Foram encontradas 50 questões.
O protocolo DHCP pode utilizar diferentes métodos para fornecer endereços IP aos dispositivos em uma rede. A partir dessa informação e com base nos tipos de alocação de endereços suportados pelo DHCP, assinale a opção correta.
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Os protocolos de rede são fundamentais para a comunicação entre dispositivos em uma rede. Cada protocolo desempenha funções específicas, como transferência de arquivos, envio de e-mails e navegação na web. Com base nessa informação, assinale a opção correta.
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Durante duas semanas, Antônio registrou os estados de origem das ligações indevidas que recebeu em seu celular, anotando cada ocorrência na ordem em que as chamadas aconteceram. A sequência a seguir mostra os estados registrados.
Sequência de chamadas recebidas:
SP – MG – RJ – BA – SP – SP – PE – RJ – SP – RJ – MG – BA – SP – RJ – SP – MG – PE – RJ – BA – BA – SP
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente a moda dos estados registrados.
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Assinale a opção que apresenta a negação da proposição “Todo médico tem letra feia”.
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Em um ambiente corporativo, é essencial escolher a topologia de rede mais adequada às necessidades de desempenho, custo e confiabilidade. Com base nessa informação e considerando as características das principais topologias de redes de computadores, assinale a opção correta.
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Penélope pediu um empréstimo de R$ 20.000 para comprar uma bolsa de grife. Depois de 10 meses, quitou a dívida pagando R$ 26.600.
Com base nessa situação hipotética e considerando o regime de capitalização simples, assinale a opção que apresenta a taxa mensal de juros cobrada nesse empréstimo.
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Para uma publicação em rede social, uma astróloga deseja apresentar previsões da semana para três signos diferentes entre os doze signos do zodíaco.
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta o número de maneiras distintas pelas quais ela pode escolher os três signos.
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Texto para as questões de 1 a 7.
O verão de 2015 foi particularmente dramático para a saúde pública no Brasil: o Aedes aegypti, que, há alguns verões, inquietava como transmissor da dengue, passou a se associar a duas outras patologias, então relativamente desconhecidas do público e dos cientistas: zika e chikungunya. Se, inicialmente, esta provocou apreensão pelos graves efeitos decorrentes do ataque às articulações, que podem estender-se por alguns meses e até anos, aquela, uma virose branda que pode até incidir sem sintomas, logo assumiu a cena por se comprovar implicada em malformações congênitas. Em razão disso, a zika passou a representar ameaça particular a mulheres grávidas, acionando uma série de representações e discursos ligados a papéis de gênero e direitos reprodutivos.
A calamidade sanitária acompanhou a instabilidade política do País e uma crise econômica que repercutiram na capacidade das agências de saúde pública de responder ao desafio da tríplice epidemia. A declaração de guerra ao mosquito, em um enquadramento beligerante reforçado pela mídia impressa e online, além de enfocar ações paliativas, individualizou o fardo da prevenção nas mulheres, propagando o medo e as incertezas relacionadas à microcefalia.
Historicamente, o A. aegypti é bastante associado à febre amarela, doença que remete às epidemias urbanas do início do século XX e às campanhas sanitárias de grandes proporções destinadas a exterminá-lo em diferentes amplitudes geográficas – de bairros, cidades e regiões a nações e continentes.
No imaginário social mais recente, esse mosquito vincula-se à dengue, que se estabeleceu no território brasileiro como ameaça permanente a partir de surto ocorrido no Rio de Janeiro, em 1986. Nas últimas décadas do século XX, a dengue irrompeu em epidemias frequentes e de grande intensidade, praticamente reatualizando a máxima que corria entre os cariocas no início do século XX – “ano de mangas, ano de febre amarela” –, a qual antecipava o temor de surto epidêmico em verões cálidos. Se, em razão disso, o A. aegypti passou a ser o “mosquito da dengue” e depois veículo de outras duas doenças, do final de 2016 até meados de 2017, tornou a despontar como ameaça da antiga patologia que o celebrizou, visto que a ocorrência de surtos de febre amarela silvestre em vários pontos do território brasileiro trouxe a possibilidade de ela se reinstalar nas cabeças urbanas do País e reeditar as fatais epidemias da segunda metade do século XIX e da primeira metade do século XX.
Internet: <www.redalyc.org> (com adaptações).
A elaboração de um ofício por entidade de proteção aos direitos das mulheres cobrando políticas públicas do governo referentes ao atendimento de mulheres grávidas infectadas pela doença zika deve incluir, entre outros aspectos da comunicação oficial,
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No que se refere ao gerenciamento de processos em sistemas operacionais modernos, assinale a opção correta.
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Texto para as questões de 1 a 7.
O verão de 2015 foi particularmente dramático para a saúde pública no Brasil: o Aedes aegypti, que, há alguns verões, inquietava como transmissor da dengue, passou a se associar a duas outras patologias, então relativamente desconhecidas do público e dos cientistas: zika e chikungunya. Se, inicialmente, esta provocou apreensão pelos graves efeitos decorrentes do ataque às articulações, que podem estender-se por alguns meses e até anos, aquela, uma virose branda que pode até incidir sem sintomas, logo assumiu a cena por se comprovar implicada em malformações congênitas. Em razão disso, a zika passou a representar ameaça particular a mulheres grávidas, acionando uma série de representações e discursos ligados a papéis de gênero e direitos reprodutivos.
A calamidade sanitária acompanhou a instabilidade política do País e uma crise econômica que repercutiram na capacidade das agências de saúde pública de responder ao desafio da tríplice epidemia. A declaração de guerra ao mosquito, em um enquadramento beligerante reforçado pela mídia impressa e online, além de enfocar ações paliativas, individualizou o fardo da prevenção nas mulheres, propagando o medo e as incertezas relacionadas à microcefalia.
Historicamente, o A. aegypti é bastante associado à febre amarela, doença que remete às epidemias urbanas do início do século XX e às campanhas sanitárias de grandes proporções destinadas a exterminá-lo em diferentes amplitudes geográficas – de bairros, cidades e regiões a nações e continentes.
No imaginário social mais recente, esse mosquito vincula-se à dengue, que se estabeleceu no território brasileiro como ameaça permanente a partir de surto ocorrido no Rio de Janeiro, em 1986. Nas últimas décadas do século XX, a dengue irrompeu em epidemias frequentes e de grande intensidade, praticamente reatualizando a máxima que corria entre os cariocas no início do século XX – “ano de mangas, ano de febre amarela” –, a qual antecipava o temor de surto epidêmico em verões cálidos. Se, em razão disso, o A. aegypti passou a ser o “mosquito da dengue” e depois veículo de outras duas doenças, do final de 2016 até meados de 2017, tornou a despontar como ameaça da antiga patologia que o celebrizou, visto que a ocorrência de surtos de febre amarela silvestre em vários pontos do território brasileiro trouxe a possibilidade de ela se reinstalar nas cabeças urbanas do País e reeditar as fatais epidemias da segunda metade do século XIX e da primeira metade do século XX.
Internet: <www.redalyc.org> (com adaptações).
No último parágrafo do texto, a expressão popular “ano de mangas, ano de febre amarela”, empregada no Rio de Janeiro, no início do século XX, indicava
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