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Após a leitura do Texto 03, responda à questão.
Texto 03 – E no princípio eram as redes...
Nas últimas semanas foi difícil passar em branco diante do documentário O Dilema das Redes, disponível na Netflix. Jornalistas, sociólogos, advogados, economistas, educadores, todos viram e se puseram a opinar a respeito. Sob todos os pontos de vista, o filme foi esquadrinhado, gerando as mais diversas críticas e interpretações. Quem não viu, correu depressa para ver e não ficar de fora da discussão: afinal de contas, estamos todos enredados nesse imenso novelo sem ponta que as redes sociais se tornaram? E agora, como fazemos para desatar esse nó?
Talvez aprender a lidar com ele seja mais eficiente do que procurar respostas prontas (e únicas) para questões complexas e multifacetadas, que não se resolvem apenas com um like ou mesmo com uma avalanche de cliques. Dilemas, via de regra, são situações nas quais nenhuma resolução será satisfatória. Por isso, há que se considerar as diferentes variáveis que fazem parte dele, e buscar encaminhamentos para uma convivência possível entre opostos e, muitas vezes, entre situações antagônicas.
Numa síntese rápida, o que vemos no documentário de Jeff Orlowski são depoimentos de profissionais ligados às maiores empresas do Vale do Silício – Microsoft, Google, Facebook, Twitter – que relatam como criaram mecanismos de extração dos nossos dados, ferramentas de monitoramento dos nossos comportamentos, atitudes e desejos, além de revelarem como toda essa estrutura não apenas influencia a tomada de decisões em nossa vida privada e social, mas nos torna cada vez mais dependentes delas e sujeitos a um tipo de controle jamais imaginado. Ou melhor, ele foi sim imaginado e descrito como uma ficção por George Orwell, em sua obra mais famosa 1984. [...]
(Fonte: ALVES, Januária. Disponível em
<https://revistaeducação.com.br/ 2020/10/09/educação-para-as-redes/>. Acesso em 02/março/2021).
Em relação ao enunciado “Jornalistas, sociólogos, advogados, economistas, educadores, todos viram e se puseram a opinar a respeito.”, é CORRETO afirmar que
( ) jornalistas, sociólogos, advogados, economistas, educadores pertencem à mesma cadeia semântica.
( ) o termo “todos” é um pronome indefinido, mas neste contexto indica quantidade.
( ) “a opinar” e “a respeito” exercem as mesmas funções morfológicas.
Analise as proposições acima e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
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Após a leitura do Texto 01, responda à questão.
Texto 01 – A difícil arte de jogar fora
Como é difícil jogar coisas fora! Mais fácil acumulá-las em gavetas, guardar em caixas ou caixinhas, meter em envelopes, enfiar em pastas, arquivar em computador ou esquecer no celular. Como esquilos, somos acumuladores. E, ao morrer, quanto trabalho damos a quem fica.
Coisas não são apenas coisas. Cada objeto de que não conseguimos nos desfazer está envolto em espessa rede da memória, não é objeto solitário, faz parte de um conjunto. Jogá-lo fora significa desfazer a harmonia do conjunto, tirar uma peça do puzzle, que ficaria para sempre incompleto.
Quantas vezes hesitamos por instantes, um olho já posto na cesta de lixo, um recibo ou anotação na mão. Depois abrimos caixa ou gaveta, mesmo sabendo que quando, e se, precisarmos daquele papel teremos esquecido onde o guardamos, e desistimos da cesta de lixo.
Eu, pelo menos, sou assim. E sei que tenho abundante companhia.
Recentemente, precisando arrumar um cômodo que havia virado depósito e quarto de costura, quanta coisa joguei fora. Não só tecidos e não só coisas minhas. A maior parte da estante estava ocupada por livros de coffe-table, tão lindos, mas que a gente só abre quando ganha. E caixas e caixas de Affonso, cheias de papéis que faz muito perderam a validade. [...]
(Fonte: COLASANTI, Marina. Disponível em:
<https://www.marinacolasanti.com/2021/02/a-dificil-arte-de-jogar-fora.html>)Acesso em 02/março/2021).
No enunciado “Mais fácil acumulá-las em gavetas, guardar em caixas ou caixinhas, meter em envelopes, enfiar em pastas, arquivar no computador ou esquecer no celular.”, constata-se um caso de
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Para realização de uma pesquisa, é necessário o emprego de técnicas específicas. As técnicas de pesquisa são procedimentos que operacionalizam as descobertas e podem ser variadas, a depender do método e do objeto investigado. Nesse sentido, assinale a alternativa CORRETA.
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Após a leitura do Texto 02, responda à questão.
Texto 02 – Compreender e interpretar exigem digestão de jiboia
Nosso mundo, a passos largos, é cada vez mais mediado pela linguagem verbal e não verbal. Palavras e imagens inundam as telas de televisão, smartphones, computadores e até de mídias impressas. No saco sem fundo das redes sociais, o caldo engrossa. Memes, montagens de textos e imagens se misturam a conversas despretensiosas, fofocas, artigos de jornais, artigos científicos, relatos do dia, vídeos fofos ou não, mensagens de autoajuda e por aí vai, tudo junto e misturado, num caldeirão de informações perigoso – ou, nas palavras de Gil, ampliando a “a geleia geral brasileira”. Em uma mesma timeline ou em uma tela de grupo de WhatsApp mal se digere uma mensagem e já chegam outras em profusão de prosódias e de paródias, como dizia mestre Caetano. Difícil, para usar uma expressão analógica, separar o joio do trigo, na semeadura da tela e na colheita da mente. A cada acontecimento noticioso, vamos de um extremo ao outro sem nenhum critério de seleção de exposição e de entendimento. Apenas surfamos na onda gigante e inconstante do que é enunciado. Um fato trágico é encaminhado imediatamente, sem filtro avaliativo razoável, por seres apressados. Essa pressa em publicar, o açodamento das redes sociais torna ainda mais complexa a relação linguística entre enunciado, enunciador e interlocutor.
Segundo Thais de Mendonça Jorge, jornalista e professora universitária, “foca” é como se denomina o aprendiz de repórter que “jogado na arena dos leões – as redações, com colegas vividos e conhecedores dos assuntos – pressionados pelo tempo e pelas responsabilidades, se sente, por vezes, afundar nas incertezas e indecisões do dia a dia. Afinal, não é desejável que ele fique perdido na costa ártica, nas lonjuras do hemisfério astral – como seus homônimos, as focas – isolado, sem respostas. [...]
(Fonte: Sobral, João J. Veiga. Disponível
<https://revistaeducação.com.br/2020/05/22/ compreender-e-interpretar-jiboia/> Acesso: 02/março/2021).
No enunciado “Difícil, para usar uma expressão analógica, separar o joio do trigo, na semeadura da tela e na colheita da mente.”, o autor usa uma analogia para
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Após a leitura do Texto 02, responda à questão.
Texto 02 – Compreender e interpretar exigem digestão de jiboia
Nosso mundo, a passos largos, é cada vez mais mediado pela linguagem verbal e não verbal. Palavras e imagens inundam as telas de televisão, smartphones, computadores e até de mídias impressas. No saco sem fundo das redes sociais, o caldo engrossa. Memes, montagens de textos e imagens se misturam a conversas despretensiosas, fofocas, artigos de jornais, artigos científicos, relatos do dia, vídeos fofos ou não, mensagens de autoajuda e por aí vai, tudo junto e misturado, num caldeirão de informações perigoso – ou, nas palavras de Gil, ampliando a “a geleia geral brasileira”. Em uma mesma timeline ou em uma tela de grupo de WhatsApp mal se digere uma mensagem e já chegam outras em profusão de prosódias e de paródias, como dizia mestre Caetano. Difícil, para usar uma expressão analógica, separar o joio do trigo, na semeadura da tela e na colheita da mente. A cada acontecimento noticioso, vamos de um extremo ao outro sem nenhum critério de seleção de exposição e de entendimento. Apenas surfamos na onda gigante e inconstante do que é enunciado. Um fato trágico é encaminhado imediatamente, sem filtro avaliativo razoável, por seres apressados. Essa pressa em publicar, o açodamento das redes sociais torna ainda mais complexa a relação linguística entre enunciado, enunciador e interlocutor.
Segundo Thais de Mendonça Jorge, jornalista e professora universitária, “foca” é como se denomina o aprendiz de repórter que “jogado na arena dos leões – as redações, com colegas vividos e conhecedores dos assuntos – pressionados pelo tempo e pelas responsabilidades, se sente, por vezes, afundar nas incertezas e indecisões do dia a dia. Afinal, não é desejável que ele fique perdido na costa ártica, nas lonjuras do hemisfério astral – como seus homônimos, as focas – isolado, sem respostas. [...]
(Fonte: Sobral, João J. Veiga. Disponível
<https://revistaeducação.com.br/2020/05/22/ compreender-e-interpretar-jiboia/> Acesso: 02/março/2021).
No título do texto, a expressão “digestão de jiboia” foi empregada para
I- evocar uma analogia à digestão do anfíbio, de forma figurada, em função da quantidade de mensagens em múltiplas linguagens.
II- realçar a dificuldade de entender e refletir sobre o acúmulo de informações advindas das redes sociais.
III- evidenciar a interlocução entre as informações disponíveis nas mídias impressas e nas digitais.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Após a leitura do Texto 01, responda à questão.
Texto 01 – A difícil arte de jogar fora
Como é difícil jogar coisas fora! Mais fácil acumulá-las em gavetas, guardar em caixas ou caixinhas, meter em envelopes, enfiar em pastas, arquivar em computador ou esquecer no celular. Como esquilos, somos acumuladores. E, ao morrer, quanto trabalho damos a quem fica.
Coisas não são apenas coisas. Cada objeto de que não conseguimos nos desfazer está envolto em espessa rede da memória, não é objeto solitário, faz parte de um conjunto. Jogá-lo fora significa desfazer a harmonia do conjunto, tirar uma peça do puzzle, que ficaria para sempre incompleto.
Quantas vezes hesitamos por instantes, um olho já posto na cesta de lixo, um recibo ou anotação na mão. Depois abrimos caixa ou gaveta, mesmo sabendo que quando, e se, precisarmos daquele papel teremos esquecido onde o guardamos, e desistimos da cesta de lixo.
Eu, pelo menos, sou assim. E sei que tenho abundante companhia.
Recentemente, precisando arrumar um cômodo que havia virado depósito e quarto de costura, quanta coisa joguei fora. Não só tecidos e não só coisas minhas. A maior parte da estante estava ocupada por livros de coffe-table, tão lindos, mas que a gente só abre quando ganha. E caixas e caixas de Affonso, cheias de papéis que faz muito perderam a validade. [...]
(Fonte: COLASANTI, Marina. Disponível em:
<https://www.marinacolasanti.com/2021/02/a-dificil-arte-de-jogar-fora.html>)Acesso em 02/março/2021).
Sobre o enunciado “Recentemente, precisando arrumar um cômodo que havia virado depósito e quarto de costura, quanta coisa joguei fora.”, é CORRETO afirmar que
I- ao empregar o termo “recentemente”, a autora fixa um marco temporal no texto e ordena tempos verbais em relação a ele.
II- os tempos marcados no enunciado são todos inscritos no pretérito.
III- o marco temporal no texto demarca um tempo futuro com ações concomitantes.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Texto 03 – E no princípio eram as redes...
Nas últimas semanas foi difícil passar em branco diante do documentário O Dilema das Redes, disponível na Netflix. Jornalistas, sociólogos, advogados, economistas, educadores, todos viram e se puseram a opinar a respeito. Sob todos os pontos de vista, o filme foi esquadrinhado, gerando as mais diversas críticas e interpretações. Quem não viu, correu depressa para ver e não ficar de fora da discussão: afinal de contas, estamos todos enredados nesse imenso novelo sem ponta que as redes sociais se tornaram? E agora, como fazemos para desatar esse nó?
Talvez aprender a lidar com ele seja mais eficiente do que procurar respostas prontas (e únicas) para questões complexas e multifacetadas, que não se resolvem apenas com um like ou mesmo com uma avalanche de cliques. Dilemas, via de regra, são situações nas quais nenhuma resolução será satisfatória. Por isso, há que se considerar as diferentes variáveis que fazem parte dele, e buscar encaminhamentos para uma convivência possível entre opostos e, muitas vezes, entre situações antagônicas.
Numa síntese rápida, o que vemos no documentário de Jeff Orlowski são depoimentos de profissionais ligados às maiores empresas do Vale do Silício – Microsoft, Google, Facebook, Twitter – que relatam como criaram mecanismos de extração dos nossos dados, ferramentas de monitoramento dos nossos comportamentos, atitudes e desejos, além de revelarem como toda essa estrutura não apenas influencia a tomada de decisões em nossa vida privada e social, mas nos torna cada vez mais dependentes delas e sujeitos a um tipo de controle jamais imaginado. Ou melhor, ele foi sim imaginado e descrito como uma ficção por George Orwell, em sua obra mais famosa 1984. [...]
(Fonte: ALVES, Januária. Disponível em
<https://revistaeducação.com.br/ 2020/10/09/educação-para-as-redes/>. Acesso em 02/março/2021).
Em “Ou melhor, ele foi sim imaginado e descrito como uma ficção por George Orwell, em sua obra mais famosa 1984.”, é CORRETO afirmar que
I- a expressão “Ou melhor” introduz esclarecimento do que foi dito anteriormente.
II- “imaginado e descrito” são formas verbais aspectuais que produzem uma locução verbal.
III- "como uma ficção" se refere aos monitoramentos e sujeitos dependentes das redes.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Texto 03 – E no princípio eram as redes...
Nas últimas semanas foi difícil passar em branco diante do documentário O Dilema das Redes, disponível na Netflix. Jornalistas, sociólogos, advogados, economistas, educadores, todos viram e se puseram a opinar a respeito. Sob todos os pontos de vista, o filme foi esquadrinhado, gerando as mais diversas críticas e interpretações. Quem não viu, correu depressa para ver e não ficar de fora da discussão: afinal de contas, estamos todos enredados nesse imenso novelo sem ponta que as redes sociais se tornaram? E agora, como fazemos para desatar esse nó?
Talvez aprender a lidar com ele seja mais eficiente do que procurar respostas prontas (e únicas) para questões complexas e multifacetadas, que não se resolvem apenas com um like ou mesmo com uma avalanche de cliques. Dilemas, via de regra, são situações nas quais nenhuma resolução será satisfatória. Por isso, há que se considerar as diferentes variáveis que fazem parte dele, e buscar encaminhamentos para uma convivência possível entre opostos e, muitas vezes, entre situações antagônicas.
Numa síntese rápida, o que vemos no documentário de Jeff Orlowski são depoimentos de profissionais ligados às maiores empresas do Vale do Silício – Microsoft, Google, Facebook, Twitter – que relatam como criaram mecanismos de extração dos nossos dados, ferramentas de monitoramento dos nossos comportamentos, atitudes e desejos, além de revelarem como toda essa estrutura não apenas influencia a tomada de decisões em nossa vida privada e social, mas nos torna cada vez mais dependentes delas e sujeitos a um tipo de controle jamais imaginado. Ou melhor, ele foi sim imaginado e descrito como uma ficção por George Orwell, em sua obra mais famosa 1984. [...]
(Fonte: ALVES, Januária. Disponível em
<https://revistaeducação.com.br/ 2020/10/09/educação-para-as-redes/>. Acesso em 02/março/2021).
O título do texto "E no princípio eram as redes..." apresenta uma
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A força é uma qualidade física que pode se manifestar de diferentes formas, tais como: força máxima, força hipertrófica e força explosiva. Assinale abaixo o conceito que identifica a força hipertrófica.
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Qual das alternativas abaixo é uma equivalência lógica da proposição
!$ [ ( A \land B) \rightarrow \,\sim \! A ] \rightarrow \, \sim \!(A \rightarrow B) !$
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