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2821866 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRM-RR
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TEXTO I

As consequências e as lições da crise hídrica

Por Gazeta do Povo — Em 21/01/2022

Em 2021, a crise hídrica fez o preço da energia elétrica disparar, com o acionamento de usinas termelétricas, mais caras, o que por sua vez levou ao estabelecimento de uma bandeira tarifária extraordinária, que durará pelo menos até abril deste ano. Uma das consequências da energia mais cara foi a inflação muito acima da meta, puxada justamente pela conta de luz e também pelos combustíveis. Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas, que vieram acima da média em várias regiões do país — lamentavelmente, também causando catástrofes -, mas ainda é cedo para saber se o Brasil conseguirá deixar definitivamente para trás a crise hídrica e as despesas adicionais causadas por ela.

O subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração de 70% da energia hidrelétrica no país, estava com os lagos de suas usinas em 25% de sua capacidade no fim de 2021, mas o índice já subiu para pouco menos de 40%. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avalia que a recuperação vem em bom ritmo, mas, para que seja possível enfrentar sem sobressaltos os meses mais secos, que começam com o inverno, será preciso que os próximos meses mantenham a escrita das últimas semanas, com chuvas em quantidade suficiente e nos locais certos, como as cabeceiras e as barragens das usinas. Só com reservatórios mais cheios a bandeira tarifária poderá ser reduzida — a consultoria MegaWhat, ouvida pela Gazeta do Povo, estima que em maio poderá vigorar até mesmo a bandeira verde, sem sobretaxa alguma, com bandeira amarela entre junho e agosto e o retomo à bandeira verde entre setembro e dezembro. Ao menos no bolso do consumidor, a diferença seria notável em relação a 2021.

Mas, ainda que este cenário se concretize, a crise hídrica e erros passados deixaram uma conta que ainda terá de ser paga mais cedo ou mais tarde. O gasto com o acionamento das termelétricas e a importação de energia de países vizinhos foi de R$ 16,8 bilhões, quase 30% a mais que o previsto pelo governo federal. O custo total, no entanto, deve ser ainda maior: R$ 140 bilhões nos próximos 30 anos, segundo estimativa do Instituto Clima e Sociedade feita ainda em novembro do ano passado e que também inclui o preço dos jabutis inseridos pelo Congresso na MP da privatização da Eletrobrás.

Além disso, o brasileiro ainda não terminou de pagar as consequências da MP 579, a catástrofe intervencionista de governo da época que prometeu baratear a energia em 2012, mas desorganizou tanto o setor elétrico que em menos de dois anos as tarifas já haviam voltado aos mesmos patamares de quando a MP entrou em vigor — e seguiram subindo. Em 2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que as empresas de transmissão de energia tinham direito a uma indenização de R$ 62,2 bilhões, que só terminaria de ser paga em 2025; em abril do ano passado, a agência estendeu para 2027 o prazo final para o pagamento com o objetivo de diluir o efeito para o consumidor.

Leia mais em: https://www.gazetadopovo. com.br/opiniao/as-consequencias-e-as-licoes-da-crise-hidrica/ Copyright © 2022, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados

Se acrescentarmos o pronome pessoal do caso oblíquo “se” na frase “Só com reservatórios mais cheios a bandeira tarifária poderá ser reduzida...", ela deveria ser reescrita da seguinte maneira:

 

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2821865 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRM-RR
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TEXTO I

As consequências e as lições da crise hídrica

Por Gazeta do Povo — Em 21/01/2022

Em 2021, a crise hídrica fez o preço da energia elétrica disparar, com o acionamento de usinas termelétricas, mais caras, o que por sua vez levou ao estabelecimento de uma bandeira tarifária extraordinária, que durará pelo menos até abril deste ano. Uma das consequências da energia mais cara foi a inflação muito acima da meta, puxada justamente pela conta de luz e também pelos combustíveis. Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas, que vieram acima da média em várias regiões do país — lamentavelmente, também causando catástrofes -, mas ainda é cedo para saber se o Brasil conseguirá deixar definitivamente para trás a crise hídrica e as despesas adicionais causadas por ela.

O subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração de 70% da energia hidrelétrica no país, estava com os lagos de suas usinas em 25% de sua capacidade no fim de 2021, mas o índice já subiu para pouco menos de 40%. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avalia que a recuperação vem em bom ritmo, mas, para que seja possível enfrentar sem sobressaltos os meses mais secos, que começam com o inverno, será preciso que os próximos meses mantenham a escrita das últimas semanas, com chuvas em quantidade suficiente e nos locais certos, como as cabeceiras e as barragens das usinas. Só com reservatórios mais cheios a bandeira tarifária poderá ser reduzida — a consultoria MegaWhat, ouvida pela Gazeta do Povo, estima que em maio poderá vigorar até mesmo a bandeira verde, sem sobretaxa alguma, com bandeira amarela entre junho e agosto e o retomo à bandeira verde entre setembro e dezembro. Ao menos no bolso do consumidor, a diferença seria notável em relação a 2021.

Mas, ainda que este cenário se concretize, a crise hídrica e erros passados deixaram uma conta que ainda terá de ser paga mais cedo ou mais tarde. O gasto com o acionamento das termelétricas e a importação de energia de países vizinhos foi de R$ 16,8 bilhões, quase 30% a mais que o previsto pelo governo federal. O custo total, no entanto, deve ser ainda maior: R$ 140 bilhões nos próximos 30 anos, segundo estimativa do Instituto Clima e Sociedade feita ainda em novembro do ano passado e que também inclui o preço dos jabutis inseridos pelo Congresso na MP da privatização da Eletrobrás.

Além disso, o brasileiro ainda não terminou de pagar as consequências da MP 579, a catástrofe intervencionista de governo da época que prometeu baratear a energia em 2012, mas desorganizou tanto o setor elétrico que em menos de dois anos as tarifas já haviam voltado aos mesmos patamares de quando a MP entrou em vigor — e seguiram subindo. Em 2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que as empresas de transmissão de energia tinham direito a uma indenização de R$ 62,2 bilhões, que só terminaria de ser paga em 2025; em abril do ano passado, a agência estendeu para 2027 o prazo final para o pagamento com o objetivo de diluir o efeito para o consumidor.

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“Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas, que vieram acima da média em várias regiões do país...". A concordância do verbo “ver” foi realizada corretamente no exemplo em destaque. Aponte a assertiva em que o também verbo realiza a concordância correta com o seu respectivo sujeito.

 

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2821864 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRM-RR
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TEXTO I

As consequências e as lições da crise hídrica

Por Gazeta do Povo — Em 21/01/2022

Em 2021, a crise hídrica fez o preço da energia elétrica disparar, com o acionamento de usinas termelétricas, mais caras, o que por sua vez levou ao estabelecimento de uma bandeira tarifária extraordinária, que durará pelo menos até abril deste ano. Uma das consequências da energia mais cara foi a inflação muito acima da meta, puxada justamente pela conta de luz e também pelos combustíveis. Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas, que vieram acima da média em várias regiões do país — lamentavelmente, também causando catástrofes -, mas ainda é cedo para saber se o Brasil conseguirá deixar definitivamente para trás a crise hídrica e as despesas adicionais causadas por ela.

O subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração de 70% da energia hidrelétrica no país, estava com os lagos de suas usinas em 25% de sua capacidade no fim de 2021, mas o índice já subiu para pouco menos de 40%. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avalia que a recuperação vem em bom ritmo, mas, para que seja possível enfrentar sem sobressaltos os meses mais secos, que começam com o inverno, será preciso que os próximos meses mantenham a escrita das últimas semanas, com chuvas em quantidade suficiente e nos locais certos, como as cabeceiras e as barragens das usinas. Só com reservatórios mais cheios a bandeira tarifária poderá ser reduzida — a consultoria MegaWhat, ouvida pela Gazeta do Povo, estima que em maio poderá vigorar até mesmo a bandeira verde, sem sobretaxa alguma, com bandeira amarela entre junho e agosto e o retomo à bandeira verde entre setembro e dezembro. Ao menos no bolso do consumidor, a diferença seria notável em relação a 2021.

Mas, ainda que este cenário se concretize, a crise hídrica e erros passados deixaram uma conta que ainda terá de ser paga mais cedo ou mais tarde. O gasto com o acionamento das termelétricas e a importação de energia de países vizinhos foi de R$ 16,8 bilhões, quase 30% a mais que o previsto pelo governo federal. O custo total, no entanto, deve ser ainda maior: R$ 140 bilhões nos próximos 30 anos, segundo estimativa do Instituto Clima e Sociedade feita ainda em novembro do ano passado e que também inclui o preço dos jabutis inseridos pelo Congresso na MP da privatização da Eletrobrás.

Além disso, o brasileiro ainda não terminou de pagar as consequências da MP 579, a catástrofe intervencionista de governo da época que prometeu baratear a energia em 2012, mas desorganizou tanto o setor elétrico que em menos de dois anos as tarifas já haviam voltado aos mesmos patamares de quando a MP entrou em vigor — e seguiram subindo. Em 2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que as empresas de transmissão de energia tinham direito a uma indenização de R$ 62,2 bilhões, que só terminaria de ser paga em 2025; em abril do ano passado, a agência estendeu para 2027 o prazo final para o pagamento com o objetivo de diluir o efeito para o consumidor.

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Sobre a acentuação das palavras destacadas nas orações a seguir, pode-se afirmar que:

- “Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas, que vieram acima da média em várias regiões do país”.

I. "Média” e “várias” recebem acento porque apresentam hiato.

II. "Pais” é acentuada por causa do “i" tônico do hiato.

III. “Alívio e “reservatórios” recebem acento por serem proparoxítona terminadas em O(s).

IV. Alívio”, “reservatórios”, “média” e “várias” recebem acento porque seguem a mesma regra de acentuação.

 

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2821863 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRM-RR
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TEXTO I

As consequências e as lições da crise hídrica

Por Gazeta do Povo — Em 21/01/2022

Em 2021, a crise hídrica fez o preço da energia elétrica disparar, com o acionamento de usinas termelétricas, mais caras, o que por sua vez levou ao estabelecimento de uma bandeira tarifária extraordinária, que durará pelo menos até abril deste ano. Uma das consequências da energia mais cara foi a inflação muito acima da meta, puxada justamente pela conta de luz e também pelos combustíveis. Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas, que vieram acima da média em várias regiões do país — lamentavelmente, também causando catástrofes -, mas ainda é cedo para saber se o Brasil conseguirá deixar definitivamente para trás a crise hídrica e as despesas adicionais causadas por ela.

O subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração de 70% da energia hidrelétrica no país, estava com os lagos de suas usinas em 25% de sua capacidade no fim de 2021, mas o índice já subiu para pouco menos de 40%. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avalia que a recuperação vem em bom ritmo, mas, para que seja possível enfrentar sem sobressaltos os meses mais secos, que começam com o inverno, será preciso que os próximos meses mantenham a escrita das últimas semanas, com chuvas em quantidade suficiente e nos locais certos, como as cabeceiras e as barragens das usinas. Só com reservatórios mais cheios a bandeira tarifária poderá ser reduzida — a consultoria MegaWhat, ouvida pela Gazeta do Povo, estima que em maio poderá vigorar até mesmo a bandeira verde, sem sobretaxa alguma, com bandeira amarela entre junho e agosto e o retomo à bandeira verde entre setembro e dezembro. Ao menos no bolso do consumidor, a diferença seria notável em relação a 2021.

Mas, ainda que este cenário se concretize, a crise hídrica e erros passados deixaram uma conta que ainda terá de ser paga mais cedo ou mais tarde. O gasto com o acionamento das termelétricas e a importação de energia de países vizinhos foi de R$ 16,8 bilhões, quase 30% a mais que o previsto pelo governo federal. O custo total, no entanto, deve ser ainda maior: R$ 140 bilhões nos próximos 30 anos, segundo estimativa do Instituto Clima e Sociedade feita ainda em novembro do ano passado e que também inclui o preço dos jabutis inseridos pelo Congresso na MP da privatização da Eletrobrás.

Além disso, o brasileiro ainda não terminou de pagar as consequências da MP 579, a catástrofe intervencionista de governo da época que prometeu baratear a energia em 2012, mas desorganizou tanto o setor elétrico que em menos de dois anos as tarifas já haviam voltado aos mesmos patamares de quando a MP entrou em vigor — e seguiram subindo. Em 2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que as empresas de transmissão de energia tinham direito a uma indenização de R$ 62,2 bilhões, que só terminaria de ser paga em 2025; em abril do ano passado, a agência estendeu para 2027 o prazo final para o pagamento com o objetivo de diluir o efeito para o consumidor.

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“Mas, ainda que este cenário se concretize, a crise hídrica e erros passados deixaram uma conta que ainda terá de ser paga mais cedo ou mais tarde". A expressão “ainda que” é uma locução conjuntiva subordinativa que, quando empregada no texto, liga ideias que mantêm uma relação de

 

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2821862 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDIB
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TEXTO I

As consequências e as lições da crise hídrica

Por Gazeta do Povo — Em 21/01/2022

Em 2021, a crise hídrica fez o preço da energia elétrica disparar, com o acionamento de usinas termelétricas, mais caras, o que por sua vez levou ao estabelecimento de uma bandeira tarifária extraordinária, que durará pelo menos até abril deste ano. Uma das consequências da energia mais cara foi a inflação muito acima da meta, puxada justamente pela conta de luz e também pelos combustíveis. Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas, que vieram acima da média em várias regiões do país — lamentavelmente, também causando catástrofes -, mas ainda é cedo para saber se o Brasil conseguirá deixar definitivamente para trás a crise hídrica e as despesas adicionais causadas por ela.

O subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração de 70% da energia hidrelétrica no país, estava com os lagos de suas usinas em 25% de sua capacidade no fim de 2021, mas o índice já subiu para pouco menos de 40%. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avalia que a recuperação vem em bom ritmo, mas, para que seja possível enfrentar sem sobressaltos os meses mais secos, que começam com o inverno, será preciso que os próximos meses mantenham a escrita das últimas semanas, com chuvas em quantidade suficiente e nos locais certos, como as cabeceiras e as barragens das usinas. Só com reservatórios mais cheios a bandeira tarifária poderá ser reduzida — a consultoria MegaWhat, ouvida pela Gazeta do Povo, estima que em maio poderá vigorar até mesmo a bandeira verde, sem sobretaxa alguma, com bandeira amarela entre junho e agosto e o retomo à bandeira verde entre setembro e dezembro. Ao menos no bolso do consumidor, a diferença seria notável em relação a 2021.

Mas, ainda que este cenário se concretize, a crise hídrica e erros passados deixaram uma conta que ainda terá de ser paga mais cedo ou mais tarde. O gasto com o acionamento das termelétricas e a importação de energia de países vizinhos foi de R$ 16,8 bilhões, quase 30% a mais que o previsto pelo governo federal. O custo total, no entanto, deve ser ainda maior: R$ 140 bilhões nos próximos 30 anos, segundo estimativa do Instituto Clima e Sociedade feita ainda em novembro do ano passado e que também inclui o preço dos jabutis inseridos pelo Congresso na MP da privatização da Eletrobrás.

Além disso, o brasileiro ainda não terminou de pagar as consequências da MP 579, a catástrofe intervencionista de governo da época que prometeu baratear a energia em 2012, mas desorganizou tanto o setor elétrico que em menos de dois anos as tarifas já haviam voltado aos mesmos patamares de quando a MP entrou em vigor — e seguiram subindo. Em 2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que as empresas de transmissão de energia tinham direito a uma indenização de R$ 62,2 bilhões, que só terminaria de ser paga em 2025; em abril do ano passado, a agência estendeu para 2027 o prazo final para o pagamento com o objetivo de diluir o efeito para o consumidor.

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Em “Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas,1 que vieram acima da média em várias regiões do país...”, a vírgula foi empregada para

 

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2821861 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDIB
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TEXTO I

As consequências e as lições da crise hídrica

Por Gazeta do Povo — Em 21/01/2022

Em 2021, a crise hídrica fez o preço da energia elétrica disparar, com o acionamento de usinas termelétricas, mais caras, o que por sua vez levou ao estabelecimento de uma bandeira tarifária extraordinária, que durará pelo menos até abril deste ano. Uma das consequências da energia mais cara foi a inflação muito acima da meta, puxada justamente pela conta de luz e também pelos combustíveis. Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas, que vieram acima da média em várias regiões do país — lamentavelmente, também causando catástrofes -, mas ainda é cedo para saber se o Brasil conseguirá deixar definitivamente para trás a crise hídrica e as despesas adicionais causadas por ela.

O subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração de 70% da energia hidrelétrica no país, estava com os lagos de suas usinas em 25% de sua capacidade no fim de 2021, mas o índice já subiu para pouco menos de 40%. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avalia que a recuperação vem em bom ritmo, mas, para que seja possível enfrentar sem sobressaltos os meses mais secos, que começam com o inverno, será preciso que os próximos meses mantenham a escrita das últimas semanas, com chuvas em quantidade suficiente e nos locais certos, como as cabeceiras e as barragens das usinas. Só com reservatórios mais cheios a bandeira tarifária poderá ser reduzida — a consultoria MegaWhat, ouvida pela Gazeta do Povo, estima que em maio poderá vigorar até mesmo a bandeira verde, sem sobretaxa alguma, com bandeira amarela entre junho e agosto e o retomo à bandeira verde entre setembro e dezembro. Ao menos no bolso do consumidor, a diferença seria notável em relação a 2021.

Mas, ainda que este cenário se concretize, a crise hídrica e erros passados deixaram uma conta que ainda terá de ser paga mais cedo ou mais tarde. O gasto com o acionamento das termelétricas e a importação de energia de países vizinhos foi de R$ 16,8 bilhões, quase 30% a mais que o previsto pelo governo federal. O custo total, no entanto, deve ser ainda maior: R$ 140 bilhões nos próximos 30 anos, segundo estimativa do Instituto Clima e Sociedade feita ainda em novembro do ano passado e que também inclui o preço dos jabutis inseridos pelo Congresso na MP da privatização da Eletrobrás.

Além disso, o brasileiro ainda não terminou de pagar as consequências da MP 579, a catástrofe intervencionista de governo da época que prometeu baratear a energia em 2012, mas desorganizou tanto o setor elétrico que em menos de dois anos as tarifas já haviam voltado aos mesmos patamares de quando a MP entrou em vigor — e seguiram subindo. Em 2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que as empresas de transmissão de energia tinham direito a uma indenização de R$ 62,2 bilhões, que só terminaria de ser paga em 2025; em abril do ano passado, a agência estendeu para 2027 o prazo final para o pagamento com o objetivo de diluir o efeito para o consumidor.

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“...estima que em maio poderá vigorar até mesmo a bandeira verde, sem sobretaxa alguma, com bandeira amarela entre junho e agosto e o retomo à bandeira verde entre setembro e dezembro". Indique o item em que o fenômeno da crase ocorreu pelo mesmo motivo que se aplicou no exemplo em destaque.

 

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2821860 Ano: 2022
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As consequências e as lições da crise hídrica

Por Gazeta do Povo — Em 21/01/2022

Em 2021, a crise hídrica fez o preço da energia elétrica disparar, com o acionamento de usinas termelétricas, mais caras, o que por sua vez levou ao estabelecimento de uma bandeira tarifária extraordinária, que durará pelo menos até abril deste ano. Uma das consequências da energia mais cara foi a inflação muito acima da meta, puxada justamente pela conta de luz e também pelos combustíveis. Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas, que vieram acima da média em várias regiões do país — lamentavelmente, também causando catástrofes -, mas ainda é cedo para saber se o Brasil conseguirá deixar definitivamente para trás a crise hídrica e as despesas adicionais causadas por ela.

O subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração de 70% da energia hidrelétrica no país, estava com os lagos de suas usinas em 25% de sua capacidade no fim de 2021, mas o índice já subiu para pouco menos de 40%. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avalia que a recuperação vem em bom ritmo, mas, para que seja possível enfrentar sem sobressaltos os meses mais secos, que começam com o inverno, será preciso que os próximos meses mantenham a escrita das últimas semanas, com chuvas em quantidade suficiente e nos locais certos, como as cabeceiras e as barragens das usinas. Só com reservatórios mais cheios a bandeira tarifária poderá ser reduzida — a consultoria MegaWhat, ouvida pela Gazeta do Povo, estima que em maio poderá vigorar até mesmo a bandeira verde, sem sobretaxa alguma, com bandeira amarela entre junho e agosto e o retomo à bandeira verde entre setembro e dezembro. Ao menos no bolso do consumidor, a diferença seria notável em relação a 2021.

Mas, ainda que este cenário se concretize, a crise hídrica e erros passados deixaram uma conta que ainda terá de ser paga mais cedo ou mais tarde. O gasto com o acionamento das termelétricas e a importação de energia de países vizinhos foi de R$ 16,8 bilhões, quase 30% a mais que o previsto pelo governo federal. O custo total, no entanto, deve ser ainda maior: R$ 140 bilhões nos próximos 30 anos, segundo estimativa do Instituto Clima e Sociedade feita ainda em novembro do ano passado e que também inclui o preço dos jabutis inseridos pelo Congresso na MP da privatização da Eletrobrás.

Além disso, o brasileiro ainda não terminou de pagar as consequências da MP 579, a catástrofe intervencionista de governo da época que prometeu baratear a energia em 2012, mas desorganizou tanto o setor elétrico que em menos de dois anos as tarifas já haviam voltado aos mesmos patamares de quando a MP entrou em vigor — e seguiram subindo. Em 2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que as empresas de transmissão de energia tinham direito a uma indenização de R$ 62,2 bilhões, que só terminaria de ser paga em 2025; em abril do ano passado, a agência estendeu para 2027 o prazo final para o pagamento com o objetivo de diluir o efeito para o consumidor.

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No período “O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avalia que a recuperação vem em bom ritmo, mas, para que seja possível enfrentar sem sobressaltos os meses mais secos, que começam com o inverno, será preciso que os próximos meses mantenham a escrita das últimas semanas...”, a oração grifada é classificada como

 

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As consequências e as lições da crise hídrica

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Em 2021, a crise hídrica fez o preço da energia elétrica disparar, com o acionamento de usinas termelétricas, mais caras, o que por sua vez levou ao estabelecimento de uma bandeira tarifária extraordinária, que durará pelo menos até abril deste ano. Uma das consequências da energia mais cara foi a inflação muito acima da meta, puxada justamente pela conta de luz e também pelos combustíveis. Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas, que vieram acima da média em várias regiões do país — lamentavelmente, também causando catástrofes -, mas ainda é cedo para saber se o Brasil conseguirá deixar definitivamente para trás a crise hídrica e as despesas adicionais causadas por ela.

O subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração de 70% da energia hidrelétrica no país, estava com os lagos de suas usinas em 25% de sua capacidade no fim de 2021, mas o índice já subiu para pouco menos de 40%. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avalia que a recuperação vem em bom ritmo, mas, para que seja possível enfrentar sem sobressaltos os meses mais secos, que começam com o inverno, será preciso que os próximos meses mantenham a escrita das últimas semanas, com chuvas em quantidade suficiente e nos locais certos, como as cabeceiras e as barragens das usinas. Só com reservatórios mais cheios a bandeira tarifária poderá ser reduzida — a consultoria MegaWhat, ouvida pela Gazeta do Povo, estima que em maio poderá vigorar até mesmo a bandeira verde, sem sobretaxa alguma, com bandeira amarela entre junho e agosto e o retomo à bandeira verde entre setembro e dezembro. Ao menos no bolso do consumidor, a diferença seria notável em relação a 2021.

Mas, ainda que este cenário se concretize, a crise hídrica e erros passados deixaram uma conta que ainda terá de ser paga mais cedo ou mais tarde. O gasto com o acionamento das termelétricas e a importação de energia de países vizinhos foi de R$ 16,8 bilhões, quase 30% a mais que o previsto pelo governo federal. O custo total, no entanto, deve ser ainda maior: R$ 140 bilhões nos próximos 30 anos, segundo estimativa do Instituto Clima e Sociedade feita ainda em novembro do ano passado e que também inclui o preço dos jabutis inseridos pelo Congresso na MP da privatização da Eletrobrás.

Além disso, o brasileiro ainda não terminou de pagar as consequências da MP 579, a catástrofe intervencionista de governo da época que prometeu baratear a energia em 2012, mas desorganizou tanto o setor elétrico que em menos de dois anos as tarifas já haviam voltado aos mesmos patamares de quando a MP entrou em vigor — e seguiram subindo. Em 2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que as empresas de transmissão de energia tinham direito a uma indenização de R$ 62,2 bilhões, que só terminaria de ser paga em 2025; em abril do ano passado, a agência estendeu para 2027 o prazo final para o pagamento com o objetivo de diluir o efeito para o consumidor.

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De acordo o texto publicado pelo jornal Gazeta do Povo, é correto afirmar que

I. O preço alto da energia elétrica não tem relação com a inflação nem com a alta no preço dos produtos importados.

II. A elevação do nível dos reservatórios significa um alívio para os consumidores que esperam ver a conta de luz sofrer uma redução.

III. Mesmo que as chuvas ocorram com intensidade acima da média, os reservatórios ficarão com níveis muito baixos e o preço da energia continuará alto o ano inteiro.

IV. O uso das termoelétricas em momentos de crise gera um gasto a mais e a conta acaba sendo paga pelos consumidores.

V. AMP 579 representou um grande passo para o controle das contas de energias que antes não seguiam nenhuma regulamentação específica.

 

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As consequências e as lições da crise hídrica

Por Gazeta do Povo — Em 21/01/2022

Em 2021, a crise hídrica fez o preço da energia elétrica disparar, com o acionamento de usinas termelétricas, mais caras, o que por sua vez levou ao estabelecimento de uma bandeira tarifária extraordinária, que durará pelo menos até abril deste ano. Uma das consequências da energia mais cara foi a inflação muito acima da meta, puxada justamente pela conta de luz e também pelos combustíveis. Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas, que vieram acima da média em várias regiões do país — lamentavelmente, também causando catástrofes -, mas ainda é cedo para saber se o Brasil conseguirá deixar definitivamente para trás a crise hídrica e as despesas adicionais causadas por ela.

O subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração de 70% da energia hidrelétrica no país, estava com os lagos de suas usinas em 25% de sua capacidade no fim de 2021, mas o índice já subiu para pouco menos de 40%. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avalia que a recuperação vem em bom ritmo, mas, para que seja possível enfrentar sem sobressaltos os meses mais secos, que começam com o inverno, será preciso que os próximos meses mantenham a escrita das últimas semanas, com chuvas em quantidade suficiente e nos locais certos, como as cabeceiras e as barragens das usinas. Só com reservatórios mais cheios a bandeira tarifária poderá ser reduzida — a consultoria MegaWhat, ouvida pela Gazeta do Povo, estima que em maio poderá vigorar até mesmo a bandeira verde, sem sobretaxa alguma, com bandeira amarela entre junho e agosto e o retomo à bandeira verde entre setembro e dezembro. Ao menos no bolso do consumidor, a diferença seria notável em relação a 2021.

Mas, ainda que este cenário se concretize, a crise hídrica e erros passados deixaram uma conta que ainda terá de ser paga mais cedo ou mais tarde. O gasto com o acionamento das termelétricas e a importação de energia de países vizinhos foi de R$ 16,8 bilhões, quase 30% a mais que o previsto pelo governo federal. O custo total, no entanto, deve ser ainda maior: R$ 140 bilhões nos próximos 30 anos, segundo estimativa do Instituto Clima e Sociedade feita ainda em novembro do ano passado e que também inclui o preço dos jabutis inseridos pelo Congresso na MP da privatização da Eletrobrás.

Além disso, o brasileiro ainda não terminou de pagar as consequências da MP 579, a catástrofe intervencionista de governo da época que prometeu baratear a energia em 2012, mas desorganizou tanto o setor elétrico que em menos de dois anos as tarifas já haviam voltado aos mesmos patamares de quando a MP entrou em vigor — e seguiram subindo. Em 2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que as empresas de transmissão de energia tinham direito a uma indenização de R$ 62,2 bilhões, que só terminaria de ser paga em 2025; em abril do ano passado, a agência estendeu para 2027 o prazo final para o pagamento com o objetivo de diluir o efeito para o consumidor.

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“O custo total, no entanto, deve ser ainda maior: R$ 140 bilhões nos próximos 30 anos, segundo estimativa do Instituto Clima e Sociedade feita ainda em novembro do ano passado e que também inclui o preço dos jabutis inseridos pelo Congresso na MP da privatização da Eletrobrás”.

Ao observar o emprego da palavra “jabutis” no trecho acima, aponte a alternativa que apresenta um sinônimo para este termo.

 

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2821857 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRM-RR
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TEXTO I

As consequências e as lições da crise hídrica

Por Gazeta do Povo — Em 21/01/2022

Em 2021, a crise hídrica fez o preço da energia elétrica disparar, com o acionamento de usinas termelétricas, mais caras, o que por sua vez levou ao estabelecimento de uma bandeira tarifária extraordinária, que durará pelo menos até abril deste ano. Uma das consequências da energia mais cara foi a inflação muito acima da meta, puxada justamente pela conta de luz e também pelos combustíveis. Por isso, consumidores veem com alívio a elevação dos reservatórios causada pelas recentes chuvas, que vieram acima da média em várias regiões do país — lamentavelmente, também causando catástrofes -, mas ainda é cedo para saber se o Brasil conseguirá deixar definitivamente para trás a crise hídrica e as despesas adicionais causadas por ela.

O subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração de 70% da energia hidrelétrica no país, estava com os lagos de suas usinas em 25% de sua capacidade no fim de 2021, mas o índice já subiu para pouco menos de 40%. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avalia que a recuperação vem em bom ritmo, mas, para que seja possível enfrentar sem sobressaltos os meses mais secos, que começam com o inverno, será preciso que os próximos meses mantenham a escrita das últimas semanas, com chuvas em quantidade suficiente e nos locais certos, como as cabeceiras e as barragens das usinas. Só com reservatórios mais cheios a bandeira tarifária poderá ser reduzida — a consultoria MegaWhat, ouvida pela Gazeta do Povo, estima que em maio poderá vigorar até mesmo a bandeira verde, sem sobretaxa alguma, com bandeira amarela entre junho e agosto e o retomo à bandeira verde entre setembro e dezembro. Ao menos no bolso do consumidor, a diferença seria notável em relação a 2021.

Mas, ainda que este cenário se concretize, a crise hídrica e erros passados deixaram uma conta que ainda terá de ser paga mais cedo ou mais tarde. O gasto com o acionamento das termelétricas e a importação de energia de países vizinhos foi de R$ 16,8 bilhões, quase 30% a mais que o previsto pelo governo federal. O custo total, no entanto, deve ser ainda maior: R$ 140 bilhões nos próximos 30 anos, segundo estimativa do Instituto Clima e Sociedade feita ainda em novembro do ano passado e que também inclui o preço dos jabutis inseridos pelo Congresso na MP da privatização da Eletrobrás.

Além disso, o brasileiro ainda não terminou de pagar as consequências da MP 579, a catástrofe intervencionista de governo da época que prometeu baratear a energia em 2012, mas desorganizou tanto o setor elétrico que em menos de dois anos as tarifas já haviam voltado aos mesmos patamares de quando a MP entrou em vigor — e seguiram subindo. Em 2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu que as empresas de transmissão de energia tinham direito a uma indenização de R$ 62,2 bilhões, que só terminaria de ser paga em 2025; em abril do ano passado, a agência estendeu para 2027 o prazo final para o pagamento com o objetivo de diluir o efeito para o consumidor.

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