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TEXTO PARA A QUESTÃO
Por que não dá para ler e ouvir ao mesmo tempo?
Você coloca o fone de ouvido, liga o som e abre um livro para ler. Enquanto vai passando as páginas, suas músicas preferidas não param de tocar. Mas será que você consegue prestar atenção nas duas coisas ao mesmo tempo? Depende.
Para entender melhor, vamos pensar em dois cenários. No primeiro deles, o livro em questão é de matemática e você está às vésperas de uma prova importante. A matéria é complicada, cheia de regras, fórmulas e variáveis. Sua atenção está totalmente focada neste conteúdo dificílimo e que exige bastante energia. A música de fundo continua tocando, mas você, muito provavelmente, não vai saber nem se é um rock ou algo do estilo clássico.
Isso acontece porque a audição e a visão (leitura) são processadas pela mesma região do seu cérebro. Ou seja, existe 'espaço' só para uma delas de cada vez.
Renato Anghinah, neurologista da Academia Brasileira de Neurologia, diz que “Não é possível focar plenamente nas duas coisas ao mesmo tempo, já que elas vão competir por essa via cerebral.”.
É por isso, por exemplo, que se você estiver andando de metrô e totalmente envolvido com a leitura de um romance, corre sérios riscos de não ouvir a chamada da sua estação do metrô e perder a parada – e só se dar conta disso quando desviar a atenção das páginas.
Essa condição foi chamada de "surdez por desatenção" em um estudo publicado no periódico internacional Journal of Neurosciencie. A teoria dos pesquisadores era de que o cérebro teria dificuldades em fazer alguma outra atividade se já estivesse muito concentrado em algo visual (uma leitura, por exemplo).
Depois de uma série de testes, eles confirmaram que a "surdez por desatenção" ocorre porque, de fato, a audição e a visão (leitura) compartilham um mesmo mecanismo de processamento neural.
Os dois podem funcionar, um pouco.
Agora imagine um segundo cenário. O livro, na verdade, é uma revista que você folheia sem muita atenção. Nos fones, toca uma música a qual você também não tem muito interesse. Nesse caso, é possível até prestar alguma atenção nas duas coisas. Você tem consciência do que está tocando, pode até cantar se souber a letra de cor, e também consegue acompanhar as informações que vão aparecendo nas páginas da revista.
Vez ou outra, pode até revezar (inconscientemente) sua atenção entre o que lê e a música.
Mas no momento em que se deparar com uma matéria ou um trecho que exija atenção, você terá que parar de cantar e "de ouvir" a música. Só assim conseguirá ler com consciência. "Surgiu uma novidade que exige atenção, tem competição na via de processamento do cérebro", reforça Anghinah.
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/02/21/clique-
ciencia-por-que-nao-da-para-ler-e-ouvir-ao-mesmo-tempo.htm. (Adaptado). Acesso em: 03/05/2018.
O primeiro parágrafo do texto faz uma pergunta ao leitor: “Você coloca o fone de ouvido, liga o som e abre um livro para ler. Enquanto vai passando as páginas, suas músicas preferidas não param de tocar. Mas será que você consegue prestar atenção nas duas coisas ao mesmo tempo?”. A respeito dessa pergunta, é possível afirmar que:
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O nome do novo navegador da Microsoft que está disponível na versão 10 de seu sistema operacional é:
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Para a Lei n° 8.666/1993, que trata das Licitações Públicas, toda transferência de domínio de bens a terceiros é chamada de:
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TEXTO PARA A QUESTÃO
A crise dos refugiados: um teste à caridade humana
O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.
Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.
Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.
Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.
Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.
Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-
refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.
Entre as palavras abaixo, a única que sofreu processo de formação diferente das outras, foi:
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Sobre a Lei n° 9.784 e o processo administrativo, pode-se afirmar:
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O Brasil, atuando como Estado-nação em órgãos internacionais, possui princípios que servem como diretrizes na regência de suas relações internacionais.
Faz parte o seguinte princípio:
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TEXTO PARA A QUESTÃO
Por que não dá para ler e ouvir ao mesmo tempo?
Você coloca o fone de ouvido, liga o som e abre um livro para ler. Enquanto vai passando as páginas, suas músicas preferidas não param de tocar. Mas será que você consegue prestar atenção nas duas coisas ao mesmo tempo? Depende.
Para entender melhor, vamos pensar em dois cenários. No primeiro deles, o livro em questão é de matemática e você está às vésperas de uma prova importante. A matéria é complicada, cheia de regras, fórmulas e variáveis. Sua atenção está totalmente focada neste conteúdo dificílimo e que exige bastante energia. A música de fundo continua tocando, mas você, muito provavelmente, não vai saber nem se é um rock ou algo do estilo clássico.
Isso acontece porque a audição e a visão (leitura) são processadas pela mesma região do seu cérebro. Ou seja, existe 'espaço' só para uma delas de cada vez.
Renato Anghinah, neurologista da Academia Brasileira de Neurologia, diz que “Não é possível focar plenamente nas duas coisas ao mesmo tempo, já que elas vão competir por essa via cerebral.”.
É por isso, por exemplo, que se você estiver andando de metrô e totalmente envolvido com a leitura de um romance, corre sérios riscos de não ouvir a chamada da sua estação do metrô e perder a parada – e só se dar conta disso quando desviar a atenção das páginas.
Essa condição foi chamada de "surdez por desatenção" em um estudo publicado no periódico internacional Journal of Neurosciencie. A teoria dos pesquisadores era de que o cérebro teria dificuldades em fazer alguma outra atividade se já estivesse muito concentrado em algo visual (uma leitura, por exemplo).
Depois de uma série de testes, eles confirmaram que a "surdez por desatenção" ocorre porque, de fato, a audição e a visão (leitura) compartilham um mesmo mecanismo de processamento neural.
Os dois podem funcionar, um pouco.
Agora imagine um segundo cenário. O livro, na verdade, é uma revista que você folheia sem muita atenção. Nos fones, toca uma música a qual você também não tem muito interesse. Nesse caso, é possível até prestar alguma atenção nas duas coisas. Você tem consciência do que está tocando, pode até cantar se souber a letra de cor, e também consegue acompanhar as informações que vão aparecendo nas páginas da revista.
Vez ou outra, pode até revezar (inconscientemente) sua atenção entre o que lê e a música.
Mas no momento em que se deparar com uma matéria ou um trecho que exija atenção, você terá que parar de cantar e "de ouvir" a música. Só assim conseguirá ler com consciência. "Surgiu uma novidade que exige atenção, tem competição na via de processamento do cérebro", reforça Anghinah.
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/02/21/clique-
ciencia-por-que-nao-da-para-ler-e-ouvir-ao-mesmo-tempo.htm. (Adaptado). Acesso em: 03/05/2018.
As ações expressas pelos verbos destacados em “O livro, na verdade, é uma revista que você folheia sem muita atenção”, estão no:
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No Windows 10 é possível inserir diversas imagens como fundo de tela na área de desktop do computador, sendo que muitas delas já vêm disponíveis no sistema. Para realizar essa tarefa, o usuário deve:
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O processador de texto MS Word 2016 apresenta uma série de recursos para a criação de textos, tabelas, equações e muito mais. No entanto, os documentos gerados, ao serem enviados a terceiros, podem ser facilmente alterados. Para impedir essa prática, há um recurso que possibilita a inserção de uma senha nos documentos elaborados. Para obter esse recurso, o usuário deve utilizar a seguinte sequência no menu de opções do programa:
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2553757
Ano: 2018
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRF-SC
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRF-SC
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A atuação do farmacêutico em oncologia é devidamente regulada pelo Conselho Federal de Farmácia, que determina, inclusive, a atribuição privativa do farmacêutico no preparo dos medicamentos antineoplásicos. Qual das alternativas aponta corretamente um critério para que o exercício do farmacêutico em oncologia possa ser validado pelo Conselho Regional de Farmácia de sua jurisdição?
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