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Antônio trabalha com desenhos computacionais de aparelhos cirúrgicos. Para fazer o modelo de um sólido, ele fez a revolução completa de um retângulo em torno do eixo que passa pelo seu maior lado, de 10 centímetros. O outro lado do retângulo mede 0,25 centímetros.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que corresponde ao valor numérico do volume do sólido de revolução gerado em centímetros cúbicos.
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Considerando que a equação x3 + !$ mx !$2 + 31!$ x !$ + !$ n !$ = 0tenha raízes 2 e 5, assinale a alternativa que apresenta a razão entre !$ m !$ e !$ n !$, nessa ordem.
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Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta o peso da pizza que Antônio e Luma comeram.
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O cuidado com a saúde bucal deve ir muito além de uma preocupação estética. A falta de manutenção regular dos dentes pode ter consequências severas, como o desenvolvimento de problemas cardíacos. Segundo pesquisa realizada em 2019 pelo Instituto do Coração, da Universidade de São Paulo, 45% das doenças do coração e 36% das mortes por problemas cardíacos têm origem dental.
A relação entre alterações cardiovasculares e saúde bucal está associada sobretudo a doenças gengivais e periodontais. Isso porque a inflamação causada pelo acúmulo de placas bacterianas na região pode comprometer os dentes, os tecidos e os ossos da boca. Essas bactérias podem invadir o organismo e se alojar nas paredes e vasos sanguíneos da região cardíaca. Dessa forma, comprometem a circulação do sangue e ocasionam problemas cardiovasculares.
As doenças cardíacas que mais estão associadas a problemas bucais são a arritmia cardíaca e a endocardite bacteriana. A primeira acontece quando os impulsos do coração não funcionam corretamente. Já a endocardite bacteriana é uma inflamação que ocorre na membrana que reveste a camada interna do coração e das válvulas cardíacas. Entretanto, as complicações na boca podem provocar ainda outras doenças. Isso porque as bactérias infecciosas da boca podem se disseminar por toda a corrente sanguínea de forma sistêmica e ocasionar a ocorrência de aterosclerose, acidente vascular cerebral e infarto.
Conforme explica o dentista e professor Jayme Bordini, do Departamento de Estomatologia da Universidade Federal do Paraná, além de pacientes com problemas crônicos na gengiva, algumas pessoas são mais suscetíveis a essas complicações. “Existem comorbidades que facilitam esse processo. Verifica-se, por exemplo, uma associação estatística maior de doenças cardíacas relacionadas a problemas bucais em pacientes com doenças autoimunes ou mesmo diabetes”, afirma. Segundo Bordini, esses pacientes precisam de um controle mais rigoroso para a prevenção de doenças infecciosas na boca, com avaliação clínica periódica e correta higiene bucal.
A causa mais comum de doenças gengivais e periodontais está relacionada à higienização inadequada da boca e à ausência de acompanhamento profissional. Assim, a falta de cuidado com a saúde bucal favorece o acúmulo de placa bacteriana nos dentes e na gengiva, o que provoca inflamação. O diagnóstico da gravidade do quadro clínico do paciente é feito por análise clínica e exames específicos, que irão verificar a profundidade gengival e das áreas de retenção de bactérias.
Segundo Bordini, é possível perceber os sintomas a partir de alterações na gengiva e nos dentes. As gengivas ficam mais avermelhadas, inchadas e doloridas ao toque, e sangram durante a escovação e alimentação. “Os primeiros sinais que aparecem são a mudança da coloração do tecido gengival e sangramento. Depois, com a evolução da doença, esse sangramento aumenta, assim como a sensibilidade”, explica. Além disso, são comuns a retração da gengiva em relação aos dentes e o mau hálito.
O tratamento para as doenças gengivais e periodontais é focado na desinfecção, mas o cuidado principal relacionado a esses problemas é preventivo. A higienização adequada da boca, com o mínimo de três escovações diárias, o uso adequado do fio dental e a avaliação clínica periódica são os fatores que mais influenciam a manutenção da saúde bucal.
Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência das ideias do texto caso se substituísse
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O cuidado com a saúde bucal deve ir muito além de uma preocupação estética. A falta de manutenção regular dos dentes pode ter consequências severas, como o desenvolvimento de problemas cardíacos. Segundo pesquisa realizada em 2019 pelo Instituto do Coração, da Universidade de São Paulo, 45% das doenças do coração e 36% das mortes por problemas cardíacos têm origem dental.
A relação entre alterações cardiovasculares e saúde bucal está associada sobretudo a doenças gengivais e periodontais. Isso porque a inflamação causada pelo acúmulo de placas bacterianas na região pode comprometer os dentes, os tecidos e os ossos da boca. Essas bactérias podem invadir o organismo e se alojar nas paredes e vasos sanguíneos da região cardíaca. Dessa forma, comprometem a circulação do sangue e ocasionam problemas cardiovasculares.
As doenças cardíacas que mais estão associadas a problemas bucais são a arritmia cardíaca e a endocardite bacteriana. A primeira acontece quando os impulsos do coração não funcionam corretamente. Já a endocardite bacteriana é uma inflamação que ocorre na membrana que reveste a camada interna do coração e das válvulas cardíacas. Entretanto, as complicações na boca podem provocar ainda outras doenças. Isso porque as bactérias infecciosas da boca podem se disseminar por toda a corrente sanguínea de forma sistêmica e ocasionar a ocorrência de aterosclerose, acidente vascular cerebral e infarto.
Conforme explica o dentista e professor Jayme Bordini, do Departamento de Estomatologia da Universidade Federal do Paraná, além de pacientes com problemas crônicos na gengiva, algumas pessoas são mais suscetíveis a essas complicações. “Existem comorbidades que facilitam esse processo. Verifica-se, por exemplo, uma associação estatística maior de doenças cardíacas relacionadas a problemas bucais em pacientes com doenças autoimunes ou mesmo diabetes”, afirma. Segundo Bordini, esses pacientes precisam de um controle mais rigoroso para a prevenção de doenças infecciosas na boca, com avaliação clínica periódica e correta higiene bucal.
A causa mais comum de doenças gengivais e periodontais está relacionada à higienização inadequada da boca e à ausência de acompanhamento profissional. Assim, a falta de cuidado com a saúde bucal favorece o acúmulo de placa bacteriana nos dentes e na gengiva, o que provoca inflamação. O diagnóstico da gravidade do quadro clínico do paciente é feito por análise clínica e exames específicos, que irão verificar a profundidade gengival e das áreas de retenção de bactérias.
Segundo Bordini, é possível perceber os sintomas a partir de alterações na gengiva e nos dentes. As gengivas ficam mais avermelhadas, inchadas e doloridas ao toque, e sangram durante a escovação e alimentação. “Os primeiros sinais que aparecem são a mudança da coloração do tecido gengival e sangramento. Depois, com a evolução da doença, esse sangramento aumenta, assim como a sensibilidade”, explica. Além disso, são comuns a retração da gengiva em relação aos dentes e o mau hálito.
O tratamento para as doenças gengivais e periodontais é focado na desinfecção, mas o cuidado principal relacionado a esses problemas é preventivo. A higienização adequada da boca, com o mínimo de três escovações diárias, o uso adequado do fio dental e a avaliação clínica periódica são os fatores que mais influenciam a manutenção da saúde bucal.
Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).
Considerando os mecanismos de coesão no texto, assinale a alternativa em que há correta correspondência entre o termo ou a expressão destacados e o respectivo elemento de referência.
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O cuidado com a saúde bucal deve ir muito além de uma preocupação estética. A falta de manutenção regular dos dentes pode ter consequências severas, como o desenvolvimento de problemas cardíacos. Segundo pesquisa realizada em 2019 pelo Instituto do Coração, da Universidade de São Paulo, 45% das doenças do coração e 36% das mortes por problemas cardíacos têm origem dental.
A relação entre alterações cardiovasculares e saúde bucal está associada sobretudo a doenças gengivais e periodontais. Isso porque a inflamação causada pelo acúmulo de placas bacterianas na região pode comprometer os dentes, os tecidos e os ossos da boca. Essas bactérias podem invadir o organismo e se alojar nas paredes e vasos sanguíneos da região cardíaca. Dessa forma, comprometem a circulação do sangue e ocasionam problemas cardiovasculares.
As doenças cardíacas que mais estão associadas a problemas bucais são a arritmia cardíaca e a endocardite bacteriana. A primeira acontece quando os impulsos do coração não funcionam corretamente. Já a endocardite bacteriana é uma inflamação que ocorre na membrana que reveste a camada interna do coração e das válvulas cardíacas. Entretanto, as complicações na boca podem provocar ainda outras doenças. Isso porque as bactérias infecciosas da boca podem se disseminar por toda a corrente sanguínea de forma sistêmica e ocasionar a ocorrência de aterosclerose, acidente vascular cerebral e infarto.
Conforme explica o dentista e professor Jayme Bordini, do Departamento de Estomatologia da Universidade Federal do Paraná, além de pacientes com problemas crônicos na gengiva, algumas pessoas são mais suscetíveis a essas complicações. “Existem comorbidades que facilitam esse processo. Verifica-se, por exemplo, uma associação estatística maior de doenças cardíacas relacionadas a problemas bucais em pacientes com doenças autoimunes ou mesmo diabetes”, afirma. Segundo Bordini, esses pacientes precisam de um controle mais rigoroso para a prevenção de doenças infecciosas na boca, com avaliação clínica periódica e correta higiene bucal.
A causa mais comum de doenças gengivais e periodontais está relacionada à higienização inadequada da boca e à ausência de acompanhamento profissional. Assim, a falta de cuidado com a saúde bucal favorece o acúmulo de placa bacteriana nos dentes e na gengiva, o que provoca inflamação. O diagnóstico da gravidade do quadro clínico do paciente é feito por análise clínica e exames específicos, que irão verificar a profundidade gengival e das áreas de retenção de bactérias.
Segundo Bordini, é possível perceber os sintomas a partir de alterações na gengiva e nos dentes. As gengivas ficam mais avermelhadas, inchadas e doloridas ao toque, e sangram durante a escovação e alimentação. “Os primeiros sinais que aparecem são a mudança da coloração do tecido gengival e sangramento. Depois, com a evolução da doença, esse sangramento aumenta, assim como a sensibilidade”, explica. Além disso, são comuns a retração da gengiva em relação aos dentes e o mau hálito.
O tratamento para as doenças gengivais e periodontais é focado na desinfecção, mas o cuidado principal relacionado a esses problemas é preventivo. A higienização adequada da boca, com o mínimo de três escovações diárias, o uso adequado do fio dental e a avaliação clínica periódica são os fatores que mais influenciam a manutenção da saúde bucal.
Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).
Assinale a alternativa em que há correta correspondência entre a palavra destacada, seu emprego gramatical e seu significado no texto.
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No Dia Mundial da Saúde, comemorado em 7 de abril, os conselhos de odontologia reforçaram a necessidade de conscientizar a população sobre a importância de visitar o cirurgião-dentista rotineiramente, assim como acontece com outras especialidades da área da saúde. A campanha “Saúde tá no corpo. Saúde tá no cuidado. Saúde tá na boca”, com foco na importância da odontologia para a promoção da saúde de forma global, contou com a divulgação de peças publicitárias, materiais informativos, mídia indoor, veiculação em rádio e TV, entre outros meios de comunicação.
O objetivo da campanha, focada na relação entre a boca e as funções do organismo, foi chamar a atenção do público para a importância de difundir e tornar comum a ideia de que a saúde geral do indivíduo começa pela boca e que a atenção à saúde bucal, por meio de cuidados e da prevenção, é essencial para evitar doenças como a cárie, a gengivite, a periodontite e até patologias como o câncer bucal, como reforça a cirurgiã-dentista Sofia Takeda Uemura.
A profissional explica que a periodontite — ou doença periodontal — atinge os tecidos de suporte dos dentes (ligamento periodontal e o osso), podendo causar reabsorção óssea, retração da gengiva, mobilidade e até perda dos dentes. Além disso, ela chama a atenção para quadros mais graves, com sérias consequências para o organismo, como a endocardite bacteriana, que é uma complicação causada por bactérias oriundas de infecção bucal que podem se espalhar na corrente sanguínea e se alojar nas válvulas cardíacas, comprometendo o funcionamento do coração.
Outro exemplo citado pela cirurgiã-dentista é o câncer bucal. Seu aparecimento é favorecido pelo uso de tabaco e álcool. Identificado e diagnosticado pelo cirurgião-dentista e tratado pelo oncologista, o câncer bucal, quando descoberto na fase inicial, pode ser tratado com maior eficácia. “Esse câncer envolve estruturas muito delicadas da face e, dependendo do estágio, o tratamento cirúrgico pode envolver a remoção de língua, mandíbula e maxilar. É um procedimento muito invasivo, que pode deixar o paciente mutilado”, acrescenta.
De acordo com uma pesquisa do Instituto Nacional de Câncer, a estimativa de novos casos de câncer de boca é de 15 mil por ano, sendo os homens com idade superior a 50 anos o público mais afetado (70% dos casos diagnosticados). Porém, aproximadamente 25% dos casos podem ocorrer em pessoas mais jovens.
Além dos aspectos relacionados à saúde física geral, a saúde mental também pode ser impactada por problemas relacionados à dentição, como os que comprometem a imagem da pessoa. Da mesma forma, doenças como a depressão afetam a autoestima e ocasionam o abandono dos cuidados pessoais e dos hábitos relacionados à higiene bucal.
Portanto, para se alcançar um maior bem-estar, é necessário perceber que cuidar da saúde geral obrigatoriamente envolve cuidar da saúde bucal por meio da prevenção e, quando necessário, tratamentos restauradores e reabilitadores, sempre com o acompanhamento de um cirurgião-dentista.
Internet: <www.cfo.org.br> (com adaptações).
A oração “para se alcançar um maior bem-estar”
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No Dia Mundial da Saúde, comemorado em 7 de abril, os conselhos de odontologia reforçaram a necessidade de conscientizar a população sobre a importância de visitar o cirurgião-dentista rotineiramente, assim como acontece com outras especialidades da área da saúde. A campanha “Saúde tá no corpo. Saúde tá no cuidado. Saúde tá na boca”, com foco na importância da odontologia para a promoção da saúde de forma global, contou com a divulgação de peças publicitárias, materiais informativos, mídia indoor, veiculação em rádio e TV, entre outros meios de comunicação.
O objetivo da campanha, focada na relação entre a boca e as funções do organismo, foi chamar a atenção do público para a importância de difundir e tornar comum a ideia de que a saúde geral do indivíduo começa pela boca e que a atenção à saúde bucal, por meio de cuidados e da prevenção, é essencial para evitar doenças como a cárie, a gengivite, a periodontite e até patologias como o câncer bucal, como reforça a cirurgiã-dentista Sofia Takeda Uemura.
A profissional explica que a periodontite — ou doença periodontal — atinge os tecidos de suporte dos dentes (ligamento periodontal e o osso), podendo causar reabsorção óssea, retração da gengiva, mobilidade e até perda dos dentes. Além disso, ela chama a atenção para quadros mais graves, com sérias consequências para o organismo, como a endocardite bacteriana, que é uma complicação causada por bactérias oriundas de infecção bucal que podem se espalhar na corrente sanguínea e se alojar nas válvulas cardíacas, comprometendo o funcionamento do coração.
Outro exemplo citado pela cirurgiã-dentista é o câncer bucal. Seu aparecimento é favorecido pelo uso de tabaco e álcool. Identificado e diagnosticado pelo cirurgião-dentista e tratado pelo oncologista, o câncer bucal, quando descoberto na fase inicial, pode ser tratado com maior eficácia. “Esse câncer envolve estruturas muito delicadas da face e, dependendo do estágio, o tratamento cirúrgico pode envolver a remoção de língua, mandíbula e maxilar. É um procedimento muito invasivo, que pode deixar o paciente mutilado”, acrescenta.
De acordo com uma pesquisa do Instituto Nacional de Câncer, a estimativa de novos casos de câncer de boca é de 15 mil por ano, sendo os homens com idade superior a 50 anos o público mais afetado (70% dos casos diagnosticados). Porém, aproximadamente 25% dos casos podem ocorrer em pessoas mais jovens.
Além dos aspectos relacionados à saúde física geral, a saúde mental também pode ser impactada por problemas relacionados à dentição, como os que comprometem a imagem da pessoa. Da mesma forma, doenças como a depressão afetam a autoestima e ocasionam o abandono dos cuidados pessoais e dos hábitos relacionados à higiene bucal.
Portanto, para se alcançar um maior bem-estar, é necessário perceber que cuidar da saúde geral obrigatoriamente envolve cuidar da saúde bucal por meio da prevenção e, quando necessário, tratamentos restauradores e reabilitadores, sempre com o acompanhamento de um cirurgião-dentista.
Internet: <www.cfo.org.br> (com adaptações).
Estariam mantidos os sentidos do texto e as relações sintáticas nele estabelecidas caso se deslocasse o vocábulo
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Texto para a questão.

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