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2199103 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.

A oração “Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos” expressa circunstância de comparação em relação à oração subsequente.

 

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2199102 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.

Estariam preservadas a coerência das ideias e a correção gramatical do texto caso o primeiro período do quinto parágrafo fosse assim reescrito: Conforme o impacto dos sintomas no paciente, pode-se classificar a depressão como leve, moderada ou grave.

 

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2199101 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.

o emprego do vocábulo “inclusive”, destacado entre vírgulas, evidencia a intenção do autor do texto de destacar os “fatores socioambientais” como a mais importante causa da depressão.

 

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2199100 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.

No segmento “a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar” , o emprego das preposições “a”, em “a que todos”, e “com”, em “com o qual”, justifica-se, respectivamente, pela regência do termo “sujeitos” e pela regência do verbo “lidar”.

 

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2199099 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

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O vocábulo “doença” é o núcleo do sujeito da primeira oração do terceiro parágrafo do texto, por isso o verbo “tratar” está flexionado na terceira pessoa do singular.

 

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2199098 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.

Estaria garantida a correção gramatical do texto caso o ponto final empregado após “pandemia” (linha 7) fosse substituído por vírgula, feito o devido ajuste de letra inicial maiúscula/minúscula no período.

 

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2199097 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Em relação à tipologia e às ideias do texto, julgue o item.

De acordo com o texto, as empresas devem se precaver dos prejuízos econômicos causados pelas concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral decorrente do adoecimento mental por depressão de seus trabalhadores.

 

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2199096 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Em relação à tipologia e às ideias do texto, julgue o item.

Entende-se da leitura do terceiro parágrafo do texto que a alteração cerebral e as mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo resultam de fatores psíquicos.

 

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2199095 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Em relação à tipologia e às ideias do texto, julgue o item.

Depreende-se da leitura do texto que é possível que, em alguns casos, a depressão tenha relação com o histórico familiar.

 

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2199094 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com o maior número de pessoas depressivas e alerta para o fato de que a depressão será a doença mais comum em todo o mundo nos próximos 20 anos.

Ela é capaz de impactar diretamente a forma como as pessoas se relacionam e como agem em situações cotidianas. O isolamento social e as incertezas geradas pela covid-19 só agravaram os casos. Segundo estudo realizado pela Universidade de São Paulo, o Brasil lidera o ranking dos países com mais casos de depressão (59%) e ansiedade (63%) durante a pandemia. Uma situação preocupante, que também afeta a forma como os trabalhadores se comportam diante das exigências feitas diariamente pelas empresas.

Por se tratar de uma doença que afeta a mente e o estado emocional, não há como definir com exatidão o fator determinante para o desencadeamento de um caso depressivo. O que se sabe é que fatores psíquicos provocam alteração cerebral e mudanças de humor capazes de gerar tristeza profunda ou desânimo. É uma condição crônica e recorrente, que pode ter ou não relação com o histórico familiar.

Nesse ponto, é preciso diferenciar uma questão importante: a tristeza é um sentimento comum, a que todos estão sujeitos e com o qual aprendem a lidar. A depressão não é um simples caso de tristeza profunda. Ela é uma doença que persiste e afeta consideravelmente a vida do paciente, podendo ser causada, inclusive, por fatores socioambientais — como eventos estressores, traumas psicológicos, rompimento de relações e insatisfação com o trabalho.

A depressão pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com o impacto dos sintomas no paciente. Entre os sinais mais comuns, estão ansiedade constante, alterações no apetite e no peso, insônia, fadiga mental e corporal, sentimento de inutilidade ou culpa, dificuldade de concentração e até pensamentos de morte e suicídio.

Caso os sintomas sejam persistentes, é preciso buscar ajuda junto a um psicólogo ou um psiquiatra de confiança. Como os sintomas se assemelham a outros transtornos psiquiátricos, só esses profissionais podem realizar um diagnóstico correto da doença, analisando o histórico do paciente, sintomas físicos e mentais e a recorrência de cada um deles.

Também cabe ao especialista indicar o tratamento adequado para o caso, pois isso deve ser feito de forma personalizada para cada paciente. Atualmente, existem diversos tipos de terapias para o restabelecimento da saúde mental, que podem variar de sessões com psicólogo/psiquiatra a tratamentos medicamentosos — ou uma combinação dos dois.

A piora das crises econômica e sanitária no Brasil não tem contribuído para a melhoria da saúde mental dos trabalhadores. Isso, somado à insatisfação com o ambiente laboral, às rotinas exaustivas, à pressão constante por resultados e às condições psicossociais desfavoráveis, gera níveis alarmantes de estresse, que afetam a qualidade de vida do trabalhador e podem ser um dos fatores a desencadear a depressão.

Estudos comprovam que o adoecimento mental — que inclui a depressão — já é a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil, igualando-se às concessões de auxílio-doença por incapacidade laboral. Por isso, as empresas devem observar comportamentos incomuns que caracterizem os primeiros indícios de casos depressivos no ambiente de trabalho. É comum, por exemplo, que as pessoas fiquem mal-humoradas, apresentem picos de estresse, desmotivação, queda da produtividade, desleixo com a qualidade do trabalho e com a aparência, isolamento e reclusão.

Após identificar esses indícios, as empresas podem recorrer a profissionais capacitados e encarregá-los de ouvir e acolher os colaboradores. Além desse apoio psicológico, também é possível agir de forma preventiva, por meio de estratégias de humanização do trabalho.

Internet: <www.serconmed.com.br> (com adaptações).

Em relação à tipologia e às ideias do texto, julgue o item.

No texto, estruturado em forma dissertativa, argumenta-se em favor do uso de terapias alternativas para o tratamento de episódios depressivos, em substituição às ações terapêuticas em que sejam prescritos medicamentos psiquiátricos.

 

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