Foram encontradas 190 questões.
O valor de x que satisfaz a equação é:
7x + 5 = 4x + 14
7x + 5 = 4x + 14
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Calculando um triângulo retângulo onde a hipotenusa mede 20 cm e
um dos catetos mede 12 cm, qual será o valor do outro cateto em cm?
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Um lápis de 10 cm de comprimento foi colocado verticalmente no chão
e projeta uma sombra de 4 cm. No mesmo instante, um poste projeta uma
sombra de 1 metro. Quantos metros de altura têm o poste?
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Determine x e y nos seguintes pares de triângulos semelhantes:

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Qual dos conjuntos abaixo é formado apenas por números naturais:
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Leia e interprete o texto a seguir, para responder à questão:
Um escritor, um literato, apresenta ao público, ou dá publicidade a uma obra; até
que ponto um crítico tem o direito de, a pretexto de crítica, injuriá-lo? Um crítico
não tem absolutamente direito de injuriar o escritor a quem julgar. Não se pode
compreender no nosso tempo, em que as coisas do pensamento são mostradas
como as mais meritórias, que um cidadão mereça injúrias, só porque publicou um
livro. Seja o livro bom ou mau. Os maus livros fazem os bons, e um crítico sagaz
não deve ignorar tão fecundo princípio. Ao olhar do sábio, o vício e a virtude são
uma mesma coisa, e ambos necessários à harmonia final da vida; ao olhar do
crítico filósofo, os bons e maus livros se completam e são indispensáveis à
formação de uma literatura.
(Lima Barreto - trecho do livro "Diário íntimo". Fonte: dominiopublico.gov.br)
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Leia e interprete o texto a seguir, para responder à questão:
Um escritor, um literato, apresenta ao público, ou dá publicidade a uma obra; até
que ponto um crítico tem o direito de, a pretexto de crítica, injuriá-lo? Um crítico
não tem absolutamente direito de injuriar o escritor a quem julgar. Não se pode
compreender no nosso tempo, em que as coisas do pensamento são mostradas
como as mais meritórias, que um cidadão mereça injúrias, só porque publicou um
livro. Seja o livro bom ou mau. Os maus livros fazem os bons, e um crítico sagaz
não deve ignorar tão fecundo princípio. Ao olhar do sábio, o vício e a virtude são
uma mesma coisa, e ambos necessários à harmonia final da vida; ao olhar do
crítico filósofo, os bons e maus livros se completam e são indispensáveis à
formação de uma literatura.
(Lima Barreto - trecho do livro "Diário íntimo". Fonte: dominiopublico.gov.br)
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Um escritor, um literato, apresenta ao público, ou dá publicidade a uma obra; até
que ponto um crítico tem o direito de, a pretexto de crítica, injuriá-lo? Um crítico
não tem absolutamente direito de injuriar o escritor a quem julgar. Não se pode
compreender no nosso tempo, em que as coisas do pensamento são mostradas
como as mais meritórias, que um cidadão mereça injúrias, só porque publicou um
livro. Seja o livro bom ou mau. Os maus livros fazem os bons, e um crítico sagaz
não deve ignorar tão fecundo princípio. Ao olhar do sábio, o vício e a virtude são
uma mesma coisa, e ambos necessários à harmonia final da vida; ao olhar do
crítico filósofo, os bons e maus livros se completam e são indispensáveis à
formação de uma literatura.
(Lima Barreto - trecho do livro "Diário íntimo". Fonte: dominiopublico.gov.br)
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Um escritor, um literato, apresenta ao público, ou dá publicidade a uma obra; até
que ponto um crítico tem o direito de, a pretexto de crítica, injuriá-lo? Um crítico
não tem absolutamente direito de injuriar o escritor a quem julgar. Não se pode
compreender no nosso tempo, em que as coisas do pensamento são mostradas
como as mais meritórias, que um cidadão mereça injúrias, só porque publicou um
livro. Seja o livro bom ou mau. Os maus livros fazem os bons, e um crítico sagaz
não deve ignorar tão fecundo princípio. Ao olhar do sábio, o vício e a virtude são
uma mesma coisa, e ambos necessários à harmonia final da vida; ao olhar do
crítico filósofo, os bons e maus livros se completam e são indispensáveis à
formação de uma literatura.
(Lima Barreto - trecho do livro "Diário íntimo". Fonte: dominiopublico.gov.br)
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Um escritor, um literato, apresenta ao público, ou dá publicidade a uma obra; até
que ponto um crítico tem o direito de, a pretexto de crítica, injuriá-lo? Um crítico
não tem absolutamente direito de injuriar o escritor a quem julgar. Não se pode
compreender no nosso tempo, em que as coisas do pensamento são mostradas
como as mais meritórias, que um cidadão mereça injúrias, só porque publicou um
livro. Seja o livro bom ou mau. Os maus livros fazem os bons, e um crítico sagaz
não deve ignorar tão fecundo princípio. Ao olhar do sábio, o vício e a virtude são
uma mesma coisa, e ambos necessários à harmonia final da vida; ao olhar do
crítico filósofo, os bons e maus livros se completam e são indispensáveis à
formação de uma literatura.
(Lima Barreto - trecho do livro "Diário íntimo". Fonte: dominiopublico.gov.br)
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