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- MarketingPromoção
- MarketingOpinião Pública em Marketing
- MarketingPatrocínio
- MarketingEstratégias de Marketing
- Comunicação OrganizacionalPlanejamento de Mídia
Kotler e Keller (2006) citam os canais de comunicação como meios pessoais e não pessoais. Os canais pessoais envolvem duas ou mais pessoas comunicando-se diretamente uma com a outra. Kotler e Keller (2006) afirmam que a influência pessoal representa um papel especificamente importante, sendo a influência do boca-a- boca comprovada, e com a modernização dos meios de comunicação, ela ficou ainda mais eficiente e disseminador- formadora de opinião. De acordo com Fernanda Sperb (2010), a internet vem causando uma mudança profunda na forma como as pessoas se relacionam. A tradicional comunicação interpessoal feita por meio do boca-a-boca ganhou novas dimensões de alcance, uma vez que as pessoas possuem novos canais para interagir e opinar sobre os mais variados assuntos. A facilidade de acesso à informação, independentemente de localizações geográficas, e a própria criação dela, vem tornando os consumidores cada vez mais exigentes em relação à notícia recebida, à propaganda e ao marketing. Kotler e Keller (2006) ainda citam algumas providências que as empresas podem tomar para estimular canais de influência pessoal:
I.Identificar pessoas e empresas influentes, que poderiam ser clientes, como grandes corporações, analistas, jornalistas especializados no setor e dedicar mais atenção a elas para desenvolverem opinião.
II. Usar pessoas influentes ou que inspirem credibilidade em propagandas do tipo testemunho, como uma celebridade, criar um líder de opinião ou fazer apresentações a pessoas influentes na comunidade, como radialistas locais, representantes de entidades e presidentes de organizações.
III.Desenvolver propaganda que possua grande "valor de conversa", como a famosa frase "Não é uma Brastemp".
IV. Desenvolver canais de referência boca-a-boca para aumentar os negócios, fórum eletrônico para discussão e compartilhamento de experiências ou mesmo o marketing viral, transmitindo conteúdo de um internauta a outro.
Pode-se afirmar que:
I.Identificar pessoas e empresas influentes, que poderiam ser clientes, como grandes corporações, analistas, jornalistas especializados no setor e dedicar mais atenção a elas para desenvolverem opinião.
II. Usar pessoas influentes ou que inspirem credibilidade em propagandas do tipo testemunho, como uma celebridade, criar um líder de opinião ou fazer apresentações a pessoas influentes na comunidade, como radialistas locais, representantes de entidades e presidentes de organizações.
III.Desenvolver propaganda que possua grande "valor de conversa", como a famosa frase "Não é uma Brastemp".
IV. Desenvolver canais de referência boca-a-boca para aumentar os negócios, fórum eletrônico para discussão e compartilhamento de experiências ou mesmo o marketing viral, transmitindo conteúdo de um internauta a outro.
Pode-se afirmar que:
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- Assessoria de ComunicaçãoComunicação Interna na Comunicação Social
- Assessoria de ComunicaçãoPorta-vozes Institucionais
- Assessoria de ComunicaçãoComunicação Integrada
- Comunicação OrganizacionalComunicação Institucional
- Comunicação OrganizacionalIdentidade Organizacional
- Comunicação OrganizacionalCultura Organizacional
- Relações PúblicasIntegração Corporativa
- Relações PúblicasProcesso Comunicacional nas Organizações
- Relações PúblicasRelações Humanas e Equipe de Trabalho
- Relações PúblicasReputação Corporativa
Segundo Kunsch (2003), a comunicação interna deve promover a liberdade e a abertura comunicacional, além de proporcionar um ambiente de trabalho que possibilite a integração entre funcionários e setores, justamente porque o funcionário é um dos porta-vozes da organização e influi diretamente na imagem e conceito da empresa. Dessa maneira, podemos dizer, conforme Torquato (2002), que a missão básica da comunicação interna é criar e manter um clima favorável à realização das metas estratégicas da instituição, ao crescimento de suas atividades, serviços e linhas de produtos. Para cumprir essa missão, é necessário primeiramente estimular o público interno por meio de mecanismos e ferramentas de informação, persuasão e envolvimento. Sobre o assunto, julgue as afirmativas.
I.Geralmente o público interno busca colaborar com a empresa, mas muitas vezes faltam incentivos de participação; dessa forma, os empregados não se envolvem e não reconhecem sua importância para a organização, o que gera desmotivação e descomprometimento, transformando os funcionários em uma poderosa força negativa.
II. Não há um canal de comunicação que atinja todos os públicos de interesse, sendo necessário segmentar a comunicação, trabalhando com veículos dirigidos e mensagens apropriadas para efetivar o processo e impedir a perda de confiabilidade. Pode-se também utilizar diversos canais, pois, por exemplo, um único jornal interno pode não atender às expectativas de todos os grupos.
III . Para atender às demandas diferenciadas, existe uma infinidade de canais de comunicação interna, dentre os quais se destacam: jornais e revistas, boletins, folhetos, comunicados, quadro de avisos e murais, reuniões, encontros, conversas individuais, programas de promoção, entre outros.
IV. As publicações internas podem trazer mensagens provenientes do próprio corpo funcional, como também apresentar assuntos variados e interessantes para atrair a atenção do leitor. É essencial que os veículos estejam adequados às expectativas dos diferentes grupos.
V. Para selecionar os canais e as linguagens mais adequados, é fundamental estudar o público por meio de pesquisas e auditorias que levantarão a cultura da organização e os pontos fortes e fracos, proporcionando um amplo conhecimento do negócio a fim de embasar o planejamento estratégico e a execução da comunicação. Daí a importância da comunicação interna e do envolvimento dos públicos, caso contrário os objetivos, a missão, a visão e os valores da empresa nunca sairão do papel.
Pode-se afirmar que:
I.Geralmente o público interno busca colaborar com a empresa, mas muitas vezes faltam incentivos de participação; dessa forma, os empregados não se envolvem e não reconhecem sua importância para a organização, o que gera desmotivação e descomprometimento, transformando os funcionários em uma poderosa força negativa.
II. Não há um canal de comunicação que atinja todos os públicos de interesse, sendo necessário segmentar a comunicação, trabalhando com veículos dirigidos e mensagens apropriadas para efetivar o processo e impedir a perda de confiabilidade. Pode-se também utilizar diversos canais, pois, por exemplo, um único jornal interno pode não atender às expectativas de todos os grupos.
III . Para atender às demandas diferenciadas, existe uma infinidade de canais de comunicação interna, dentre os quais se destacam: jornais e revistas, boletins, folhetos, comunicados, quadro de avisos e murais, reuniões, encontros, conversas individuais, programas de promoção, entre outros.
IV. As publicações internas podem trazer mensagens provenientes do próprio corpo funcional, como também apresentar assuntos variados e interessantes para atrair a atenção do leitor. É essencial que os veículos estejam adequados às expectativas dos diferentes grupos.
V. Para selecionar os canais e as linguagens mais adequados, é fundamental estudar o público por meio de pesquisas e auditorias que levantarão a cultura da organização e os pontos fortes e fracos, proporcionando um amplo conhecimento do negócio a fim de embasar o planejamento estratégico e a execução da comunicação. Daí a importância da comunicação interna e do envolvimento dos públicos, caso contrário os objetivos, a missão, a visão e os valores da empresa nunca sairão do papel.
Pode-se afirmar que:
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- MarketingSegmentação de Público
- MarketingOpinião Pública em Marketing
- MarketingEstratégias de Marketing
- Comunicação OrganizacionalIdentidade Organizacional
- Comunicação OrganizacionalGestão de Marca
- Comunicação OrganizacionalPerfil e Tipologia das Organizações
O posicionamento de uma empresa está diretamente relacionado com a percepção que o público-alvo tem sobre ela. E também como a empresa quer ser percebida pelos seus clientes. Porém, essa tarefa torna-se extremamente difícil e importante, pois na maioria das vezes a imagem que os clientes têm não está de acordo com a que a organização quer transmitir. Algumas empresas simplesmente não conseguem tornar o seu posicionamento visível e eficaz. O grande desafio do reposicionamento é modificar as percepções do consumidor em relação ao posicionamento atual, buscando o posicionamento adequado para garantir a competitividade da empresa. Quais razões levam uma empresa a optar pelo reposicionamento de sua marca?
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- Assessoria de ComunicaçãoFerramentas de Assessoria
- Assessoria de ComunicaçãoPorta-vozes Institucionais
- Assessoria de ComunicaçãoComunicação Integrada
- Assessoria de ComunicaçãoGestão de Crises
- JornalismoGêneros e Formatos JornalísticosEntrevista
- Comunicação OrganizacionalComunicação Institucional
- Comunicação OrganizacionalIdentidade Organizacional
- Comunicação OrganizacionalGestão de Marca
O que norteia a análise da imagem, reputação e credibilidade é a possibilidade de a empresa passar por uma crise e, com isso, dependendo da sua intensidade, sofrer a temida crise de imagem. Entender a imagem empresarial, como ela se constrói e as vantagens proporcionadas à organização que a transparece de maneira positiva provocam ganhos na hora de enfrentar uma crise. Além disso, entender o universo da imagem é um grande passo ao planejamento contra as crises: uma organização bem preparada sofre menos conseqüências negativas na imagem. Portanto, são tarefas ligadas ao cotidiano e também aos momentos de crise:
I.Um assessor de imprensa deve instruir seu assessorado sobre como tratar a imprensa, de modo geral, e como se portar durante as entrevistas, em particular. É conveniente, inclusive, que esse aconselhamento seja feito não apenas oralmente, mas também reforçado pela elaboração de um material por escrito, que possa ser consultado pelo representante da instituição toda vez que estiver se preparando para conceder uma entrevista ou tiver contato com jornalistas. As orientações devem incluir desde normas de procedimento moral até dicas de como se portar, por exemplo, diante de um microfone.
II. O relacionamento com os veículos de comunicação deve ser constante e atualizado, abastecendo-os com informações relativas ao assessorado (por meio de releases, press-kits, sugestões de pautas e outros produtos), intermediando as relações e atendendo às solicitações dos jornalistas de quaisquer órgãos de imprensa.
III., Há duas situações em que os press-kits ganham destaque: nas entrevistas coletivas ou eventos. Jornalistas de emissoras de rádio e televisão, de revistas e jornais precisam receber um maior volume de dados para ter mais embasamento sobre o tema, o que é oferecido pelos press-kits.
IV. Para as entrevistas coletivas, inclusive ao falar com os públicos de interesse, as assessorias desenvolvem o serviço de media-training, relacionando os veículos de comunicação do seu interesse e dos seus clientes. Os dados ali contidos possibilitam que o assessor de imprensa saiba exatamente a quem - dentro de um jornal, emissora de rádio ou de televisão - deve mandar o release, o press-kit e outros produtos de divulgação.
V. Em uma situação específica de crise, se a organização for procurada pela imprensa para falar sobre o evento, recomenda-se o fornecimento de todos os dados possíveis. Também se orienta que, caso a entrevista trate de assuntos delicados, o porta-voz da organização esteja preparado para responder com informações e exemplos concretos às perguntas embaraçosas, não recorrendo à mentira como um recurso, porque esta será apenas um paliativo que não resolverá o problema, mas, sim, criará outros ainda maiores.
Pode-se afirmar que:
I.Um assessor de imprensa deve instruir seu assessorado sobre como tratar a imprensa, de modo geral, e como se portar durante as entrevistas, em particular. É conveniente, inclusive, que esse aconselhamento seja feito não apenas oralmente, mas também reforçado pela elaboração de um material por escrito, que possa ser consultado pelo representante da instituição toda vez que estiver se preparando para conceder uma entrevista ou tiver contato com jornalistas. As orientações devem incluir desde normas de procedimento moral até dicas de como se portar, por exemplo, diante de um microfone.
II. O relacionamento com os veículos de comunicação deve ser constante e atualizado, abastecendo-os com informações relativas ao assessorado (por meio de releases, press-kits, sugestões de pautas e outros produtos), intermediando as relações e atendendo às solicitações dos jornalistas de quaisquer órgãos de imprensa.
III., Há duas situações em que os press-kits ganham destaque: nas entrevistas coletivas ou eventos. Jornalistas de emissoras de rádio e televisão, de revistas e jornais precisam receber um maior volume de dados para ter mais embasamento sobre o tema, o que é oferecido pelos press-kits.
IV. Para as entrevistas coletivas, inclusive ao falar com os públicos de interesse, as assessorias desenvolvem o serviço de media-training, relacionando os veículos de comunicação do seu interesse e dos seus clientes. Os dados ali contidos possibilitam que o assessor de imprensa saiba exatamente a quem - dentro de um jornal, emissora de rádio ou de televisão - deve mandar o release, o press-kit e outros produtos de divulgação.
V. Em uma situação específica de crise, se a organização for procurada pela imprensa para falar sobre o evento, recomenda-se o fornecimento de todos os dados possíveis. Também se orienta que, caso a entrevista trate de assuntos delicados, o porta-voz da organização esteja preparado para responder com informações e exemplos concretos às perguntas embaraçosas, não recorrendo à mentira como um recurso, porque esta será apenas um paliativo que não resolverá o problema, mas, sim, criará outros ainda maiores.
Pode-se afirmar que:
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- JornalismoGêneros e Formatos JornalísticosTexto JornalísticoMídia Impressa
- JornalismoNovas Mídias
- História das Comunicações
- Linguagens e Suportes MidiáticosComunicação Audiovisual
- Linguagens e Suportes MidiáticosConvergência dos Meios
- Linguagens e Suportes MidiáticosLinguagem na Televisão e Telejornalismo
- Linguagens e Suportes MidiáticosLinguagem no Rádio e Radiojornalismo
- Tecnologias e Novas TendênciasGlobalização da Informação
- Tecnologias e Novas TendênciasInternet, Hipermídia e Mídias Sociais
Com o aparecimento e o aumento gradativo da influência de novos meios de comunicação, ao longo do século XX, primeiro pelo rádio, depois pela televisão e, na última década, pela tecnologia digital, o jornal foi perdendo o lugar de fonte exclusiva de informação. A análise do impacto da tecnologia sobre as formas tradicionais da escrita implica o vastíssimo campo do jornalismo e da literatura. O acesso a obras, informações e produções culturais, de todos os tempos, é a grande inovação na área da comunicação. Essa função muda a relação com a leitura, com a informação, com a história. Leia as afirmativas a seguir.
I. O efeito das novas tecnologias vem acelerando a tendência à especialização entre as diferentes mídias e a fragmentação infinita de títulos, atendendo às demandas de setores, segmentos e grupos. Mas o jornal impresso conserva a sua formatação original em "mosaico", abrigando a pluralidade de assuntos, temas, enfoques que refletem os diversos segmentos em que se fragmenta a sociedade. Os outros produtos impressos, ao contrário, passam por um processo de segmentação em relação direta com a tendência da sociedade contemporânea a se organizar por grupos de afinidades - os novos meios digitais deram um imenso impulso a esse aspecto.
II. O excesso de informação, a fragmentação ad infinitum de dados oferecidos pela rede, impossibilitam a síntese, fragmentam a leitura, colocando em dúvida a veracidade dos acontecimentos. Com as novas configurações, decorrentes da entrada das mídias digitais, o jornal impresso se define por algumas das características que lhe eram implícitas, mas que só agora se afirmam de maneira positiva: a de seleção dos acontecimentos e de escolha dos conhecimentos científicos, teóricos e culturais a serem reportados.
III.Diante da oferta ilimitada de informação pela mídia audiovisual e digital, e pela multiplicação básica dos próprios jornais, revistas e impressos especializados, a grande questão da sociedade da informação está na possibilidade, ou não, de avaliação e validação dos fatos. O potencial do jornalismo impresso, na sociedade contemporânea, cada vez mais está ligado à sua credibilidade, sua ética em última instância.
Assinale a alternativa correta.
I. O efeito das novas tecnologias vem acelerando a tendência à especialização entre as diferentes mídias e a fragmentação infinita de títulos, atendendo às demandas de setores, segmentos e grupos. Mas o jornal impresso conserva a sua formatação original em "mosaico", abrigando a pluralidade de assuntos, temas, enfoques que refletem os diversos segmentos em que se fragmenta a sociedade. Os outros produtos impressos, ao contrário, passam por um processo de segmentação em relação direta com a tendência da sociedade contemporânea a se organizar por grupos de afinidades - os novos meios digitais deram um imenso impulso a esse aspecto.
II. O excesso de informação, a fragmentação ad infinitum de dados oferecidos pela rede, impossibilitam a síntese, fragmentam a leitura, colocando em dúvida a veracidade dos acontecimentos. Com as novas configurações, decorrentes da entrada das mídias digitais, o jornal impresso se define por algumas das características que lhe eram implícitas, mas que só agora se afirmam de maneira positiva: a de seleção dos acontecimentos e de escolha dos conhecimentos científicos, teóricos e culturais a serem reportados.
III.Diante da oferta ilimitada de informação pela mídia audiovisual e digital, e pela multiplicação básica dos próprios jornais, revistas e impressos especializados, a grande questão da sociedade da informação está na possibilidade, ou não, de avaliação e validação dos fatos. O potencial do jornalismo impresso, na sociedade contemporânea, cada vez mais está ligado à sua credibilidade, sua ética em última instância.
Assinale a alternativa correta.
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- JornalismoGêneros e Formatos JornalísticosNota e Notícia
- JornalismoRotinas Produtivas do JornalismoCritérios de Noticiabilidade nas Produções Jornalísticas
A notícia, antes de ser apresentada ao público como produto acabado, passa por diversas fases de seleção e processamento que condicionam, em maior ou menor grau, o seu formato final e constituem, no seu conjunto, o trabalho que uma redação realiza diariamente. Quanto ao ângulo de abordagem da notícia ou reportagem, pode-se afirmar que:
I.Pode ser proposto pelo jornalista, editores, chefia de redação ou direção.
II. Normalmente diz respeito a decisões sensatas e ponderadas sobre a melhor forma de aproveitar o potencial de uma notícia.
III.Mesmo quando não existirem instruções explícitas nesse sentido, o ângulo de abordagem deve, quando as circunstâncias o permitirem, ser debatido pelo jornalista com os responsáveis editoriais.
IV. Ponderar o ângulo de abordagem (especialmente nos trabalhos de profundidade), mesmo que este venha a ser alterado depois do confronto com os fatos, é, em geral, melhor do que o improviso.
Está correto o que se afirma em:
I.Pode ser proposto pelo jornalista, editores, chefia de redação ou direção.
II. Normalmente diz respeito a decisões sensatas e ponderadas sobre a melhor forma de aproveitar o potencial de uma notícia.
III.Mesmo quando não existirem instruções explícitas nesse sentido, o ângulo de abordagem deve, quando as circunstâncias o permitirem, ser debatido pelo jornalista com os responsáveis editoriais.
IV. Ponderar o ângulo de abordagem (especialmente nos trabalhos de profundidade), mesmo que este venha a ser alterado depois do confronto com os fatos, é, em geral, melhor do que o improviso.
Está correto o que se afirma em:
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Read the text below and answer the questions.
Hedge Fund Manager Donates $100 Million for
Central Park
About the text, it's right to say that:Hedge Fund Manager Donates $100 Million for
Central Park
Mayor Michael R. Bloomberg and the Central Park Conservancy announced that the hedge fund billionaire John A. Paulson, along with the Paulson Family Foundation, were giving $100 million to the Central Park Conservancy. It is believed to be the largest gift ever to a public park.
Mr. Paulson, a lifelong New Yorker, said that as an infant he was pushed around in a baby carriage in the park and that he later remembered going to Bethesda Fountain as a teenager and seeing it covered in graffiti, with no water flowing. The announcement of the gift carne during a
ceremony at the fountain.
When asked at the news conference what prompted the gift, Mr. Paulson said: "Walking through the
park in different seasons, it kept coming back that in my mind Central Park is the most deserving of ali of New York's cultural institutions. And I wanted the amount to make a difference. The park is very large, and its endowment is relatively small."
The park's current endowment stands at $144 million. Half of Mr. Paulson's gift will go to the endowment, while the other half will be used for capital improvements. Mr. Paulson mentioned that he considered important: Restoring the park's North Woods, and sprucing up the Merchanfs Gate entrance at the park's Southwest comer, the most heavily used entrance.
Mr. Paulson has been a supporter of the Central Park Conservancy for 20 years, but this is his first major gift to the park. He joined the conservancy's board in June.
Two former parks commissioners, Henry Stern and Adrian Benepe, were at the news conference on Tuesday. It was also attended by Elizabeth Barlow Rogers and Richard Gilder, key figures in the conservancy's founding.
The announcement was made under cloudy skies in a ceremony attended by hundreds of employees of the Central Park Conservancy in their gray sweatshirts, as well as the conservancy's board. Doug Blonsky, the president and chief executive officer of the conservancy, which operates Central Park for the city, hailed the gift as "transformational," saying that it would break the cycle of restoration and decline that has marked the park throughout its 153-year history.
ceremony at the fountain.
When asked at the news conference what prompted the gift, Mr. Paulson said: "Walking through the
park in different seasons, it kept coming back that in my mind Central Park is the most deserving of ali of New York's cultural institutions. And I wanted the amount to make a difference. The park is very large, and its endowment is relatively small."
The park's current endowment stands at $144 million. Half of Mr. Paulson's gift will go to the endowment, while the other half will be used for capital improvements. Mr. Paulson mentioned that he considered important: Restoring the park's North Woods, and sprucing up the Merchanfs Gate entrance at the park's Southwest comer, the most heavily used entrance.
Mr. Paulson has been a supporter of the Central Park Conservancy for 20 years, but this is his first major gift to the park. He joined the conservancy's board in June.
Two former parks commissioners, Henry Stern and Adrian Benepe, were at the news conference on Tuesday. It was also attended by Elizabeth Barlow Rogers and Richard Gilder, key figures in the conservancy's founding.
The announcement was made under cloudy skies in a ceremony attended by hundreds of employees of the Central Park Conservancy in their gray sweatshirts, as well as the conservancy's board. Doug Blonsky, the president and chief executive officer of the conservancy, which operates Central Park for the city, hailed the gift as "transformational," saying that it would break the cycle of restoration and decline that has marked the park throughout its 153-year history.
(h ttp ://www. nytimes. com)
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Read the text below and answer the questions.
Hedge Fund Manager Donates $100 Million for
Central Park
The word "capitar' in "capital improvements":Hedge Fund Manager Donates $100 Million for
Central Park
Mayor Michael R. Bloomberg and the Central Park Conservancy announced that the hedge fund billionaire John A. Paulson, along with the Paulson Family Foundation, were giving $100 million to the Central Park Conservancy. It is believed to be the largest gift ever to a public park.
Mr. Paulson, a lifelong New Yorker, said that as an infant he was pushed around in a baby carriage in the park and that he later remembered going to Bethesda Fountain as a teenager and seeing it covered in graffiti, with no water flowing. The announcement of the gift carne during a
ceremony at the fountain.
When asked at the news conference what prompted the gift, Mr. Paulson said: "Walking through the
park in different seasons, it kept coming back that in my mind Central Park is the most deserving of ali of New York's cultural institutions. And I wanted the amount to make a difference. The park is very large, and its endowment is relatively small."
The park's current endowment stands at $144 million. Half of Mr. Paulson's gift will go to the endowment, while the other half will be used for capital improvements. Mr. Paulson mentioned that he considered important: Restoring the park's North Woods, and sprucing up the Merchanfs Gate entrance at the park's Southwest comer, the most heavily used entrance.
Mr. Paulson has been a supporter of the Central Park Conservancy for 20 years, but this is his first major gift to the park. He joined the conservancy's board in June.
Two former parks commissioners, Henry Stern and Adrian Benepe, were at the news conference on Tuesday. It was also attended by Elizabeth Barlow Rogers and Richard Gilder, key figures in the conservancy's founding.
The announcement was made under cloudy skies in a ceremony attended by hundreds of employees of the Central Park Conservancy in their gray sweatshirts, as well as the conservancy's board. Doug Blonsky, the president and chief executive officer of the conservancy, which operates Central Park for the city, hailed the gift as "transformational," saying that it would break the cycle of restoration and decline that has marked the park throughout its 153-year history.
ceremony at the fountain.
When asked at the news conference what prompted the gift, Mr. Paulson said: "Walking through the
park in different seasons, it kept coming back that in my mind Central Park is the most deserving of ali of New York's cultural institutions. And I wanted the amount to make a difference. The park is very large, and its endowment is relatively small."
The park's current endowment stands at $144 million. Half of Mr. Paulson's gift will go to the endowment, while the other half will be used for capital improvements. Mr. Paulson mentioned that he considered important: Restoring the park's North Woods, and sprucing up the Merchanfs Gate entrance at the park's Southwest comer, the most heavily used entrance.
Mr. Paulson has been a supporter of the Central Park Conservancy for 20 years, but this is his first major gift to the park. He joined the conservancy's board in June.
Two former parks commissioners, Henry Stern and Adrian Benepe, were at the news conference on Tuesday. It was also attended by Elizabeth Barlow Rogers and Richard Gilder, key figures in the conservancy's founding.
The announcement was made under cloudy skies in a ceremony attended by hundreds of employees of the Central Park Conservancy in their gray sweatshirts, as well as the conservancy's board. Doug Blonsky, the president and chief executive officer of the conservancy, which operates Central Park for the city, hailed the gift as "transformational," saying that it would break the cycle of restoration and decline that has marked the park throughout its 153-year history.
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Read the text below and answer the questions.
Hedge Fund Manager Donates $100 Million for
Central Park
Read again: Hedge Fund Manager Donates $100 Million for
Central Park
Mayor Michael R. Bloomberg and the Central Park Conservancy announced that the hedge fund billionaire John A. Paulson, along with the Paulson Family Foundation, were giving $100 million to the Central Park Conservancy. It is believed to be the largest gift ever to a public park.
Mr. Paulson, a lifelong New Yorker, said that as an infant he was pushed around in a baby carriage in the park and that he later remembered going to Bethesda Fountain as a teenager and seeing it covered in graffiti, with no water flowing. The announcement of the gift carne during a
ceremony at the fountain.
When asked at the news conference what prompted the gift, Mr. Paulson said: "Walking through the
park in different seasons, it kept coming back that in my mind Central Park is the most deserving of ali of New York's cultural institutions. And I wanted the amount to make a difference. The park is very large, and its endowment is relatively small."
The park's current endowment stands at $144 million. Half of Mr. Paulson's gift will go to the endowment, while the other half will be used for capital improvements. Mr. Paulson mentioned that he considered important: Restoring the park's North Woods, and sprucing up the Merchanfs Gate entrance at the park's Southwest comer, the most heavily used entrance.
Mr. Paulson has been a supporter of the Central Park Conservancy for 20 years, but this is his first major gift to the park. He joined the conservancy's board in June.
Two former parks commissioners, Henry Stern and Adrian Benepe, were at the news conference on Tuesday. It was also attended by Elizabeth Barlow Rogers and Richard Gilder, key figures in the conservancy's founding.
The announcement was made under cloudy skies in a ceremony attended by hundreds of employees of the Central Park Conservancy in their gray sweatshirts, as well as the conservancy's board. Doug Blonsky, the president and chief executive officer of the conservancy, which operates Central Park for the city, hailed the gift as "transformational," saying that it would break the cycle of restoration and decline that has marked the park throughout its 153-year history.
ceremony at the fountain.
When asked at the news conference what prompted the gift, Mr. Paulson said: "Walking through the
park in different seasons, it kept coming back that in my mind Central Park is the most deserving of ali of New York's cultural institutions. And I wanted the amount to make a difference. The park is very large, and its endowment is relatively small."
The park's current endowment stands at $144 million. Half of Mr. Paulson's gift will go to the endowment, while the other half will be used for capital improvements. Mr. Paulson mentioned that he considered important: Restoring the park's North Woods, and sprucing up the Merchanfs Gate entrance at the park's Southwest comer, the most heavily used entrance.
Mr. Paulson has been a supporter of the Central Park Conservancy for 20 years, but this is his first major gift to the park. He joined the conservancy's board in June.
Two former parks commissioners, Henry Stern and Adrian Benepe, were at the news conference on Tuesday. It was also attended by Elizabeth Barlow Rogers and Richard Gilder, key figures in the conservancy's founding.
The announcement was made under cloudy skies in a ceremony attended by hundreds of employees of the Central Park Conservancy in their gray sweatshirts, as well as the conservancy's board. Doug Blonsky, the president and chief executive officer of the conservancy, which operates Central Park for the city, hailed the gift as "transformational," saying that it would break the cycle of restoration and decline that has marked the park throughout its 153-year history.
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"It was also attended by Elizabeth Barlow Rogers and Richard Gilder, key figures in the conservancy's founding."
"Attended by Elizabeth Barlow Rogers and Richard Gilder" means that them both:
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Read the text below and answer the questions.
Hedge Fund Manager Donates $100 Million for
Central Park
According to the text, it's right to say that:Hedge Fund Manager Donates $100 Million for
Central Park
Mayor Michael R. Bloomberg and the Central Park Conservancy announced that the hedge fund billionaire John A. Paulson, along with the Paulson Family Foundation, were giving $100 million to the Central Park Conservancy. It is believed to be the largest gift ever to a public park.
Mr. Paulson, a lifelong New Yorker, said that as an infant he was pushed around in a baby carriage in the park and that he later remembered going to Bethesda Fountain as a teenager and seeing it covered in graffiti, with no water flowing. The announcement of the gift carne during a
ceremony at the fountain.
When asked at the news conference what prompted the gift, Mr. Paulson said: "Walking through the
park in different seasons, it kept coming back that in my mind Central Park is the most deserving of ali of New York's cultural institutions. And I wanted the amount to make a difference. The park is very large, and its endowment is relatively small."
The park's current endowment stands at $144 million. Half of Mr. Paulson's gift will go to the endowment, while the other half will be used for capital improvements. Mr. Paulson mentioned that he considered important: Restoring the park's North Woods, and sprucing up the Merchanfs Gate entrance at the park's Southwest comer, the most heavily used entrance.
Mr. Paulson has been a supporter of the Central Park Conservancy for 20 years, but this is his first major gift to the park. He joined the conservancy's board in June.
Two former parks commissioners, Henry Stern and Adrian Benepe, were at the news conference on Tuesday. It was also attended by Elizabeth Barlow Rogers and Richard Gilder, key figures in the conservancy's founding.
The announcement was made under cloudy skies in a ceremony attended by hundreds of employees of the Central Park Conservancy in their gray sweatshirts, as well as the conservancy's board. Doug Blonsky, the president and chief executive officer of the conservancy, which operates Central Park for the city, hailed the gift as "transformational," saying that it would break the cycle of restoration and decline that has marked the park throughout its 153-year history.
ceremony at the fountain.
When asked at the news conference what prompted the gift, Mr. Paulson said: "Walking through the
park in different seasons, it kept coming back that in my mind Central Park is the most deserving of ali of New York's cultural institutions. And I wanted the amount to make a difference. The park is very large, and its endowment is relatively small."
The park's current endowment stands at $144 million. Half of Mr. Paulson's gift will go to the endowment, while the other half will be used for capital improvements. Mr. Paulson mentioned that he considered important: Restoring the park's North Woods, and sprucing up the Merchanfs Gate entrance at the park's Southwest comer, the most heavily used entrance.
Mr. Paulson has been a supporter of the Central Park Conservancy for 20 years, but this is his first major gift to the park. He joined the conservancy's board in June.
Two former parks commissioners, Henry Stern and Adrian Benepe, were at the news conference on Tuesday. It was also attended by Elizabeth Barlow Rogers and Richard Gilder, key figures in the conservancy's founding.
The announcement was made under cloudy skies in a ceremony attended by hundreds of employees of the Central Park Conservancy in their gray sweatshirts, as well as the conservancy's board. Doug Blonsky, the president and chief executive officer of the conservancy, which operates Central Park for the city, hailed the gift as "transformational," saying that it would break the cycle of restoration and decline that has marked the park throughout its 153-year history.
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