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Foram encontradas 70 questões.

49010 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Naval
Banca: PSCPP
Orgão: DPC Marinha
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O Comandante Raimundo, de um navio petroleiro, tipo “panamax”, com velocidade média acima de 8 nós, em águas parelhas e com coeficiente prismático de 0,86, fez a seguinte pergunta ao Prático Antonio, da Praticagem do Amapá: “- Posso lastrar os tanques de ré para derrabar meu navio, considerando que ele anda melhor derrabado?” Antonio estava com dúvidas para responder ao Comandante sobre a condição de trim ideal que o navio deveria ficar, para fins de obter menor resistência ao avanço, consumir menos combustível e reduzir o tempo da derrota. Antonio fez as seguintes considerações:

I) Geralmente, em navios mercantes, um trim adicional pela proa resulta, quando em baixas velocidades, em um aumento de resistência ao avanço, ocorrendo o oposto em velocidades normais ou de cruzeiro.

II) Em baixas velocidades, o aumento de calado à ré faz a proa “parecer maior”, diminuindo a resistência viscosa em função da separação da camada limite. Em velocidades altas, ou de cruzeiro, esta resistência é compensada pelo aumento da resistência de ondas irradiadas pelo navio.

III) Geralmente, navio com coeficiente prismático menor que 0,7, e que alcançam velocidades, cujo o número de Froude seja menor que 0,30, adquirem trim pela popa em baixas velocidades. Esse trim é invertido após o navio adquirir uma velocidade de cruzeiro ou normal.

IV) A redução de resistência, devido a mudança de trim, que é praticada nos navios de grande deslocamento, é muito pequena e, com isso, a economia de combustível será desprezível para o trecho a ser navegado.

Analise as considerações de Antonio e assinale a opção correta, de acordo com “Princípios de Arquitetura Naval”:

 

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49009 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Naval
Banca: PSCPP
Orgão: DPC Marinha
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Assinale a opção que completa corretamente as lacunas da sentença abaixo:

Assim que a velocidade do navio _______, a largura da camada limite _______, com isso, o ponto de transição entre o escoamento laminar e turbulento se move para uma posição mais para _______, em relação a proa do navio. Isto faz com que a resistência friccional ______ assim que a velocidade do navio ______.

 

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49008 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Naval
Banca: PSCPP
Orgão: DPC Marinha
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O Praticante de Prático Pedro, na asa do passadiço de um navio em movimento, observa que o mesmo irradia ondas. É evidente que essas ondas possuem energia, e que essa energia foi gerada pelo navio. A força de resistência devido às ondas geradas pelo navio é depende, principalmente, da:

I) Aceleração da gravidade.

II) Profundidade local.

III) Viscosidade da água.

IV) Velocidade do navio.

De acordo com “Princípios da Arquitetura Naval”, qual das opções abaixo relacionadas representa a alternativa correta?

 

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49007 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Naval
Banca: PSCPP
Orgão: DPC Marinha
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Durante a observação dos elementos meteorológicos, à superfície do mar e do continente, na ocorrência de brisa marítima, o navegante constata o seguinte, de acordo com Lobo e Soares, no livro “Meteorologia e Oceanografia”:

 

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49006 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Naval
Banca: PSCPP
Orgão: DPC Marinha
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Entre os anos de 1971 e 1973, o professor Haruzo Eda, da Academia de Marinha Mercante de King’s Point, nos Estados Unidos, trabalhando para a Interoceanic Canal Study Project, realizou uma série de estudos experimentais e analíticos, para prever o grau de leme necessário para manter um navio tipo em linha reta em um canal de navegação. Esses estudos, foram feitos variando-se a largura e profundidade do canal, em função das dimensões do navio tipo. O padrão de medida de segurança, então adotado, serviu de guia para diversos estudos posteriores realizados pelo Corpo de Engenheiros do Exército Americano (USACE), pela Guarda Costeira Americana e pela PIANC (Permanent International Association of Navigation Congresses). No Brasil, desde 2005, de acordo com a NORMAM-08/DPC, o Capitão dos Portos pode fazer uso do guia “Approach Channels – A Guide to Design”, da PIANC, para definir padrões de segurança em portos de juridição nacional. Dada a importância da geometria do navio relativa a geometria do canal, qual foi o valor limite aceitável de ângulo de leme empregado pelo Professor Haruzo Eda, para fins de segurança e viabilidade de controle, através do Prático e Comandante, para se manter um navio em linha reta, quando se aproximando de uma margem em um canal de acesso, de acordo com o “Príncipios de Arquitetura Naval”?

 

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49005 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Naval
Banca: PSCPP
Orgão: DPC Marinha
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Um navegante observando o estado do mar e o estado do tempo, no oceano Atlântico Sul, em dia de céu limpo, sem vento e ondas, identifica em determinado azimute, surgirem no horizonte, em altos níveis, nuvens círrus de cristais de gelo, com acentuado deslocamento na direção do navio. Na interpretação dessa situação, o navegante pode concluir a seguinte previsão do tempo, de acordo com Lobo e Soares, no livro “Meteorologia e Oceanografia”:

 

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49004 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Naval
Banca: PSCPP
Orgão: DPC Marinha
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Prático Sebastião, está na asa do passadiço, do navio tipo “capesize” DOCEBAY, navegando numa velocidade de 8 nós, em águas profundas. O navio está com máquinas na condição de meia força adiante. Sebastião observa as ondas irradiadas pelo navio e solicita máquina toda força adiante. Assim que o navio começa a aumentar a velocidade, pode-se dizer que as ondas geradas na proa:

 

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49003 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Naval
Banca: PSCPP
Orgão: DPC Marinha
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O Prático Joaquim estava preocupado. Na barra, onde iria embarcar para pegar um navio tipo “capesize”, na condição de carregamento em meia carga, já existia um estado de mar definido em função do vento local. Ele sabia que o abatimento do navio seria dado pela força devida as ondas do mar e pela força do vento. Para garantir a segurança da manobra, ele consultou um professor que, fundamentado em autores como Van Berlekom, citado em “Princípios de Arquitetura Naval”, afirmou:

I) A ordem de magnitude da força do vento sobre a estrutura do navio é da mesma ordem da força de resistência devido as ondas.

II) O efeito de deriva devido ao vento é de menor importância do que o efeito de deriva devido as ondas do mar.

III) O momento em “yaw”, devido a força do vento, é dependente da localização da superestrutura principal do navio.

IV) Estando o navio na condição meia carga, o vento verdadeiro tem um gradiente de velocidade, que próximo ao mar, faz com que sua velocidade seja reduzida na superfície livre e a ação da força do vento possa vir a ser desprezada.

Assinale a opção correta, de acordo com “Princípios de Arquitetura Naval”:

 

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49002 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Naval
Banca: PSCPP
Orgão: DPC Marinha
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What is the responsibility of vessels under GMDSS?

 

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49001 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Naval
Banca: PSCPP
Orgão: DPC Marinha
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O Prático Manoel, em serviço, a bordo do navio graneleiro DOCEBAY, tipo “capesize”, observou que o diâmetro tático da curva de giro, fixada no passadiço, era de 3 Lpp. Manoel, em uma situação de emergência, necessitava fazer uma manobra em que o navio deveria executar uma curva de giro, mas sua velocidade não era a velocidade de cruzeiro correspondente a rotação máxima do navio. Manoel, então, verificou na tabela de rotação x velocidade do navio, instalada ao lado do telégrafo de máquinas, os seguintes dados:

CONDIÇÃO DO TELÉGRAFO ROTAÇÃO DA MÁQUINA VELOCIDADE
FULL - AHEAD 75 RPM 16 NÓS
HALF - AHEAD 45 RPM 10 NÓS
SLOW - AHEAD 30 RPM 6 NÓS

Com essas informações e estando o navio na velocidade de equilíbrio para a rotação comandanda, com quais valores de diâmetro tático da curva de giro Manoel poderá manobrar o navio, quando nas condições de “HALFAHEAD” e “SLOW-AHEAD”:

 

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