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Foram encontradas 100 questões.

2166708 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Assinale a alternativa que apresenta a memória dinâmica síncrona que se utiliza do clock do barramento local para comandar seus circuitos internos.

 

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2166707 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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O número que permanece igual quando lido de trás para a frente é chamado de palíndromo.

Considerando essa informação, é correto afirmar que existem

 

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2166706 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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O número 2.022 pode ser decomposto na forma 2.022 = 83 a + 82 b + 8 c + d, em que a, b, c e d pertencem ao conjunto {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7}.

Considerando essa informação, assinale a alternativa que apresenta o valor de ab + cd.

 

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2165503 Ano: 2022
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Com base na Resolução CFC n.º 1.554/2018, assinale a alternativa correta.

 

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2164526 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Se um cone tiver o raio da sua base aumentado em 20%, seu volume aumentará em

 

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2163971 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Sou tia há exatos 12 anos. Leandro, meu primeiro sobrinho, chegou a este mundão em março de 2010. Hoje está um pré-adolescente. Menino carinhoso, educado, de sorriso tímido e igualmente bonito. O nascimento dele havia sido marcado para o final da tarde daquela quarta-feira. Por isso, organizei meu dia para chegar mais cedo ao estágio, dar conta das demandas com tranquilidade e ir embora no meu horário. Assim, daria tempo de ver nascer aquele bebezinho tão aguardado.

Eu já estava prestes a desligar meu computador quando uma demanda extra da chefia apareceu.

Lembro-me da sensação de medo que eu senti em dizer “infelizmente eu não vou conseguir cumprir, já passou do meu horário e tenho um compromisso — literalmente inadiável”.

Esbocei as palavras na minha mente, mas elas nunca encontraram o som da minha voz. O sim do medo me silenciou. E o receio de não parecer dedicada o bastante prevaleceu.

Fiquei. Fiz o melhor que pude, o mais rápido que pude, e então fui correndo para a maternidade, na esperança de chegar a tempo de ouvir o chorinho dele pela primeira vez. Mas não deu. Já era tarde.

Amarguei aquela negativa não dita por muito tempo. Talvez, no trabalho, a demanda pudesse ser tranquilamente resolvida na manhã seguinte, mas sequer tive coragem de negociar.

Dessa maneira eu me desrespeitei muitas e muitas vezes, nas mais variadas circunstâncias. Mas a vida não espera. Ao longo do tempo, ganhei maturidade (e mais sobrinhos: Joaquim, o sexto, chegará daqui a pouco!) e aprendi que impor limites é como dizer que a gente também importa. Falar “não” para o mundo às vezes é falar “sim” para você. Que tenhamos sempre coragem para sustentar esse sim!

Débora Zanelato. Um sim para você. In: Vida Simples, ano 20, ed. 241, 2022, p. 6 (com adaptações).

No trecho “daria tempo de ver nascer aquele bebezinho tão aguardado”, o emprego da forma verbal “daria” indica que

 

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2163970 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Sou tia há exatos 12 anos. Leandro, meu primeiro sobrinho, chegou a este mundão em março de 2010. Hoje está um pré-adolescente. Menino carinhoso, educado, de sorriso tímido e igualmente bonito. O nascimento dele havia sido marcado para o final da tarde daquela quarta-feira. Por isso, organizei meu dia para chegar mais cedo ao estágio, dar conta das demandas com tranquilidade e ir embora no meu horário. Assim, daria tempo de ver nascer aquele bebezinho tão aguardado.

Eu já estava prestes a desligar meu computador quando uma demanda extra da chefia apareceu.

Lembro-me da sensação de medo que eu senti em dizer “infelizmente eu não vou conseguir cumprir, já passou do meu horário e tenho um compromisso — literalmente inadiável”.

Esbocei as palavras na minha mente, mas elas nunca encontraram o som da minha voz. O sim do medo me silenciou. E o receio de não parecer dedicada o bastante prevaleceu.

Fiquei. Fiz o melhor que pude, o mais rápido que pude, e então fui correndo para a maternidade, na esperança de chegar a tempo de ouvir o chorinho dele pela primeira vez. Mas não deu. Já era tarde.

Amarguei aquela negativa não dita por muito tempo. Talvez, no trabalho, a demanda pudesse ser tranquilamente resolvida na manhã seguinte, mas sequer tive coragem de negociar.

Dessa maneira eu me desrespeitei muitas e muitas vezes, nas mais variadas circunstâncias. Mas a vida não espera. Ao longo do tempo, ganhei maturidade (e mais sobrinhos: Joaquim, o sexto, chegará daqui a pouco!) e aprendi que impor limites é como dizer que a gente também importa. Falar “não” para o mundo às vezes é falar “sim” para você. Que tenhamos sempre coragem para sustentar esse sim!

Débora Zanelato. Um sim para você. In: Vida Simples, ano 20, ed. 241, 2022, p. 6 (com adaptações).

No texto, a palavra “pré-adolescente” está grafada com hífen, devido à presença do prefixo “pré”, que indica anterioridade. Contudo, conforme a ortografia oficial da língua portuguesa, em alguns casos, mesmo palavras que contenham o prefixo pre devem ser grafadas sem hífen.

Tendo como referência a ortografia oficial da língua portuguesa, assinale a alternativa que mostra palavra corretamente grafada.

 

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2163969 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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A máquina de fotografar mudou a história do olhar humano. Na sequência, o cinema nos ensinou a ver o mundo de um modo diferente. A televisão concentrou nosso olhar dentro da pequena tela doméstica, uma espécie de prisão para os espíritos mais inquietos, um conforto visual para outros menos preocupados. O computador ajudou a concentrar nossos corpos diante de uma tela com possibilidades infinitas, ou aparentemente infinitas. Os tablets hipnotizaram muita gente com a novidade do touchpower. Finalmente, os telefones celulares concentraram todas essas possibilidades, facilitando a relação tanto com o mundo visual quanto com o virtual, e, também por isso, passaram a valer como um órgão do corpo humano.

Isso é provado empiricamente no momento em que alguém perde um celular. É como se esse alguém perdesse o órgão físico que lhe permite conexão com o mundo. Se alguém ainda especula sobre o “sexto sentido”, o celular é o mais forte candidato a ocupar o lugar desse saber além dos sentidos corporais clássicos.

Os aparatos técnicos controlam nossa relação com o mundo visual há muito tempo. Desde que o virtual surgiu, esses aparelhos que conjugam todas essas possibilidades controlam o todo de nossas percepções. Até aí nada demais.

Já sabemos disso. Mas, se sabemos, por que não mudamos aquilo que já conhecemos e aprendemos a criticar tão bem? Essa não é uma pergunta retórica, feita apenas por fazer. É uma pergunta que, levada a sério, nos confronta com nossos próprios limites. Ora, não mudamos nossa relação com esses objetos porque eles criam hábitos. E não há nada mais forte em nossas vidas do que nossos hábitos. Os hábitos nos dão segurança e senso de pertencimento, o conforto do que é conhecido para nós.

O que chamamos de consumismo é, na verdade, um hábito. Não abandonamos os mais diversos produtos que nos fazem mal ou que fazem mal à natureza ou a alguém, não deixamos de lado o cigarro, as comidas industrializadas, o carro ou o sedentarismo porque eles têm a força do hábito. Os hábitos nos dão prazer porque poupam nosso empenho e esforço em uma sociedade que já exige muito de nossos corpos. E quando entram em cena os esforços mentais, tudo o que queremos é ser poupados.

Somos devotos do deus da inércia. O celular vem a ser uma parte do ritual desse culto, pois nos poupa empenho e esforço. E nos dá a sensação de potencialidades abertas. Ele é o melhor exemplo de pequena potencialidade literalmente ao alcance da mão que nos livra de muitos desempenhos que seriam sofríveis se tivéssemos que nos esforçar por eles a todo momento. Nós nos regozijamos com a superficialidade porque, de fato, interpretamos que ela é o que tem que ser. Somos signatários dessa vida instantânea, imediata, sem densidade. Estamos habituados à superfície porque não conhecemos nada melhor do que ela.

Marcia Tiburi. Nós e os aparelhos: sobre hábitos e prazeres na era da automação

humana. Internet: <https://revistacult.uol.com.br> (com adaptações).

Com a afirmação “Somos signatários dessa vida instantânea”, a autora quer dizer que o ser humano

 

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2163723 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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Um usuário, no Windows 10, resolveu utilizar o programa WinRAR Enunciado 2163723-1 para compactar alguns arquivos que julgou importantes. Após a finalização desse processo de compactação, ele percebeu que havia se esquecido do arquivo Fisioterapeutas.docx.

Nessa situação hipotética, para que o usuário compacte o arquivo Fisioterapeutas.docx, juntamente com os demais arquivos já compactados, ele deverá proceder da seguinte forma:

 

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2163568 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRC-AC
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A respeito do nascimento de Carl Friedrich Gauss, o príncipe da matemática, assinale a alternativa correta.

 

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