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As três experiências
(Autor desconhecido.)
Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
guarda uma lembrança.
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As três experiências
(Autor desconhecido.)
Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
guarda uma lembrança.
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(Autor desconhecido.)
Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
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Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
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Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
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as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
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chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
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Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
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Durante a execução orçamentária de um órgão público, constatou-se que determinada despesa de capital não prevista no
orçamento se tornou imprescindível. Optou-se por abrir crédito adicional para comportar tal despesa. Assinale a alternativa correta quanto ao tipo de crédito adicional a ser aberto.
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3839462
Ano: 2025
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
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Um técnico de suporte precisa configurar o Windows para
que um usuário específico possa instalar impressoras, mas
sem permissão para criar ou excluir contas de outros usuários. Assinale o grupo de usuários ao qual esse técnico deve
ser adicionado para que possua as permissões adequadas.
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3839461
Ano: 2025
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
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Em um ambiente corporativo, o administrador precisa configurar um servidor dual boot para testes de compatibilidade
entre sistemas Linux e Windows. Durante a instalação, é
necessário escolher o sistema de arquivos adequado para
que ambos os sistemas possam acessar e manipular arquivos
comuns em uma partição compartilhada. Assinale a alternativa que indica o sistema de arquivos mais compatível e
funcional para essa finalidade.
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(Autor desconhecido.)
Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
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