Foram encontradas 50 questões.
A frase redigida com correção e clareza é:
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.
Uma pesquisa feita em uma universidade mostrou que cães têm a capacidade de distinguir palavras de um vocabulário e
captar a entonação da fala dos donos usando regiões cerebrais semelhantes àquelas usadas por seres humanos.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores mediram a atividade do cérebro dos cães em aparelhos de ressonância
magnética. Eles ouviam então gravações de vozes de seus donos ou treinadores usando várias combinações de vocabulário e
entonação, ou elogiando ou de modo neutro.
"A imagem por ressonância magnética fornece um método inofensivo de medição de que os cães gostam", diz a coautora do
estudo.
Independentemente da entonação, cães reconheceram cada palavra como algo distinto e o fizeram de uma forma similar aos
seres humanos, usando o lado esquerdo do cérebro.
Os pesquisadores descobriram ainda que os cães processam a entonação separadamente do vocabulário, nas regiões
auditivas no lado direito do cérebro, o que também acontece com humanos.
Os pesquisadores observaram que o elogio ativa o "centro de recompensa" do cérebro dos cães – a região que responde a
estímulos de prazer. Mas o centro de recompensa só era ativado quando o cão ouvia palavras de louvor com entonação adequada.
Isso mostra que, para os cães, um elogio pode funcionar como recompensa, mas funciona melhor ainda se as palavras e a
entonação baterem. Ou seja, os animais não só separam o que dizemos e como dizemos, mas também podem combinar os dois para
uma melhor interpretação do que aquelas palavras realmente querem dizer.
Os resultados indicam que os mecanismos neurais para processar palavras evoluíram bem antes do que se imaginava. "O que
torna as palavras singularmente humanas não é a capacidade neural para processá-las", dizem os autores. Seres humanos são
únicos na sua capacidade de inventar palavras.
(Adaptado de: NETO, Ricardo Bonalume. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia)
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Alguns pesquisadores ...I... que a obesidade, em muitos países, ...II... um problema de saúde pública a partir da década de 1980, quando ...III... a capacidade de conservação e de distribuição de alimentos industrializados.
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem I, II e III:
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.
A seleção natural desenhou o corpo humano para o movimento. Desde que nossos ancestrais desceram das árvores, há 6 milhões de anos, a competição conferiu vantagem de sobrevivência às pessoas que se movimentavam com mais desenvoltura. Como
resultado, o corpo que chegou até nós tem pernas e braços longos, fortes e articulados para andar, correr, abaixar e levantar com
eficiência.
A partir da segunda metade do século 20, no entanto, sucessivos avanços tecnológicos tornaram possível trabalhar sem sair
da cadeira. Graças ao conforto moderno, passamos a usar o corpo de uma maneira para a qual ele não foi engendrado.
Ao mesmo tempo, novas técnicas de cultivo agrícola e armazenagem possibilitaram o acesso de grandes massas populacionais a alimentos de alta qualidade. As refeições da classe média de hoje são mais nutritivas do que as dos nobres medievais.
A ingestão diária de um número maior de calorias do que as exigidas para a manutenção do peso saudável de um corpo
sedentário criou as condições para a explosão da epidemia de obesidade que assola o mundo. No Brasil, 52% dos adultos estão
acima do peso.
Em estudo recente, pesquisadores consideraram o impacto direto no sistema de saúde causado por enfermidades nas quais a
influência da vida sedentária é conhecida com mais detalhes.
A aplicação de métodos estatísticos permitiu chegar às seguintes conclusões, entre outras: contados os gastos dos sistemas
de saúde e os anos perdidos de trabalho por morte precoce, a inatividade física custou para o mundo US$ 67,5 bilhões; quanto mais
pobre o país, menor o suporte financeiro governamental e maior a despesa das famílias com o tratamento das doenças estudadas.
No Brasil, a faixa etária da população que mais cresce é a que está acima dos 60 anos, justamente a mais sedentária. É nessa
fase da vida que incidem as doenças crônico-degenerativas mais comuns.
Qual de nossos antepassados poderia imaginar que o maior desafio da saúde pública no século 21 seria convencer a
população a andar?
(Adaptado de: VARELLA, Dráuzio. Disponível em: drauziovarella.com.br)
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.
Uma pesquisa feita em uma universidade mostrou que cães têm a capacidade de distinguir palavras de um vocabulário e
captar a entonação da fala dos donos usando regiões cerebrais semelhantes àquelas usadas por seres humanos.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores mediram a atividade do cérebro dos cães em aparelhos de ressonância
magnética. Eles ouviam então gravações de vozes de seus donos ou treinadores usando várias combinações de vocabulário e
entonação, ou elogiando ou de modo neutro.
"A imagem por ressonância magnética fornece um método inofensivo de medição de que os cães gostam", diz a coautora do
estudo.
Independentemente da entonação, cães reconheceram cada palavra como algo distinto e o fizeram de uma forma similar aos
seres humanos, usando o lado esquerdo do cérebro.
Os pesquisadores descobriram ainda que os cães processam a entonação separadamente do vocabulário, nas regiões
auditivas no lado direito do cérebro, o que também acontece com humanos.
Os pesquisadores observaram que o elogio ativa o "centro de recompensa" do cérebro dos cães – a região que responde a
estímulos de prazer. Mas o centro de recompensa só era ativado quando o cão ouvia palavras de louvor com entonação adequada.
Isso mostra que, para os cães, um elogio pode funcionar como recompensa, mas funciona melhor ainda se as palavras e a
entonação baterem. Ou seja, os animais não só separam o que dizemos e como dizemos, mas também podem combinar os dois para
uma melhor interpretação do que aquelas palavras realmente querem dizer.
Os resultados indicam que os mecanismos neurais para processar palavras evoluíram bem antes do que se imaginava. "O que
torna as palavras singularmente humanas não é a capacidade neural para processá-las", dizem os autores. Seres humanos são
únicos na sua capacidade de inventar palavras.
(Adaptado de: NETO, Ricardo Bonalume. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia)
I. De acordo com o texto, é a capacidade de criar palavras, e não a capacidade neural de processá-las, o grande diferencial dos seres humanos em relação ao vocabulário. II. O autor do texto critica o modo como a pesquisa foi conduzida, pois os pesquisadores usaram métodos estressantes aos cães. III. A expressão Ou seja (7º parágrafo) introduz uma explicação, com outras palavras, do que foi dito anteriormente.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.
A seleção natural desenhou o corpo humano para o movimento. Desde que nossos ancestrais desceram das árvores, há 6 milhões de anos, a competição conferiu vantagem de sobrevivência às pessoas que se movimentavam com mais desenvoltura. Como
resultado, o corpo que chegou até nós tem pernas e braços longos, fortes e articulados para andar, correr, abaixar e levantar com
eficiência.
A partir da segunda metade do século 20, no entanto, sucessivos avanços tecnológicos tornaram possível trabalhar sem sair
da cadeira. Graças ao conforto moderno, passamos a usar o corpo de uma maneira para a qual ele não foi engendrado.
Ao mesmo tempo, novas técnicas de cultivo agrícola e armazenagem possibilitaram o acesso de grandes massas populacionais a alimentos de alta qualidade. As refeições da classe média de hoje são mais nutritivas do que as dos nobres medievais.
A ingestão diária de um número maior de calorias do que as exigidas para a manutenção do peso saudável de um corpo
sedentário criou as condições para a explosão da epidemia de obesidade que assola o mundo. No Brasil, 52% dos adultos estão
acima do peso.
Em estudo recente, pesquisadores consideraram o impacto direto no sistema de saúde causado por enfermidades nas quais a
influência da vida sedentária é conhecida com mais detalhes.
A aplicação de métodos estatísticos permitiu chegar às seguintes conclusões, entre outras: contados os gastos dos sistemas
de saúde e os anos perdidos de trabalho por morte precoce, a inatividade física custou para o mundo US$ 67,5 bilhões; quanto mais
pobre o país, menor o suporte financeiro governamental e maior a despesa das famílias com o tratamento das doenças estudadas.
No Brasil, a faixa etária da população que mais cresce é a que está acima dos 60 anos, justamente a mais sedentária. É nessa
fase da vida que incidem as doenças crônico-degenerativas mais comuns.
Qual de nossos antepassados poderia imaginar que o maior desafio da saúde pública no século 21 seria convencer a
população a andar?
(Adaptado de: VARELLA, Dráuzio. Disponível em: drauziovarella.com.br)
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.
Mamãe, mamãe, descobri que o Capitão Gancho é bonzinho. Ele falou “Eu vou cuidar muito bem de você!”, anunciou o garoto
durante a consulta, interrompendo a conversa da mãe com o médico. E repetiu mais duas ou três vezes a descoberta que fizera ao
assistir ao filme sobre Peter Pan, para em seguida retomar o silêncio habitual e voltar a agitar as mãos para cima e para baixo.
Diferentemente de crianças de sua idade, o menino de 7 anos atendido pelo psiquiatra infantil não conseguia perceber a ironia na fala
do vilão, determinada por uma marcante alteração no tom de voz. Os sinais que o médico observou no garoto são característicos de
um grupo de distúrbios classificados como transtornos do espectro autista ou transtornos globais do desenvolvimento. Esses
problemas de origem neuropsicológica se manifestam na infância e, com maior ou menor intensidade, prejudicam a capacidade de
comunicação.
(Adaptado de: ZORZETTO, Ricardo. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br)
O elemento sublinhado acima evita a repetição do termo
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- OrtografiaProblemas da Norma Culta
- SintaxeCrase
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.
A seleção natural desenhou o corpo humano para o movimento. Desde que nossos ancestrais desceram das árvores, há 6 milhões de anos, a competição conferiu vantagem de sobrevivência às pessoas que se movimentavam com mais desenvoltura. Como
resultado, o corpo que chegou até nós tem pernas e braços longos, fortes e articulados para andar, correr, abaixar e levantar com
eficiência.
A partir da segunda metade do século 20, no entanto, sucessivos avanços tecnológicos tornaram possível trabalhar sem sair
da cadeira. Graças ao conforto moderno, passamos a usar o corpo de uma maneira para a qual ele não foi engendrado.
Ao mesmo tempo, novas técnicas de cultivo agrícola e armazenagem possibilitaram o acesso de grandes massas populacionais a alimentos de alta qualidade. As refeições da classe média de hoje são mais nutritivas do que as dos nobres medievais.
A ingestão diária de um número maior de calorias do que as exigidas para a manutenção do peso saudável de um corpo
sedentário criou as condições para a explosão da epidemia de obesidade que assola o mundo. No Brasil, 52% dos adultos estão
acima do peso.
Em estudo recente, pesquisadores consideraram o impacto direto no sistema de saúde causado por enfermidades nas quais a
influência da vida sedentária é conhecida com mais detalhes.
A aplicação de métodos estatísticos permitiu chegar às seguintes conclusões, entre outras: contados os gastos dos sistemas
de saúde e os anos perdidos de trabalho por morte precoce, a inatividade física custou para o mundo US$ 67,5 bilhões; quanto mais
pobre o país, menor o suporte financeiro governamental e maior a despesa das famílias com o tratamento das doenças estudadas.
No Brasil, a faixa etária da população que mais cresce é a que está acima dos 60 anos, justamente a mais sedentária. É nessa
fase da vida que incidem as doenças crônico-degenerativas mais comuns.
Qual de nossos antepassados poderia imaginar que o maior desafio da saúde pública no século 21 seria convencer a
população a andar?
(Adaptado de: VARELLA, Dráuzio. Disponível em: drauziovarella.com.br)
... o corpo que chegou até nós... (1º parágrafo)
Considerado o contexto, a frase acima se manterá correta, sem prejuízo para o sentido original, caso o elemento sublinhado seja substituído por:
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.
A seleção natural desenhou o corpo humano para o movimento. Desde que nossos ancestrais desceram das árvores, há 6 milhões de anos, a competição conferiu vantagem de sobrevivência às pessoas que se movimentavam com mais desenvoltura. Como
resultado, o corpo que chegou até nós tem pernas e braços longos, fortes e articulados para andar, correr, abaixar e levantar com
eficiência.
A partir da segunda metade do século 20, no entanto, sucessivos avanços tecnológicos tornaram possível trabalhar sem sair
da cadeira. Graças ao conforto moderno, passamos a usar o corpo de uma maneira para a qual ele não foi engendrado.
Ao mesmo tempo, novas técnicas de cultivo agrícola e armazenagem possibilitaram o acesso de grandes massas populacionais a alimentos de alta qualidade. As refeições da classe média de hoje são mais nutritivas do que as dos nobres medievais.
A ingestão diária de um número maior de calorias do que as exigidas para a manutenção do peso saudável de um corpo
sedentário criou as condições para a explosão da epidemia de obesidade que assola o mundo. No Brasil, 52% dos adultos estão
acima do peso.
Em estudo recente, pesquisadores consideraram o impacto direto no sistema de saúde causado por enfermidades nas quais a
influência da vida sedentária é conhecida com mais detalhes.
A aplicação de métodos estatísticos permitiu chegar às seguintes conclusões, entre outras: contados os gastos dos sistemas
de saúde e os anos perdidos de trabalho por morte precoce, a inatividade física custou para o mundo US$ 67,5 bilhões; quanto mais
pobre o país, menor o suporte financeiro governamental e maior a despesa das famílias com o tratamento das doenças estudadas.
No Brasil, a faixa etária da população que mais cresce é a que está acima dos 60 anos, justamente a mais sedentária. É nessa
fase da vida que incidem as doenças crônico-degenerativas mais comuns.
Qual de nossos antepassados poderia imaginar que o maior desafio da saúde pública no século 21 seria convencer a
população a andar?
(Adaptado de: VARELLA, Dráuzio. Disponível em: drauziovarella.com.br)
Está correto o que se afirma APENAS em
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.
A seleção natural desenhou o corpo humano para o movimento. Desde que nossos ancestrais desceram das árvores, há 6 milhões de anos, a competição conferiu vantagem de sobrevivência às pessoas que se movimentavam com mais desenvoltura. Como
resultado, o corpo que chegou até nós tem pernas e braços longos, fortes e articulados para andar, correr, abaixar e levantar com
eficiência.
A partir da segunda metade do século 20, no entanto, sucessivos avanços tecnológicos tornaram possível trabalhar sem sair
da cadeira. Graças ao conforto moderno, passamos a usar o corpo de uma maneira para a qual ele não foi engendrado.
Ao mesmo tempo, novas técnicas de cultivo agrícola e armazenagem possibilitaram o acesso de grandes massas populacionais a alimentos de alta qualidade. As refeições da classe média de hoje são mais nutritivas do que as dos nobres medievais.
A ingestão diária de um número maior de calorias do que as exigidas para a manutenção do peso saudável de um corpo
sedentário criou as condições para a explosão da epidemia de obesidade que assola o mundo. No Brasil, 52% dos adultos estão
acima do peso.
Em estudo recente, pesquisadores consideraram o impacto direto no sistema de saúde causado por enfermidades nas quais a
influência da vida sedentária é conhecida com mais detalhes.
A aplicação de métodos estatísticos permitiu chegar às seguintes conclusões, entre outras: contados os gastos dos sistemas
de saúde e os anos perdidos de trabalho por morte precoce, a inatividade física custou para o mundo US$ 67,5 bilhões; quanto mais
pobre o país, menor o suporte financeiro governamental e maior a despesa das famílias com o tratamento das doenças estudadas.
No Brasil, a faixa etária da população que mais cresce é a que está acima dos 60 anos, justamente a mais sedentária. É nessa
fase da vida que incidem as doenças crônico-degenerativas mais comuns.
Qual de nossos antepassados poderia imaginar que o maior desafio da saúde pública no século 21 seria convencer a
população a andar?
(Adaptado de: VARELLA, Dráuzio. Disponível em: drauziovarella.com.br)
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