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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Texto para responder às questões de 01 a 05.
O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde.
Acredito que se um homem vivesse a sua vida plenamente, desse forma a cada sentimento, expressão a cada pensamento, realidade a cada sonho, acredito que o mundo beneficiaria de um novo impulso de energia tão intenso que esqueceríamos todas as doenças da época medieval e regressaríamos ao ideal helênico*, possivelmente até a algo mais depurado e mais rico do que o ideal helênico. Mas o mais corajoso homem entre nós tem medo de si próprio. A mutilação do selvagem sobrevive tragicamente na autonegação que nos corrompe a vida. Somos castigados pelas nossas renúncias. Cada impulso que tentamos estrangular germina no cérebro e envenena-nos. O corpo peca uma vez, e acaba com o pecado, porque a ação é um modo de expurgação. Nada mais permanece do que a lembrança de um prazer, ou o luxo de um remorso. A única maneira de nos livrarmos de uma tentação é cedermos-lhe. Se lhe resistirmos, a nossa alma adoece com o anseio das coisas que se proibiu, com o desejo daquilo que as suas monstruosas leis tornaram monstruoso e ilegal. Já se disse que os grandes acontecimentos do mundo ocorrem no cérebro. É também no cérebro, e apenas neste, que ocorrem os grandes pecados do mundo.
*Ideal helênico: refere-se ao ideal de beleza e perfeição cultuado na antiguidade grega clássica.
Como ficará escrita a oração acima se o verbo grifado for conjugado na segunda pessoa do singular do presente do subjuntivo?
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Considere o trecho a seguir para responder às questões 04 a 07.
Catar feijão (João Cabral de Melo Neto)
Catar feijão se limita com escrever
joga-se os grãos na água do alguidar1
E as palavras na folha do papel;
E depois, joga-se fora o que boiar. [...]
1alguidar – vaso de barro
O verbo grifado no trecho acima tem o sentido de
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Texto para responder às questões de 01 a 05.
O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde.
Acredito que se um homem vivesse a sua vida plenamente, desse forma a cada sentimento, expressão a cada pensamento, realidade a cada sonho, acredito que o mundo beneficiaria de um novo impulso de energia tão intenso que esqueceríamos todas as doenças da época medieval e regressaríamos ao ideal helênico*, possivelmente até a algo mais depurado e mais rico do que o ideal helênico. Mas o mais corajoso homem entre nós tem medo de si próprio. A mutilação do selvagem sobrevive tragicamente na autonegação que nos corrompe a vida. Somos castigados pelas nossas renúncias. Cada impulso que tentamos estrangular germina no cérebro e envenena-nos. O corpo peca uma vez, e acaba com o pecado, porque a ação é um modo de expurgação. Nada mais permanece do que a lembrança de um prazer, ou o luxo de um remorso. A única maneira de nos livrarmos de uma tentação é cedermos-lhe. Se lhe resistirmos, a nossa alma adoece com o anseio das coisas que se proibiu, com o desejo daquilo que as suas monstruosas leis tornaram monstruoso e ilegal. Já se disse que os grandes acontecimentos do mundo ocorrem no cérebro. É também no cérebro, e apenas neste, que ocorrem os grandes pecados do mundo.
*Ideal helênico: refere-se ao ideal de beleza e perfeição cultuado na antiguidade grega clássica.
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Narciso era um jovem extremamente belo, porém insensível ao amor. Muitas ninfas apaixonaram-se por ele, sem nenhum sucesso. A ninfa Eco declarou-lhe seu amor e, ao ser repelida, ficou tão desesperada que começou a definhar. Suas carnes desapareceram, seus ossos transformaram-se em rocha, restando apenas a voz. Nêmesis, que viu tudo do Olimpo, condenou Narciso a um triste fim.
Um dia, cansado da caça e com sede, Narciso aproximou-se de uma fonte de águas claras. Debruçou-se para banhar-se quando viu, surpreso, uma bela figura que olhava para ele de dentro da fonte. Não sabia que era a própria imagem, pensou que fosse algum espírito que habitava as águas. Apaixonou-se de tal forma por aquele ser que não conseguiu mais sair dali, esquecido do alimento e da água. Seu corpo definhava. As cores e o vigor o abandonaram. E quando gritava “Ai, Ai", apenas Eco respondia.
Assim o jovem morreu. As ninfas choraram seu triste destino. Prepararam uma pira funerária e teriam cremado seu corpo se o tivessem encontrado. Em seu lugar, encontraram uma flor que recebeu o nome de narciso.
Disponível em < www.sca.org.br/artigos/Narciso.pdf >. Acesso em 26/04/2013
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O pronome que, sublinhado na oração acima, é classificado, morfologicamente, como:
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Considere o trecho a seguir para responder às questões 04 a 07.
Catar feijão (João Cabral de Melo Neto)
Catar feijão se limita com escrever
joga-se os grãos na água do alguidar1
E as palavras na folha do papel;
E depois, joga-se fora o que boiar. [...]
1alguidar – vaso de barro
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Considere o trecho a seguir para responder às questões 04 a 07.
Catar feijão (João Cabral de Melo Neto)
Catar feijão se limita com escrever
joga-se os grãos na água do alguidar1
E as palavras na folha do papel;
E depois, joga-se fora o que boiar. [...]
1alguidar – vaso de barro
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