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Foram encontradas 30 questões.

1654910 Ano: 2016
Disciplina: Direito Penal
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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No caso do condutor praticar um homicídio culposo na direção de um veículo, poderá sofrer:
 

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1635905 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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Atualmente a maioria dos dispositivos tecnológicos possui acesso à internet. No ato da inserção do nome do site no browser para navegação aparece o famoso http:// Qual o significado da sigla?
 

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1628749 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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Que grupo deve abster-se em obstruir o trânsito ou tornálo perigoso atirando, depositando ou abandonando na via objetos ou substâncias?
 

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1627267 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Receita Federal deflagraram uma operação para desarticular a maior organização criminosa especializada em desmatamento ilegal e grilagem de terras públicas federais na Amazônia brasileira. De acordo com a Receita Federal, a quadrilha movimentou mais de R$ 1 bilhão entre 2012 e 2015. Batizada de Rios Voadores, a operação foi deflagrada nos municípios de Altamira e Novo Progresso, no Pará, e nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
http://portalamazonia.com/noticias-detalhe/meio-ambiente/operacao-desarticula-maior-quadrilha-dedesmatamento-e-grilagem-da-amazonia/?cHash=1afe437b1f848e5f1422757e7b17c89f. Acesso em 09/08/2016.
A Operação Estatal para combater o desmatamento ilegal na Amazônia usa a expressão “Rios Voadores”, que na Amazônia representam
 

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1620334 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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Qual o órgão deve dar suporte sempre que for necessária a imobilização temporária de um veículo no leito viário, em situação de emergência na qual a sinalização de advertência deve ser providenciada?
 

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1596486 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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Todas as vias abertas à circulação e que estão de acordo com a utilização dos condutores se classificam em
 

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1593945 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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Mário fez uma prova de Matemática com o seguinte sistema de avaliação: em cada questão certa, o candidato ganha 5 pontos, e, em cada questão errada, são descontados 3 pontos. Na prova com 10 questões, a pontuação de Mário foi de 18 pontos. A razão entre o número de questões certas e erradas é:
 

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1542036 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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Ataques terroristas deixam centenas de mortos em 2016
No Iraque, um caminhão-bomba matou 308 pessoas no fim do Ramadã, o mês sagrado dos muçulmanos. Na Síria, carros-bomba mataram 184 em áreas controladas pelo governo no fim de maio. A Turquia, vizinha do conflito na Síria e no Iraque, é um alvo frequente. Em junho, atiradores invadiram o aeroporto de Istambul e mataram 44 pessoas. Na Europa, ataques coordenados no aeroporto e metrô de Bruxelas deixaram 32 mortos em março. Na França, em 14 de julho, o motorista de um caminhão matou 84 pessoas em Nice, na França.
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/07/ataques-terroristas-deixam-centenas-de-mortos-em-2016.html. acesso em 02/08/2016, com adaptações.
Os atentados terroristas descritos acima têm em comum o fato de
 

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1515323 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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Considere o MS-Excel 2010. Uma planilha recheada de dados é de suma importância para tomada de decisão. Ademais, sabemos que uma planilha é composta por células, linhas e colunas. Qual o conceito de células?
 

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1512503 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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A questão baseia no texto apresentado abaixo
O Coração Roubado
Eu cursava o último ano do primário e como já estava com o diplominha garantido, meu pai me deu um presente muito cobiçado: O coração, famoso livro do escritor italiano Edmondo de Amicis, Best-seller mundial do gênero infanto-juvenil. Na página de abertura lá estava a dedicatória do velho, com sua inconfundível letra esparramada. Como todos os garotos da época, apaixonei-me por aquela obra-prima, é tanto que a levava ao grupo escolar da Barra Funda para reler trechos do recreio.
Justamente no último dia de aula, o das despedidas, depois da festinha de formatura, voltei para a classe a fim de reunir meus cadernos e objetos escolares, antes do adeus. Mas onde estava O coração? Onde? Desaparecera. Tremendo choque. Algum colega na certa o furtara. Não teria coragem de aparecer em casa sem ele. Ia informar a diretoria quando, passando pelas carteiras, vi a lombada do livro, bem escondido sob uma pasta escolar. Mas... era lá que se sentava o Plínio, não era? Plínio, o primeiro da classe em aplicação e comportamento, o exemplo para todos nós. Inclusive o mais limpinho, o mais bem penteadinho, o mais tudo. Confesso, hesitei. Desmascarar um ídolo? Podia ser até que não acreditassem em mim. Muitos invejavam o Plínio. Peguei o exemplar e o guardei em minha pasta. Caladão. Sem revelar a ninguém o acontecido. Lembro do abraço que Plínio me deu à saída. Parecia estar segurando as lágrimas. Balbuciou algumas palavras emocionadas. Mal pude retribuir, meus braços se recusavam a apertar o cínico.
Chegando em casa minha mãe estranhou que eu não estivesse muito feliz. Não, eu amargava minha primeira decepção. Afinal, Plínio era um colega que devíamos imitar pela vida afora, como costumava dizer a professora. Seria mais difícil sobreviver sem o seu exemplo. Por outro lado, considerava se não errara em não delatá-lo. “Vocês estão todos enganados, e a senhora também, sobre o caráter de Plínio. Ele roubou meu livro e depois ainda foi me abraçar...” Passados muitos anos reconheci o retrato de Plínio num jornal. Advogado, fazia rápida carreira na Justiça. Recebia cumprimentos. Brrr. Magistrado de futuro o tal que furtara meu presente de fim de ano! Que toldara muito cedo minha crença na humanidade! Decidi falar a verdade. Caso alguém se referisse a ele, o que passou a acontecer, eu garantia que se tratava de um ladrão. Se roubava já no curso primário, imaginem agora... Sempre que o rumo de uma conversa levava às grandes decepções, aos enganos de falsas amizades, eu contava, a quem quisesse ouvir, o episódio do embusteiro do Grupo Escolar Conselheiro Antônio Prado, em breve desembargador ou secretário de Justiça.
– Não piche assim o homem – advertiu-me minha mulher. – Por que não? É um ladrão! – Mas quando pegou seu livro era criança. – O menino é o pai do homem – rebatia, vigorosamente.
Plínio fixara-se como um marco para mim. Toda vez que o procedimento de alguém me surpreendia, a face oculta de uma pessoa era revelada, lembrava-me irremediavelmente dele. Limpinho. Penteadinho. E com a mão de gato se apoderando de meu livro.
Certa vez tomaram a sua defesa:
– Plínio, um ladrão? Calúnia! Retire-se da minha presença! Quando o desembargador Plínio já estava aposentado, mudei-me para meu endereço atual. Durante a mudança alguns livros despencaram de uma estante improvisada. Um deles O coração, de Amicis. Saudades. Havia quantos anos que não o abria? Quarenta ou mais? Lembrei da dedicatória de meu falecido pai. Ele tinha boa letra. Procurei-a na página de rosto. Não a encontrei. Teria a tinta se apagado? Na página seguinte havia uma dedicatória. Mas não reconheci a caligrafia paterna:
“Ao meu querido filho Plínio, com todo amor e carinho de seu pai.”
In: REY, Marcos. O coração roubado e outras crônicas. Ática: São Paulo, 1994.
O emprego da crase em “Lembro do abraço que Plínio me deu à saída.” segue a mesma regra presente em
 

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