Magna Concursos

Foram encontradas 100 questões.

3481557 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-SP
Provas:

Para responder a questão, leia a tirinha a seguir

Enunciado 3946299-1

Enunciado 3946299-2

Sobre os quadrinhos, pode-se afirmar corretamente que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3481556 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-SP
Provas:

Para responder a questão, leia a tirinha a seguir

Enunciado 3946298-1

Enunciado 3946298-2

Em ”O meu fica na pior zona da cidade”, o trecho em destaque exerce função sintática de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3481555 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-SP
Provas:

Para responder a questão, leia a tirinha a seguir

Enunciado 3946297-1

Enunciado 3946297-2

No segundo quadrinho, a palavra ”ele” em ”Ele fica muito bem localizado” retoma:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3481554 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-SP
Provas:

Para responder a questão, leia a tirinha a seguir

Enunciado 3946296-1

Enunciado 3946296-2

Sobre O motivo pelo qual o ratinho menor não quer trocar de território com o rato maior, analise as afirmações.

I. O motivo é o tamanho de seu território.

II. O motivo é a localização de seu território.

III. O motivo é a companhia que ele tem em seu território.

Pode-se afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3481553 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-SP
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Fraude atinge Farmácia Popular, diz MP

Irregularidades de drogarias teriam causado prejuízo

superior a R$ 4 milhões somente em Franca

(01 de junho de 2012 — Rene Moreira)

Uma fraude no programa Farmácia Popular do Brasil causou prejuízos aos cofres públicos de mais de R$ 4 milhões somente em Franca, no interior paulista. As investigações agora estão sendo ampliadas para outras cidades do país e o rombo pode ser ainda maior. Para burlar o sistema, drogarias usavam documentos de pessoas que nem precisavam de remédios e que muitas vezes nem sabiam que eram usadas numa fraude. Até mesmo dados de quem já morreu foram apresentados para justificar o recebimento junto ao governo federal.

Em Franca o Ministério Público Federal investiga dez farmácias relacionadas à fraude. Dessas, pelo menos duas fecharam as portas e não foram reabertas. No total, mais de 30 pessoas foram citadas por participação no esquema, porém, algumas assinaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) e se comprometeram a reembolsar o poder público. Assim se Iivraram da ação cível, mas continuam respondendo criminalmente pelo ocorrido.

Recentemente, mais quatro drogarias da cidade resolveram assinar o acordo no Ministério Público. Com isso, subiu para R$ 515.199,19 o montante devolvido aos cofres públicos. Entretanto, o processo ainda segue em andamento e outras pessoas estão sendo acionadas. Além dos valores recuperados extrajudicialmente, continuam em curso na Justiça Federal seis ações civis públicas visando ao ressarcimento de dinheiro recebido indevidamente. Isso sem contar outras sete ações penais que apuram a prática do crime de estelionato qualificado (cometido contra entidade pública).

Os procedimentos de auditoria estão em fase final e mais farmácias devem ser acionadas judicialmente. Por sinal, as fraudes foram confirmadas por auditores que constataram a falta de grande parte dos cupons fiscais e identificaram outros (*) informações não procedem. Em muitos havia registro de venda a pessoas que declararam não fazer uso dos medicamentos referidos e até mesmo que nunca haviam comparecido às drogarias.

Assinaturas dos supostos compradores foram falsificadas, números de CPF foram trocados e alguns dos cupons foram registrados em nome de pessoas falecidas. Até mesmo receitas médicas foram falsificadas e entregues por uma das farmácias ao Ministério Público Federal para justificar vendas inexistentes. A procuradora federal Daniela Poppi Norberto contou que foram vários meses de investigações até se chegar às primeiras irregularidades. Depois, ao verificar os estabelecimentos que foram credenciados ao programa apurou-se o envolvimento de diversos outros empresários do ramo.

(www.estadao.com.br)

Releia o texto abaixo, que aparece no último parágrafo do texto.

A procuradora federal Daniela Poppi Norberto contou que foram vários meses de investigações até se chegar às primeiras irregularidades.

A oração em destaque no trecho pode ser classificada como:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3481552 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-SP
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Fraude atinge Farmácia Popular, diz MP

Irregularidades de drogarias teriam causado prejuízo

superior a R$ 4 milhões somente em Franca

(01 de junho de 2012 — Rene Moreira)

Uma fraude no programa Farmácia Popular do Brasil causou prejuízos aos cofres públicos de mais de R$ 4 milhões somente em Franca, no interior paulista. As investigações agora estão sendo ampliadas para outras cidades do país e o rombo pode ser ainda maior. Para burlar o sistema, drogarias usavam documentos de pessoas que nem precisavam de remédios e que muitas vezes nem sabiam que eram usadas numa fraude. Até mesmo dados de quem já morreu foram apresentados para justificar o recebimento junto ao governo federal.

Em Franca o Ministério Público Federal investiga dez farmácias relacionadas à fraude. Dessas, pelo menos duas fecharam as portas e não foram reabertas. No total, mais de 30 pessoas foram citadas por participação no esquema, porém, algumas assinaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) e se comprometeram a reembolsar o poder público. Assim se Iivraram da ação cível, mas continuam respondendo criminalmente pelo ocorrido.

Recentemente, mais quatro drogarias da cidade resolveram assinar o acordo no Ministério Público. Com isso, subiu para R$ 515.199,19 o montante devolvido aos cofres públicos. Entretanto, o processo ainda segue em andamento e outras pessoas estão sendo acionadas. Além dos valores recuperados extrajudicialmente, continuam em curso na Justiça Federal seis ações civis públicas visando ao ressarcimento de dinheiro recebido indevidamente. Isso sem contar outras sete ações penais que apuram a prática do crime de estelionato qualificado (cometido contra entidade pública).

Os procedimentos de auditoria estão em fase final e mais farmácias devem ser acionadas judicialmente. Por sinal, as fraudes foram confirmadas por auditores que constataram a falta de grande parte dos cupons fiscais e identificaram outros (*) informações não procedem. Em muitos havia registro de venda a pessoas que declararam não fazer uso dos medicamentos referidos e até mesmo que nunca haviam comparecido às drogarias.

Assinaturas dos supostos compradores foram falsificadas, números de CPF foram trocados e alguns dos cupons foram registrados em nome de pessoas falecidas. Até mesmo receitas médicas foram falsificadas e entregues por uma das farmácias ao Ministério Público Federal para justificar vendas inexistentes. A procuradora federal Daniela Poppi Norberto contou que foram vários meses de investigações até se chegar às primeiras irregularidades. Depois, ao verificar os estabelecimentos que foram credenciados ao programa apurou-se o envolvimento de diversos outros empresários do ramo.

(www.estadao.com.br)

O espaço marcado no quarto parágrafo do texto com o símbolo (*) pode ser corretamente preenchido pela palavra:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3481551 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-SP
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Fraude atinge Farmácia Popular, diz MP

Irregularidades de drogarias teriam causado prejuízo

superior a R$ 4 milhões somente em Franca

(01 de junho de 2012 — Rene Moreira)

Uma fraude no programa Farmácia Popular do Brasil causou prejuízos aos cofres públicos de mais de R$ 4 milhões somente em Franca, no interior paulista. As investigações agora estão sendo ampliadas para outras cidades do país e o rombo pode ser ainda maior. Para burlar o sistema, drogarias usavam documentos de pessoas que nem precisavam de remédios e que muitas vezes nem sabiam que eram usadas numa fraude. Até mesmo dados de quem já morreu foram apresentados para justificar o recebimento junto ao governo federal.

Em Franca o Ministério Público Federal investiga dez farmácias relacionadas à fraude. Dessas, pelo menos duas fecharam as portas e não foram reabertas. No total, mais de 30 pessoas foram citadas por participação no esquema, porém, algumas assinaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) e se comprometeram a reembolsar o poder público. Assim se Iivraram da ação cível, mas continuam respondendo criminalmente pelo ocorrido.

Recentemente, mais quatro drogarias da cidade resolveram assinar o acordo no Ministério Público. Com isso, subiu para R$ 515.199,19 o montante devolvido aos cofres públicos. Entretanto, o processo ainda segue em andamento e outras pessoas estão sendo acionadas. Além dos valores recuperados extrajudicialmente, continuam em curso na Justiça Federal seis ações civis públicas visando ao ressarcimento de dinheiro recebido indevidamente. Isso sem contar outras sete ações penais que apuram a prática do crime de estelionato qualificado (cometido contra entidade pública).

Os procedimentos de auditoria estão em fase final e mais farmácias devem ser acionadas judicialmente. Por sinal, as fraudes foram confirmadas por auditores que constataram a falta de grande parte dos cupons fiscais e identificaram outros (*) informações não procedem. Em muitos havia registro de venda a pessoas que declararam não fazer uso dos medicamentos referidos e até mesmo que nunca haviam comparecido às drogarias.

Assinaturas dos supostos compradores foram falsificadas, números de CPF foram trocados e alguns dos cupons foram registrados em nome de pessoas falecidas. Até mesmo receitas médicas foram falsificadas e entregues por uma das farmácias ao Ministério Público Federal para justificar vendas inexistentes. A procuradora federal Daniela Poppi Norberto contou que foram vários meses de investigações até se chegar às primeiras irregularidades. Depois, ao verificar os estabelecimentos que foram credenciados ao programa apurou-se o envolvimento de diversos outros empresários do ramo.

(www.estadao.com.br)

Sobre a palavra "Dessas”, que aparece em destaque em "Dessas, pelo menos duas fecharam as portas e não foram reabertas", assinale a alternativa incorreta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3481550 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-SP
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Fraude atinge Farmácia Popular, diz MP

Irregularidades de drogarias teriam causado prejuízo

superior a R$ 4 milhões somente em Franca

(01 de junho de 2012 — Rene Moreira)

Uma fraude no programa Farmácia Popular do Brasil causou prejuízos aos cofres públicos de mais de R$ 4 milhões somente em Franca, no interior paulista. As investigações agora estão sendo ampliadas para outras cidades do país e o rombo pode ser ainda maior. Para burlar o sistema, drogarias usavam documentos de pessoas que nem precisavam de remédios e que muitas vezes nem sabiam que eram usadas numa fraude. Até mesmo dados de quem já morreu foram apresentados para justificar o recebimento junto ao governo federal.

Em Franca o Ministério Público Federal investiga dez farmácias relacionadas à fraude. Dessas, pelo menos duas fecharam as portas e não foram reabertas. No total, mais de 30 pessoas foram citadas por participação no esquema, porém, algumas assinaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) e se comprometeram a reembolsar o poder público. Assim se Iivraram da ação cível, mas continuam respondendo criminalmente pelo ocorrido.

Recentemente, mais quatro drogarias da cidade resolveram assinar o acordo no Ministério Público. Com isso, subiu para R$ 515.199,19 o montante devolvido aos cofres públicos. Entretanto, o processo ainda segue em andamento e outras pessoas estão sendo acionadas. Além dos valores recuperados extrajudicialmente, continuam em curso na Justiça Federal seis ações civis públicas visando ao ressarcimento de dinheiro recebido indevidamente. Isso sem contar outras sete ações penais que apuram a prática do crime de estelionato qualificado (cometido contra entidade pública).

Os procedimentos de auditoria estão em fase final e mais farmácias devem ser acionadas judicialmente. Por sinal, as fraudes foram confirmadas por auditores que constataram a falta de grande parte dos cupons fiscais e identificaram outros (*) informações não procedem. Em muitos havia registro de venda a pessoas que declararam não fazer uso dos medicamentos referidos e até mesmo que nunca haviam comparecido às drogarias.

Assinaturas dos supostos compradores foram falsificadas, números de CPF foram trocados e alguns dos cupons foram registrados em nome de pessoas falecidas. Até mesmo receitas médicas foram falsificadas e entregues por uma das farmácias ao Ministério Público Federal para justificar vendas inexistentes. A procuradora federal Daniela Poppi Norberto contou que foram vários meses de investigações até se chegar às primeiras irregularidades. Depois, ao verificar os estabelecimentos que foram credenciados ao programa apurou-se o envolvimento de diversos outros empresários do ramo.

(www.estadao.com.br)

Sobre o acento indicativo de crase em ”relacionadas à fraude”, analise as afirmações,

I. Caso não aparecesse, não haveria qualquer alteração de sentido no trecho.

II. Foi usado incorretamente no trecho.

III. Trata-se da junção da preposição ”a” com o artigo ”a”.

IV. Seria facultativo caso a palavra ”fraude“ aparecesse no plural.

E correto o que se afirma em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3481549 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-SP
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Fraude atinge Farmácia Popular, diz MP

Irregularidades de drogarias teriam causado prejuízo

superior a R$ 4 milhões somente em Franca

(01 de junho de 2012 — Rene Moreira)

Uma fraude no programa Farmácia Popular do Brasil causou prejuízos aos cofres públicos de mais de R$ 4 milhões somente em Franca, no interior paulista. As investigações agora estão sendo ampliadas para outras cidades do país e o rombo pode ser ainda maior. Para burlar o sistema, drogarias usavam documentos de pessoas que nem precisavam de remédios e que muitas vezes nem sabiam que eram usadas numa fraude. Até mesmo dados de quem já morreu foram apresentados para justificar o recebimento junto ao governo federal.

Em Franca o Ministério Público Federal investiga dez farmácias relacionadas à fraude. Dessas, pelo menos duas fecharam as portas e não foram reabertas. No total, mais de 30 pessoas foram citadas por participação no esquema, porém, algumas assinaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) e se comprometeram a reembolsar o poder público. Assim se Iivraram da ação cível, mas continuam respondendo criminalmente pelo ocorrido.

Recentemente, mais quatro drogarias da cidade resolveram assinar o acordo no Ministério Público. Com isso, subiu para R$ 515.199,19 o montante devolvido aos cofres públicos. Entretanto, o processo ainda segue em andamento e outras pessoas estão sendo acionadas. Além dos valores recuperados extrajudicialmente, continuam em curso na Justiça Federal seis ações civis públicas visando ao ressarcimento de dinheiro recebido indevidamente. Isso sem contar outras sete ações penais que apuram a prática do crime de estelionato qualificado (cometido contra entidade pública).

Os procedimentos de auditoria estão em fase final e mais farmácias devem ser acionadas judicialmente. Por sinal, as fraudes foram confirmadas por auditores que constataram a falta de grande parte dos cupons fiscais e identificaram outros (*) informações não procedem. Em muitos havia registro de venda a pessoas que declararam não fazer uso dos medicamentos referidos e até mesmo que nunca haviam comparecido às drogarias.

Assinaturas dos supostos compradores foram falsificadas, números de CPF foram trocados e alguns dos cupons foram registrados em nome de pessoas falecidas. Até mesmo receitas médicas foram falsificadas e entregues por uma das farmácias ao Ministério Público Federal para justificar vendas inexistentes. A procuradora federal Daniela Poppi Norberto contou que foram vários meses de investigações até se chegar às primeiras irregularidades. Depois, ao verificar os estabelecimentos que foram credenciados ao programa apurou-se o envolvimento de diversos outros empresários do ramo.

(www.estadao.com.br)

Leia o trecho abaixo, que aparece em destaque no primeiro parágrafo:

Para burlar o sistema, drogarias usavam documentos de pessoas que nem precisavam de remédios e que muitas vezes nem sabiam que eram usadas numa fraude.

Sobre o ”que", que abre o trecho destacado, assinale a afirmação correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3481548 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRF-SP
Provas:

Órgãos de imprensa de todo o mundo noticiaram, em 2011, a morte de uma das mais famosas estrelas do cinema mundial. Consagrada por filmes como Cleópatra e Quem tem medo de Virgínia Woolf, a atriz inglesa destacava-se tanto por seu talento quanto por sua beleza. Foi também reconhecida pela prática de diversas ações filantrópicas.

Trata-se de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas