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Foram encontradas 544 questões.

216224 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR

Em relação à grafia das palavras, qual alternativa há erro:

 

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216223 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR

Assinale a alternativa que apresenta dois advérbios:

 

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216222 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR

Assinale a alternativa CORRETA:

 

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216221 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR

Entre as orações a seguir, assinale a alternativa CORRETA:

I- O juiz absolveu o réu de toda culpa, pois as acusações absorviam toda a sua energia.(homônimas)

II- O monge ao chegar no mosteiro guardou a sela de seu cavalo e dirigiu-se, silenciosamente, à cela. (parônimas)

III-A colheita foi generosa esse ano, enquanto no ano anterior foi improdutiva. (antônimas)

 

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216220 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR

Complete as lacunas corretamente e assinale a alternativa CORRETA:

___________ é o emprego da palavra em seu sentido ___________ , real, enquanto a _________ é o emprego da palavra em seu sentido __________.

 

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216219 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR

Assinale a opção em que a oração contenha verbo no imperativo:

 

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216218 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR

Leia a tirinha e assinale a alternativa em que a classificação quanto à acentuação gráfica está CORRETA, seguindo a ordem do texto:

,enunciado 216218-1

 

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216217 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR

Assinale a alternativa em que a palavra NÃO tem as suas sílabas corretamente separadas:

 

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216216 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR

Leia o texto e responda as questões 1 e 2.


As enchentes de minha infância


Sim, nossa casa era muito bonita, verde, com uma tamareira junto à varanda, mas eu invejava os que moravam do outro lado da rua, onde as casas dão fundos para o rio. Como a casa dos Martins, como a casa dos Leão, que depois foi dos Medeiros, depois de nossa tia, casa com varanda fresquinha dando para o rio.

Quando começavam as chuvas a gente ia toda manhã lá no quintal deles ver até onde chegara à enchente. As águas barrentas subiam primeiro até a altura da cerca dos fundos, depois às bananeiras, vinham subindo o quintal, entravam pelo porão. Mais de uma vez, no meio da noite, o volume do rio cresceu tanto que a família defronte teve medo.

Então vinham todos dormir em nossa casa. Isso para nós era uma festa, aquela faina de arrumar camas nas salas, aquela intimidade improvisada e alegre. Parecia que as pessoas ficavam todas contentes, riam muito; como se fazia café e se tomava café tarde da noite! E às vezes o rio atravessava a rua, entrava pelo nosso porão, e me lembro que nós, os meninos, torcíamos para ele subir mais e mais. Sim, éramos a favor da enchente, ficávamos tristes de manhãzinha quando, mal saltando da cama, íamos correndo para ver que o rio baixara um palmo – aquilo era uma traição, uma fraqueza do Itapemirim. s vezes chegava alguém a cavalo, dizia que lá, para cima do Castelo, tinha caído chuva muita, anunciava águas nas cabeceiras, então dormíamos sonhando que a enchente ia outra vez crescer, queríamos sempre que aquela fosse a maior de todas as enchentes.

(Rubem Braga, Ai de ti, Copacabana. 3. Ed. Rio de Janeiro: Ed. Do Autor, 1962. P. 157)

“íamos correndo para ver que o rio baixara um palmo — aquilo era uma traição, uma fraqueza...” Qual motivo levou o narrador a usar esses dois substantivos:

 

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216215 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR

Leia o texto e responda as questões 1 e 2.


As enchentes de minha infância


Sim, nossa casa era muito bonita, verde, com uma tamareira junto à varanda, mas eu invejava os que moravam do outro lado da rua, onde as casas dão fundos para o rio. Como a casa dos Martins, como a casa dos Leão, que depois foi dos Medeiros, depois de nossa tia, casa com varanda fresquinha dando para o rio.

Quando começavam as chuvas a gente ia toda manhã lá no quintal deles ver até onde chegara à enchente. As águas barrentas subiam primeiro até a altura da cerca dos fundos, depois às bananeiras, vinham subindo o quintal, entravam pelo porão. Mais de uma vez, no meio da noite, o volume do rio cresceu tanto que a família defronte teve medo.

Então vinham todos dormir em nossa casa. Isso para nós era uma festa, aquela faina de arrumar camas nas salas, aquela intimidade improvisada e alegre. Parecia que as pessoas ficavam todas contentes, riam muito; como se fazia café e se tomava café tarde da noite! E às vezes o rio atravessava a rua, entrava pelo nosso porão, e me lembro que nós, os meninos, torcíamos para ele subir mais e mais. Sim, éramos a favor da enchente, ficávamos tristes de manhãzinha quando, mal saltando da cama, íamos correndo para ver que o rio baixara um palmo – aquilo era uma traição, uma fraqueza do Itapemirim. s vezes chegava alguém a cavalo, dizia que lá, para cima do Castelo, tinha caído chuva muita, anunciava águas nas cabeceiras, então dormíamos sonhando que a enchente ia outra vez crescer, queríamos sempre que aquela fosse a maior de todas as enchentes.

(Rubem Braga, Ai de ti, Copacabana. 3. Ed. Rio de Janeiro: Ed. Do Autor, 1962. P. 157)

“Então vinham todos dormir em nossa casa.” Qual a expressão do texto que indica a quem a palavra todos da frase acima se refere. A expressão é:

 

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