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Foram encontradas 114 questões.

2199116 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Um rei, ao fazer um censo para decidir onde investir os recursos de seu país, percebeu que a maior parte de seus 1.000 súditos acreditava que os recursos poderiam ir para educação, saúde ou tecnologia. Em seguida, ele percebeu que esse número era 5 vezes maior que o número de súditos que preferiam o investimento apenas em tecnologia, 10 vezes maior que o número de súditos que preferiam o investimento apenas em saúde e 2,5 vezes maior que o número de súditos que preferiam o investimento apenas em educação.

Com base nessa situação hipotética, sabendo que a quantidade de súditos que preferem o investimento em duas das áreas, independentemente de quais elas sejam, é igual ao número de súditos que preferem o investimento apenas na saúde, julgue o item.

!$ { \large 12 \over 13} !$ dos súditos que preferem o investimento em mais de uma área aprovam o investimento em educação.

 

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2199115 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Um rei, ao fazer um censo para decidir onde investir os recursos de seu país, percebeu que a maior parte de seus 1.000 súditos acreditava que os recursos poderiam ir para educação, saúde ou tecnologia. Em seguida, ele percebeu que esse número era 5 vezes maior que o número de súditos que preferiam o investimento apenas em tecnologia, 10 vezes maior que o número de súditos que preferiam o investimento apenas em saúde e 2,5 vezes maior que o número de súditos que preferiam o investimento apenas em educação.

Com base nessa situação hipotética, sabendo que a quantidade de súditos que preferem o investimento em duas das áreas, independentemente de quais elas sejam, é igual ao número de súditos que preferem o investimento apenas na saúde, julgue o item.

50 súditos preferem o investimento em saúde.

 

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2199114 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Um rei, ao fazer um censo para decidir onde investir os recursos de seu país, percebeu que a maior parte de seus 1.000 súditos acreditava que os recursos poderiam ir para educação, saúde ou tecnologia. Em seguida, ele percebeu que esse número era 5 vezes maior que o número de súditos que preferiam o investimento apenas em tecnologia, 10 vezes maior que o número de súditos que preferiam o investimento apenas em saúde e 2,5 vezes maior que o número de súditos que preferiam o investimento apenas em educação.

Com base nessa situação hipotética, sabendo que a quantidade de súditos que preferem o investimento em duas das áreas, independentemente de quais elas sejam, é igual ao número de súditos que preferem o investimento apenas na saúde, julgue o item.

100 súditos preferem o investimento apenas na área de tecnologia.

 

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2199113 Ano: 2022
Disciplina: Redação Oficial
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.

Ressaltem-se a importância de observar os limites da ética e do profissionalismo na utilização das redes sociais, evitando comportamentos inadequados, que possam gerar processos nas esferas do Conselho e da justiça comum.

 

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2199112 Ano: 2022
Disciplina: Redação Oficial
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.

Informamos que o Guia das Boas Práticas nas Redes Sociais foi criado não com o intuito de cercear, mas de orientar na correta condução dessas ferramentas online e não pretende encerrar o assunto, mas oferecer um apoio básico a todos colaboradores desta Instituição.

 

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2199111 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“a desencadear a” por desencadeadores da

 

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2199110 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“às rotinas exaustivas (...) e às condições psicossociais desfavoráveis” por a rotinas exaustivas (...) e a condições psicossociais desfavoráveis

 

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2199109 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“tem contribuído” por vêm contribuindo

 

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2199108 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“medicamentosos” por farmacológicos

 

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2199107 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“existem” por há.

 

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