Foram encontradas 50 questões.
Leia o cartum.

A construção de sentido do cartum fundamenta-se na ideia de

A construção de sentido do cartum fundamenta-se na ideia de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quer ganhar mais dinheiro? A ciência tem uma dica
Você acredita que muitas pessoas mentem para se dar bem? Ou que agem de forma injusta para levar a melhor? Portanto, melhor não confiar em ninguém, certo? Bem, se você concorda com tudo isso, a ciência tem um conselho: pare.
É que pesquisadores alemães descobriram uma relação entre desconfiança e salários. Eles analisaram questionários respondidos por 1,5 mil pessoas, os quais mostravam o grau de ceticismo delas, e a renda mensal relatada por elas anos depois. E quanto mais céticos os participantes, menos dinheiro eles ganhavam.
Numa segunda etapa, compararam a renda de 16 mil alemães. Todos completaram um questionário semelhante ao anterior. Mais uma vez, as pessoas menos desconfiadas levavam a melhor: ganhavam, em média, 300 dólares por mês a mais que os outros.
Isso porque os céticos, cheios de medo de serem passados para trás, acabam cooperando menos – e pedindo menos ajuda aos outros. Aí, além de se queimarem com os colegas, os resultados do trabalho podem sair piores.
(Carol Castro. http://super.abril.com.br, 08.07.2015. Adaptado)
A partir da leitura do texto, conclui-se, corretamente, que
os céticos tendem a ter dificuldade emVocê acredita que muitas pessoas mentem para se dar bem? Ou que agem de forma injusta para levar a melhor? Portanto, melhor não confiar em ninguém, certo? Bem, se você concorda com tudo isso, a ciência tem um conselho: pare.
É que pesquisadores alemães descobriram uma relação entre desconfiança e salários. Eles analisaram questionários respondidos por 1,5 mil pessoas, os quais mostravam o grau de ceticismo delas, e a renda mensal relatada por elas anos depois. E quanto mais céticos os participantes, menos dinheiro eles ganhavam.
Numa segunda etapa, compararam a renda de 16 mil alemães. Todos completaram um questionário semelhante ao anterior. Mais uma vez, as pessoas menos desconfiadas levavam a melhor: ganhavam, em média, 300 dólares por mês a mais que os outros.
Isso porque os céticos, cheios de medo de serem passados para trás, acabam cooperando menos – e pedindo menos ajuda aos outros. Aí, além de se queimarem com os colegas, os resultados do trabalho podem sair piores.
(Carol Castro. http://super.abril.com.br, 08.07.2015. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quer ganhar mais dinheiro? A ciência tem uma dica
Você acredita que muitas pessoas mentem para se dar bem? Ou que agem de forma injusta para levar a melhor? Portanto, melhor não confiar em ninguém, certo? Bem, se você concorda com tudo isso, a ciência tem um conselho: pare.
É que pesquisadores alemães descobriram uma relação entre desconfiança e salários. Eles analisaram questionários respondidos por 1,5 mil pessoas, os quais mostravam o grau de ceticismo delas, e a renda mensal relatada por elas anos depois. E quanto mais céticos os participantes, menos dinheiro eles ganhavam.
Numa segunda etapa, compararam a renda de 16 mil alemães. Todos completaram um questionário semelhante ao anterior. Mais uma vez, as pessoas menos desconfiadas levavam a melhor: ganhavam, em média, 300 dólares por mês a mais que os outros.
Isso porque os céticos, cheios de medo de serem passados para trás, acabam cooperando menos – e pedindo menos ajuda aos outros. Aí, além de se queimarem com os colegas, os resultados do trabalho podem sair piores.
(Carol Castro. http://super.abril.com.br, 08.07.2015. Adaptado)
Considere o segundo parágrafo para responder à questão.Você acredita que muitas pessoas mentem para se dar bem? Ou que agem de forma injusta para levar a melhor? Portanto, melhor não confiar em ninguém, certo? Bem, se você concorda com tudo isso, a ciência tem um conselho: pare.
É que pesquisadores alemães descobriram uma relação entre desconfiança e salários. Eles analisaram questionários respondidos por 1,5 mil pessoas, os quais mostravam o grau de ceticismo delas, e a renda mensal relatada por elas anos depois. E quanto mais céticos os participantes, menos dinheiro eles ganhavam.
Numa segunda etapa, compararam a renda de 16 mil alemães. Todos completaram um questionário semelhante ao anterior. Mais uma vez, as pessoas menos desconfiadas levavam a melhor: ganhavam, em média, 300 dólares por mês a mais que os outros.
Isso porque os céticos, cheios de medo de serem passados para trás, acabam cooperando menos – e pedindo menos ajuda aos outros. Aí, além de se queimarem com os colegas, os resultados do trabalho podem sair piores.
(Carol Castro. http://super.abril.com.br, 08.07.2015. Adaptado)
É que pesquisadores alemães descobriram uma relação entre desconfiança e salários. Eles analisaram questionários respondidos por 1,5 mil pessoas, os quais mostravam o grau de ceticismo delas, e a renda mensal relatada por elas anos depois. E quanto mais céticos os participantes, menos dinheiro eles ganhavam.
A expressão os quais, em destaque, refere-se a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Um sonho de simplicidade
Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio.
Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado. Que prazer em comer aquele peixe e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
Seria possível deixar essa eterna inquietação das madrugadas urbanas, inaugurar de repente uma vida de acordar bem cedo? Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas… Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.
(Rubem Braga. A traição das elegantes. Rio de Janeiro: Record, 1982. Adaptado)
Com a expressão – desarrumação feroz –, no contexto
do primeiro parágrafo, o autor descreve a vida urbana
comoUm sonho de simplicidade
Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio.
Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado. Que prazer em comer aquele peixe e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
Seria possível deixar essa eterna inquietação das madrugadas urbanas, inaugurar de repente uma vida de acordar bem cedo? Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas… Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.
(Rubem Braga. A traição das elegantes. Rio de Janeiro: Record, 1982. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Um sonho de simplicidade
Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio.
Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado. Que prazer em comer aquele peixe e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
Seria possível deixar essa eterna inquietação das madrugadas urbanas, inaugurar de repente uma vida de acordar bem cedo? Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas… Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.
(Rubem Braga. A traição das elegantes. Rio de Janeiro: Record, 1982. Adaptado)
Considere esta passagem, que encerra o texto:Um sonho de simplicidade
Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio.
Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca – foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado. Que prazer em comer aquele peixe e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
Seria possível deixar essa eterna inquietação das madrugadas urbanas, inaugurar de repente uma vida de acordar bem cedo? Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas… Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.
(Rubem Braga. A traição das elegantes. Rio de Janeiro: Record, 1982. Adaptado)
... [que me fatigasse o corpo], mas [deixasse a alma sossegada e limpa].
Nesse contexto, o termo mas estabelece, entre as construções delimitadas por colchetes, relação de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia a tira e responda à questão.

(Quino. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 1993. Adaptado)
No último quadrinho, a garota, Mafalda, revela
(Quino. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 1993. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o poema e responda à questão.
Casa
Meu irmão tocava piano
na tarde azul e o resto de sol
punha um brilho novo
nos móveis e vasos.
Um brilho
que não sustenta meia volta
no relógio da cozinha.
Meu irmão tocava piano
e eu não pensava em nada
nem no brilho
se desfazendo nos ponteiros.
(Heitor Ferraz. Resumo do dia. São Paulo: Ateliê Editorial, 1996)
Assinale a alternativa que apresenta uma interpretação
correta do poema.Casa
Meu irmão tocava piano
na tarde azul e o resto de sol
punha um brilho novo
nos móveis e vasos.
Um brilho
que não sustenta meia volta
no relógio da cozinha.
Meu irmão tocava piano
e eu não pensava em nada
nem no brilho
se desfazendo nos ponteiros.
(Heitor Ferraz. Resumo do dia. São Paulo: Ateliê Editorial, 1996)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um total de 3150000 centímetros cúbicos de um produto
líquido precisa ser igualmente dividido, sem desperdício,
em frascos com capacidade máxima de 0,5 metro cúbico,
cada um. Para fazer essa divisão, o número mínimo de
frascos necessários deverá ser de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma garrafa d'água com capacidade total de 5 litros está
com 90% de sua capacidade. Despejando-se toda a água
contida nessa garrafa em um vasilhame com formato de
paralelepípedo reto retangular, inicialmente vazio e cujo
comprimento interno é de 20 centímetros, preenche-se o
vasilhame totalmente. Sabendo-se que a altura e a largura
internas desse vasilhame têm a mesma medida, é correto
afirmar que essa medida, em centímetros, é menor que o
comprimento do vasilhame em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Dois produtos líquidos estão, cada um, em uma embalagem:
a primeira contendo 2,7 litros do produto X e a segunda
contendo 4,5 litros do produto Y. Esses produtos
precisam ser separados no menor número de recipientes
possível, de maneira que cada recipiente tenha apenas
um tipo de produto, e todos os recipientes tenham a mesma
quantidade de líquido. Nessas condições, o número
de recipientes contendo o produto Y excederá o número
de recipientes contendo o produto X em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container