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Foram encontradas 40 questões.

1831185 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: CREMEC
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Pedro abre o Microsoft Excel 2013 em seu computador e realiza as seguintes ações:

I. Digita o valor numérico 0,12345;

II. Seleciona a célula que contém o valor numérico;

III. E digita simultaneamente a seguinte combinação Ctrl + Shift + ^

e obtém o seguinte resultado:

 

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1831184 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: CREMEC
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No Microsoft Word 13 os atalhos Ctrl + B, Ctrl + W e Ctrl + O executam, respectivamente, as ações de

 

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1831183 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: CREMEC
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Considerando o uso das teclas de atalho no Windows 10, instalação padrão, português do Brasil, assinale a alternativa incorreta.

 

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1831182 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: CREMEC
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O Windows 10 é um sistema operacional produzido pela Microsoft Corporation que foi lançado em 2015. Entre suas principais caraterísticas, podemos citar que ele é um software básico, proprietário, pago, possui uma licença e é multitarefa, entre outros atributos. Esse sistema operacional possui várias versões com o objetivo de atender os mais variados tipos de consumidores. São versões do Windows 10, exceto

 

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1831180 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: CREMEC
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Em relação aos dispositivos de armazenamento de dados, é correto afirmar que

 

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1831179 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CREMEC
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Ele e ela

Diferentes sociedades adotam diferentes tipos de hierarquias imaginadas. A raça é muito importante para os norte-americanos modernos, mas era relativamente insignificante para os mulçumanos medievais. A casta era uma questão de vida e morte na Índia medieval, ao passo que na Europa moderna é algo praticamente inexistente. Uma hierarquia específica, no entanto, foi de extrema importância em todas as sociedades humanas conhecidas: a hierarquia de gênero. E em quase todos os lugares os homens foram privilegiados, pelo menos desde a Revolução Agrícola.

Alguns textos chineses mais antigos são ossos oraculares que datam de 1200 a.C., utilizados para adivinhar o futuro. Em um deles estava entalhada a pergunta: “A gestação da sra. Hao será afortunada?”. Para a qual foi escrita a resposta: “Se a criança nascer em dia ding, será afortunada; se nascer em um dia geng, terá um futuro promissor”. No entanto, a sra. Hao daria à luz em um dia jiayin. O texto termina com a impertinente observação: “Três semanas e um dia depois, em um dia jiayin, nasceu a criança. Não foi afortunada. Era uma menina”. Mais de 3 mil anos depois, quando a China comunista decretou a política do “filho único”, muitas famílias chinesas continuavam considerando o nascimento de uma menina uma desgraça. Os pais muitas vezes abandonavam ou matavam meninas recém-nascidas para ter mais uma chance de ter um menino.

Em muitas sociedades, as mulheres eram mera propriedade dos homens, principalmente do pai, marido ou irmão. O estupro, em muitos sistemas jurídicos, era tratado como violação de propriedade – em outras palavras, a vítima não era a mulher estuprada, mas o homem a quem ela pertencia. Nesse caso, a sentença era transferência de propriedade – o estuprador era obrigado a pagar o valor de uma noiva ao pai ou ao irmão da mulher, e a partir de então ela se tornava propriedade do estuprador. A Bíblia diz que “Se um homem se encontrar com uma moça sem compromisso de casamento e a violentar, e eles forem descobertos, ele pagará ao pai da moça cinquenta peças de prata. Terá que casar-se com a moça” (Deuteronômio, 22:28-29). Os antigos hebreus consideravam esse acordo razoável.

Estuprar uma mulher que não pertencia a nenhum homem não era considerado crime algum, assim como pegar uma moeda perdida na rua movimentada não é considerado roubo. E se um marido estuprava a própria mulher, ele não cometia nenhum crime. Na verdade, a ideia de que um marido pudesse estuprar a esposa era um oximoro. Ser marido era ter controle absoluto da sexualidade da esposa. Dizer que um marido “estuprou” a própria esposa era tão ilógico quanto dizer que um homem roubou a própria carteira. Tal pensamento não se limitava ao Oriente Médio. Em 2006, ainda havia 53 países em que o marido não podia ser processado por estuprar a esposa. Até mesmo na Alemanha, as leis de estupro foram modificadas a partir de 1997, criando-se uma categoria jurídica para o estupro conjugal.

Sapiens – Uma breve história da humanidade / Yuval Noah Harari

Oximoro é uma figura de retórica clássica que se caracteriza por relacionar ideias contrárias, ocasionando uma incoerência. Sendo assim, não temos oximoro em

 

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1831178 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CREMEC
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Ele e ela

Diferentes sociedades adotam diferentes tipos de hierarquias imaginadas. A raça é muito importante para os norte-americanos modernos, mas era relativamente insignificante para os mulçumanos medievais. A casta era uma questão de vida e morte na Índia medieval, ao passo que na Europa moderna é algo praticamente inexistente. Uma hierarquia específica, no entanto, foi de extrema importância em todas as sociedades humanas conhecidas: a hierarquia de gênero. E em quase todos os lugares os homens foram privilegiados, pelo menos desde a Revolução Agrícola.

Alguns textos chineses mais antigos são ossos oraculares que datam de 1200 a.C., utilizados para adivinhar o futuro. Em um deles estava entalhada a pergunta: “A gestação da sra. Hao será afortunada?”. Para a qual foi escrita a resposta: “Se a criança nascer em dia ding, será afortunada; se nascer em um dia geng, terá um futuro promissor”. No entanto, a sra. Hao daria à luz em um dia jiayin. O texto termina com a impertinente observação: “Três semanas e um dia depois, em um dia jiayin, nasceu a criança. Não foi afortunada. Era uma menina”. Mais de 3 mil anos depois, quando a China comunista decretou a política do “filho único”, muitas famílias chinesas continuavam considerando o nascimento de uma menina uma desgraça. Os pais muitas vezes abandonavam ou matavam meninas recém-nascidas para ter mais uma chance de ter um menino.

Em muitas sociedades, as mulheres eram mera propriedade dos homens, principalmente do pai, marido ou irmão. O estupro, em muitos sistemas jurídicos, era tratado como violação de propriedade – em outras palavras, a vítima não era a mulher estuprada, mas o homem a quem ela pertencia. Nesse caso, a sentença era transferência de propriedade – o estuprador era obrigado a pagar o valor de uma noiva ao pai ou ao irmão da mulher, e a partir de então ela se tornava propriedade do estuprador. A Bíblia diz que “Se um homem se encontrar com uma moça sem compromisso de casamento e a violentar, e eles forem descobertos, ele pagará ao pai da moça cinquenta peças de prata. Terá que casar-se com a moça” (Deuteronômio, 22:28-29). Os antigos hebreus consideravam esse acordo razoável.

Estuprar uma mulher que não pertencia a nenhum homem não era considerado crime algum, assim como pegar uma moeda perdida na rua movimentada não é considerado roubo. E se um marido estuprava a própria mulher, ele não cometia nenhum crime. Na verdade, a ideia de que um marido pudesse estuprar a esposa era um oximoro. Ser marido era ter controle absoluto da sexualidade da esposa. Dizer que um marido “estuprou” a própria esposa era tão ilógico quanto dizer que um homem roubou a própria carteira. Tal pensamento não se limitava ao Oriente Médio. Em 2006, ainda havia 53 países em que o marido não podia ser processado por estuprar a esposa. Até mesmo na Alemanha, as leis de estupro foram modificadas a partir de 1997, criando-se uma categoria jurídica para o estupro conjugal.

Sapiens – Uma breve história da humanidade / Yuval Noah Harari

Em conformidade com a norma-padrão culta da Língua Portuguesa, no fragmento “...a sra. Hao daria à luz em um dia jiayin.”, o uso da crase é justificável em

 

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1831177 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CREMEC
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Ele e ela

Diferentes sociedades adotam diferentes tipos de hierarquias imaginadas. A raça é muito importante para os norte-americanos modernos, mas era relativamente insignificante para os mulçumanos medievais. A casta era uma questão de vida e morte na Índia medieval, ao passo que na Europa moderna é algo praticamente inexistente. Uma hierarquia específica, no entanto, foi de extrema importância em todas as sociedades humanas conhecidas: a hierarquia de gênero. E em quase todos os lugares os homens foram privilegiados, pelo menos desde a Revolução Agrícola.

Alguns textos chineses mais antigos são ossos oraculares que datam de 1200 a.C., utilizados para adivinhar o futuro. Em um deles estava entalhada a pergunta: “A gestação da sra. Hao será afortunada?”. Para a qual foi escrita a resposta: “Se a criança nascer em dia ding, será afortunada; se nascer em um dia geng, terá um futuro promissor”. No entanto, a sra. Hao daria à luz em um dia jiayin. O texto termina com a impertinente observação: “Três semanas e um dia depois, em um dia jiayin, nasceu a criança. Não foi afortunada. Era uma menina”. Mais de 3 mil anos depois, quando a China comunista decretou a política do “filho único”, muitas famílias chinesas continuavam considerando o nascimento de uma menina uma desgraça. Os pais muitas vezes abandonavam ou matavam meninas recém-nascidas para ter mais uma chance de ter um menino.

Em muitas sociedades, as mulheres eram mera propriedade dos homens, principalmente do pai, marido ou irmão. O estupro, em muitos sistemas jurídicos, era tratado como violação de propriedade – em outras palavras, a vítima não era a mulher estuprada, mas o homem a quem ela pertencia. Nesse caso, a sentença era transferência de propriedade – o estuprador era obrigado a pagar o valor de uma noiva ao pai ou ao irmão da mulher, e a partir de então ela se tornava propriedade do estuprador. A Bíblia diz que “Se um homem se encontrar com uma moça sem compromisso de casamento e a violentar, e eles forem descobertos, ele pagará ao pai da moça cinquenta peças de prata. Terá que casar-se com a moça” (Deuteronômio, 22:28-29). Os antigos hebreus consideravam esse acordo razoável.

Estuprar uma mulher que não pertencia a nenhum homem não era considerado crime algum, assim como pegar uma moeda perdida na rua movimentada não é considerado roubo. E se um marido estuprava a própria mulher, ele não cometia nenhum crime. Na verdade, a ideia de que um marido pudesse estuprar a esposa era um oximoro. Ser marido era ter controle absoluto da sexualidade da esposa. Dizer que um marido “estuprou” a própria esposa era tão ilógico quanto dizer que um homem roubou a própria carteira. Tal pensamento não se limitava ao Oriente Médio. Em 2006, ainda havia 53 países em que o marido não podia ser processado por estuprar a esposa. Até mesmo na Alemanha, as leis de estupro foram modificadas a partir de 1997, criando-se uma categoria jurídica para o estupro conjugal.

Sapiens – Uma breve história da humanidade / Yuval Noah Harari

No trecho “...a ideia de que um marido pudesse estuprar a esposa era um oximoro.”, dentro do contexto em que está inserido, o termo destacado poderia ser substituído, sem alterar o sentido original, por qualquer um dos vocábulos abaixo, exceto

 

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1831175 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CREMEC
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Ele e ela

Diferentes sociedades adotam diferentes tipos de hierarquias imaginadas. A raça é muito importante para os norte-americanos modernos, mas era relativamente insignificante para os mulçumanos medievais. A casta era uma questão de vida e morte na Índia medieval, ao passo que na Europa moderna é algo praticamente inexistente. Uma hierarquia específica, no entanto, foi de extrema importância em todas as sociedades humanas conhecidas: a hierarquia de gênero. E em quase todos os lugares os homens foram privilegiados, pelo menos desde a Revolução Agrícola.

Alguns textos chineses mais antigos são ossos oraculares que datam de 1200 a.C., utilizados para adivinhar o futuro. Em um deles estava entalhada a pergunta: “A gestação da sra. Hao será afortunada?”. Para a qual foi escrita a resposta: “Se a criança nascer em dia ding, será afortunada; se nascer em um dia geng, terá um futuro promissor”. No entanto, a sra. Hao daria à luz em um dia jiayin. O texto termina com a impertinente observação: “Três semanas e um dia depois, em um dia jiayin, nasceu a criança. Não foi afortunada. Era uma menina”. Mais de 3 mil anos depois, quando a China comunista decretou a política do “filho único”, muitas famílias chinesas continuavam considerando o nascimento de uma menina uma desgraça. Os pais muitas vezes abandonavam ou matavam meninas recém-nascidas para ter mais uma chance de ter um menino.

Em muitas sociedades, as mulheres eram mera propriedade dos homens, principalmente do pai, marido ou irmão. O estupro, em muitos sistemas jurídicos, era tratado como violação de propriedade – em outras palavras, a vítima não era a mulher estuprada, mas o homem a quem ela pertencia. Nesse caso, a sentença era transferência de propriedade – o estuprador era obrigado a pagar o valor de uma noiva ao pai ou ao irmão da mulher, e a partir de então ela se tornava propriedade do estuprador. A Bíblia diz que “Se um homem se encontrar com uma moça sem compromisso de casamento e a violentar, e eles forem descobertos, ele pagará ao pai da moça cinquenta peças de prata. Terá que casar-se com a moça” (Deuteronômio, 22:28-29). Os antigos hebreus consideravam esse acordo razoável.

Estuprar uma mulher que não pertencia a nenhum homem não era considerado crime algum, assim como pegar uma moeda perdida na rua movimentada não é considerado roubo. E se um marido estuprava a própria mulher, ele não cometia nenhum crime. Na verdade, a ideia de que um marido pudesse estuprar a esposa era um oximoro. Ser marido era ter controle absoluto da sexualidade da esposa. Dizer que um marido “estuprou” a própria esposa era tão ilógico quanto dizer que um homem roubou a própria carteira. Tal pensamento não se limitava ao Oriente Médio. Em 2006, ainda havia 53 países em que o marido não podia ser processado por estuprar a esposa. Até mesmo na Alemanha, as leis de estupro foram modificadas a partir de 1997, criando-se uma categoria jurídica para o estupro conjugal.

Sapiens – Uma breve história da humanidade / Yuval Noah Harari

Ao transcrever para o plural o trecho: “... o estuprador era obrigado a pagar o valor de uma noiva ao pai ou ao irmão da mulher...”, a alternativa que atende corretamente às regras de Concordância Verbal e Nominal e à preservação do sentido do texto é

 

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1831165 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CREMEC
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Ele e ela

Diferentes sociedades adotam diferentes tipos de hierarquias imaginadas. A raça é muito importante para os norte-americanos modernos, mas era relativamente insignificante para os mulçumanos medievais. A casta era uma questão de vida e morte na Índia medieval, ao passo que na Europa moderna é algo praticamente inexistente. Uma hierarquia específica, no entanto, foi de extrema importância em todas as sociedades humanas conhecidas: a hierarquia de gênero. E em quase todos os lugares os homens foram privilegiados, pelo menos desde a Revolução Agrícola.

Alguns textos chineses mais antigos são ossos oraculares que datam de 1200 a.C., utilizados para adivinhar o futuro. Em um deles estava entalhada a pergunta: “A gestação da sra. Hao será afortunada?”. Para a qual foi escrita a resposta: “Se a criança nascer em dia ding, será afortunada; se nascer em um dia geng, terá um futuro promissor”. No entanto, a sra. Hao daria à luz em um dia jiayin. O texto termina com a impertinente observação: “Três semanas e um dia depois, em um dia jiayin, nasceu a criança. Não foi afortunada. Era uma menina”. Mais de 3 mil anos depois, quando a China comunista decretou a política do “filho único”, muitas famílias chinesas continuavam considerando o nascimento de uma menina uma desgraça. Os pais muitas vezes abandonavam ou matavam meninas recém-nascidas para ter mais uma chance de ter um menino.

Em muitas sociedades, as mulheres eram mera propriedade dos homens, principalmente do pai, marido ou irmão. O estupro, em muitos sistemas jurídicos, era tratado como violação de propriedade – em outras palavras, a vítima não era a mulher estuprada, mas o homem a quem ela pertencia. Nesse caso, a sentença era transferência de propriedade – o estuprador era obrigado a pagar o valor de uma noiva ao pai ou ao irmão da mulher, e a partir de então ela se tornava propriedade do estuprador. A Bíblia diz que “Se um homem se encontrar com uma moça sem compromisso de casamento e a violentar, e eles forem descobertos, ele pagará ao pai da moça cinquenta peças de prata. Terá que casar-se com a moça”I) (Deuteronômio, 22:28-29). Os antigos hebreus consideravam esse acordo razoável.

Estuprar uma mulher que não pertencia a nenhum homem não era considerado crime algum, assim como pegar uma moeda perdida na rua movimentada não é considerado roubo. E se um marido estuprava a própria mulherII), ele não cometia nenhum crime. Na verdade, a ideia de que um marido pudesse estuprar a esposa era um oximoro. Ser marido era ter controle absoluto da sexualidade da esposa. Dizer que um marido “estuprou” a própria esposa era tão ilógico quanto dizer que um homem roubou a própria carteira. Tal pensamento não se limitava ao Oriente MédioIII). Em 2006, ainda havia 53 países em que o marido não podia ser processado por estuprar a esposa. Até mesmo na Alemanha, as leis de estupro foram modificadas a partir de 1997, criando-se uma categoria jurídica para o estupro conjugalIV.

Sapiens – Uma breve história da humanidade / Yuval Noah Harari

Analise as afirmativas a seguir:

I. Na oração “Terá que casar-se com a moça.”, o termo destacado é classificado como pronome reflexivo.

II. Em “E se um marido estuprava a própria mulher...”, o termo destacado classifica-se como conjunção integrante.

III. Na oração “Tal pensamento não se limitava ao Oriente Médio.”, o vocábulo destacado é um pronome oblíquo proclítico atraído pela partícula negativa.

IV. No trecho “...criando-se uma categoria jurídica para o estupro conjugal.”, a palavra em destaque é classificada como pronome oblíquo, justificando-se a ênclise pela atração do verbo no gerúndio.

É correto o que se afirma

 

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