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- Lei 4.320/1964: Normas Gerais de Direito FinanceiroDecreto Sobre a Programação Orçamentária e Financeira - Lei 4.320 de 1964
A administração financeira envolve ações e procedimentos administrativos ligados ao planejamento, à análise e ao controle das atividades financeiras da empresa. Seu principal objetivo é aumentar os resultados apresentados, com a valorização do patrimônio da entidade por meio da geração de lucro líquido proveniente das atividades operacionais. Uma das ferramentas da administração financeira é o orçamento de caixa. Assinale a alternativa que não é relativa à boa administração financeira.
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros
21 de junho de 2012 | 15h 24
Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.
(Disponível em www.estodoo.com.br)
Releia o último período do texto:Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros
21 de junho de 2012 | 15h 24
Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.
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O foto de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.
Assinale a alternativa em que o termo ou expressão em destaque tem função de Adjunto Adnominal.
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros
21 de junho de 2012 | 15h 24
Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.
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Sobre a palavra "pequenas", que aparece em destaque no texto, analise as afirmações.Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros
21 de junho de 2012 | 15h 24
Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.
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I. É um substantivo.
II. Possui um equivalente masculino.
III, Pode aparecer no singular.
IV. Concorda com "crianças" em gênero e número.
É correto o que se afirma em:
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Para responder à questão, observe o quadrinho abaixo.

Sobre a forma verbal "tenho", que aparece no quadrinho, analise as afirmações.
I. Está no presente.
II. Está na primeira pessoa do singular.
III. Foi adequadamente empregada no quadrinho.
Pode-se afirmar que:
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A questão baseiam-se no trecho de letra de canção a seguir. Leia-o.
Garota de Copacabana (Premeditando O Breque)
Tu pagas um preço elevado por tanta burrice
Não tem neste Rio de Janeiro um sujeito tão bom
Há anos me arrasto a teus pés em total pieguice
E tu, ó mulata cruel, não percebes meu dom
Eu li certa vez num livrinho de psicologia
Que quando uma parte se entrega e outra não quere
Se instala no peito uma dore, c'beça girando, girando
Mulata, amor também mata, estás me acabando
E eu tenho uma casa de sucos em Copacabana
Dinheiro na Caixa, um carrinho bacana, bacana
O que mais que tu queres? Tu queres?
Levanto-me cedo, não bebo
E nem tenho ciúmes demais
Nem peço que mudes de vida
Ó rainha dos bares e dos carnavais
(...)
(Disponível em http://www.vogolume.com.br/)
A expressão "ó mulata cruel", que aparece em destaque no quarto verso, exerce função sintática de:Garota de Copacabana (Premeditando O Breque)
Tu pagas um preço elevado por tanta burrice
Não tem neste Rio de Janeiro um sujeito tão bom
Há anos me arrasto a teus pés em total pieguice
E tu, ó mulata cruel, não percebes meu dom
Eu li certa vez num livrinho de psicologia
Que quando uma parte se entrega e outra não quere
Se instala no peito uma dore, c'beça girando, girando
Mulata, amor também mata, estás me acabando
E eu tenho uma casa de sucos em Copacabana
Dinheiro na Caixa, um carrinho bacana, bacana
O que mais que tu queres? Tu queres?
Levanto-me cedo, não bebo
E nem tenho ciúmes demais
Nem peço que mudes de vida
Ó rainha dos bares e dos carnavais
(...)
(Disponível em http://www.vogolume.com.br/)
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros
21 de junho de 2012 | 15h 24
Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.
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Todas as palavras e expressões abaixo foram retiradas do terceiro parágrafo do texto. Assinale aquela que for um advérbio ou locução adverbial.Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros
21 de junho de 2012 | 15h 24
Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.
(Disponível em www.estodoo.com.br)
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros
21 de junho de 2012 | 15h 24
Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.
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Em "As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", a oração em destaque pode ser classificada como:Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros
21 de junho de 2012 | 15h 24
Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaVerbos
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros
21 de junho de 2012 | 15h 24
Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.
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Leia o trecho seguinte, extraído do texto:Para crianças, dar é melhor do que receber
Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
próprio a outros
21 de junho de 2012 | 15h 24
Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
"As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
"O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.
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Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber-
pode também tomar as pessoas mais felizes.
Sobre ele, assinale a afirmação incorreta.
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Para responder à questão, observe o quadrinho abaixo.

Em "eu sinto-me culpado por estar aqui deitado neste sofá", pode-se afirmar corretamente que:
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- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- MorfologiaArtigos
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
A questão baseiam-se no trecho de letra de canção a seguir. Leia-o.
Garota de Copacabana (Premeditando O Breque)
Tu pagas um preço elevado por tanta burrice
Não tem neste Rio de Janeiro um sujeito tão bom
Há anos me arrasto a teus pés em total pieguice
E tu, ó mulata cruel, não percebes meu dom
Eu li certa vez num livrinho de psicologia
Que quando uma parte se entrega e outra não quere
Se instala no peito uma dore, c'beça girando, girando
Mulata, amor também mata, estás me acabando
E eu tenho uma casa de sucos em Copacabana
Dinheiro na Caixa, um carrinho bacana, bacana
O que mais que tu queres? Tu queres?
Levanto-me cedo, não bebo
E nem tenho ciúmes demais
Nem peço que mudes de vida
Ó rainha dos bares e dos carnavais
(...)
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Sobre o trecho "Que quando uma parte se entrega e outra não quere", analise as afirmações.Garota de Copacabana (Premeditando O Breque)
Tu pagas um preço elevado por tanta burrice
Não tem neste Rio de Janeiro um sujeito tão bom
Há anos me arrasto a teus pés em total pieguice
E tu, ó mulata cruel, não percebes meu dom
Eu li certa vez num livrinho de psicologia
Que quando uma parte se entrega e outra não quere
Se instala no peito uma dore, c'beça girando, girando
Mulata, amor também mata, estás me acabando
E eu tenho uma casa de sucos em Copacabana
Dinheiro na Caixa, um carrinho bacana, bacana
O que mais que tu queres? Tu queres?
Levanto-me cedo, não bebo
E nem tenho ciúmes demais
Nem peço que mudes de vida
Ó rainha dos bares e dos carnavais
(...)
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I. O "e" é uma conjunção que, no contexto em que aparece, tem ideia de adversidade.
II. A palavra "não" exerce função de Adjunto Adverbial de Negação.
III. Em "uma parte", "uma" é artigo indefinido.
Pode-se afirmar que:
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