Foram encontradas 80 questões.
3839399
Ano: 2025
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
Provas:
Um técnico realiza manutenção em um microcomputador
que apresenta falhas intermitentes na inicialização. Após
abrir o gabinete, ele verifica que os contatos metálicos do
soquete da CPU estão oxidados e que o equipamento desliga
ao alcançar altas temperaturas. Considerando os sintomas
apresentados, assinale a alternativa que apresenta a causa
mais provável e a ação técnica adequada.
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3839398
Ano: 2025
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
Provas:
Durante a configuração de uma rede local corporativa, o
técnico identifica que o roteador está configurado para distribuir endereços IP automaticamente aos dispositivos conectados. Cada novo computador obtém um endereço distinto
dentro do mesmo intervalo predefinido. Assinale a alternativa que apresenta o protocolo responsável por essa funcionalidade e sua principal característica operacional.
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As três experiências
(Autor desconhecido.)
Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
guarda uma lembrança.
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As três experiências
(Autor desconhecido.)
Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
guarda uma lembrança.
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(Autor desconhecido.)
Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
guarda uma lembrança.
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As três experiências
(Autor desconhecido.)
Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
guarda uma lembrança.
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As três experiências
(Autor desconhecido.)
Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
guarda uma lembrança.
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Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
guarda uma lembrança.
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As três experiências
(Autor desconhecido.)
Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
guarda uma lembrança.
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(Autor desconhecido.)
Um menino pobre encontrou um pedaço de espelho no
chão e ficou encantado com o brinquedo. Era o primeiro
espelho que via. Brincou de mostrar o céu, as nuvens, o sol e
as árvores aos amigos, e todos riram muito.
Depois, brincando sozinho, ele resolveu mostrar o
próprio rosto no espelho. Levou um susto. Viu aquele menino
pobre, sujo, de cabelos desgrenhados, e ficou muito sério. Era
ele mesmo.
Correu para casa, chamou a mãe e mostrou o espelho. A
mulher, cansada e triste, olhou o rosto, deu um sorriso breve
e disse: “É, parece comigo”.
O menino guardou o espelho num canto, com certo respeito, e de vez em quando o tirava para ver as coisas e as
pessoas. O tempo passou, e o espelho foi esquecido.
Muitos anos depois, o homem — já adulto — encontrou
por acaso aquele mesmo pedaço de espelho. Estava velho e
opaco. Limpou-o um pouco, olhou, e viu de novo seu rosto,
agora cansado e marcado pelos anos.
Pensou na infância, na mãe, nos amigos, e ficou olhando
o espelho, em silêncio.
Então entendeu que aquele pequeno objeto lhe mostrara, três vezes na vida, três rostos diferentes — o da infância,
o da juventude e o da maturidade — e em todos eles havia o
mesmo olhar, o mesmo espanto diante da vida.
Guardou o espelho outra vez, com o cuidado de quem
guarda uma lembrança.
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