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TEXTO VIII:
Era coisa de criança. Colar chiclete nas cadeiras dos outros, fazer cuecão no nerd da turma, rir do cabelo cortado do colega. Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullying. E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e até, em alguns casos, polícia.
O termo bullying significa a prática de agredir alguém fisicamente, verbalmente, até por atitudes (como caretas). Mas tem sido usado como um alarme, um chamado para que adultos interfiram no relacionamento de seus filhos e alunos.
Uma nova linha de pesquisadores, no entanto, vem defendendo que o bullying não é necessariamente um problema para gente grande. Segundo eles, as picuinhas entre crianças e adolescentes devem ser resolvidas pelos próprios envolvidos.
Sem adultos como juízes.
Esses especialistas não dizem que crianças(a) devem trocar socos na saída da escola. Nem que apanhar faz bem.
Afirmam, sim, que disputar é como um rito, pelo qual passamos no início da vida para saber enfrentar as encrencas maiores do futuro. Afinal, fazemos isso desde os tempos mais remotos. “Em boa parte da história da humanidade a agressão foi um traço adaptativo”, escreveu Mônica J. Harris, professora de psicologia da Universidade do Kentucky, em Bullying Rejection and Peer Victimization (sem tradução em português). No passado, os homens disputavam comida(b) para garantir a sobrevivência. O conflito definia quem ia perpetuar a espécie(c) e quem ficaria para trás. “Aqueles humanos mais agressivos em termos(d) de buscar as coisas e proteger seus recursos e parentes tinham mais chances de sobreviver e reproduzir”, afirma Mônica. Enquanto os homens teriam aprendido a usar a força física, as mulheres desenvolveram habilidades mais sutis, como agressões verbais – fofocas e rumores.
Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência,(e) hoje nos ajudam no convívio social. Quando as crianças deixam o conforto do lar para frequentar o colégio, descobrem que nem sempre suas vontades são atendidas. E que precisam negociar o tempo todo, como por um brinquedo ou por um lugar para sentar. Sem passar por isso, será mais difícil lidar com um desafeto no futuro, como um chefe, o síndico do prédio ou aquele amigo que empresta dinheiro e nunca paga.
(Romani, Bruno. Superinteressante. Ed. 294 – agosto de 2011, pág. 72-74)
Marque a alternativa em que a expressão destacada NÃO desempenha a função de sujeito da oração.
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TEXTO VIII:
Era coisa de criança. Colar chiclete nas cadeiras dos outros, fazer cuecão no nerd da turma, rir do cabelo cortado do colega. Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullying. E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e até, em alguns casos, polícia.
O termo bullying significa a prática de agredir alguém fisicamente, verbalmente, até por atitudes (como caretas).(a) Mas tem sido usado como um alarme, um chamado para que adultos interfiram no relacionamento de seus filhos e alunos.
Uma nova linha de pesquisadores, no entanto, vem defendendo(b) que o bullying não é necessariamente um problema para gente grande. Segundo eles, as picuinhas(c) entre crianças e adolescentes devem ser resolvidas pelos próprios envolvidos.
Sem adultos como juízes.
Esses especialistas não dizem que crianças devem trocar socos na saída da escola. Nem que apanhar faz bem.
Afirmam, sim, que disputar é como um rito, pelo qual passamos no início da vida para saber enfrentar as encrencas maiores do futuro. Afinal, fazemos isso desde os tempos mais remotos. “Em boa parte da história da humanidade a agressão foi um traço adaptativo”, escreveu Mônica J. Harris, professora de psicologia da Universidade do Kentucky, em Bullying Rejection and Peer Victimization (sem tradução em português). No passado, os homens disputavam comida para garantir a sobrevivência. O conflito definia quem ia perpetuar a espécie e quem ficaria para trás. “Aqueles humanos mais agressivos em termos de buscar as coisas e proteger seus recursos e parentes tinham mais chances de sobreviver e reproduzir”, afirma Mônica. Enquanto os homens teriam aprendido a usar a força física, as mulheres desenvolveram habilidades mais sutis,(e) como agressões verbais – fofocas e rumores.
Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio(d) social. Quando as crianças deixam o conforto do lar para frequentar o colégio, descobrem que nem sempre suas vontades são atendidas. E que precisam negociar o tempo todo, como por um brinquedo ou por um lugar para sentar. Sem passar por isso, será mais difícil lidar com um desafeto no futuro, como um chefe, o síndico do prédio ou aquele amigo que empresta dinheiro e nunca paga.
(Romani, Bruno. Superinteressante. Ed. 294 – agosto de 2011, pág. 72-74)
Haverá alteração de sentido caso se substitua
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TEXTO VIII:
Era coisa de criança. Colar chiclete nas cadeiras dos outros, fazer cuecão no nerd da turma, rir do cabelo cortado do colega. Mas agora brincadeiras como essas ganharam um nome sério: bullying. E passaram a ser resolvidas por adultos: pais, mestres e até, em alguns casos, polícia.
O termo bullying significa a prática de agredir alguém fisicamente, verbalmente, até por atitudes (como caretas). Mas tem sido usado como um alarme, um chamado para que adultos interfiram no relacionamento de seus filhos e alunos.
Uma nova linha de pesquisadores, no entanto, vem defendendo que o bullying não é necessariamente um problema para gente grande. Segundo eles, as picuinhas entre crianças e adolescentes devem ser resolvidas pelos próprios envolvidos.
Sem adultos como juízes.
Esses especialistas não dizem que crianças devem trocar socos na saída da escola. Nem que apanhar faz bem.
Afirmam, sim, que disputar é como um rito, pelo qual passamos no início da vida para saber enfrentar as encrencas maiores do futuro. Afinal, fazemos isso desde os tempos mais remotos. “Em boa parte da história da humanidade a agressão foi um traço adaptativo”, escreveu Mônica J. Harris, professora de psicologia da Universidade do Kentucky, em Bullying Rejection and Peer Victimization (sem tradução em português). No passado, os homens disputavam comida para garantir a sobrevivência. O conflito definia quem ia perpetuar a espécie e quem ficaria para trás. “Aqueles humanos mais agressivos em termos de buscar as coisas e proteger seus recursos e parentes tinham mais chances de sobreviver e reproduzir”, afirma Mônica. Enquanto os homens teriam aprendido a usar a força física, as mulheres desenvolveram habilidades mais sutis, como agressões verbais – fofocas e rumores.
Se antes essas táticas garantiam a sobrevivência, hoje nos ajudam no convívio social. Quando as crianças deixam o conforto do lar para frequentar o colégio, descobrem que nem sempre suas vontades são atendidas. E que precisam negociar o tempo todo, como por um brinquedo ou por um lugar para sentar. Sem passar por isso, será mais difícil lidar com um desafeto no futuro, como um chefe, o síndico do prédio ou aquele amigo que empresta dinheiro e nunca paga.
(Romani, Bruno. Superinteressante. Ed. 294 – agosto de 2011, pág. 72-74)
Com base nas ideias do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Picuinhas devem ser enfrentadas e resolvidas pelos próprios envolvidos, sem a interferência de pais ou professores.
( ) O bullying proporciona experiências válidas, pois aqueles que o vivenciam se tornam mais preparados para o convívio social.
( ) Quem nunca sofreu bullying pode achar que as suas vontades têm que ser sempre atendidas e ter, por isso, problemas de relacionamento.
( ) O bullying é um problema da atualidade, e pais e professores devem estar alertas para interferir sempre que ele acontecer.
A sequência está correta em
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TEXTO VII:
Seis chefes de estado que participaram diretamente da guerra mundial contra as drogas — e nela investiram centenas de milhões de dólares – admitem sem meias palavras: “Erramos”. Em depoimentos diretos e contundentes, líderes do combate ao narcotráfico como Ernesto Zedillo, que presidiu o México de 1994 a 2000, César Gaviria, presidente da Colômbia entre 1990 e 1994, e o americano Jim Kolbe, congressista republicano que durante seis anos integrou o Subcomitê da Guerra às Drogas da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, concordam que o resultado de sua cruzada foi inócuo, quando não um equívoco.
(Revista Veja. Ed.2220, de 08 de junho de 2011, p. 149)
Marque a alternativa em que a palavra sublinhada (flexionada ou não) pertence à mesma classe gramatical da sublinhada a seguir: “admitem sem meias palavras: ‘Erramos’”.
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TEXTO VI:
Segundo a organização Freedom House, referência no monitoramento da democracia, apenas nove das 53 nações africanas são livres. As lutas pela democracia não _______ rendendo frutos _______. Um dos casos mais dramáticos envolve o ditador do Zimbábue, Robert Mugabe, _____ 31 anos no poder. Sem um sucessor com a ____________ de unir as facções do __________, ele anunciou que pretende concorrer a um novo mandato nas próximas eleições, que deverão ocorrer no ano que vem.
(Revista Época. Ed. 6831, de 20 de junho de 2011, p. 30)
As lacunas do texto são completadas corretamente e de maneira sequencial com as seguintes palavras
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TEXTO V:
Para uma pessoa que adquire todos os alimentos de que precisa no supermercado, é difícil imaginar que a grande variedade de cereais, legumes, frutas e carnes disposta nas prateleiras corre o risco de desaparecer. Mas, num planeta que alcançará sete bilhões de habitantes neste ano – e deve chegar a nove bilhões até 2050 –, a abundância de comida é meramente ilusória. No mundo todo, diariamente são extintas inúmeras espécies vegetais, os mares possuem cada vez menos peixes, e a criação extensiva de gado é um dos grandes motores do aquecimento global.
(Istoé. 27 de julho de 2011, p. 83)
Com relação ao número de fonemas das palavras do texto “frutas”, “corre”, “habitantes”, “abundância” e “global”, é INCORRETO afirmar que há
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TEXTO V:
Para uma pessoa que adquire todos os alimentos de que precisa no supermercado, é difícil imaginar que a grande variedade de cereais, legumes, frutas e carnes disposta nas prateleiras corre o risco de desaparecer. Mas, num planeta que alcançará sete bilhões de habitantes neste ano – e deve chegar a nove bilhões até 2050 –, a abundância de comida é meramente ilusória. No mundo todo, diariamente são extintas inúmeras espécies vegetais, os mares possuem cada vez menos peixes, e a criação extensiva de gado é um dos grandes motores do aquecimento global.
(Istoé. 27 de julho de 2011, p. 83)
Com base nas ideias do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A grande variedade de cereais, legumes, frutas e carnes disposta nas prateleiras corre o risco de desaparecer, mas as prateleiras dos mercados não revelam esse risco.
( ) A criação extensiva de gado não é uma prática que contribui fortemente para o aquecimento global.
( ) Problemas como o desaparecimento de inúmeras espécies vegetais revelam que a abundância de alimento é ilusória.
A sequência está correta em
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TEXTO V:
Para uma pessoa que adquire todos os alimentos de que precisa no supermercado, é difícil imaginar que a grande variedade de cereais, legumes, frutas e carnes disposta nas prateleiras corre o risco de desaparecer. Mas, num planeta que alcançará sete bilhões de habitantes neste ano – e deve chegar a nove bilhões até 2050 –, a abundância de comida é meramente ilusória. No mundo todo, diariamente são extintas inúmeras espécies vegetais, os mares possuem cada vez menos peixes, e a criação extensiva de gado é um dos grandes motores do aquecimento global.
(Istoé. 27 de julho de 2011, p. 83)
Em “No mundo todo, diariamente são extintas inúmeras espécies vegetais”, é correto afirmar que o núcleo do sujeito do verbo sublinhado é
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TEXTO IV:
Certa vez perguntaram a Albert Einstein se ele se lembrava de um colega dos tempos da faculdade de física em Zurique, em 1895. O sujeito era um gênio. Professores e alunos eram unânimes em afirmar que seu futuro seria brilhante. Meio século depois, Einstein revolucionara a ciência – e a contribuição científica do colega promissor inexistia. “Sim, ele era brilhante”, disse Einstein. “Seus interesses abarcavam o mundo. Por isso, nunca descobriu nada. Só descobre alguma coisa quem tem um único interesse.”
(Revista Época. Ed. 671, de 28 de março de 2011, pág. 112)
Assinale a alternativa em que a frase tem o seu sentido original alterado na reescrita.
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TEXTO IV:
Certa vez perguntaram a Albert Einstein se ele se lembrava de um colega dos tempos da faculdade de física em Zurique, em 1895. O sujeito era um gênio. Professores e alunos eram unânimes em afirmar que seu futuro seria brilhante. Meio século depois, Einstein revolucionara a ciência – e a contribuição científica do colega promissor inexistia. “Sim, ele era brilhante”, disse Einstein. “Seus interesses abarcavam o mundo. Por isso, nunca descobriu nada. Só descobre alguma coisa quem tem um único interesse.”
(Revista Época. Ed. 671, de 28 de março de 2011, pág. 112)
Em “Seus interesses abarcavam o mundo. Por isso, nunca descobriu nada.”, é correto afirmar que NÃO ocorre alteração de sentido caso se substitua a expressão destacada por
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