Foram encontradas 40 questões.
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
Leia a tirinha abaixo, dos Peanuts, para responder às questões 9 e 10.
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Em "resolvi dar início a um programa sério de exercícios", o verbo "resolver" está conjugado no
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Leia a tirinha abaixo, dos Peanuts, para responder às questões 9 e 10.
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Considerando o contexto da tirinha, são palavras pertencentes à mesma classe de palavras de "exercícios", em destaque no segundo quadrinho, EXCETO:
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Assinale a alternativa que apresenta a acentuação correta das palavras, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Assinale a alternativa que apresenta a ortografia correta, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Assinale a alternativa correta acerca da colocação pronominal, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Assinale a alternativa que apresenta o uso correto da crase, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Na sentença "Tem o coração amargo, negro e frio" ocorre a seguinte figura de linguagem:
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Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 3.
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Jovens não querem ser professores
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As causas desse desestímulo, bem como as dificuldades da carreira
docente, são abordadas em três estudos
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Documento Planejamento da força de trabalho docente revela que a carreira do professor ainda é pouco atrativa para os jovens. Especialmente por estereótipos de "professor herói", que precisa "salvar a educação" sozinho, sem ajuda, e de que a profissão é sofrida, além de afirmarem que educador ganha pouco. O material também aponta a urgência de se pensar em um Sistema Nacional de Educação integrado para melhor planejar a oferta e demanda de professores nacionalmente, coordenando esferas federal, estaduais e municipais.
O lugar onde os jovens moram também pode influenciar a escolha da profissão, considerando a realidade da carreira em cada região: jovens do Ceará, por exemplo, têm mais predisposição para escolher a docência (15%) em contraste com os do Espírito Santo (0%).
Recém-lançado, o documento é do Instituto Península e sistematiza o resultado de três estudos inéditos, sendo que um deles foi realizado em parceria com pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
"Não basta apenas formar mais professores; é preciso planejar a distribuição deles no mercado de trabalho. Isso significa pensar, verdadeiramente, em quem escolhe entrar na carreira docente, bem como na sua formação continuada, porque esses fatores essenciais impactam o desenvolvimento e a aprendizagem dos alunos. Além disso, reter e alocar corretamente esses profissionais é muito importante - e, para isso, a profissão precisa ser competitiva em relação a outras", acredita Heloisa Morei, diretora executiva do Instituto Península.
Desgastante
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O estudo encontrou desafios de como adequar a formação para a disciplina que o professor leciona, o que significa que ele dá aulas em mais de uma disciplina em todas as etapas de ensino - o que não é uma novidade, mas é mais um indicativo de que mudanças precisam acontecer. "Um professor formado em física, por exemplo, acaba lecionando matemática, pois é uma disciplina de exatas", exemplifica Heloisa. As áreas de conhecimento com mais dificuldades de distribuição dos docentes são: química, sociologia, educação física, artes e filosofia. Nesse cenário, Sudeste e Sul possuem melhor adequação do que as regiões Norte e Nordeste.
Uma das conclusões do estudo é que pode faltar professor qualificado no Brasil - ou seja, preparado para a disciplina que leciona.
"Portanto, é urgente criar espaços de discussão e planejamento da força de trabalho docente para definir acordos para atrair mais jovens para a carreira e para reter profissionais. Sem esquecer, é claro, do desenvolvimento profissional contínuo deste professor", diz a diretora.
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Adaptado de https://revistaeducacao.com .br/2022/01/21 /jovensprofessor/
Assinale a alternativa que apresenta um antônimo da palavra "estereótipo", em destaque no texto.
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 3.
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Jovens não querem ser professores
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As causas desse desestímulo, bem como as dificuldades da carreira
docente, são abordadas em três estudos
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Documento Planejamento da força de trabalho docente revela que a carreira do professor ainda é pouco atrativa para os jovens. Especialmente por estereótipos de "professor herói", que precisa "salvar a educação" sozinho, sem ajuda, e de que a profissão é sofrida, além de afirmarem que educador ganha pouco. O material também aponta a urgência de se pensar em um Sistema Nacional de Educação integrado para melhor planejar a oferta e demanda de professores nacionalmente, coordenando esferas federal, estaduais e municipais.
O lugar onde os jovens moram também pode influenciar a escolha da profissão, considerando a realidade da carreira em cada região: jovens do Ceará, por exemplo, têm mais predisposição para escolher a docência (15%) em contraste com os do Espírito Santo (0%).
Recém-lançado, o documento é do Instituto Península e sistematiza o resultado de três estudos inéditos, sendo que um deles foi realizado em parceria com pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
"Não basta apenas formar mais professores; é preciso planejar a distribuição deles no mercado de trabalho. Isso significa pensar, verdadeiramente, em quem escolhe entrar na carreira docente, bem como na sua formação continuada, porque esses fatores essenciais impactam o desenvolvimento e a aprendizagem dos alunos. Além disso, reter e alocar corretamente esses profissionais é muito importante - e, para isso, a profissão precisa ser competitiva em relação a outras", acredita Heloisa Morei, diretora executiva do Instituto Península.
Desgastante
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O estudo encontrou desafios de como adequar a formação para a disciplina que o professor leciona, o que significa que ele dá aulas em mais de uma disciplina em todas as etapas de ensino - o que não é uma novidade, mas é mais um indicativo de que mudanças precisam acontecer. "Um professor formado em física, por exemplo, acaba lecionando matemática, pois é uma disciplina de exatas", exemplifica Heloisa. As áreas de conhecimento com mais dificuldades de distribuição dos docentes são: química, sociologia, educação física, artes e filosofia. Nesse cenário, Sudeste e Sul possuem melhor adequação do que as regiões Norte e Nordeste.
Uma das conclusões do estudo é que pode faltar professor qualificado no Brasil - ou seja, preparado para a disciplina que leciona.
"Portanto, é urgente criar espaços de discussão e planejamento da força de trabalho docente para definir acordos para atrair mais jovens para a carreira e para reter profissionais. Sem esquecer, é claro, do desenvolvimento profissional contínuo deste professor", diz a diretora.
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Adaptado de https://revistaeducacao.com .br/2022/01/21 /jovensprofessor/
Assinale a alternativa cuja pontuação alterada NÃO causou prejuízo gramatical ou de sentido à sentença retirada do texto.
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Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 3.
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Jovens não querem ser professores
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As causas desse desestímulo, bem como as dificuldades da carreira
docente, são abordadas em três estudos
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Documento Planejamento da força de trabalho docente revela que a carreira do professor ainda é pouco atrativa para os jovens. Especialmente por estereótipos de "professor herói", que precisa "salvar a educação" sozinho, sem ajuda, e de que a profissão é sofrida, além de afirmarem que educador ganha pouco. O material também aponta a urgência de se pensar em um Sistema Nacional de Educação integrado para melhor planejar a oferta e demanda de professores nacionalmente, coordenando esferas federal, estaduais e municipais.
O lugar onde os jovens moram também pode influenciar a escolha da profissão, considerando a realidade da carreira em cada região: jovens do Ceará, por exemplo, têm mais predisposição para escolher a docência (15%) em contraste com os do Espírito Santo (0%).
Recém-lançado, o documento é do Instituto Península e sistematiza o resultado de três estudos inéditos, sendo que um deles foi realizado em parceria com pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
"Não basta apenas formar mais professores; é preciso planejar a distribuição deles no mercado de trabalho. Isso significa pensar, verdadeiramente, em quem escolhe entrar na carreira docente, bem como na sua formação continuada, porque esses fatores essenciais impactam o desenvolvimento e a aprendizagem dos alunos. Além disso, reter e alocar corretamente esses profissionais é muito importante - e, para isso, a profissão precisa ser competitiva em relação a outras", acredita Heloisa Morei, diretora executiva do Instituto Península.
Desgastante
...
O estudo encontrou desafios de como adequar a formação para a disciplina que o professor leciona, o que significa que ele dá aulas em mais de uma disciplina em todas as etapas de ensino - o que não é uma novidade, mas é mais um indicativo de que mudanças precisam acontecer. "Um professor formado em física, por exemplo, acaba lecionando matemática, pois é uma disciplina de exatas", exemplifica Heloisa. As áreas de conhecimento com mais dificuldades de distribuição dos docentes são: química, sociologia, educação física, artes e filosofia. Nesse cenário, Sudeste e Sul possuem melhor adequação do que as regiões Norte e Nordeste.
Uma das conclusões do estudo é que pode faltar professor qualificado no Brasil - ou seja, preparado para a disciplina que leciona.
"Portanto, é urgente criar espaços de discussão e planejamento da força de trabalho docente para definir acordos para atrair mais jovens para a carreira e para reter profissionais. Sem esquecer, é claro, do desenvolvimento profissional contínuo deste professor", diz a diretora.
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Adaptado de https://revistaeducacao.com .br/2022/01/21 /jovensprofessor/
De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que
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