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Todos os dias, 5 colegas de trabalho (Beatriz, João, Ana, Maurício e Josefina) almoçam em um restaurante que oferece apenas um tipo de salada diariamente (temperada ou não temperada). Sendo assim, as afirmações seguintes devem ser consideradas como verdadeiras.
• Beatriz come salada no almoço se, e somente se, ela estiver temperada.
• João come salada no almoço todos os dias.
• Se a salada estiver temperada, Ana comerá salada no almoço.
• Se Beatriz come salada, então Maurício come salada.
• Se a salada não estiver temperada, Josefina comerá salada no almoço.
Com base nesse caso hipotético, julgue o item.
Se Maurício não comeu salada no almoço, ela não estava temperada.
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Todos os dias, 5 colegas de trabalho (Beatriz, João, Ana, Maurício e Josefina) almoçam em um restaurante que oferece apenas um tipo de salada diariamente (temperada ou não temperada). Sendo assim, as afirmações seguintes devem ser consideradas como verdadeiras.
• Beatriz come salada no almoço se, e somente se, ela estiver temperada.
• João come salada no almoço todos os dias.
• Se a salada estiver temperada, Ana comerá salada no almoço.
• Se Beatriz come salada, então Maurício come salada.
• Se a salada não estiver temperada, Josefina comerá salada no almoço.
Com base nesse caso hipotético, julgue o item.
A negação de “João come salada no almoço todos os dias” é “João nunca come salada no almoço”.
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Todos os dias, 5 colegas de trabalho (Beatriz, João, Ana, Maurício e Josefina) almoçam em um restaurante que oferece apenas um tipo de salada diariamente (temperada ou não temperada). Sendo assim, as afirmações seguintes devem ser consideradas como verdadeiras.
• Beatriz come salada no almoço se, e somente se, ela estiver temperada.
• João come salada no almoço todos os dias.
• Se a salada estiver temperada, Ana comerá salada no almoço.
• Se Beatriz come salada, então Maurício come salada.
• Se a salada não estiver temperada, Josefina comerá salada no almoço.
Com base nesse caso hipotético, julgue o item.
Se Ana não comeu salada no almoço, então Beatriz também não comeu salada no almoço.
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Sendo !$ A=\begin{pmatrix} 0 & 1 \\ 0 & 5 \end{pmatrix} !$ e !$ B=\begin{pmatrix} 2 & 0 \\ 2 & 2 \end{pmatrix} !$ , julgue o item.
detB5 > 1.000
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Sendo !$ A=\begin{pmatrix} 0 & 1 \\ 0 & 5 \end{pmatrix} !$ e !$ B=\begin{pmatrix} 2 & 0 \\ 2 & 2 \end{pmatrix} !$ , julgue o item.
Se BX = A, então X=!$ \begin{pmatrix} 0 & 2 \\ 0 & \dfrac{1}{2} \end{pmatrix} !$
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Sendo !$ A=\begin{pmatrix} 0 & 1 \\ 0 & 5 \end{pmatrix} !$ e !$ B=\begin{pmatrix} 2 & 0 \\ 2 & 2 \end{pmatrix} !$ , julgue o item.
(A + B)(A − B) = A2 − B2
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Sendo !$ A=\begin{pmatrix} 0 & 1 \\ 0 & 5 \end{pmatrix} !$ e !$ B=\begin{pmatrix} 2 & 0 \\ 2 & 2 \end{pmatrix} !$ , julgue o item.
A matriz A é inversível.
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Três ovos. Uma lata de leite condensado e a mesma medida de leite. Açúcar para a calda de caramelo. Essa é a receita do pudim de leite da minha mãe. Apesar da quantidade escassa de ingredientes, o resultado pode variar muito. O pudim dela, por exemplo, às vezes fica cheio de furinhos, às vezes parece mais uma ambrosia. É que ela adora fazer experimentações na cozinha. Em muitos momentos isso acontece porque um ingrediente falta e ela testa seguir com o doce mesmo assim. E já aconteceu também de estar com pressa e pular etapas. Dona Ligia é desse jeito, um misto de praticidade com certa dose de impaciência e ansiedade para algumas coisas. Foi assim, experimentando e sabotando a própria receita, que descobriu que o pudim pode ganhar sabores e nuances diferentes de acordo com o modo de preparo.
Uma vez, fez com dois ovos em vez de três. Outro dia, cansada de fazer o pudim cozinhar em banho-maria, colocou no forno, sem banho-maria. E o resultado foi interessante — foi a versão que lembra a ambrosia. No início, achava isso um absurdo. Receita existe para ser seguida, afinal. Mas depois percebi que há uma beleza até quando questionamos aquilo que parece tão certo.
A chef brasileira Roberta Sudbrack fez sucesso em eventos internacionais de cozinha com a sua farinha de banana. Ela conta que testava reações da banana em diferentes temperaturas. “De repente, vejo um cozinheiro passar encolhido, tentando se esconder e carregando uma travessa enorme cheia de bananas que, na visão dele, tinham passado do ponto num dos testes”. Antes que as frutas fossem jogadas no lixo, sugeriu que deixasse secar mais um pouco para, depois, bater no processador. Assim nasceu a farofa de banana, um ícone no cardápio da premiada chef.
É claro que seguir a receita é importante. Mas existe um lugar nisso tudo que é a nossa capacidade de subverter e experimentar. Pode ser que dê certo ou não. E tudo bem. Acho que na vida muitas vezes é assim. Seguimos a “receita” que nos ensinaram. Parece que a felicidade estará ali. Só que, infelizmente, nem sempre as coisas acontecem dessa forma. Às vezes, precisamos experimentar além da
receita, ter a capacidade de olhar novas possibilidades. Ana Holanda. Tudo bem errar.
In: Viva Saúde, ano
15, ed. 217, 2022, p. 66 (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto, julgue o item.
Os sentidos do texto seriam alterados se, a palavra “certa” fosse deslocada para imediatamente depois de “dose”.
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Três ovos. Uma lata de leite condensado e a mesma medida de leite. Açúcar para a calda de caramelo. Essa é a receita do pudim de leite da minha mãe. Apesar da quantidade escassa de ingredientes, o resultado pode variar muito. O pudim dela, por exemplo, às vezes fica cheio de furinhos, às vezes parece mais uma ambrosia. É que ela adora fazer experimentações na cozinha. Em muitos momentos isso acontece porque um ingrediente falta e ela testa seguir com o doce mesmo assim. E já aconteceu também de estar com pressa e pular etapas. Dona Ligia é desse jeito, um misto de praticidade com certa dose de impaciência e ansiedade para algumas coisas. Foi assim, experimentando e sabotando a própria receita, que descobriu que o pudim pode ganhar sabores e nuances diferentes de acordo com o modo de preparo.
Uma vez, fez com dois ovos em vez de três. Outro dia, cansada de fazer o pudim cozinhar em banho-maria, colocou no forno, sem banho-maria. E o resultado foi interessante — foi a versão que lembra a ambrosia. No início, achava isso um absurdo. Receita existe para ser seguida, afinal. Mas depois percebi que há uma beleza até quando questionamos aquilo que parece tão certo.
A chef brasileira Roberta Sudbrack fez sucesso em eventos internacionais de cozinha com a sua farinha de banana. Ela conta que testava reações da banana em diferentes temperaturas. “De repente, vejo um cozinheiro passar encolhido, tentando se esconder e carregando uma travessa enorme cheia de bananas que, na visão dele, tinham passado do ponto num dos testes”. Antes que as frutas fossem jogadas no lixo, sugeriu que deixasse secar mais um pouco para, depois, bater no processador. Assim nasceu a farofa de banana, um ícone no cardápio da premiada chef.
É claro que seguir a receita é importante. Mas existe um lugar nisso tudo que é a nossa capacidade de subverter e experimentar. Pode ser que dê certo ou não. E tudo bem. Acho que na vida muitas vezes é assim. Seguimos a “receita” que nos ensinaram. Parece que a felicidade estará ali. Só que, infelizmente, nem sempre as coisas acontecem dessa forma. Às vezes, precisamos experimentar além da
receita, ter a capacidade de olhar novas possibilidades. Ana Holanda. Tudo bem errar.
In: Viva Saúde, ano
15, ed. 217, 2022, p. 66 (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto, julgue o item.
A inserção de uma vírgula logo após “É claro que” daria mais ênfase à afirmação “seguir a receita é importante”, sem prejuízo da correção gramatical.
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Três ovos. Uma lata de leite condensado e a mesma medida de leite. Açúcar para a calda de caramelo. Essa é a receita do pudim de leite da minha mãe. Apesar da quantidade escassa de ingredientes, o resultado pode variar muito. O pudim dela, por exemplo, às vezes fica cheio de furinhos, às vezes parece mais uma ambrosia. É que ela adora fazer experimentações na cozinha. Em muitos momentos isso acontece porque um ingrediente falta e ela testa seguir com o doce mesmo assim. E já aconteceu também de estar com pressa e pular etapas. Dona Ligia é desse jeito, um misto de praticidade com certa dose de impaciência e ansiedade para algumas coisas. Foi assim, experimentando e sabotando a própria receita, que descobriu que o pudim pode ganhar sabores e nuances diferentes de acordo com o modo de preparo.
Uma vez, fez com dois ovos em vez de três. Outro dia, cansada de fazer o pudim cozinhar em banho-maria, colocou no forno, sem banho-maria. E o resultado foi interessante — foi a versão que lembra a ambrosia. No início, achava isso um absurdo. Receita existe para ser seguida, afinal. Mas depois percebi que há uma beleza até quando questionamos aquilo que parece tão certo.
A chef brasileira Roberta Sudbrack fez sucesso em eventos internacionais de cozinha com a sua farinha de banana. Ela conta que testava reações da banana em diferentes temperaturas. “De repente, vejo um cozinheiro passar encolhido, tentando se esconder e carregando uma travessa enorme cheia de bananas que, na visão dele, tinham passado do ponto num dos testes”. Antes que as frutas fossem jogadas no lixo, sugeriu que deixasse secar mais um pouco para, depois, bater no processador. Assim nasceu a farofa de banana, um ícone no cardápio da premiada chef.
É claro que seguir a receita é importante. Mas existe um lugar nisso tudo que é a nossa capacidade de subverter e experimentar. Pode ser que dê certo ou não. E tudo bem. Acho que na vida muitas vezes é assim. Seguimos a “receita” que nos ensinaram. Parece que a felicidade estará ali. Só que, infelizmente, nem sempre as coisas acontecem dessa forma. Às vezes, precisamos experimentar além da
receita, ter a capacidade de olhar novas possibilidades. Ana Holanda. Tudo bem errar.
In: Viva Saúde, ano
15, ed. 217, 2022, p. 66 (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto, julgue o item.
A expressão “Só que” transmite sentido de oposição.
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