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Com referência à rede urbana do estado de Sergipe e sua
organização espacial, assinale a opção correta.
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Acerca dos condicionantes geoambientais do estado de Sergipe, é
correto afirmar que
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A respeito da educação no estado de Sergipe, assinale a opção
correta.
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Todas as instâncias da vida colonial delinearam-se a partir da
ocupação e do uso do território sergipano, principalmente em sua
porção litorânea. Nesse contexto, assinale a opção correta em
relação à atividade econômica fundadora de Sergipe.
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Considere que, para realizar os procedimentos de vacinação, uma
equipe tenha sido formada por três técnicos de enfermagem para
exercer funções distintas. Um deles é responsável por registrar as
informações do paciente nos sistemas; outro, por preparar a dose;
e o terceiro, por aplicar. Considere ainda que um centro de saúde
disponha de dez técnicos, todos igualmente hábeis nessas três
funções. A propósito dessa situação hipotética, assinale a opção
correspondente à quantidade de maneiras distintas que uma
equipe pode ser formada.
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2113676
Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: COREN-SE
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: COREN-SE
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Uma entidade pública pretende adquirir produto que,
segundo atesta o órgão competente, é fornecido por uma única
empresa.
Nessa situação hipotética, o poder público contratante poderá realizar contratação direta por licitação
Nessa situação hipotética, o poder público contratante poderá realizar contratação direta por licitação
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Texto CG1A1-I
O conceito de saúde reflete a conjuntura social,
econômica, política e cultural. Ou seja: saúde não representa a
mesma coisa para todas as pessoas. Dependerá da época, do
lugar, da classe social. Dependerá de valores individuais e de
concepções científicas, religiosas, filosóficas. O mesmo, aliás,
pode ser dito das doenças. Aquilo que é considerado doença
varia muito.
Real ou imaginária, a doença é um antigo acompanhante
da espécie humana, como o revelam pesquisas paleontológicas.
Múmias egípcias apresentam sinais de doença (como, por
exemplo, a varíola do faraó Ramsés V). Não admira que, desde
muito cedo, a humanidade se tenha empenhado em enfrentar essa
ameaça, e de várias formas, baseadas em diferentes conceitos do
que vem a ser a doença (e a saúde). Assim, a concepção
mágico-religiosa partia, e parte, do princípio de que a doença
resulta da ação de forças alheias ao organismo que neste se
introduzem por causa do pecado ou de maldição.
A medicina grega representa uma importante inflexão na
maneira de encarar a doença. É verdade que, na mitologia grega,
várias divindades estavam vinculadas à saúde. Os gregos
cultuavam, além da divindade da medicina, Asclepius ou
Aesculapius (que é mencionado como figura histórica no poema
épico Ilíada), duas outras deusas, Higieia, a Saúde, e Panacea, a
Cura. Higieia era uma das manifestações de Athena, a deusa da
razão, e o seu culto, como sugere o nome, representa uma
valorização das práticas higiênicas. Se Panacea representa a ideia
de que tudo pode ser curado — uma crença basicamente mágica
ou religiosa —, deve-se notar que a cura, para os gregos, era
obtida pelo uso de plantas e de métodos naturais, e não apenas
por procedimentos ritualísticos.
Moacyr Scliar. História do conceito de saúde.
In: Physis: Revista de Saúde Coletiva, v. 17, n.º 1, 2007, p. 29-41 (com adaptações).
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Texto CG1A1-II
Na enfermagem, o empreendedorismo ocorre quando o
enfermeiro atua como agente de mudanças e transformações
positivas para pacientes e famílias. A enfermagem
tradicionalmente tem potencial para o desenvolvimento de
inovações e transformações no processo de cuidar em saúde. Sua
própria história ilustra esse espírito empreendedor a partir da
figura de Florence Nightingale, que, no século XIX, pela sua
atuação pioneira da Guerra da Crimeia e pela fundação da Escola
de Enfermagem no Hospital Saint Thomas na Inglaterra, deu
início às bases científicas da profissão e tornou-se a precursora
da enfermagem moderna. Esses feitos fizeram dela também um
grande exemplo de enfermeira empreendedora.
Apesar disso, o empreendedorismo ainda está longe de ser
um tema frequente na prática, no ensino e na pesquisa em
enfermagem. É necessário divulgar o tema entre os profissionais
de enfermagem. O empreendedorismo não é apenas uma
competência importante para a busca de uma prática autônoma,
mas é também uma característica que potencializa a prática dos
profissionais de enfermagem no cuidado às pessoas e às
coletividades. Por meio dele, o enfermeiro pode contribuir para
inovações no cuidado em saúde e, por conseguinte, ampliar a
visibilidade da profissão.
José Luís Guedes dos Santos e Alisson Fernandes Bolina. Empreendedorismo na enfermagem: uma
necessidade para inovações no cuidado em saúde e visibilidade profissional.
In: Enfermagem em Foco, v. 11, n.º 2, 2020, p. 4-5 (com adaptações).
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Texto CG2A1
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Sistema
Único de Saúde (SUS) é reconhecido pela Organização Mundial
de Saúde (OMS) como o maior e mais eficiente sistema gratuito
de saúde do mundo, criado para atender a toda a coletividade
brasileira, sem distinção.
Ao criar o SUS como uma política pública, evidenciado
na pauta da política dos anos 80 do século passado, o Brasil deu
um passo decisivo que mudou o modelo de atendimento à saúde,
antes seletivo e centralizado. O SUS é inclusivo e está presente
em todas as áreas da saúde, realizando procedimentos dos mais
simples aos mais complexos. Trinta anos após sua criação, presta
atendimento a mais de 11 milhões de pessoas por dia e realiza
aproximadamente 127 procedimentos por segundo.
O SUS sobreviveu às mudanças de governo e está
associado à redução da mortalidade infantil, ao aumento da
expectativa de vida e à melhoria generalizada dos principais
indicadores de saúde no Brasil, nas três últimas décadas. Essa é
uma conquista da população que não pode ser desprezada.
Conforme dados de 2019, sete em cada dez brasileiros
dependem, exclusivamente, do sistema público de saúde, o que
equivale a 74% da população do país.
A atenção primária à saúde integral, porta de entrada
preferencial no SUS, que garante atenção oportuna e resolutiva,
alcança hoje 50% dos usuários. Com base em evidências
científicas internacionais, a OMS afirma que sistemas de saúde
embasados nessa premissa apresentam melhores resultados,
menores custos e maior qualidade de atendimento. Nesse sentido,
os inquestionáveis avanços do SUS a favor das necessidades e
dos direitos da população constituem patamar inabdicável de
realizações, conhecimentos e práticas, por meio do incremento da
integração das ações promotoras, protetoras e recuperadoras da
saúde, apoiadas em diagnósticos epidemiológicos e sociais,
formação profissional e processos de trabalho em equipe. Na
prática, a resolutividade pode chegar a 90% de atendimento às
necessidades de saúde.
Manoel Carlos Neri da Silva e Maria Helena Machado. Sistema de saúde e trabalho:
desafios para a Enfermagem no Brasil. In: Ciência & Saúde Coletiva,
Rio de Janeiro, v. 25, n.º 1, jan./2020 (com adaptações).
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Texto CG2A1
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Sistema
Único de Saúde (SUS) é reconhecido pela Organização Mundial
de Saúde (OMS) como o maior e mais eficiente sistema gratuito
de saúde do mundo, criado para atender a toda a coletividade
brasileira, sem distinção.
Ao criar o SUS como uma política pública, evidenciado
na pauta da política dos anos 80 do século passado, o Brasil deu
um passo decisivo que mudou o modelo de atendimento à saúde,
antes seletivo e centralizado. O SUS é inclusivo e está presente
em todas as áreas da saúde, realizando procedimentos dos mais
simples aos mais complexos. Trinta anos após sua criação, presta
atendimento a mais de 11 milhões de pessoas por dia e realiza
aproximadamente 127 procedimentos por segundo.
O SUS sobreviveu às mudanças de governo e está
associado à redução da mortalidade infantil, ao aumento da
expectativa de vida e à melhoria generalizada dos principais
indicadores de saúde no Brasil, nas três últimas décadas. Essa é
uma conquista da população que não pode ser desprezada.
Conforme dados de 2019, sete em cada dez brasileiros
dependem, exclusivamente, do sistema público de saúde, o que
equivale a 74% da população do país.
A atenção primária à saúde integral, porta de entrada
preferencial no SUS, que garante atenção oportuna e resolutiva,
alcança hoje 50% dos usuários. Com base em evidências
científicas internacionais, a OMS afirma que sistemas de saúde
embasados nessa premissa apresentam melhores resultados,
menores custos e maior qualidade de atendimento. Nesse sentido,
os inquestionáveis avanços do SUS a favor das necessidades e
dos direitos da população constituem patamar inabdicável de
realizações, conhecimentos e práticas, por meio do incremento da
integração das ações promotoras, protetoras e recuperadoras da
saúde, apoiadas em diagnósticos epidemiológicos e sociais,
formação profissional e processos de trabalho em equipe. Na
prática, a resolutividade pode chegar a 90% de atendimento às
necessidades de saúde.
Manoel Carlos Neri da Silva e Maria Helena Machado. Sistema de saúde e trabalho:
desafios para a Enfermagem no Brasil. In: Ciência & Saúde Coletiva,
Rio de Janeiro, v. 25, n.º 1, jan./2020 (com adaptações).
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