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Foram encontradas 50 questões.

2527168 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-15
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no Brasil
Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram
Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.
Autor do livro 'Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois', João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário 'Trans', exibido pela GIoboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.
É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. ”O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador", conta.
Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: ”A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'Você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'Você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.
Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: ”Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. ”O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é", conclui.
O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. ”Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero", conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. ”Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. ”Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.
(g1.globo.com)
A análise correta do trecho ”A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo" é:
 

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2527026 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-15
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no Brasil
Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram
Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.
Autor do livro 'Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois', João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário 'Trans', exibido pela GIoboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.
É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. ”O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador", conta.
Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: ”A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'Você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'Você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.
Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: ”Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. ”O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é", conclui.
O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. ”Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero", conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. ”Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. ”Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.
(g1.globo.com)
Quanto à linguagem utilizada no texto e sua construção, analise as afirmativas.
I. O texto pode ser considerado instrucional, já que mostra os passos necessários para se produzir um documentário.
II. O quinto parágrafo conecta-se sintática e semanticamente aos demais.
III. Trata-se de um texto tipicamente narrativo, com todos os elementos obrigatórios desse gênero.
Está correto o que se afirma em:
 

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2526582 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-15
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André e Jonas são dois terapeutas que visando dividir as despesas resolvem compartilhar o aluguel de um espaço comercial onde estabelecem uma clínica psiquiátrica. O valor mensal do espaço e mais os custos com a contratação de uma atendente e despesas gerais são estimados em R$ 7.800,00 por mês, sendo o espaço suficiente para o trabalho simultâneo dos dois profissionais. Por problemas de agenda André utilizará o espaço por apenas três dias da semana, enquanto Jonas utilizará o espaço por cinco dias. Para que ninguém se sinta prejudicado os dois profissionais concordam em dividir as despesas proporcionalmente ao período em que irão ocupar o espaço. Nessas condições, o custo a ser coberto por André será de:
 

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2525629 Ano: 2016
Disciplina: Arquivologia
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-15
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O repositório digital é um ambiente de armazenamento e gerenciamento de materiais digitais que tem sido empregado em diversas situações, tais como: arquivo corrente e intermediário (em associação com um SIGAD); arquivo permanente; biblioteca digital; acervo de obras de arte digitais; depósito legal de material digital; e curadoria de dados digitais de pesquisa. Sobre ele, leia as seguintes afirmativas.
I. Um repositório arquivístico digital é um repositório digital que armazena e gerencia documentos digitais, seja nas fases corrente e intermediária, seja na fase permanente. Pode-se, portanto, afirmar que se resume a uma solução informatizada para armazenamento (storage).
II. O repositório deve gerenciar os documentos e metadados de acordo com as práticas e normas da Arquivologia, especificamente relacionadas a gestão documental, descrição arquivística multinível e preservação.
III. O repositório deve proteger as características do documento arquivístico, em especial a autenticidade (identidade e integridade) e a relação orgânica entre os documentos.
Pode-se afirmar que:
 

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2525378 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-15
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Em uma aula de matemática o professor coloca as seguintes definições na lousa:
— Todo número par é divisível por 2.
— Todo número primo tem exatamente dois divisores: ele mesmo e a unidade.
A seguir, propõe que os alunos discutam, tomando como base as definições acima, três afirmativas:
I. não existe primo que seja par;
II. dezenove e número primo;
III. quinze é um número primo.
Está correto o que se afirma em:
 

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2525377 Ano: 2016
Disciplina: Arquivologia
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-15
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Protocolo, distribuição e arquivo de documentos são rotinas nos setores administrativos. No arquivamento de documentos por nome, existem algumas regras, chamadas de regras de alfabetação, que devem ser consideradas. Considere as seguintes afirmativas.
I. Sobrenomes de parentesco, como Filho, Júnior, Neto e Sobrinho, devem vir para o início acompanhados do sobrenome anterior. Exemplos:
Barreiros Filho, Marcus Polidoro
Correa Júnior, Lucas Tavares
Gonçalves Neto, Maria Silva
Tedesco Sobrinho, Luiz dos Santos
II. Títulos que acompanham os nomes não devem ser considerados. Devem ser colocados no final, entre parênteses. Exemplos:
Álvares, José Duarte dos (Presidente)
Borges, Lúcia Mota (Conselheiro)
Campos, João de Souza (Tesoureiro)
Rodrigues, Maria Luíza (Secretário)
III. Na organização de nomes de instituições, os nomes são mantidos da mesma forma como se apresentam, levando-se o artigo do início para o final, entre parênteses. Quando não há artigo no início, não deve ser feita qualquer alteração. Exemplos:
Associação Alagoana de Psicologia
Centro Universitário Fundação Santo André
Dia (O)
Fundação Educacional Dr. Raul Bauab
Guardian (The)
Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo
Está correto o que se afirma em:
 

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2524917 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-15
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Para responder a questão, leia os quadrinhos abaixo.
Enunciado 2912306-1
No último quadrinho, aparece um período composto de duas orações conectadas entre si por um conectivo que indica adição. Qual é esse conectivo?
 

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2524796 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-15
Provas:
O comitê municipal de esporte de uma cidade alagoana realizou uma pesquisa, com 100 alunos da rede oficial, sobre a preferência entre a prática de basquete ou vôlei, e obteve os seguintes dados: cinquenta e quatro alunos declararam preferir vôlei; quarenta e cinco disseram preferir basquete; doze afirmaram que não se interessavam por nenhum desses dois esportes. O número de estudantes que optaram pelos dois esportes e:
 

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2524791 Ano: 2016
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-15
Provas:
Registros e atualizações de cadastros estão entre as incumbências de um Auxiliar Administrativo. Para sua execução, faz-se necessário o mínimo conhecimento de banco de dados. Leia o seguinte conceito. ”Permite a um usuário, ou a um programa de aplicação, a execução de operações de inclusão, remoção, seleção ou atualização de dados previamente armazenados na base de dados."
A que se refere este conceito?
 

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2524318 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-15
Provas:
Considere os seguintes componentes de um microcomputador (PC).
I. Gabinete (Torre ou Desktop).
II. Motherboard.
III. Processador.
IV. Memória RAM.
O conceito de Central Processing Unit (CPU), ou Unidade Central de Processamento (UCP), é representado somente pelo que consta em:
 

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