Foram encontradas 40 questões.
I- Se a um profissional de enfermagem não foram impostas penalidades, então ele não feriu o código de ética profissional. II- Um profissional de enfermagem não feriu o código de ética profissional ou a ele foram impostas penalidades. III- Se um profissional de enfermagem não feriu o código de ética profissional, então a ele não foram impostas penalidades. IV- A um profissional de enfermagem não foram impostas penalidades ou ele feriu o código de ética profissional.
Portanto, são equivalentes à sentença dada:
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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
- Lógica ProposicionalProposições
p: Ana é Técnica de Enfermagem. q: Bruna é Auxiliar de Enfermagem. r: Se Ana é Técnica de Enfermagem, então Bruna é Auxiliar de Enfermagem.
Assinale a afirmativa correta.
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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
Portanto, são negações corretas
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1. quando ela chegar lá embaixo, vai ter virado um imenso bolão 2. Parece pouco, mas é só fazer as contas. 3. Para resolver esse problemão, a reciclagem é uma grande ideia! 4. Na reciclagem, o lixo é tratado e será reaproveitado
( ) Finalidade
( ) Adição
( ) Oposição ( ) Tempo
Assinale a sequência correta.
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Está correto o que se afirma em
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Está correto o que se afirma em
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Instrução: Leia o poema a seguir e responda à questão.
INFÂNCIA
é quando as portas são fechadas
e abertas ao mesmo tempo,
é quando estamos metade na luz
e a outra metade na escuridão,
é quando o mundo real chama
e preferimos outro...
(QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: L&PM, 1980.)
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Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Jovem, eu sonhava ter uma grande biblioteca. E fui assim pela vida, comprando os livros que podia. Tive de desenvolver métodos para controlar minha voracidade, porque o dinheiro e o tempo eram poucos. Entrava na livraria, separava todos os livros que desejava comprar e, ao me aproximar do caixa, colocava-os sobre o balcão e me perguntava diante de cada um: “Tenho necessidade imediata desse livro? Tenho outros, em casa, ainda não lidos? Posso esperar?” E assim ia pegando cada um deles e os devolvendo às prateleiras. A despeito desse método de controle, cheguei a ter uma biblioteca significativa, mais do que suficiente para as minhas necessidades.
Notei, à medida que envelhecia, uma mudança nas minhas preferências: passei a ter mais prazer na seção dos livros de arte nas livrarias. Os livros de ciência a gente lê uma vez, fica sabendo e não tem necessidade de ler de novo. Com os livros de arte acontece diferente. Cada vez que os abrimos é um encantamento novo! Creio que meu amor pelos livros de arte tem a ver com experiências infantis.
(ALVES, Rubem. Disponível em: https://rubemalves.wordpress.com. Acesso em: 26/07/2019.)
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