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Foram encontradas 50 questões.

2158379 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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2156997 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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A máquina de fotografar mudou a história do olhar humano. Na sequência, o cinema nos ensinou a ver o mundo de um modo diferente. A televisão concentrou nosso olhar dentro da pequena tela doméstica, uma espécie de prisão para os espíritos mais inquietos, um conforto visual para outros menos preocupados. O computador ajudou a concentrar nossos corpos diante de uma tela com possibilidades infinitas, ou aparentemente infinitas. Os tablets hipnotizaram muita gente com a novidade do touchpower. Finalmente, os telefones celulares concentraram todas essas possibilidades, facilitando a relação tanto com o mundo visual quanto com o virtual, e, também por isso, passaram a valer como um órgão do corpo humano.

Isso é provado empiricamente no momento em que alguém perde um celular. É como se esse alguém perdesse o órgão físico que lhe permite conexão com o mundo. Se alguém ainda especula sobre o “sexto sentido”, o celular é o mais forte candidato a ocupar o lugar desse saber além dos sentidos corporais clássicos.

Os aparatos técnicos controlam nossa relação com o mundo visual há muito tempo. Desde que o virtual surgiu, esses aparelhos que conjugam todas essas possibilidades controlam o todo de nossas percepções. Até aí nada demais.

Já sabemos disso. Mas, se sabemos, por que não mudamos aquilo que já conhecemos e aprendemos a criticar tão bem? Essa não é uma pergunta retórica, feita apenas por fazer. É uma pergunta que, levada a sério, nos confronta com nossos próprios limites. Ora, não mudamos nossa relação com esses objetos porque eles criam hábitos. E não há nada mais forte em nossas vidas do que nossos hábitos. Os hábitos nos dão segurança e senso de pertencimento, o conforto do que é conhecido para nós.

O que chamamos de consumismo é, na verdade, um hábito. Não abandonamos os mais diversos produtos que nos fazem mal ou que fazem mal à natureza ou a alguém, não deixamos de lado o cigarro, as comidas industrializadas, o carro ou o sedentarismo porque eles têm a força do hábito. Os hábitos nos dão prazer porque poupam nosso empenho e esforço em uma sociedade que já exige muito de nossos corpos. E quando entram em cena os esforços mentais, tudo o que queremos é ser poupados.

Somos devotos do deus da inércia. O celular vem a ser uma parte do ritual desse culto, pois nos poupa empenho e esforço. E nos dá a sensação de potencialidades abertas. Ele é o melhor exemplo de pequena potencialidade literalmente ao alcance da mão que nos livra de muitos desempenhos que seriam sofríveis se tivéssemos que nos esforçar por eles a todo momento. Nós nos regozijamos com a superficialidade porque, de fato, interpretamos que ela é o que tem que ser. Somos signatários dessa vida instantânea, imediata, sem densidade. Estamos habituados à superfície porque não conhecemos nada melhor do que ela.

Marcia Tiburi. Nós e os aparelhos: sobre hábitos e prazeres na era da automação

humana. Internet: <https://revistacult.uol.com.br> (com adaptações).

No contexto em que aparece, a palavra “olhar” é classificada como

 

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2156996 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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A máquina de fotografar mudou a história do olhar humano. Na sequência, o cinema nos ensinou a ver o mundo de um modo diferente. A televisão concentrou nosso olhar dentro da pequena tela doméstica, uma espécie de prisão para os espíritos mais inquietos, um conforto visual para outros menos preocupados. O computador ajudou a concentrar nossos corpos diante de uma tela com possibilidades infinitas, ou aparentemente infinitas. Os tablets hipnotizaram muita gente com a novidade do touchpower. Finalmente, os telefones celulares concentraram todas essas possibilidades, facilitando a relação tanto com o mundo visual quanto com o virtual, e, também por isso, passaram a valer como um órgão do corpo humano.

Isso é provado empiricamente no momento em que alguém perde um celular. É como se esse alguém perdesse o órgão físico que lhe permite conexão com o mundo. Se alguém ainda especula sobre o “sexto sentido”, o celular é o mais forte candidato a ocupar o lugar desse saber além dos sentidos corporais clássicos.

Os aparatos técnicos controlam nossa relação com o mundo visual há muito tempo. Desde que o virtual surgiu, esses aparelhos que conjugam todas essas possibilidades controlam o todo de nossas percepções. Até aí nada demais.

Já sabemos disso. Mas, se sabemos, por que não mudamos aquilo que já conhecemos e aprendemos a criticar tão bem? Essa não é uma pergunta retórica, feita apenas por fazer. É uma pergunta que, levada a sério, nos confronta com nossos próprios limites. Ora, não mudamos nossa relação com esses objetos porque eles criam hábitos. E não há nada mais forte em nossas vidas do que nossos hábitos. Os hábitos nos dão segurança e senso de pertencimento, o conforto do que é conhecido para nós.

O que chamamos de consumismo é, na verdade, um hábito. Não abandonamos os mais diversos produtos que nos fazem mal ou que fazem mal à natureza ou a alguém, não deixamos de lado o cigarro, as comidas industrializadas, o carro ou o sedentarismo porque eles têm a força do hábito. Os hábitos nos dão prazer porque poupam nosso empenho e esforço em uma sociedade que já exige muito de nossos corpos. E quando entram em cena os esforços mentais, tudo o que queremos é ser poupados.

Somos devotos do deus da inércia. O celular vem a ser uma parte do ritual desse culto, pois nos poupa empenho e esforço. E nos dá a sensação de potencialidades abertas. Ele é o melhor exemplo de pequena potencialidade literalmente ao alcance da mão que nos livra de muitos desempenhos que seriam sofríveis se tivéssemos que nos esforçar por eles a todo momento. Nós nos regozijamos com a superficialidade porque, de fato, interpretamos que ela é o que tem que ser. Somos signatários dessa vida instantânea, imediata, sem densidade. Estamos habituados à superfície porque não conhecemos nada melhor do que ela.

Marcia Tiburi. Nós e os aparelhos: sobre hábitos e prazeres na era da automação

humana. Internet: <https://revistacult.uol.com.br> (com adaptações).

O emprego de vírgulas no trecho “instantânea, imediata, sem densidade” tem a finalidade de

 

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2156995 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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A máquina de fotografar mudou a história do olhar humano. Na sequência, o cinema nos ensinou a ver o mundo de um modo diferente. A televisão concentrou nosso olhar dentro da pequena tela doméstica, uma espécie de prisão para os espíritos mais inquietos, um conforto visual para outros menos preocupados. O computador ajudou a concentrar nossos corpos diante de uma tela com possibilidades infinitas, ou aparentemente infinitas. Os tablets hipnotizaram muita gente com a novidade do touchpower. Finalmente, os telefones celulares concentraram todas essas possibilidades, facilitando a relação tanto com o mundo visual quanto com o virtual, e, também por isso, passaram a valer como um órgão do corpo humano.

Isso é provado empiricamente no momento em que alguém perde um celular. É como se esse alguém perdesse o órgão físico que lhe permite conexão com o mundo. Se alguém ainda especula sobre o “sexto sentido”, o celular é o mais forte candidato a ocupar o lugar desse saber além dos sentidos corporais clássicos.

Os aparatos técnicos controlam nossa relação com o mundo visual há muito tempo. Desde que o virtual surgiu, esses aparelhos que conjugam todas essas possibilidades controlam o todo de nossas percepções. Até aí nada demais.

Já sabemos disso. Mas, se sabemos, por que não mudamos aquilo que já conhecemos e aprendemos a criticar tão bem? Essa não é uma pergunta retórica, feita apenas por fazer. É uma pergunta que, levada a sério, nos confronta com nossos próprios limites. Ora, não mudamos nossa relação com esses objetos porque eles criam hábitos. E não há nada mais forte em nossas vidas do que nossos hábitos. Os hábitos nos dão segurança e senso de pertencimento, o conforto do que é conhecido para nós.

O que chamamos de consumismo é, na verdade, um hábito. Não abandonamos os mais diversos produtos que nos fazem mal ou que fazem mal à natureza ou a alguém, não deixamos de lado o cigarro, as comidas industrializadas, o carro ou o sedentarismo porque eles têm a força do hábito. Os hábitos nos dão prazer porque poupam nosso empenho e esforço em uma sociedade que já exige muito de nossos corpos. E quando entram em cena os esforços mentais, tudo o que queremos é ser poupados.

Somos devotos do deus da inércia. O celular vem a ser uma parte do ritual desse culto, pois nos poupa empenho e esforço. E nos dá a sensação de potencialidades abertas. Ele é o melhor exemplo de pequena potencialidade literalmente ao alcance da mão que nos livra de muitos desempenhos que seriam sofríveis se tivéssemos que nos esforçar por eles a todo momento. Nós nos regozijamos com a superficialidade porque, de fato, interpretamos que ela é o que tem que ser. Somos signatários dessa vida instantânea, imediata, sem densidade. Estamos habituados à superfície porque não conhecemos nada melhor do que ela.

Marcia Tiburi. Nós e os aparelhos: sobre hábitos e prazeres na era da automação

humana. Internet: <https://revistacult.uol.com.br> (com adaptações).

Ao caracterizar a televisão como “uma espécie de prisão para os espíritos mais inquietos, um conforto visual para outros menos preocupados”, a autora do texto

 

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2156482 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Após a invasão da Ucrânia pela Rússia, no dia 24 de fevereiro de 2022, muitos países, liderados pelo governo dos Estados Unidos e pela União Europeia (UE), anunciaram sanções internacionais contra o país liderado por Vladimir Putin.

Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

Acerca das sanções impostas à Rússia devido à invasão na Ucrânia, assinale a alternativa correta.

 

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2156481 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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A pobreza menstrual, como a situação ficou conhecida, chegou ao Senado por iniciativa popular. Vindas de mulheres, duas sugestões legislativas tramitam na Casa depois de conseguirem, na Internet, os 20 mil apoios necessários para serem analisadas pela Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa (CDH). Ambas propõem a distribuição gratuita de absorventes para quem não tem condição de comprá-los. Pelo texto das propostas, calcinhas absorventes, absorventes externos e internos e coletores menstruais, descartáveis ou não, devem ser distribuídos gratuitamente em postos de saúde e nas unidades prisionais.

Zenaide Maia estima um gasto de R$ 30 por ciclo menstrual. Ela destaca que, como quase 13% da população vive com menos de R$ 246 reais por mês, “menstruar pode ser caro”.

Agência Senado.

A referência conceitual do texto alicerça-se no(na)

 

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2156480 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Enunciado 2156480-1

A escritora Lygia Fagundes Telles faleceu em 3 de abril de 2022 (Foto: Domínio público/Arquivo Nacional).

No dia 3 de abril de 2022, o Brasil perdeu uma de suas principais vozes literárias. Consagrada por crítica e público, lida tanto nas universidades quanto nas escolas e traduzida para inúmeros idiomas, a paulistana Lygia Fagundes Telles deixa uma obra de imenso valor, composta por coletâneas de contos e romances que figuram em qualquer lista de melhores títulos da literatura brasileira no século 20.

Internet: <https://revistagalileu.globo.com>.

A escritora Lygia Fagundes Telles, apesar de desconhecida da maior parte da população brasileira, foi ganhadora de mais de uma dezena de prêmios literários entre a segunda metade do século passado e o início deste século. Ao se abordar tópicos atuais e relevantes de áreas como sociedade e educação no Brasil, pode-se creditar esse desconhecimento de grandes autores

 

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2150592 Ano: 2022
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Um cidadão aplicou determinado capital à taxa de juros simples de 0,7% a. m. e, ao final de 15 meses, resgatou o montante, obtendo juros de R$ 159,60.

Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que o capital inicialmente aplicado foi de

 

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2150239 Ano: 2022
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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De acordo com a Lei n.º 8.429/1992, que versa sobre os atos de improbidade administrativa, assinale a alternativa correta.

 

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2150238 Ano: 2022
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Considerando a Lei n.º 12.527/2011, que disciplina o acesso à informação, assinale a alternativa correta.

 

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