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Foram encontradas 40 questões.

3377293 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: UECE
Orgão: CREMEC
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Em relação ao uso básico da internet, assinale a afirmação verdadeira.
 

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3377292 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: UECE
Orgão: CREMEC
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Considerando os conceitos básicos de editores de texto, analise o seguinte cenário:
Maria é uma secretária que trabalha diariamente com documentos no Microsoft Word e precisa criar, editar e formatar diversos tipos de textos. Ela utiliza frequentemente recursos como estilos de parágrafos, tabelas, e a inserção de imagens para enriquecer os documentos. No entanto, Maria deseja automatizar algumas tarefas repetitivas, como a substituição de palavras em um documento extenso e a aplicação de formatações padronizadas em múltiplas seções de texto.
Atente para as seguintes tarefas que Maria deseja realizar com os recursos do Microsoft Word:
1) substituir automaticamente uma palavra ou frase em todo o documento, garantindo que todas as ocorrências sejam modificadas ao mesmo tempo; e
2) aplicar uma formatação padronizada, como estilo de título, em várias seções do documento, sem precisar formatar manualmente cada uma delas.

Os recursos do Microsoft Word que Maria utilizará são os seguintes:
 

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3377291 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: UECE
Orgão: CREMEC
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Ana está gerenciando um orçamento mensal em uma planilha eletrônica e deseja calcular a média dos gastos de cada categoria para melhor controle financeiro. Ela possui uma coluna com os valores dos gastos. Para calcular a média desses valores corretamente, Ana deverá
 

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3377290 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: UECE
Orgão: CREMEC
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No Microsoft Excel e no LibreOffice Calc, os recursos indicados para inserir uma função que retorna a data e hora atual, e para organizar uma coluna de dados em ordem alfabética são, respectivamente,
 

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3377289 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: UECE
Orgão: CREMEC
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José está elaborando um relatório detalhado usando um editor de texto. Ele deseja organizar a informação de forma estruturada e incluir uma lista com subitens numerados para melhor clareza. Nesse caso, a abordagem correta a ser adotada para inserir uma lista numerada e suas subcategorias em um documento utilizando um editor de texto é a seguinte:
 

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3377288 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: UECE
Orgão: CREMEC
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Maria está administrando um sistema de computadores em uma pequena empresa e precisa garantir que todos os dispositivos estejam funcionando de forma sincronizada e eficiente. O sistema operacional que ela escolheu possui várias funções para gerenciar o hardware e os recursos do sistema. Assinale a opção que corresponde à função que é primordial para a administração de recursos de hardware, como memória e dispositivos de entrada e saída.
 

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3377287 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: UECE
Orgão: CREMEC
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Sobre conceitos básicos de informática e sistemas operacionais, assinale a afirmação verdadeira.
 

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3377286 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: UECE
Orgão: CREMEC
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Carlos está configurando um novo computador para iniciar suas atividades profissionais, que incluem o uso de softwares de edição de texto, planilhas eletrônicas e navegação na internet. Ele se depara com a necessidade de escolher o componente principal para garantir que o computador possa realizar essas tarefas de forma eficiente. Considerando os componentes de um computador, é correto afirmar que o mais crucial para assegurar que o sistema possa executar as tarefas mencionadas de maneira adequada é
 

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3377249 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: CREMEC
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Leia o Texto.

Inteligência Artificial no Mercado Editorial: Possibilidades e desafios éticos

Gabriel Cunha Leal de Araújo, 09/04/2024

 

O uso da Inteligência Artificial Generativa (IAG) e suas repercussões têm sido acompanhados nas mais diversas esferas, devido principalmente à facilidade que ela traz para produção de conteúdo e operacionalização das atividades de maneira automatizada. Um dos mercados mais impactados por essas novidades é o mercado editorial. Como veremos a seguir, a IA, apesar de trazer várias facilidades ao trabalho, também coloca a nossa frente novos desafios e exigências de seus profissionais. Requer, pois, um olhar crítico e aprofundado sobre as desigualdades que ela pode produzir, se for utilizada de forma incorreta.

 

O mercado editorial, e aqui pretendo me referir a ele em todas as suas possíveis ramificações, não apenas relacionadas aos grandes conglomerados editoriais de livros tradicionais, mas também à editoração científica e de conteúdo num geral, tem se beneficiado da utilização das diversas atribuições da IAG que fazem parte do seu rol de atividades. Desde a geração automática de conteúdo, passando pela revisão gramatical e até pela própria criação de ilustrações para publicação.

 

Algumas dessas tarefas, como a revisão gramatical, podem ser entediantes e dispendiosas, porém a utilização da IA pode favorecer o trabalho e facilitar essa rotina. Escrever um artigo científico e verificar se a normalização está de acordo com o solicitado pela revista é um compromisso muitas vezes mais técnico do que intelectual. Para quem já se esforçou intelectual e criativamente para a elaboração de ideias e de conteúdo, ter que se preocupar com a normalização pode ser muitas vezes frustrante. Nesse contexto, as ferramentas de IA são um importante auxílio para o autor e revisores. Podem ser ampliadas, por exemplo, se utilizadas como auxiliadoras no processo de tradução ou na geração de resumos, sob um posterior olhar profissional qualificado.

 

Entretanto, as possibilidades que a IA traz para o trabalho editorial, se forem usadas indiscriminadamente, podem muitas vezes esbarrar em uma área cinzenta: onde o que é ético ou não. Quando utilizamos a ferramenta não para correção, mas para geração de conteúdo, é correto aceitar uma autoria que na verdade não existe? É esperado que não saibamos as fontes exatas do que colocamos para publicação? É bom senso que consideramos como abstração intelectual um resultado proveniente de uma ferramenta estatística sofisticada de prospecção de palavras que imitam a linguagem humana? Até esse ponto podemos considerar uma ferramenta algorítmica como fonte de informação e de autonomia científica, criativa e intelectual?

 

Esses questionamentos, apesar de importantes, não abarcam nem a metade dos problemas que podemos ter com as IAs. Essas ferramentas também apresentam (em seu estado atual da arte) diversas questões complexas sobre sua construção. Os modelos de aprendizado profundo de máquina (Deep Learning) possuem um enorme custo de energia, e os recursos computacionais usados para treinar esses modelos produzem uma grande pegada de carbono. Além disso, questões intrínsecas à sua construção, como a opacidade algorítmica por trás dessas ferramentas e os próprios dados usados para alimentar e fomentar o aprendizado da máquina levantam questões relacionadas à privacidade e aos problemas relacionados ao treinamento por dados invejados e com potencial desinformativo.

 

A IA deve ser entendida como uma facilitadora para as atividades editoriais, e ser utilizada como os softwares de apoio no nosso dia a dia de trabalho. Ela precisa ser parte auxiliar do processo editorial, e não o processo editorial em si. Realmente queremos renunciar à sensibilidade artística dos ilustradores para terceirizar esse serviço às ferramentas de IA? O quão nocivo seria quebrar o contrato implícito entre o autor e seu público, que espera que ler algo produzido por ele, e não por uma inteligência artificial?

 

Não existe uma solução fácil nem definitiva quando tratamos do avanço da tecnologia de IA nas práticas editoriais. Assim como muitas das tecnologias disruptivas anteriores, ela vem consolidando seu espaço, e seu papel na otimização dessas práticas é inegável. Diante desse cenário, cabe a nós, como profissionais e cidadãos interessados, estabelecer os limites éticos de sua boa utilização, sempre tendo como norte a importância da atenção artística e intelectual humana na produção de conteúdo.

Disponível: https://portal.fgv.br/en/node/31487. Acesso em: 15/08/2024. Adaptação.

 

No texto, encontramos o vocábulo “cidadãos”  que admite a única forma plural -ãos. A palavra que se flexiona seguindo a mesma regra é

 

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3377248 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: CREMEC
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Leia o Texto.

Inteligência Artificial no Mercado Editorial: Possibilidades e desafios éticos

Gabriel Cunha Leal de Araújo, 09/04/2024

 

O uso da Inteligência Artificial Generativa (IAG) e suas repercussões têm sido acompanhados nas mais diversas esferas, devido principalmente à facilidade que ela traz para produção de conteúdo e operacionalização das atividades de maneira automatizada. Um dos mercados mais impactados por essas novidades é o mercado editorial. Como veremos a seguir, a IA, apesar de trazer várias facilidades ao trabalho, também coloca a nossa frente novos desafios e exigências de seus profissionais. Requer, pois, um olhar crítico e aprofundado sobre as desigualdades que ela pode produzir, se for utilizada de forma incorreta.

 

O mercado editorial, e aqui pretendo me referir a ele em todas as suas possíveis ramificações, não apenas relacionadas aos grandes conglomerados editoriais de livros tradicionais, mas também à editoração científica e de conteúdo num geral, tem se beneficiado da utilização das diversas atribuições da IAG que fazem parte do seu rol de atividades. Desde a geração automática de conteúdo, passando pela revisão gramatical e até pela própria criação de ilustrações para publicação.

 

Algumas dessas tarefas, como a revisão gramatical, podem ser entediantes e dispendiosas, porém a utilização da IA pode favorecer o trabalho e facilitar essa rotina. Escrever um artigo científico e verificar se a normalização está de acordo com o solicitado pela revista é um compromisso muitas vezes mais técnico do que intelectual. Para quem já se esforçou intelectual e criativamente para a elaboração de ideias e de conteúdo, ter que se preocupar com a normalização pode ser muitas vezes frustrante. Nesse contexto, as ferramentas de IA são um importante auxílio para o autor e revisores. Podem ser ampliadas, por exemplo, se utilizadas como auxiliadoras no processo de tradução ou na geração de resumos, sob um posterior olhar profissional qualificado.

 

Entretanto, as possibilidades que a IA traz para o trabalho editorial, se forem usadas indiscriminadamente, podem muitas vezes esbarrar em uma área cinzenta: onde o que é ético ou não. Quando utilizamos a ferramenta não para correção, mas para geração de conteúdo, é correto aceitar uma autoria que na verdade não existe? É esperado que não saibamos as fontes exatas do que colocamos para publicação? É bom senso que consideramos como abstração intelectual um resultado proveniente de uma ferramenta estatística sofisticada de prospecção de palavras que imitam a linguagem humana? Até esse ponto podemos considerar uma ferramenta algorítmica como fonte de informação e de autonomia científica, criativa e intelectual?

 

Esses questionamentos, apesar de importantes, não abarcam nem a metade dos problemas que podemos ter com as IAs. Essas ferramentas também apresentam (em seu estado atual da arte) diversas questões complexas sobre sua construção. Os modelos de aprendizado profundo de máquina (Deep Learning) possuem um enorme custo de energia, e os recursos computacionais usados para treinar esses modelos produzem uma grande pegada de carbono. Além disso, questões intrínsecas à sua construção, como a opacidade algorítmica por trás dessas ferramentas e os próprios dados usados para alimentar e fomentar o aprendizado da máquina levantam questões relacionadas à privacidade e aos problemas relacionados ao treinamento por dados invejados e com potencial desinformativo.

 

A IA deve ser entendida como uma facilitadora para as atividades editoriais, e ser utilizada como os softwares de apoio no nosso dia a dia de trabalho. Ela precisa ser parte auxiliar do processo editorial, e não o processo editorial em si. Realmente queremos renunciar à sensibilidade artística dos ilustradores para terceirizar esse serviço às ferramentas de IA? O quão nocivo seria quebrar o contrato implícito entre o autor e seu público, que espera que ler algo produzido por ele, e não por uma inteligência artificial?

 

Não existe uma solução fácil nem definitiva quando tratamos do avanço da tecnologia de IA nas práticas editoriais. Assim como muitas das tecnologias disruptivas anteriores, ela vem consolidando seu espaço, e seu papel na otimização dessas práticas é inegável. Diante desse cenário, cabe a nós, como profissionais e cidadãos interessados, estabelecer os limites éticos de sua boa utilização, sempre tendo como norte a importância da atenção artística e intelectual humana na produção de conteúdo.

Disponível: https://portal.fgv.br/en/node/31487. Acesso em: 15/08/2024. Adaptação.

 

Em “...ser utilizada como os softwares de apoio no nosso dia a dia de trabalho.”, existe a locução substantiva dia a dia, usada sem hífen, conforme o Acordo Ortográfico vigente. O uso do hífen está correto em

 

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