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Desde que foram estabelecidos padrões de
convivência coletiva, os seres humanos têm lutado contra
as enfermidades que põem em risco a saúde dos seus
animais. No entanto, muitas das doenças que dizimaram
os seus rebanhos também foram responsáveis pela morte
de milhares de pessoas.
A medicina veterinária surge, em primeira
instância, como uma promotora da saúde dos animais,
com vistas a buscar minimizar os prejuízos causados
pelas moléstias que os atingiam. Entretanto, com o
passar do tempo e o surgimento da medicina veterinária
preventiva, começou a ser utilizada, também, para a
promoção da saúde humana.
O termo saúde pública veterinária foi utilizado
oficialmente, pela primeira vez, em 1946, e compreende
todos os esforços da comunidade que influenciam e são
influenciados pela arte e ciência médica veterinária,
aplicados à prevenção da doença, à proteção da vida e à
promoção do bem‑estar e da eficiência do ser humano.
O médico veterinário foi, inicialmente, inserido
nas equipes de saúde pública por estar apto a obter um
diagnóstico seguro, estabelecer um tratamento eficaz e
controlar as doenças dos animais antes que essas viessem
a ser transmitidas aos seres humanos. Além disso, outras
habilidades privativas de sua profissão, como a higiene
e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de
produtos de origem animal, solidificaram a participação
desse profissional na vigilância sanitária, o primeiro
campo de trabalho da saúde pública a abrir espaço para
a sua atuação.
Nas últimas décadas, novos desafios têm surgido
para a saúde pública, muitos dos quais como resultado do
sistema de globalização mundial, que tem intensificado o
tráfego de pessoas, alimentos e bens de consumo entre
os diferentes países. Algumas enfermidades romperam
as barreiras de proteção territoriais e estabeleceram‑se
em lugares onde antes não existiam. Nesse âmbito,
esses gestores da saúde pública vêm enfrentando tais
desafios com eficácia, buscando debelar as fontes de
contaminação e impedir a proliferação das enfermidades
em suas áreas de responsabilidade.
Em suma, torna‑se cada vez mais necessária a
consolidação das posições ocupadas pelos profissionais
da área, bem como a conquista de novos espaços,
principalmente dentro das equipes de vigilância
epidemiológica e ambiental.
No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.
Os vocábulos “sua”, “desse” e “sua”, no trecho “Além disso, outras habilidades privativas de sua profissão, como a higiene e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de produtos de origem animal, solidificaram a participação desse profissional na vigilância sanitária, o primeiro campo de trabalho da saúde pública a abrir espaço para a sua atuação.”, têm o mesmo referente.
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Desde que foram estabelecidos padrões de
convivência coletiva, os seres humanos têm lutado contra
as enfermidades que põem em risco a saúde dos seus
animais. No entanto, muitas das doenças que dizimaram
os seus rebanhos também foram responsáveis pela morte
de milhares de pessoas.
A medicina veterinária surge, em primeira
instância, como uma promotora da saúde dos animais,
com vistas a buscar minimizar os prejuízos causados
pelas moléstias que os atingiam. Entretanto, com o
passar do tempo e o surgimento da medicina veterinária
preventiva, começou a ser utilizada, também, para a
promoção da saúde humana.
O termo saúde pública veterinária foi utilizado
oficialmente, pela primeira vez, em 1946, e compreende
todos os esforços da comunidade que influenciam e são
influenciados pela arte e ciência médica veterinária,
aplicados à prevenção da doença, à proteção da vida e à
promoção do bem‑estar e da eficiência do ser humano.
O médico veterinário foi, inicialmente, inserido
nas equipes de saúde pública por estar apto a obter um
diagnóstico seguro, estabelecer um tratamento eficaz e
controlar as doenças dos animais antes que essas viessem
a ser transmitidas aos seres humanos. Além disso, outras
habilidades privativas de sua profissão, como a higiene
e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de
produtos de origem animal, solidificaram a participação
desse profissional na vigilância sanitária, o primeiro
campo de trabalho da saúde pública a abrir espaço para
a sua atuação.
Nas últimas décadas, novos desafios têm surgido
para a saúde pública, muitos dos quais como resultado do
sistema de globalização mundial, que tem intensificado o
tráfego de pessoas, alimentos e bens de consumo entre
os diferentes países. Algumas enfermidades romperam
as barreiras de proteção territoriais e estabeleceram‑se
em lugares onde antes não existiam. Nesse âmbito,
esses gestores da saúde pública vêm enfrentando tais
desafios com eficácia, buscando debelar as fontes de
contaminação e impedir a proliferação das enfermidades
em suas áreas de responsabilidade.
Em suma, torna‑se cada vez mais necessária a
consolidação das posições ocupadas pelos profissionais
da área, bem como a conquista de novos espaços,
principalmente dentro das equipes de vigilância
epidemiológica e ambiental.
No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.
Ficaria mantida a correção gramatical caso se suprimisse o fragmento explicativo “como a higiene e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de produtos de origem animal” acompanhado do par de vírgulas, do período “Além disso, outras habilidades privativas de sua profissão, como a higiene e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de produtos de origem animal, solidificaram a participação desse profissional na vigilância sanitária, o primeiro campo de trabalho da saúde pública a abrir espaço para a sua atuação.”.
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Desde que foram estabelecidos padrões de
convivência coletiva, os seres humanos têm lutado contra
as enfermidades que põem em risco a saúde dos seus
animais. No entanto, muitas das doenças que dizimaram
os seus rebanhos também foram responsáveis pela morte
de milhares de pessoas.
A medicina veterinária surge, em primeira
instância, como uma promotora da saúde dos animais,
com vistas a buscar minimizar os prejuízos causados
pelas moléstias que os atingiam. Entretanto, com o
passar do tempo e o surgimento da medicina veterinária
preventiva, começou a ser utilizada, também, para a
promoção da saúde humana.
O termo saúde pública veterinária foi utilizado
oficialmente, pela primeira vez, em 1946, e compreende
todos os esforços da comunidade que influenciam e são
influenciados pela arte e ciência médica veterinária,
aplicados à prevenção da doença, à proteção da vida e à
promoção do bem‑estar e da eficiência do ser humano.
O médico veterinário foi, inicialmente, inserido
nas equipes de saúde pública por estar apto a obter um
diagnóstico seguro, estabelecer um tratamento eficaz e
controlar as doenças dos animais antes que essas viessem
a ser transmitidas aos seres humanos. Além disso, outras
habilidades privativas de sua profissão, como a higiene
e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de
produtos de origem animal, solidificaram a participação
desse profissional na vigilância sanitária, o primeiro
campo de trabalho da saúde pública a abrir espaço para
a sua atuação.
Nas últimas décadas, novos desafios têm surgido
para a saúde pública, muitos dos quais como resultado do
sistema de globalização mundial, que tem intensificado o
tráfego de pessoas, alimentos e bens de consumo entre
os diferentes países. Algumas enfermidades romperam
as barreiras de proteção territoriais e estabeleceram‑se
em lugares onde antes não existiam. Nesse âmbito,
esses gestores da saúde pública vêm enfrentando tais
desafios com eficácia, buscando debelar as fontes de
contaminação e impedir a proliferação das enfermidades
em suas áreas de responsabilidade.
Em suma, torna‑se cada vez mais necessária a
consolidação das posições ocupadas pelos profissionais
da área, bem como a conquista de novos espaços,
principalmente dentro das equipes de vigilância
epidemiológica e ambiental.
No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.
No quarto parágrafo, no trecho “Além disso, outras habilidades privativas de sua profissão, como a higiene e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de produtos de origem animal”, sem prejudicar a correção gramatical, a expressão “Além disso” poderia ser substituída por Ademais.
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Desde que foram estabelecidos padrões de
convivência coletiva, os seres humanos têm lutado contra
as enfermidades que põem em risco a saúde dos seus
animais. No entanto, muitas das doenças que dizimaram
os seus rebanhos também foram responsáveis pela morte
de milhares de pessoas.
A medicina veterinária surge, em primeira
instância, como uma promotora da saúde dos animais,
com vistas a buscar minimizar os prejuízos causados
pelas moléstias que os atingiam. Entretanto, com o
passar do tempo e o surgimento da medicina veterinária
preventiva, começou a ser utilizada, também, para a
promoção da saúde humana.
O termo saúde pública veterinária foi utilizado
oficialmente, pela primeira vez, em 1946, e compreende
todos os esforços da comunidade que influenciam e são
influenciados pela arte e ciência médica veterinária,
aplicados à prevenção da doença, à proteção da vida e à
promoção do bem‑estar e da eficiência do ser humano.
O médico veterinário foi, inicialmente, inserido
nas equipes de saúde pública por estar apto a obter um
diagnóstico seguro, estabelecer um tratamento eficaz e
controlar as doenças dos animais antes que essas viessem
a ser transmitidas aos seres humanos. Além disso, outras
habilidades privativas de sua profissão, como a higiene
e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de
produtos de origem animal, solidificaram a participação
desse profissional na vigilância sanitária, o primeiro
campo de trabalho da saúde pública a abrir espaço para
a sua atuação.
Nas últimas décadas, novos desafios têm surgido
para a saúde pública, muitos dos quais como resultado do
sistema de globalização mundial, que tem intensificado o
tráfego de pessoas, alimentos e bens de consumo entre
os diferentes países. Algumas enfermidades romperam
as barreiras de proteção territoriais e estabeleceram‑se
em lugares onde antes não existiam. Nesse âmbito,
esses gestores da saúde pública vêm enfrentando tais
desafios com eficácia, buscando debelar as fontes de
contaminação e impedir a proliferação das enfermidades
em suas áreas de responsabilidade.
Em suma, torna‑se cada vez mais necessária a
consolidação das posições ocupadas pelos profissionais
da área, bem como a conquista de novos espaços,
principalmente dentro das equipes de vigilância
epidemiológica e ambiental.
No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.
No terceiro parágrafo, seriam mantidos a correção gramatical e o sentido original do texto a reorganização do trecho “pela primeira vez, em 1946, e compreende todos os esforços da comunidade que influenciam e são influenciados pela arte e ciência médica veterinária, aplicados à prevenção da doença, à proteção da vida e à promoção do bem-estar e da eficiência do ser humano.” da seguinte maneira: Pela primeira vez empregado em 1946, oficialmente o termo “Saúde Pública” congloba todo o apoio da sociedade que influenciam e são pela arte e ciencia influenciadas e aplicadas a previnir a doença, proteger a vida e promover o bem-estar e a eficiência humanos.
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Desde que foram estabelecidos padrões de
convivência coletiva, os seres humanos têm lutado contra
as enfermidades que põem em risco a saúde dos seus
animais. No entanto, muitas das doenças que dizimaram
os seus rebanhos também foram responsáveis pela morte
de milhares de pessoas.
A medicina veterinária surge, em primeira
instância, como uma promotora da saúde dos animais,
com vistas a buscar minimizar os prejuízos causados
pelas moléstias que os atingiam. Entretanto, com o
passar do tempo e o surgimento da medicina veterinária
preventiva, começou a ser utilizada, também, para a
promoção da saúde humana.
O termo saúde pública veterinária foi utilizado
oficialmente, pela primeira vez, em 1946, e compreende
todos os esforços da comunidade que influenciam e são
influenciados pela arte e ciência médica veterinária,
aplicados à prevenção da doença, à proteção da vida e à
promoção do bem‑estar e da eficiência do ser humano.
O médico veterinário foi, inicialmente, inserido
nas equipes de saúde pública por estar apto a obter um
diagnóstico seguro, estabelecer um tratamento eficaz e
controlar as doenças dos animais antes que essas viessem
a ser transmitidas aos seres humanos. Além disso, outras
habilidades privativas de sua profissão, como a higiene
e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de
produtos de origem animal, solidificaram a participação
desse profissional na vigilância sanitária, o primeiro
campo de trabalho da saúde pública a abrir espaço para
a sua atuação.
Nas últimas décadas, novos desafios têm surgido
para a saúde pública, muitos dos quais como resultado do
sistema de globalização mundial, que tem intensificado o
tráfego de pessoas, alimentos e bens de consumo entre
os diferentes países. Algumas enfermidades romperam
as barreiras de proteção territoriais e estabeleceram‑se
em lugares onde antes não existiam. Nesse âmbito,
esses gestores da saúde pública vêm enfrentando tais
desafios com eficácia, buscando debelar as fontes de
contaminação e impedir a proliferação das enfermidades
em suas áreas de responsabilidade.
Em suma, torna‑se cada vez mais necessária a
consolidação das posições ocupadas pelos profissionais
da área, bem como a conquista de novos espaços,
principalmente dentro das equipes de vigilância
epidemiológica e ambiental.
No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.
Sem prejuízo gramatical e para o sentido original do texto, no quarto parágrafo, o trecho “O médico veterinário foi, inicialmente, inserido nas equipes de saúde pública por estar apto a obter um diagnóstico seguro, estabelecer um tratamento eficaz e controlar as doenças dos animais antes que essas viessem a ser transmitidas aos seres humanos.” poderia ser reescrito da seguinte forma: O médico veterinário incorpora-se ao grupo de profissionais de saúde por estar habituado a proteger a população contra as enfermidades coletivas originárias dos animais que possam ser transmitidas aos humanos.
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Desde que foram estabelecidos padrões de
convivência coletiva, os seres humanos têm lutado contra
as enfermidades que põem em risco a saúde dos seus
animais. No entanto, muitas das doenças que dizimaram
os seus rebanhos também foram responsáveis pela morte
de milhares de pessoas.
A medicina veterinária surge, em primeira
instância, como uma promotora da saúde dos animais,
com vistas a buscar minimizar os prejuízos causados
pelas moléstias que os atingiam. Entretanto, com o
passar do tempo e o surgimento da medicina veterinária
preventiva, começou a ser utilizada, também, para a
promoção da saúde humana.
O termo saúde pública veterinária foi utilizado
oficialmente, pela primeira vez, em 1946, e compreende
todos os esforços da comunidade que influenciam e são
influenciados pela arte e ciência médica veterinária,
aplicados à prevenção da doença, à proteção da vida e à
promoção do bem‑estar e da eficiência do ser humano.
O médico veterinário foi, inicialmente, inserido
nas equipes de saúde pública por estar apto a obter um
diagnóstico seguro, estabelecer um tratamento eficaz e
controlar as doenças dos animais antes que essas viessem
a ser transmitidas aos seres humanos. Além disso, outras
habilidades privativas de sua profissão, como a higiene
e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de
produtos de origem animal, solidificaram a participação
desse profissional na vigilância sanitária, o primeiro
campo de trabalho da saúde pública a abrir espaço para
a sua atuação.
Nas últimas décadas, novos desafios têm surgido
para a saúde pública, muitos dos quais como resultado do
sistema de globalização mundial, que tem intensificado o
tráfego de pessoas, alimentos e bens de consumo entre
os diferentes países. Algumas enfermidades romperam
as barreiras de proteção territoriais e estabeleceram‑se
em lugares onde antes não existiam. Nesse âmbito,
esses gestores da saúde pública vêm enfrentando tais
desafios com eficácia, buscando debelar as fontes de
contaminação e impedir a proliferação das enfermidades
em suas áreas de responsabilidade.
Em suma, torna‑se cada vez mais necessária a
consolidação das posições ocupadas pelos profissionais
da área, bem como a conquista de novos espaços,
principalmente dentro das equipes de vigilância
epidemiológica e ambiental.
No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.
A locução “começou a ser utilizada”, no trecho “Entretanto, com o passar do tempo e o surgimento da medicina veterinária preventiva, começou a ser utilizada, também, para a promoção da saúde humana.”, sem prejuízo gramatical e para o sentido original do texto, poderia ser substituída por começaram a ser utilizados.
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Desde que foram estabelecidos padrões de
convivência coletiva, os seres humanos têm lutado contra
as enfermidades que põem em risco a saúde dos seus
animais. No entanto, muitas das doenças que dizimaram
os seus rebanhos também foram responsáveis pela morte
de milhares de pessoas.
A medicina veterinária surge, em primeira
instância, como uma promotora da saúde dos animais,
com vistas a buscar minimizar os prejuízos causados
pelas moléstias que os atingiam. Entretanto, com o
passar do tempo e o surgimento da medicina veterinária
preventiva, começou a ser utilizada, também, para a
promoção da saúde humana.
O termo saúde pública veterinária foi utilizado
oficialmente, pela primeira vez, em 1946, e compreende
todos os esforços da comunidade que influenciam e são
influenciados pela arte e ciência médica veterinária,
aplicados à prevenção da doença, à proteção da vida e à
promoção do bem‑estar e da eficiência do ser humano.
O médico veterinário foi, inicialmente, inserido
nas equipes de saúde pública por estar apto a obter um
diagnóstico seguro, estabelecer um tratamento eficaz e
controlar as doenças dos animais antes que essas viessem
a ser transmitidas aos seres humanos. Além disso, outras
habilidades privativas de sua profissão, como a higiene
e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de
produtos de origem animal, solidificaram a participação
desse profissional na vigilância sanitária, o primeiro
campo de trabalho da saúde pública a abrir espaço para
a sua atuação.
Nas últimas décadas, novos desafios têm surgido
para a saúde pública, muitos dos quais como resultado do
sistema de globalização mundial, que tem intensificado o
tráfego de pessoas, alimentos e bens de consumo entre
os diferentes países. Algumas enfermidades romperam
as barreiras de proteção territoriais e estabeleceram‑se
em lugares onde antes não existiam. Nesse âmbito,
esses gestores da saúde pública vêm enfrentando tais
desafios com eficácia, buscando debelar as fontes de
contaminação e impedir a proliferação das enfermidades
em suas áreas de responsabilidade.
Em suma, torna‑se cada vez mais necessária a
consolidação das posições ocupadas pelos profissionais
da área, bem como a conquista de novos espaços,
principalmente dentro das equipes de vigilância
epidemiológica e ambiental.
No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.
Ficaria mantida a correção gramatical, ainda que pudesse haver alteração dos sentidos originais do texto, caso, no lugar da forma “atingiam”, no trecho “minimizar os prejuízos causados pelas moléstias que os atingiam”, fosse empregado o termo afligiam.
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Desde que foram estabelecidos padrões de
convivência coletiva, os seres humanos têm lutado contra
as enfermidades que põem em risco a saúde dos seus
animais. No entanto, muitas das doenças que dizimaram
os seus rebanhos também foram responsáveis pela morte
de milhares de pessoas.
A medicina veterinária surge, em primeira
instância, como uma promotora da saúde dos animais,
com vistas a buscar minimizar os prejuízos causados
pelas moléstias que os atingiam. Entretanto, com o
passar do tempo e o surgimento da medicina veterinária
preventiva, começou a ser utilizada, também, para a
promoção da saúde humana.
O termo saúde pública veterinária foi utilizado
oficialmente, pela primeira vez, em 1946, e compreende
todos os esforços da comunidade que influenciam e são
influenciados pela arte e ciência médica veterinária,
aplicados à prevenção da doença, à proteção da vida e à
promoção do bem‑estar e da eficiência do ser humano.
O médico veterinário foi, inicialmente, inserido
nas equipes de saúde pública por estar apto a obter um
diagnóstico seguro, estabelecer um tratamento eficaz e
controlar as doenças dos animais antes que essas viessem
a ser transmitidas aos seres humanos. Além disso, outras
habilidades privativas de sua profissão, como a higiene
e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de
produtos de origem animal, solidificaram a participação
desse profissional na vigilância sanitária, o primeiro
campo de trabalho da saúde pública a abrir espaço para
a sua atuação.
Nas últimas décadas, novos desafios têm surgido
para a saúde pública, muitos dos quais como resultado do
sistema de globalização mundial, que tem intensificado o
tráfego de pessoas, alimentos e bens de consumo entre
os diferentes países. Algumas enfermidades romperam
as barreiras de proteção territoriais e estabeleceram‑se
em lugares onde antes não existiam. Nesse âmbito,
esses gestores da saúde pública vêm enfrentando tais
desafios com eficácia, buscando debelar as fontes de
contaminação e impedir a proliferação das enfermidades
em suas áreas de responsabilidade.
Em suma, torna‑se cada vez mais necessária a
consolidação das posições ocupadas pelos profissionais
da área, bem como a conquista de novos espaços,
principalmente dentro das equipes de vigilância
epidemiológica e ambiental.
No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.
Manteria a correção gramatical a substituição do vocábulo “os”, no trecho “que os atingiam”, pelo elemento lhes.
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Desde que foram estabelecidos padrões de
convivência coletiva, os seres humanos têm lutado contra
as enfermidades que põem em risco a saúde dos seus
animais. No entanto, muitas das doenças que dizimaram
os seus rebanhos também foram responsáveis pela morte
de milhares de pessoas.
A medicina veterinária surge, em primeira
instância, como uma promotora da saúde dos animais,
com vistas a buscar minimizar os prejuízos causados
pelas moléstias que os atingiam. Entretanto, com o
passar do tempo e o surgimento da medicina veterinária
preventiva, começou a ser utilizada, também, para a
promoção da saúde humana.
O termo saúde pública veterinária foi utilizado
oficialmente, pela primeira vez, em 1946, e compreende
todos os esforços da comunidade que influenciam e são
influenciados pela arte e ciência médica veterinária,
aplicados à prevenção da doença, à proteção da vida e à
promoção do bem‑estar e da eficiência do ser humano.
O médico veterinário foi, inicialmente, inserido
nas equipes de saúde pública por estar apto a obter um
diagnóstico seguro, estabelecer um tratamento eficaz e
controlar as doenças dos animais antes que essas viessem
a ser transmitidas aos seres humanos. Além disso, outras
habilidades privativas de sua profissão, como a higiene
e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de
produtos de origem animal, solidificaram a participação
desse profissional na vigilância sanitária, o primeiro
campo de trabalho da saúde pública a abrir espaço para
a sua atuação.
Nas últimas décadas, novos desafios têm surgido
para a saúde pública, muitos dos quais como resultado do
sistema de globalização mundial, que tem intensificado o
tráfego de pessoas, alimentos e bens de consumo entre
os diferentes países. Algumas enfermidades romperam
as barreiras de proteção territoriais e estabeleceram‑se
em lugares onde antes não existiam. Nesse âmbito,
esses gestores da saúde pública vêm enfrentando tais
desafios com eficácia, buscando debelar as fontes de
contaminação e impedir a proliferação das enfermidades
em suas áreas de responsabilidade.
Em suma, torna‑se cada vez mais necessária a
consolidação das posições ocupadas pelos profissionais
da área, bem como a conquista de novos espaços,
principalmente dentro das equipes de vigilância
epidemiológica e ambiental.
No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.
Sem prejuízo à correção gramatical e ao sentido original do texto, a palavra “instância”, no trecho “A medicina veterinária surge, em primeira instância, como uma promotora da saúde dos animais, com vistas a buscar minimizar os prejuízos causados pelas moléstias que os atingiam”, poderia ser substituída por estância.
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Desde que foram estabelecidos padrões de
convivência coletiva, os seres humanos têm lutado contra
as enfermidades que põem em risco a saúde dos seus
animais. No entanto, muitas das doenças que dizimaram
os seus rebanhos também foram responsáveis pela morte
de milhares de pessoas.
A medicina veterinária surge, em primeira
instância, como uma promotora da saúde dos animais,
com vistas a buscar minimizar os prejuízos causados
pelas moléstias que os atingiam. Entretanto, com o
passar do tempo e o surgimento da medicina veterinária
preventiva, começou a ser utilizada, também, para a
promoção da saúde humana.
O termo saúde pública veterinária foi utilizado
oficialmente, pela primeira vez, em 1946, e compreende
todos os esforços da comunidade que influenciam e são
influenciados pela arte e ciência médica veterinária,
aplicados à prevenção da doença, à proteção da vida e à
promoção do bem‑estar e da eficiência do ser humano.
O médico veterinário foi, inicialmente, inserido
nas equipes de saúde pública por estar apto a obter um
diagnóstico seguro, estabelecer um tratamento eficaz e
controlar as doenças dos animais antes que essas viessem
a ser transmitidas aos seres humanos. Além disso, outras
habilidades privativas de sua profissão, como a higiene
e a inspeção de matadouros, frigoríficos e indústrias de
produtos de origem animal, solidificaram a participação
desse profissional na vigilância sanitária, o primeiro
campo de trabalho da saúde pública a abrir espaço para
a sua atuação.
Nas últimas décadas, novos desafios têm surgido
para a saúde pública, muitos dos quais como resultado do
sistema de globalização mundial, que tem intensificado o
tráfego de pessoas, alimentos e bens de consumo entre
os diferentes países. Algumas enfermidades romperam
as barreiras de proteção territoriais e estabeleceram‑se
em lugares onde antes não existiam. Nesse âmbito,
esses gestores da saúde pública vêm enfrentando tais
desafios com eficácia, buscando debelar as fontes de
contaminação e impedir a proliferação das enfermidades
em suas áreas de responsabilidade.
Em suma, torna‑se cada vez mais necessária a
consolidação das posições ocupadas pelos profissionais
da área, bem como a conquista de novos espaços,
principalmente dentro das equipes de vigilância
epidemiológica e ambiental.
No que se refere à estruturação linguística do texto anterior, julgue o seguinte item.
No primeiro parágrafo, no trecho “Desde que foram estabelecidos padrões de convivência coletiva, os seres humanos têm lutado contra as enfermidades que põem em risco a saúde dos seus animais. No entanto, muitas das doenças que dizimaram os seus rebanhos também foram responsáveis pela morte de milhares de pessoas.”, em ambas as ocorrências, o vocábulo “seus” retoma, diretamente, a expressão “milhares de pessoas”.
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