Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

911707 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-4
Provas:
As atividades da Administração Federal obedecerão aos seguintes princípios fundamentais:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
911706 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-4
Provas:
São formas de provimento de cargo público, exceto:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
911705 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-4
Provas:
A administração federal indireta compreende as seguintes pessoas jurídicas, exceto:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
911704 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-4
Provas:
Assinale a alternativa correta sobre vencimentos e remuneração do servidor público.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
911703 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-4
Provas:
Sabemos que uma forma de monitorar um processo é usar os indicadores de desempenho. Esses indicadores representam de maneira quantificável as características de um processo. Assinale a alternativa que apresenta dois tipos de indicadores de desempenho.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
911702 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-4
Provas:
Um pesquisador desenvolveu uma nova vacina para combater uma determinada doença. Ao realizar os testes em cobaias, para analisar o efeito da vacina, algumas cobaias receberam a nova vacina desenvolvida, representada pela letra a e outros receberam uma vacina já existente, representada pela letra b. Essas vacinas foram testadas em conjunto, e testadas separadamente. De forma a padronizarem-se o procedimento experimental e a demonstração dos resultados obtidos, convencionou-se a seguinte nomenclatura:


V = VERDADEIRO, ou seja, a cobaia utilizou a vacina.

F = FALSO, ou seja, a cobaia não utilizou a vacina.


Foram analisadas 4 possibilidades, conforme a tabela-verdade a seguir.


a b a ^ b

V V 1

V F 2

F V 3

F F 4


Assinale a alternativa que contém os valores corretos para 1, 2, 3 e 4, considerando-se o Conectivo do tipo CONJUNÇÃO( a ^ b).


 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
911701 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-4
Provas:
Na fila de espera para atendimento em um pronto-socorro de um hospital, 45 pacientes aguardam atendimento, sendo que 15 deles apresentam um quadro de febre, detectado durante a triagem inicial, e os demais não apresentam febre. Um médico então chama, aleatoriamente, um desses pacientes para atendimento. Qual é a probabilidade de esse paciente chamado estar com febre?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
911700 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-4
Provas:

Os elementos do conjunto C da figura (a seguir) representam quantidades de pacientes à espera de atendimento em um consultório para um tratamento psicológico e o conjunto D contém o tempo médio de espera para ser atendido, em minutos.

enunciado 911700-1

Considerando que existe uma relação entre os conjuntos C e D, assinale a alternativa que apresenta a função que demonstra a relação entre C e D.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
911699 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-4
Provas:

A seqüência a seguir representa uma progressão finita G, a qual foi representada por seus 8 elementos:

G = (1, 5, 25,125, Y, 3125,15625, 78125)

Assinale a alternativa que contém o valor do elemento Y da progressão?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
911698 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-4
Provas:
Para onde vamos com o autismo?


É preciso que façamos uma reflexão acerca dos caminhos do autismo. Dos rumos que tomaremos socialmente diante de uma epidemia diagnostica que tem assolado a infância com números estarrecedores.

Isso porque, diante de tal epidemia, o princípio preventivo embasado na relação entre causas únicas e soluções gerais, que tantas vezes é eficaz em problemas epidemiológicos de saúde pública (como a vacinação contra doenças infectocontagiosas, ou a eliminação do mosquito Aedes para evitar a dengue, para trazer alguns exemplos de domínio geral), torna-se inoperante diante do autismo.

Tentar fazer o autismo encaixar-se em esquemas de relações unívocas causa-efeito é uma tentação recorrente, seja em organizações sociais, discursos pseudocientíficos, blogs ou mídias - afinal a relação causa efeito é um esquema conhecido e eficaz diante de muitas dificuldades e, convenhamos, quem não gostaria de poder estabelecer soluções simples e gerais?

No entanto, procurar forjar causas únicas e soluções fáceis diante de questões complexas como o autismo faz com que se caia em perigosos reducionismos, que, seja pelo viés organicista, seja pelo viés psicologizante, produzem conseqüências extremamente danosas para as pessoas com autismos e seus familiares.

O diagnóstico do autismo e sua terapêutica exigem considerar a complexidade. Complexo quer dizer aquilo que está tecido, que está em rede, e é na rede interdisciplinar que é preciso tratar dessa questão, articulando os campos de saúde mental, deficiência, educação, assistência social e judicial.

No autismo, a causa não é única, mas uma combinação de fatores; o seu quadro não pode ser definido por um único indicador isolado, o que exige um olhar e uma escuta clínica acurados; sua evolução pode apresentar variações muito significativas, o que torna questionáveis os prognósticos; e, no que diz respeito à terapêutica, encontram-se documentadas evoluções clínicas de grande sucesso ou de permanência em uma gravidade nas mais diferentes abordagens.

Longa é a discussão científica sobre a etiologia do autismo.Os fatos científicos encontrados até agora apontam que, se bem no autismo possa haver fatores genéticos implicados, a princípio, em 50% dos casos (como revela a pesquisa com metologia big data, ou seja, sobre o total dos nascimentos, realizada na Suécia entre 1982 e 2006 com 2.049.973 crianças, já comentada por Marcelo Leite em coluna intitulada "A outra face do autismo"), é certo que, mesmo quando há fatores genéticos implicados, não se trata de uma patologia monocausal, ou seja, não é causada por um único gene, depende de uma combinação de vários deles.

A questão é ainda mais complexa, pois se sabe também que todos nascemos com um código genético estabelecido, porém o modo como o mesmo irá se manifestar depende dos chamados fatores epigenéticos, ou seja, das experiências de vida, que incluem fatores ambientais. Tais fatores vão desde o ar que respiramos, a água que bebemos, até um fator que em nada é desprezível para a constituição do bebê humano: a relação com os outros.

A principal característica do ser humano é a de não nascer pronto desde o ponto de vista orgânico. O cérebro depende de experiências para se formar e o código genético também se manifesta em função dessas experiências.

Portanto, é absolutamente ultrapassado e reducionista o conceito de que, uma vez autista, sempre autista. Diagnóstico não é destino - como tantas vezes pessoas desinformadas acerca da complexidade da formação orgânica costumam afirmar. Por isso a intervenção psicanalítica aposta em produzir experiências de vida constituintes e, desde a sua prática, recolhe diversos exemplos de pequenas crianças que chegam com traços autísticos e deixam de tê-los por efeito da intervenção.

Desde o ponto de vista psíquico, tampouco nascemos estruturados, e sim abertos a inscrições. Estas inscrições dependem de certas operações constituintes do sujeito, que podem ser sustentadas com estilos de cuidados muito diferentes. Portanto, também é absolutamente reducionista e anacrônico o conceito de que o autismo seria uma resposta a uma mãe fria ou pouco afetiva - "uma mãe geladeira" - como tantas vezes pessoas desinformadas acerca da concepção psicanalítica continuam a afirmar. A função materna pode ser exercida com estilos muito diferentes e depende de uma rede familiar e social para poder operar. A sustentação da função materna não ocorre de modo isolado ou individual e por isso é reducionista qualquer visão de culpabilização da mãe.

Os acontecimentos de vida, as contingências que cercam o nascimento de uma criança, têm um fator determinante no estabelecimento da relação mãe-bebê, por isso o que está em jogo no estabelecimento dessa relação não pode jamais ser avaliado como fruto de uma competência inata da mãe ou do bebê.

Quanto aos números assoladores que fazem do autismo uma epidemia na atualidade cabe interrogarmos do que ela é fruto.

[...]

(www. estadao. com.br)
Sobre a palavra "que", em destaque no penúltimo parágrafo do texto, pode-se afirmar corretamente que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas