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Foram encontradas 50 questões.

95748 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: FJPF
Orgão: CRMV-RJ
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Se A é o conjunto dos brasileiros, B é o conjunto dos latino-americanos e C é o conjunto dos naturais do estado do Rio de Janeiro então:

 

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95747 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: FJPF
Orgão: CRMV-RJ
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Na figura a seguir, o lado do quadrado mede 4 unidades.

Enunciado 3450275-1

A área sombreada, em unidade2, é, aproximadamente:

 

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95746 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: FJPF
Orgão: CRMV-RJ
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Um produto custava uma certa quantia X. Num certo dia, entrou em promoção, e passou a ser vendido com um desconto de 20%. Posteriormente, esse preço promocional foi reajustado em 25% e passou a custar Y. O novo preço Y é, então, em relação ao preço X:

 

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95745 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: FJPF
Orgão: CRMV-RJ
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Para localizar pontos numa floresta, uma equipe de fiscalização ambiental usa um sistema de coordenadas cartesianas em que cada uma unidade corresponde, na realidade, a uma distância de 500m. No planejamento de uma operação, resolveu-se montar um acampamento base no ponto ( 2 , 3 ) do sistema de coordenadas e outro no ponto ( 6 , 6 ). A real distância ente as duas bases, em metros, será:

 

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95744 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: FJPF
Orgão: CRMV-RJ
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Todo mês, Boanerges separa uma certa quantia de seu salário e guarda num grande envelope, embaixo do colchão. Ele começou essa poupança em janeiro de 2005, com uma quantia inicial de R$330,00, que havia recebido por um trabalho. A partir de fevereiro daquele ano, começou a separar a tal quantia mensal. O plano é ter R$2200,00 em novembro de 2007, quando juntar a quantia mensal a sua “poupança de colchão”. A quantia mensal que Boanerges põe sob o colchão, em reais, é:

 

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95726 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FJPF
Orgão: CRMV-RJ
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“...marinheiros ingleses incumbidos de render a tripulação capturada e conduzir o navio à Cidade do Cabo”. Nesse segmento do texto, o verbo destacado mostra que os marinheiros ingleses:

 

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95725 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FJPF
Orgão: CRMV-RJ
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“por ordem de Sua Majestade”; empregou-se Sua Majestade por se tratar:

 

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95724 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FJPF
Orgão: CRMV-RJ
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“Preferências tribais influenciavam a dieta”; uma outra forma dessa frase que altera o seu sentido original é:

 

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95723 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FJPF
Orgão: CRMV-RJ
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A alternativa que mostra um significado correto do vocábulo sublinhado é:

 

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95722 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FJPF
Orgão: CRMV-RJ
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LÍNGUA PORTUGUESA

TEXTO – A LIBERTAÇÃO QUE ASSASSINAVA

Augusto Nunes – Jornal do Brasil, 18-11-2006

Brasileiros informados apenas por livros escolares aprendem que a escravidão inscreveu o homem cordial entre os campeões da mais hedionda forma de comércio: a compra e venda de gente. Isso é correto.

Aprendem também que as viagens nos porões impunha sofrimentos inverossímeis a quem já perdera o lar, a família, a pátria e a individualidade. Isso é igualmente correto.

Aprendem, enfim, que o apresamento de um navio negreiro por embarcações da Marinha Britânica, transformada em generosa polícia das águas por ordem de Sua Majestade, significava a restituição aos escravos do direito à liberdade, à vida e ao sonho.

Isso é um equívoco, demonstra o relato do pastor Pascoe Hill. Trata-se da afirmação de um pavoroso paradoxo para incontáveis cativos, a libertação precipitava a morte.

Em abril de 1843, o reverendo voltava do Rio para Londres quando o destino o surpreendeu com uma experiência singularíssima. Numa incursão fluvial por Moçambique, a fragata Cleópatra interceptou o negreiro Progresso, de bandeira brasileira.

Hill juntou-se, como intérprete e homem de Deus, aos marinheiros ingleses incumbidos de render a tripulação capturada e conduzir o navio à cidade do Cabo. Seriam 50 dias de horror.

Enquanto quebravam grilhões e correntes que martirizavam 447 africanos escravizados, os libertadores ouviram o uivo dos resgatados do inferno, o grito dos vingados, o choro dos socorridos na 25ª. hora. Nos 50 dias seguintes, ouviriam o uivo dos agonizantes, o grito dos traídos, o choro dos resignados. Durante a viagem, 163 corpos foram jogados ao mar. Outros sucumbiriam já no porto supostamente seguro.

Tecnicamente, nenhum morreu de morte matada. Só de morte morrida. Mas a verdade é que foram vítimas do despreparo dos libertadores para lidar com os libertados. As tripulações negreiras sabiam administrar a desgraça, sabiam como tratar a carga humana. Impiedosos e de alma calejada, sabiam que perder um corpo era perder dinheiro. Sabiam chegar às praias do Brasil com perdas inferiores a 10%.

Sobravam água e alimentos, distribuídos com astúcia e critério. Preferências tribais influenciavam a dieta. Não se comia demais nem de menos. Havia até médico a bordo. Os negreiros eram profissionais.

Na primeira noite, diante da tempestade iminente, os ingleses devolveram ao porão os libertos que dormiam no convés. Fechado novamente o tombadilho, o pânico assumiu o leme. Morreram 54. Como os corpos, também seus nomes desapareceram no mar.

Os escravos eram tratados como animais nos navios negreiros. A expressão do texto que animaliza os escravos transportados é:

 

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