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Instrução: A questão refere-se ao texto Pare. E leia devagar – (disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação), que está subdividido em quatro partes.

Parte 1

Se você está lendo este artigo na versão impressa, é provável que só leia metade do que está escrito aqui. Se você está lendo em uma versão online, provavelmente não lerá um quinto. Pelo menos, são esses os veredictos de dois projetos de pesquisa respectivamente, do Poynter Institutes Eyetrack, e de Jakob Nielsen. Ambos sugerem que muitas pessoas não têm mais concentração para ler artigos até o final.

E o problema não fica apenas por aí. De acordo com acadêmicos, estamos nos tornando leitores menos atentos também. Professor da Bath Spa University, Greg Garrard recentemente revelou que teve de encurtar a lista de leitura de seus alunos, enquanto Keith Thomas, historiador em Oxford, afirma estar perplexo com seus colegas mais novos, que analisam fontes com um mecanismo de busca em vez de lê-las em sua totalidade.

Estamos, então, ficando burros? De acordo com The Shallows, livro de tecnologia de Nicholas Carr, os hábitos online estão danificando as faculdades mentais necessárias para processar e entender informações textuais mais longas. Os feeds de notícias a toda hora mandam o leitor de um link para outro – sem que ele, necessariamente, se aprofunde em algum conteúdo. A leitura é frequentemente interrompida com a chegada do último e-mail, e, agora, o internauta ainda absorve pequenas rajadas de palavras no Twitter e no Facebook.

Tudo isso significa que, embora, por conta da internet, nós tenhamos nos tornado bons em coletar uma ampla gama de petiscos, também estamos gradualmente esquecendo como sentar, contemplar e relatar fatos.

Instrução: A questão refere-se à parte 2 do texto.

Parte 2 - Um movimento pelo slow reading

Continua lendo? Você provavelmente faz parte de uma minoria em extinção. Mas não importa: uma revolução literária está chegando. Primeiro, veio a slow food (comer devagar), depois a slow travel (a viagem lenta). Agora, as campanhas estão se juntando por um movimento de slow reading (leitura lenta). Acadêmicos e intelectuais querem que dediquemos nosso tempo para ler, e reler.

– Se você quer uma experiência profunda com um livro, se quer internalizar isso, para misturar as ideias dos autores com __ suas próprias e fazer disso uma experiência pessoal, você deve ler devagar – diz John Miedema, autor de Slow Reading.

Lancelot R. Fletcher, primeiro autor contemporâneo __ popularizar o termo slow reading, discorda. Ele argumenta que ler devagar não é tanto sobre libertar a criatividade do leitor, mas, sim, sobre descobrir a do autor.

– Minha intenção era combater o pós-modernismo para encorajar a descoberta do conteúdo autoral. Eu disse a meus estudantes para acreditarem que o texto foi escrito por Deus. Se você não consegue entender algo escrito no texto, é sua culpa, não do autor – diz.

Ao mesmo tempo em que Fletcher utilizou o termo como uma ferramenta acadêmica, o slow reading se tornou um conceito mais amplo. Miedema escreveu em seu site que o slow reading, assim como a slow food, é uma ideia que pode ajudar __ conectar o leitor à sua vizinhança:

– A continuidade dos relacionamentos por meio da leitura é vivenciada quando pegamos livros emprestados com amigos ou lemos longas histórias para nossos filhos.

(disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação)

Na linha 06, a frase ... popularizar o termo slow reading poderia ser substituída, sem provocar qualquer tipo de incorreção ou alteração de sentido, por

 

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1315299 Ano: 2010
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: CREA-PR
O modelo brasileiro de qualidade de processo de software direcionado a pequenas e médias empresas desenvolvedoras de software, baseado nas normas ISO/IEC 12207 e ISO/IEC 15504, chama-se:
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto Pare. E leia devagar – (disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação), que está subdividido em quatro partes.

Instrução: As questão refere-se à parte 1 do texto.

Parte 1

Se você está lendo este artigo na versão impressa, é provável que só leia metade do que está escrito aqui. Se você está lendo em uma versão online, provavelmente não lerá um quinto. Pelo menos, são esses os veredictos de dois projetos de pesquisa respectivamente, do Poynter Institutes Eyetrack, e de Jakob Nielsen. Ambos sugerem que muitas pessoas não têm mais concentração para ler artigos até o final.

E o problema não fica apenas por aí. De acordo com acadêmicos, estamos nos tornando leitores menos atentos também. Professor da Bath Spa University, Greg Garrard recentemente revelou que teve de encurtar a lista de leitura de seus alunos, enquanto Keith Thomas, historiador em Oxford, afirma estar perplexo com seus colegas mais novos, que analisam fontes com um mecanismo de busca em vez de lê-las em sua totalidade.

Estamos, então, ficando burros? De acordo com The Shallows, livro de tecnologia de Nicholas Carr, os hábitos online estão danificando as faculdades mentais necessárias para processar e entender informações textuais mais longas. Os feeds de notícias a toda hora mandam o leitor de um link para outro – sem que ele, necessariamente, se aprofunde em algum conteúdo. A leitura é frequentemente interrompida com a chegada do último e-mail, e, agora, o internauta ainda absorve pequenas rajadas de palavras no Twitter e no Facebook.

Tudo isso significa que, embora, por conta da internet, nós tenhamos nos tornado bons em coletar uma ampla gama de petiscos, também estamos gradualmente esquecendo como sentar, contemplar e relatar fatos.

Sobre o ato de ler, conforme apresenta o texto, é correto dizer que:

I. De acordo com estudos feitos, a leitura de artigos é feita de forma incompleta, pois, na maioria das vezes, perde-se o interesse pelo assunto abordado devido à extensão do material.

II. A diminuição do hábito de leitura contribui negativamente para o desenvolvimento de nossa capacidade de compreensão de textos mais
longos.

III. Textos impressos e online recebem do leitor a mesma atenção, apesar da extensão, ambos despertam a curiosidade do leitor.

Quais estão corretas?

 

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Instrução: A questão refere-se ao texto Pare. E leia devagar – (disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação), que está subdividido em quatro partes.

Parte 1

Se você está lendo este artigo na versão impressa, é provável que só leia metade do que está escrito aqui. Se você está lendo em uma versão online, provavelmente não lerá um quinto. Pelo menos, são esses os veredictos de dois projetos de pesquisa respectivamente, do Poynter Institutes Eyetrack, e de Jakob Nielsen. Ambos sugerem que muitas pessoas não têm mais concentração para ler artigos até o final.

E o problema não fica apenas por aí. De acordo com acadêmicos, estamos nos tornando leitores menos atentos também. Professor da Bath Spa University, Greg Garrard recentemente revelou que teve de encurtar a lista de leitura de seus alunos, enquanto Keith Thomas, historiador em Oxford, afirma estar perplexo com seus colegas mais novos, que analisam fontes com um mecanismo de busca em vez de lê-las em sua totalidade.

Estamos, então, ficando burros? De acordo com The Shallows, livro de tecnologia de Nicholas Carr, os hábitos online estão danificando as faculdades mentais necessárias para processar e entender informações textuais mais longas. Os feeds de notícias a toda hora mandam o leitor de um link para outro – sem que ele, necessariamente, se aprofunde em algum conteúdo. A leitura é frequentemente interrompida com a chegada do último e-mail, e, agora, o internauta ainda absorve pequenas rajadas de palavras no Twitter e no Facebook.

Tudo isso significa que, embora, por conta da internet, nós tenhamos nos tornado bons em coletar uma ampla gama de petiscos, também estamos gradualmente esquecendo como sentar, contemplar e relatar fatos.

Parte 2 - Um movimento pelo slow reading

Continua lendo? Você provavelmente faz parte de uma minoria em extinção. Mas não importa: uma revolução literária está chegando. Primeiro, veio a slow food (comer devagar), depois a slow travel (a viagem lenta). Agora, as campanhas estão se juntando por um movimento de slow reading (leitura lenta). Acadêmicos e intelectuais querem que dediquemos nosso tempo para ler, e reler.

– Se você quer uma experiência profunda com um livro, se quer internalizar isso, para misturar as ideias dos autores com __ suas próprias e fazer disso uma experiência pessoal, você deve ler devagar – diz John Miedema, autor de Slow Reading.

Lancelot R. Fletcher, primeiro autor contemporâneo __ popularizar o termo slow reading, discorda. Ele argumenta que ler devagar não é tanto sobre libertar a criatividade do leitor, mas, sim, sobre descobrir a do autor.

– Minha intenção era combater o pós-modernismo para encorajar a descoberta do conteúdo autoral. Eu disse a meus estudantes para acreditarem que o texto foi escrito por Deus. Se você não consegue entender algo escrito no texto, é sua culpa, não do autor – diz.

Ao mesmo tempo em que Fletcher utilizou o termo como uma ferramenta acadêmica, o slow reading se tornou um conceito mais amplo. Miedema escreveu em seu site que o slow reading, assim como a slow food, é uma ideia que pode ajudar __ conectar o leitor à sua vizinhança:

– A continuidade dos relacionamentos por meio da leitura é vivenciada quando pegamos livros emprestados com amigos ou lemos longas histórias para nossos filhos.

(disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação)

Parte 3 - As estranhas e novas técnicas de leitura

Keith Thomas, professor de História de Oxford, não se vê como parte da comunidade que lê devagar, mas tem, no entanto, escrito sobre a sua perplexidade com as técnicas de leitura dinâmica no meio acadêmico.

– Eu não acredito que usar uma ferramenta de busca para palavras em um texto é um substituto decente para a leitura dele. Você não consegue ter um bom senso do trabalho ou entender seu contexto. Metade das coisas que descobri em minhas pesquisas veio quando tropecei em algo que não estava esperando – afirma.

Alguns acadêmicos discordam veementemente. O professor de Literatura Pierre Bayard escreveu um livro sobre como os leitores podem formar opiniões válidas sobre um texto que apenas folhearam:

– É possível ter uma conversa apaixonada sobre um livro que não se leu – disse ele em How to Talk About Books that You Haven’t Read, sugerindo que esse blefe está ainda “no coração do processo criativo”.

Os leitores slow, é claro, discordam.

– Você talvez esteja hábil para iniciar uma conversa básica se apenas leu o sumário do livro, mas, para o tipo de leitura que eu quero que meus alunos façam, as palavras importam – afirma Tracy Seeley, professora de Inglês na Universidade de San Francisco, e autora de um blog sobre o slow reading.

(disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação)

Parte 4 - A importância de desconectar

O que deve ser feito, então? Os leitores slow percebem que a rejeição total à web é extremamente irrealista, mas muitos sentem que o isolamento temporário à tecnologia é a resposta. Os alunos de Tracy, por exemplo, têm defendido desligar o computador por um dia na semana. Mas, dado o ritmo em que a maioria vive, é possível? Garrard parece pensar que sim:

– Eu não estou julgando. Estou no iPhone agora mesmo, checando meu e-mail, mas eu regularmente crio feriados no meio da minha semana para ler. São quatro ou cinco horas com a internet desligada.

Mas, ainda que pense que iPads e Kindles são “um bom meio termo, particularmente se você está na estrada”, John Miedema revela que, para a real leitura lenta, simplesmente não existe um substituto para aspectos particulares do livro de papel:

– A encadernação de um livro captura uma experiência ou uma ideia em um tempo e espaço particulares.

Teve fôlego para chegar até aqui? Parabéns. Você já está apto a se alinhar ao movimento do slow reading. Basta, agora, tomar coragem para praticar mais vezes na semana. Desconecte sua internet e abra um livro.

(disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação)

Para responder à questão, considere as quatro partes do texto.

O texto Pare. E leia devagar defende o movimento Slow Reading. Em relação a essa afirmação, analise os fragmentos a seguir, retirados do texto.

I. Os feeds de notícias a toda hora mandam o leitor de um link para outro (l. 09 e 10 – parte 1).

II. Se você não consegue entender algo escrito no texto, é sua culpa, não do autor – diz. (l. 09 – parte 2)

III. A encadernação de um livro captura uma experiência ou uma ideia em um tempo e espaço particulares. (l. 08 – parte 4).

Quais dos fragmentos acima vêm de encontro ao que propõe o movimento Slow Reading?

 

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1296133 Ano: 2010
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FUNDATEC
Orgão: CREA-PR
Assinale as assertivas sobre conceitos de sistemas operacionais com V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O Sistema Operacional pode ser visto como uma Máquina Estendida que abstrai a complexidade do hardware; bem como um Gerenciador de Recursos que gerencia todas as diferentes partes do hardware (por exemplo: processadores, memórias, temporizadores, discos, mouses, interfaces de rede, impressoras, e uma ampla variedade de outros dispositivos).
( ) Chamadas de Sistema (ou System Calls) são responsáveis por fazer a interface entre o Sistema Operacional e os aplicativos em nível de usuário.
( ) Um Processo é basicamente uma instância de programa que está sendo executada, e a ele estão associados um espaço de endereçamento e um conjunto de registradores.
( ) Cada Arquivo dentro da hierarquia de diretórios do Sistema de Arquivos pode ser especificado dando-se seu nome de caminho a partir do topo da hierarquia de diretórios: o diretório-raiz.
( ) O Gerenciamento de Memória é realizado em nível de aplicativo de usuário.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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Dada a proposição: “Se João trabalha longe de casa e tem carro, então ele não chega atrasado ao trabalho.” Sua contrapositiva é
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto Pare. E leia devagar – (disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação), que está subdividido em quatro partes.

Parte 1

Se você está lendo este artigo na versão impressa, é provável que só leia metade do que está escrito aqui. Se você está lendo em uma versão online, provavelmente não lerá um quinto. Pelo menos, são esses os veredictos de dois projetos de pesquisa respectivamente, do Poynter Institutes Eyetrack, e de Jakob Nielsen. Ambos sugerem que muitas pessoas não têm mais concentração para ler artigos até o final.

E o problema não fica apenas por aí. De acordo com acadêmicos, estamos nos tornando leitores menos atentos também. Professor da Bath Spa University, Greg Garrard recentemente revelou que teve de encurtar a lista de leitura de seus alunos, enquanto Keith Thomas, historiador em Oxford, afirma estar perplexo com seus colegas mais novos, que analisam fontes com um mecanismo de busca em vez de lê-las em sua totalidade.

Estamos, então, ficando burros? De acordo com The Shallows, livro de tecnologia de Nicholas Carr, os hábitos online estão danificando as faculdades mentais necessárias para processar e entender informações textuais mais longas. Os feeds de notícias a toda hora mandam o leitor de um link para outro – sem que ele, necessariamente, se aprofunde em algum conteúdo. A leitura é frequentemente interrompida com a chegada do último e-mail, e, agora, o internauta ainda absorve pequenas rajadas de palavras no Twitter e no Facebook.

Tudo isso significa que, embora, por conta da internet, nós tenhamos nos tornado bons em coletar uma ampla gama de petiscos, também estamos gradualmente esquecendo como sentar, contemplar e relatar fatos.

Parte 2 - Um movimento pelo slow reading

Continua lendo? Você provavelmente faz parte de uma minoria em extinção. Mas não importa: uma revolução literária está chegando. Primeiro, veio a slow food (comer devagar), depois a slow travel (a viagem lenta). Agora, as campanhas estão se juntando por um movimento de slow reading (leitura lenta). Acadêmicos e intelectuais querem que dediquemos nosso tempo para ler, e reler.

– Se você quer uma experiência profunda com um livro, se quer internalizar isso, para misturar as ideias dos autores com __ suas próprias e fazer disso uma experiência pessoal, você deve ler devagar – diz John Miedema, autor de Slow Reading.

Lancelot R. Fletcher, primeiro autor contemporâneo __ popularizar o termo slow reading, discorda. Ele argumenta que ler devagar não é tanto sobre libertar a criatividade do leitor, mas, sim, sobre descobrir a do autor.

– Minha intenção era combater o pós-modernismo para encorajar a descoberta do conteúdo autoral. Eu disse a meus estudantes para acreditarem que o texto foi escrito por Deus. Se você não consegue entender algo escrito no texto, é sua culpa, não do autor – diz.

Ao mesmo tempo em que Fletcher utilizou o termo como uma ferramenta acadêmica, o slow reading se tornou um conceito mais amplo. Miedema escreveu em seu site que o slow reading, assim como a slow food, é uma ideia que pode ajudar __ conectar o leitor à sua vizinhança:

– A continuidade dos relacionamentos por meio da leitura é vivenciada quando pegamos livros emprestados com amigos ou lemos longas histórias para nossos filhos.

(disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação)

Instrução: A questão refere-se à parte 3 do texto.

Parte 3 - As estranhas e novas técnicas de leitura

Keith Thomas, professor de História de Oxford, não se vê como parte da comunidade que lê devagar, mas tem, no entanto, escrito sobre a sua perplexidade com as técnicas de leitura dinâmica no meio acadêmico.

– Eu não acredito que usar uma ferramenta de busca para palavras em um texto é um substituto decente para a leitura dele. Você não consegue ter um bom senso do trabalho ou entender seu contexto. Metade das coisas que descobri em minhas pesquisas veio quando tropecei em algo que não estava esperando – afirma.

Alguns acadêmicos discordam veementemente. O professor de Literatura Pierre Bayard escreveu um livro sobre como os leitores podem formar opiniões válidas sobre um texto que apenas folhearam:

– É possível ter uma conversa apaixonada sobre um livro que não se leu – disse ele em How to Talk About Books that You Haven’t Read, sugerindo que esse blefe está ainda “no coração do processo criativo”.

Os leitores slow, é claro, discordam.

– Você talvez esteja hábil para iniciar uma conversa básica se apenas leu o sumário do livro, mas, para o tipo de leitura que eu quero que meus alunos façam, as palavras importam – afirma Tracy Seeley, professora de Inglês na Universidade de San Francisco, e autora de um blog sobre o slow reading.

(disponível em: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa - adaptação)

Avalie as seguintes afirmações acerca de palavras do texto.

I. A letra x, em perplexidade (l. 02) e em contexto (l.04), representa o mesmo fonema.

II. A letra n, em comunidade (l. 01) e em conversa (l.08), tem o mesmo valor fonético.

III. Em História (l. 01) e hábil (l. 11), a letra h não representa fonema.

Quais estão corretas?

 

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315449 Ano: 2010
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: CREA-PR
Segundo a Borland Software Corporation, então fabricante do Delphi 5.0 e 7.0, esses softwares caracterizam-se por serem um ambiente de desenvolvimento RAD, que significa:
 

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314117 Ano: 2010
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNDATEC
Orgão: CREA-PR
POFOD (Probability Of Failure On Demand), ROCOF (Rate Of Failure Occurrence), MTBF (Mean Time Between Failures), e AVAIL (Availability ou Uptime) são algumas métricas de confiabilidade de sistemas de software.
Especificamente a métrica AVAIL corresponde
 

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312069 Ano: 2010
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: CREA-PR
O Modelo de Processo de Software conhecido como Modelo de Cascata (ou Modelo em Cascata) compreende:
 

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