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Foram encontradas 50 questões.

2540760 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Dia da gente desexistir é um certo decreto – por isso que ainda hoje o senhor aqui me vê.
De mim, entreguei alma no corpo, debruçado para a sela, numa quebreira. Até minhas testas formaram de chumbo. Valentia vale em todas horas? Repensei coisas de cabeça-branca. Ou eu variava? (...) Eu via, queria ver, antes de dar à casca, um pássaro voando sem movimento, o chão fresco remexido pela fossura duma anta, o cabecear das árvores, o riso do ar e o fogo feito duma arara. O senhor sabe o que é o frege dum vento, sem uma moita, um pé de parede pra ele se retrasar? Eu ambicionava o suíxo manso dum córrego nas lajes – o bom sumiço dum riacho mato a fundo. E adverti memória dos derradeiros pássaros do Bambual do Boi. Aqueles pássaros faziam arejo. Gritavam contra a gente, cada um asia sua sombra num palmo vivo d’água. O melhor de tudo é a água. No escaldado... “Saio daqui com vida, deserteio de jaguncismo, vou e me caso com Otacília!” – eu jurei, do proposto de meus todos sofrimentos. Mas mesmo depois, naquela hora, eu não gostava mais de ninguém: só gostava de mim, de mim! Novo que eu estava no velho do inferno. Dia da gente desexistir é um certo decreto – por isso que ainda hoje o senhor aqui me vê
ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. 2001, p. 68.
Observando o vocabulário de João Guimarães Rosa, assinale a alternativa que apresenta a classe gramatical das palavras destacadas no texto, respectivamente.
 

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2540620 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP

Read the text below in order to answer question.

Mammoth task: billionaire Peter Thiel funded effort to resurrect woolly beast

The Silicon Valley titan, who has openly challenged death as an inevitability, invested $100,000 in a project to bring the extinct mammoth back to life

Olivia Solon

PayPal billionaire and Gawker war-wager Peter Thiel has invested $100,000 in a research effort to resurrect the woolly mammoth.

Thiel, who believes that viewing death as inevitable is a sign of “complacency of the western world”, gave the money to Harvard University genomics professor George Church, whose laboratory is attempting to revive the extinct pachyderm.

The donation, detailed for the first time in a new book by Ben Mezrich called Woolly: The True Story of the Quest to Revive One of History’s Most Iconic Extinct Creatures, was made in 2015.

The de-extinction approach taken by Church and his team will sound familiar to Jurassic Park fans: they are taking DNA extracted from frozen mammoths and using it to genetically modify elephant cells. So far, according to the book, the team has managed to get mammoth fur to grow from the side of a mouse grafted with some elephant cells. The results have yet to be published in any scientific papers.

Church said that over a breakfast, Thiel told him he wanted to fund the “craziest thing” he was doing. Church suggested three options: an anti-aging scheme involving gene therapy, a project using human neurons to create artificial intelligence, and the mammoth.

He went for the mammoth.

It’s not entirely surprising Thiel wants to bring a mammal back from the dead. According to several interviews, Thiel sees death as a terrible inconvenience that needs disrupting.

Peter Thiel has said in the past that people ‘are in some weird mode of denial and acceptance about death ... I prefer to fight it.’

“Almost every human being who has ever lived is dead. Solving this problem is the most natural, humane, and important thing we could possibly do,” he is quoted as saying on the website of the SENS Foundation, a charity Thiel funds that approaches aging as a disease in need of a cure.

In 2015 he continued on his warpath against human fragility.

“I’ve always had this really strong sense that death was a terrible, terrible thing,” he told the Washington Post, “Most people end up compartmentalizing, and they are in some weird mode of denial and acceptance about death, but they both have the result of making you very passive. I prefer to fight it.”

Thiel’s “fight” involves investing millions in biotechnology and artificial intelligence in what he has called “the immortality project”. His investment firm Thiel Capital has, according to Inc, expressed an interest in a company called Ambrosia, which is running a trial where individuals can pay $8,000 to receive a blood transfusion from a teenager in the hope that it will restore some youthful vigour. According to the company Thiel is not a client. Yet.

He has also signed up with cryogenics company Alcor to be deep-frozen at the time of his death in the hope that he too can be resurrected.

It’s sure to be a mammoth undertaking.

Source: https://www.theguardian.com/technology/2017/jun/30/peter-thiel-woolly-mammoth-back-to-life-donation

According to Ambrosia, Thiel’s opinion on receiving a blood transfusion from a teenager in the hope that it will restore some youthful vigour is

 

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2540529 Ano: 2017
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Em times que usam Scrum com metodologia de desenvolvimento, a forma de se definir e usar os requisitos é através dos User Stories. Sendo assim, assinale abaixo a alternativa que descreve a abordagem mais precisa do User Stories.
 

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2540119 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Em Matéria de Automóveis
Em matéria de automóveis, seu raciocínio era o seguinte:
— Para que ter automóvel, se eu não sei dirigir?
E se alguém lhe sugeria que aprendesse:
— Para que aprender, se não tenho automóvel?
Um dia, porém, não se sabe como, escapou de seu sofismático raciocínio e apareceu dirigindo um automóvel. Aprendera a dirigir, só Deus sabe como:
— Fazer o carro andar eu faço. Mas não sei como funciona, nem como é lá dentro. Outro dia ameaçou enguiçar e então me perguntaram se não seria o carburador. Só então fiquei sabendo que meu carro dispõe de um carburador.
O que o encanta principalmente é o poder sugestivo de certos nomes: carburador, embreagem, chassi, radiador, cárter, diferencial.
— Fala-se também numa famosa mola de seguimento, que deve ser muito importante. Para mim não há alternativa: se enguiçar, desço e tomo um táxi. Imagine se eu tiver de ficar dentro do carro indagando: será o dínamo? a bateria, os acumuladores? falta de força no chassi? falta de óleo na bateria?
Tive de adverti-lo de que bateria e acumuladores eram uma coisa só, e que no radiador só se coloca água.
— Eu sei, eu sei: aliás, o meu carro, apesar de novo deve estar com algum defeito no radiador, não gasta água nunca! Todas as vezes que mando botar água o homem diz que não é preciso, já tem. Com o óleo é a mesma coisa. Abrem a tampa do carro e retiram lá de dentro, de um lugar que jamais consegui ver direito onde é, um ferrinho comprido, enxugam o ferrinho, tornam a enfiar e retiram de novo, me mostram a ponta pingando óleo e dizem que não é preciso. Nunca é preciso.
— Você não costuma lubrificar o carro?
— Já lubrifiquei uma vez. Isso é fácil: basta levar o carro no posto e dizer: lubrificação geral, trocar o óleo do cárter. Não me esqueço, por causa daquele detetive dos folhetos do meu tempo, o Nick Cárter.
— Convém não esquecer também a água da bateria. Tem de ser água destilada.
Isto ele também já sabia. Um dia o carro não quis pegar e alguém lhe disse que devia ser a água da bateria. Foi a um posto e mandou que olhassem se tinha água na bateria. Tinha. Então tirem, pediu. O sujeito ficou a olhá-lo como se ele fosse doido: tirar a água? Então ele disse apenas a palavra mágica, que resolve tudo:
— Verifiquem.
Verificaram, enquanto ele aguardava, meio ressabiado. O homem do posto se aproximou, misterioso:
— Elemento seco.
Olharam-se mutuamente, em silêncio, sem que qualquer sombra de compreensão perpassasse entre os dois, esclarecendo os mistérios insondáveis da mecânica dos semoventes. Eis que impenetrável é o desígnio dos motores de explosão e traiçoeira a força dos acumuladores.
— Elemento seco?
Elemento seco! Secam-se os elementos e esotérico se torna o segredo que faz o poderio dos seres vivos no comando das máquinas inertes. Num repente de inspiração divinatória, com a voz embargada de emoção, ele sugeriu:
— Deve ser o giguelê.
Giguelê — palavra mágica que ele um dia ouviu alguém pronunciar, denunciando a existência de uma peça pequenina que não sabe para que serve nem onde fica, mas da qual certamente emana a energia que movimenta os automóveis, num fluxo de divina inspiração como o que movimenta a dança religiosa em torno à diminuta imagem de Exu e outros deuses pagãos.
— No mais — arremata ele — tirante o giguelê, para mim um carro se compõe apenas de duas coisas: buzina e volante.
Fernando Sabino. Texto extraído do livro Quadrante 2, 4ª edição – Editora do Autor – Rio de Janeiro, 1963, págs.108-110. Adaptado.
De acordo com o texto, é correto afirmar que
 

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2540115 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Em Matéria de Automóveis
Em matéria de automóveis, seu raciocínio era o seguinte:
— Para que ter automóvel, se eu não sei dirigir?
E se alguém lhe sugeria que aprendesse:
— Para que aprender, se não tenho automóvel?
Um dia, porém, não se sabe como, escapou de seu sofismático raciocínio e apareceu dirigindo um automóvel. Aprendera a dirigir, só Deus sabe como:
— Fazer o carro andar eu faço. Mas não sei como funciona, nem como é lá dentro. Outro dia ameaçou enguiçar e então me perguntaram se não seria o carburador. Só então fiquei sabendo que meu carro dispõe de um carburador.
O que o encanta principalmente é o poder sugestivo de certos nomes: carburador, embreagem, chassi, radiador, cárter, diferencial.
— Fala-se também numa famosa mola de seguimento, que deve ser muito importante. Para mim não há alternativa: se enguiçar, desço e tomo um táxi. Imagine se eu tiver de ficar dentro do carro indagando: será o dínamo? a bateria, os acumuladores? falta de força no chassi? falta de óleo na bateria?
Tive de adverti-lo de que bateria e acumuladores eram uma coisa só, e que no radiador só se coloca água.
— Eu sei, eu sei: aliás, o meu carro, apesar de novo deve estar com algum defeito no radiador, não gasta água nunca! Todas as vezes que mando botar água o homem diz que não é preciso, já tem. Com o óleo é a mesma coisa. Abrem a tampa do carro e retiram lá de dentro, de um lugar que jamais consegui ver direito onde é, um ferrinho comprido, enxugam o ferrinho, tornam a enfiar e retiram de novo, me mostram a ponta pingando óleo e dizem que não é preciso. Nunca é preciso.
— Você não costuma lubrificar o carro?
— Já lubrifiquei uma vez. Isso é fácil: basta levar o carro no posto e dizer: lubrificação geral, trocar o óleo do cárter. Não me esqueço, por causa daquele detetive dos folhetos do meu tempo, o Nick Cárter.
— Convém não esquecer também a água da bateria. Tem de ser água destilada.
Isto ele também já sabia. Um dia o carro não quis pegar e alguém lhe disse que devia ser a água da bateria. Foi a um posto e mandou que olhassem se tinha água na bateria. Tinha. Então tirem, pediu. O sujeito ficou a olhá-lo como se ele fosse doido: tirar a água? Então ele disse apenas a palavra mágica, que resolve tudo:
— Verifiquem.
Verificaram, enquanto ele aguardava, meio ressabiado. O homem do posto se aproximou, misterioso:
— Elemento seco.
Olharam-se mutuamente, em silêncio, sem que qualquer sombra de compreensão perpassasse entre os dois, esclarecendo os mistérios insondáveis da mecânica dos semoventes. Eis que impenetrável é o desígnio dos motores de explosão e traiçoeira a força dos acumuladores.
— Elemento seco?
Elemento seco! Secam-se os elementos e esotérico se torna o segredo que faz o poderio dos seres vivos no comando das máquinas inertes. Num repente de inspiração divinatória, com a voz embargada de emoção, ele sugeriu:
— Deve ser o giguelê.
Giguelê — palavra mágica que ele um dia ouviu alguém pronunciar, denunciando a existência de uma peça pequenina que não sabe para que serve nem onde fica, mas da qual certamente emana a energia que movimenta os automóveis, num fluxo de divina inspiração como o que movimenta a dança religiosa em torno à diminuta imagem de Exu e outros deuses pagãos.
— No mais — arremata ele — tirante o giguelê, para mim um carro se compõe apenas de duas coisas: buzina e volante.
Fernando Sabino. Texto extraído do livro Quadrante 2, 4ª edição – Editora do Autor – Rio de Janeiro, 1963, págs.108-110. Adaptado.
Leia a oração abaixo.
Aprendera a dirigir, só Deus sabe como”
Assinale a alternativa que contém um verbo ou uma locução verbal que se apresenta no mesmo tempo e modo verbal de “aprendera”.
 

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2539932 Ano: 2017
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Quando uma série de pacotes floodam a LAN, criando um tráfego excessivo e prejudicando o desempenho da rede, normalmente uma série de comandos pré-configurados nos switches entram em ação para mitigar o impacto desse flood. Esses comandos são conhecidos como
 

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2539885 Ano: 2017
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Assinale a alternativa que apresenta a melhor definição para pontos de função.
 

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2539836 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Choose the alternative with the INCORRECT plural.
 

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2539828 Ano: 2017
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Sobre especificação de requisitos, analise as assertivas abaixo.
I. O software deve emitir relatório de compras a cada três semanas.
II. O usuário deve poder ver os aprovadores das compras.
III. O software deve ser desenvolvido em um ano.
É(São) exemplo(s) de requisito(s) funcional(is) o que se apresenta em
 

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2545908 Ano: 2017
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Os índices de banco de dados são usados para acelerar a recuperação dos dados, já que os registros do referido banco são armazenados em páginas, que por sua vez compõem uma pilha. Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta o tamanho definido de cada página de dados.
Questão Anulada

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