suficiente para a nossa subsistência), além de plantarmos mandioca, banana, batata, cana-de-açúcar, cará, abacaxi, pimenta, sem destruir a floresta. A natureza é nossa mãe. Ela nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?
Os mais jovens aprendem quase tudo com os mais velhos. Assim, sabemos como nossa cultura é rica e antiga, e de nosso lugar no mundo. Nossos pais e avós contam que Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem à humanidade: um branco, um negro, um indígena e um munduruku. Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo. Nossos ancestrais ficaram.
Ainda estamos aqui. Não apenas sobrevivemos do que tiramos de nossa terra – cuidar dela é a própria razão de nossa existência. Nós a protegemos há mais de 4.000 anos, mas a história pariwat registra que nos encontramos pela primeira vez em 1768. Desde então fomos obrigados a acrescentar a resistência entre nossos hábitos.
Sabe-se hoje que a floresta em pé ajuda a conter as mudanças climáticas. Nós mesmos já sentimos os seus efeitos: teve ano que choveu em março, em vez de novembro. Mas o desmatamento não é a única ameaça que ronda a Amazônia. E não temos mais como protegê-la sozinhos. Como qualquer cultura, a nossa assimilou novos costumes e evoluiu. Cultivamos nossas tradições, mas não paramos no tempo, não vivemos na pré-história.
Os munduruku já foram caçadores de cabeça; agora, preferimos fazer cabeças. Queremos convencer todo o mundo – inclusive os cabeças-duras – da importância de preservar a floresta e os seus rios.
Não precisamos de ouro, mas não podemos mais nadar no Tapajós, pois ele adoeceu: suas águas estão contaminadas pelo mercúrio do garimpo ilegal. O Tapajós é o último afluente da margem direita do rio Amazonas a correr livre. Barrar um rio é matar tudo o que nele vive.
Munduruku significa “formigas vermelhas”. Nos deram esse nome porque lutávamos lado a lado. Junte-se ao nosso formigueiro e nos ajude a defender a Amazônia.
* Guerreira indígena da etnia munduruku.
Folha de São Paulo, Tendências/Debates, 16 jan. 2020, p. A3. Adaptado.
Nos textos seguintes serão tratados aspectos da sintaxe de concordância, de regência e de colocação pronominal.
Texto I “A natureza é nossa mãe. Ela nos dá tudo o que precisamos e, em troca, tratamos dela com carinho. Gosto da vida que levo, mas não pretendo obrigar ninguém a viver como vivo. Com que direito, então, querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?” (2º §). Texto II Enunciado 2105200-1
Disponível em: <https://geografiavisual.com.br/quadrinhos-e-ilustracoes/a-luta-dos-indios-munduruku-contra-hidreletrica-contada-visualmente>. Acesso em: 25 jan. 2020.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre os textos. ( ) Em “... querem nos impor costumes e valores estranhos à nossa cultura?”, a preposição em destaque foi empregada devido à regência do verbo que a antecede. ( ) No período “Me ensinaram que temos que respeitar...” a construção frasal iniciada por pronome oblíquo é admissível na oralidade, porém, de acordo com a norma culta, não se inicia frase com pronome. ( ) Na frase “... nós sempre moramos aqui.”, o verbo em destaque encontra-se em desacordo com a norma-padrão, pois ele é um verbo transitivo indireto, regido pela preposição “por”: o certo é grafar “moramos por aqui”. De acordo com as afirmações, a sequência correta é
 

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2085066 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: COREN-MG
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Um empregado do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem que se ausentar do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do superior imediato, estará sujeito à penalidade de
 

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2085065 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: COREN-MG
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Avalie o que se afirma serem direitos dos profissionais de enfermagem em relação à Resolução COFEN nº 564/2017, que aprova o Novo Código de Ética. I - Recusar-se a executar atividades que não ofereçam segurança ao profissional, à pessoa, à família e à coletividade. II - Negar-se a ser filmado, fotografado e exposto em mídias sociais durante o desempenho de suas atividades profissionais. III - Disponibilizar assistência de enfermagem à coletividade em casos de emergência, epidemia, catástrofe e desastre, sem pleitear vantagens pessoais, quando convocado. IV - Praticar ato cirúrgico, exceto nas situações de emergência ou naquelas expressamente autorizadas na legislação, desde que possua competência técnico-científica necessária. V - Participar da prática multiprofissional, interdisciplinar e transdisciplinar com responsabilidade, autonomia e liberdade, observando os preceitos éticos e legais da profissão. Está correto apenas o que se afirma em
 

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2085064 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: COREN-MG
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Avalie o que se afirma sobre a Portaria nº 1.377, de 2013, que aprova os Protocolos de Segurança do Paciente. ( ) A identificação do paciente deve ser feita por meio de pulseiras brancas, mas não se deve realizar a inserção de dados de forma manuscrita na pulseira. ( ) O serviço de saúde não tem autonomia para definir estratégias de identificação em casos especiais com pacientes que não podem utilizar pulseiras. ( ) Para assegurar que todos os pacientes sejam corretamente identificados, é necessário usar pelo menos um elemento identificador como, por exemplo, nome da mãe. ( ) A identificação do paciente de forma segura é um processo na tentativa de assegurar que determinado tipo de procedimento ou tratamento seja destinado ao paciente certo, prevenindo a ocorrência de erros e enganos que possam lesá-lo. ( ) A identificação do paciente deve ser confirmada antes de cuidados como na administração de medicamentos, de sangue e de hemoderivados, na coleta de material para exame, na entrega da dieta e na realização de procedimentos invasivos. De acordo com as afirmações, a sequência correta é
 

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2085063 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: COREN-MG
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Sobre a participação do enfermeiro na atividade de classificação de riscos, é INCORRETO afirmar que
 

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2085062 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: COREN-MG
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Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir sobre o processo de enfermagem. O processo de enfermagem deve estar fundamentado num suporte que oriente a , o estabelecimento de diagnósticos de enfermagem e o planejamento das de enfermagem; e que forneça a base para a avaliação dos de enfermagem. A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
 

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2085061 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: COREN-MG
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É correto afirmar que é PROIBIDO aos Empregados Públicos do Sistema COFEN/Conselhos Regionais de Enfermagem (COFEN nº 0507/2016)
 

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