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Num fluxograma, a imagem acima representa
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- Gestão de ProcessosOrganizações, Sistemas e Métodos
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoEstrutura Organizacional
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Tem uma liderança descentralizada, em vez de concentrada em um indivíduo ou algumas pessoas.
Trata-se de
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- Gestão de ProcessosOrganizações, Sistemas e Métodos
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoEstrutura OrganizacionalOrganograma
Trata-se de organograma
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I. As formas de comunicação não verbais, feitas com gestos, postura corporal e contato visual, são mais impactantes do que outras formas de comunicação, por ser uma forma universal de relacionamento entre as pessoas.
II. O tom de voz é menos impactante na comunicação do que as palavras propriamente ditas.
III. Desenvolver as habilidades de comunicação não verbal e verbal é essencial para potencializar os resultados e construir harmonia nas relações interpessoais.
Assinale
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- Introdução à AdministraçãoAtribuições das Áreas de Gestão
- Gestão de PessoasComunicação
- Gestão Estratégica
I. A comunicação interpessoal pode ajudar a reduzir conflitos entre os profissionais, promovendo uma relação harmônica e estável entre os colaboradores no local de trabalho.
II. As pessoas, desde um funcionário do atendimento até o diretor da empresa, ao se expressarem com clareza, possivelmente irão gerar menos atritos, já que as mensagens serão entendidas por todos os colaboradores.
III. Um fator importante é que o RH prefere que barreiras físicas entre as pessoas sejam criadas, para que se evitem distrações, que futuramente podem atrapalhar o processo da comunicação por gerar intimidade demasiada.
Assinale
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Se for para ter horário de verão, que seja permanente
O equinócio de outono passou, segunda-feira (20), e ninguém percebeu. Se o Brasil ainda tivesse horário de verão, hoje seria dia de atrasar os relógios uma hora, voltando ao que seis décadas atrás o padre de Ubatuba – que mantinha inalterados os ponteiros na torre da igreja – chamava de "hora de Deus".
A efeméride astronômica marca a data em que dia e noite têm durações iguais, com o sol incidindo diretamente sobre o equador. No solstício de verão no hemisfério sul (22 de dezembro em 2023), a luz solar baterá perpendicularmente sobre o trópico de Capricórnio, e teremos o dia mais longo do ano.
A efeméride astronômica marca a data em que dia e noite têm durações iguais, com o sol incidindo diretamente sobre o equador. No solstício de verão no hemisfério sul (22 de dezembro em 2023), a luz solar baterá perpendicularmente sobre o trópico de Capricórnio, e teremos o dia mais longo do ano.
Até que Bolsonaro detonasse o horário de verão, em outubro todos adiantavam os relógios em uma hora. A maioria comemorava a chance de deixar o trabalho ainda de dia, poder jogar bola, ir à praia ou deitar conversa fora no bar por mais tempo.
Uma minoria, porém, não via e não vê sentido em interferir tanto nos processos biológicos regulados pela luz (ritmos circadianos). Afeta o sono de modo brusco, com consequências mensuráveis na saúde e no desempenho de tarefas cotidianas, como dirigir um automóvel.
Há estatísticas mostrando aumento de acidentes de trânsito nos dias após o vaivém de ponteiros. Avolumam-se infartos, acidentes vasculares cerebrais e casos de depressão sazonal – para nada dizer do mau humor de quem foi obrigado a dormir e acordar na hora que os outros decidiram, ainda que democraticamente.
Ocorre que não há só estatísticas epidemiológicas, mas também as saídas de pesquisas de opinião pública. E estas indicam que há maioria a favor do horário de verão.
Com isso em vista, alguns legisladores fora do Brasil propõem que ele se torne permanente. Adiantar os relógios uma hora e nunca mais voltar atrás. Adotada a medida por aqui, durante o inverno sudestino as crianças iriam para escola no escuro, tresnoitadas.
Dá até medo de que algum parlamentar brasileiro siga o exemplo de Marc Rubio nos EUA. O senador trompista do "sunshine state" (Flórida) conseguiu apoio unânime de colegas para aprovar, em 2022, a adoção definitiva do "daylight savings time", alusão à diminuta economia de eletricidade que serve de pretexto para o atentado contra biorritmos.
A Academia Americana de Medicina do Sono esbravejou, deplorando a legislação que acabou fora da pauta da Câmara no ano passado. Embora aplaudindo o fim da dança dos ponteiros, os especialistas defendem que permanente se torne o horário padrão, em sua avaliação mais adequado ao ciclo circadiano na espécie humana.
Rubio voltou à carga reativando sua proposta no Senado. Há legislação similar tramitando na Câmara e, uma vez aprovada também pelos deputados, irá para sanção de Joe Biden. O presidente terá então de decidir se fica a favor ou contra os 53% de americanos que preferem o horário de verão permanente.
Pesquisa Datafolha de 2021 constatou que um número parecido de brasileiros, 55%, prefere seu retorno. É de supor que sejam também favoráveis a torná-lo definitivo, pois adiantar e atrasar relógios todo ano não agrada a ninguém.
Eis aí um caso clássico de divergência entre a racionalidade de base científica e a preferência do público. As pessoas dão mais peso para vantagens perceptíveis pela maioria, em prejuízo de danos mensuráveis, ainda que marginais, à vida e à saúde.
Dos males o menor: se for para ter horário de verão, que ao menos fiquemos livres de mudar o relógio duas vezes por ano. E que se aproveite para alterar também os horários de entrada na escola, essa insanidade madrugadora que tanto prejudica o aprendizado das crianças e adolescentes.
(Marcelo Leite. Jornalista de ciência e ambiente, autor de “Psiconautas - Viagens com a Ciência Psicodélica Brasileira”. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/2023/03/se-for-parater- horario-de-verao-que-seja-permanente.shtml.)
Assinale a alternativa em que a palavra indicada tenha sido acentuada seguindo regra distinta da das demais.
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Se for para ter horário de verão, que seja permanente
O equinócio de outono passou, segunda-feira (20), e ninguém percebeu. Se o Brasil ainda tivesse horário de verão, hoje seria dia de atrasar os relógios uma hora, voltando ao que seis décadas atrás o padre de Ubatuba – que mantinha inalterados os ponteiros na torre da igreja – chamava de "hora de Deus".
A efeméride astronômica marca a data em que dia e noite têm durações iguais, com o sol incidindo diretamente sobre o equador. No solstício de verão no hemisfério sul (22 de dezembro em 2023), a luz solar baterá perpendicularmente sobre o trópico de Capricórnio, e teremos o dia mais longo do ano.
A efeméride astronômica marca a data em que dia e noite têm durações iguais, com o sol incidindo diretamente sobre o equador. No solstício de verão no hemisfério sul (22 de dezembro em 2023), a luz solar baterá perpendicularmente sobre o trópico de Capricórnio, e teremos o dia mais longo do ano.
Até que Bolsonaro detonasse o horário de verão, em outubro todos adiantavam os relógios em uma hora. A maioria comemorava a chance de deixar o trabalho ainda de dia, poder jogar bola, ir à praia ou deitar conversa fora no bar por mais tempo.
Uma minoria, porém, não via e não vê sentido em interferir tanto nos processos biológicos regulados pela luz (ritmos circadianos). Afeta o sono de modo brusco, com consequências mensuráveis na saúde e no desempenho de tarefas cotidianas, como dirigir um automóvel.
Há estatísticas mostrando aumento de acidentes de trânsito nos dias após o vaivém de ponteiros. Avolumam-se infartos, acidentes vasculares cerebrais e casos de depressão sazonal – para nada dizer do mau humor de quem foi obrigado a dormir e acordar na hora que os outros decidiram, ainda que democraticamente.
Ocorre que não há só estatísticas epidemiológicas, mas também as saídas de pesquisas de opinião pública. E estas indicam que há maioria a favor do horário de verão.
Com isso em vista, alguns legisladores fora do Brasil propõem que ele se torne permanente. Adiantar os relógios uma hora e nunca mais voltar atrás. Adotada a medida por aqui, durante o inverno sudestino as crianças iriam para escola no escuro, tresnoitadas.
Dá até medo de que algum parlamentar brasileiro siga o exemplo de Marc Rubio nos EUA. O senador trompista do "sunshine state" (Flórida) conseguiu apoio unânime de colegas para aprovar, em 2022, a adoção definitiva do "daylight savings time", alusão à diminuta economia de eletricidade que serve de pretexto para o atentado contra biorritmos.
A Academia Americana de Medicina do Sono esbravejou, deplorando a legislação que acabou fora da pauta da Câmara no ano passado. Embora aplaudindo o fim da dança dos ponteiros, os especialistas defendem que permanente se torne o horário padrão, em sua avaliação mais adequado ao ciclo circadiano na espécie humana.
Rubio voltou à carga reativando sua proposta no Senado. Há legislação similar tramitando na Câmara e, uma vez aprovada também pelos deputados, irá para sanção de Joe Biden. O presidente terá então de decidir se fica a favor ou contra os 53% de americanos que preferem o horário de verão permanente.
Pesquisa Datafolha de 2021 constatou que um número parecido de brasileiros, 55%, prefere seu retorno. É de supor que sejam também favoráveis a torná-lo definitivo, pois adiantar e atrasar relógios todo ano não agrada a ninguém.
Eis aí um caso clássico de divergência entre a racionalidade de base científica e a preferência do público. As pessoas dão mais peso para vantagens perceptíveis pela maioria, em prejuízo de danos mensuráveis, ainda que marginais, à vida e à saúde.
Dos males o menor: se for para ter horário de verão, que ao menos fiquemos livres de mudar o relógio duas vezes por ano. E que se aproveite para alterar também os horários de entrada na escola, essa insanidade madrugadora que tanto prejudica o aprendizado das crianças e adolescentes.
(Marcelo Leite. Jornalista de ciência e ambiente, autor de “Psiconautas - Viagens com a Ciência Psicodélica Brasileira”. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/2023/03/se-for-parater- horario-de-verao-que-seja-permanente.shtml.)
Assinale a alternativa em que a palavra indicada, no texto, não exerça papel adverbial.
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