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Assinale a opção correta. De acordo com o livro “Bridge Team Management - A Practical Guide” (Captain A J Swift FNI e do Captain T J Bailey FNI - 2ª edição: 2004), a margem de segurança mostrará quanto o navio pode desviar-se do seu rumo e ainda permanecer em águas seguras. Como regra geral e em circunstâncias normais, a margem de segurança deve assegurar que o navio esteja em águas cuja profundidade seja maior que o calado do navio mais uma fração do próprio calado de valor igual a:
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De acordo com as Regras Especiais para Evitar Abalroamento na Navegação Interior constantes da NORMAM- 02/DPC, analise as afirmativas abaixo, identifique quais são verdadeiras e assinale a opção correta:
I) As tubulações de dragagem que estiverem flutuando ou apoiadas em cavaletes deverão exibir, durante a noite e em períodos de visibilidade reduzida, uma fileira de luzes circulares brancas e, adicionalmente, mais duas luzes circulares vermelhas nos extremos das tubulações.
II) O termo “mareta” caracteriza um grupo de embarcações que navegam de forma integrada, mas não de forma rígida.
III) Em uma situação de roda a roda, uma embarcação de propulsão mecânica navegando contra a corrente terá preferência de passagem sobre uma embarcação navegando a favor da corrente.
IV) Uma barcaça atracada, que não seja em sentido paralelo à costa ou margem, deverá exibir, durante a noite e em períodos de visibilidade reduzida, duas luzes brancas sem obstrução, obrigatoriamente instaladas nas extremidades mais afastadas da costa ou margem.
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De acordo com o contido no livro “Arte Naval” (Maurílio M. Fonseca - 7ª edição: 2005), analise as afirmativas abaixo, identifique quais são verdadeiras e assinale a opção correta:
I) A reserva de flutuabilidade de um navio exprime-se em percentagem do volume deslocado.
II) A reserva de flutuabilidade de um navio pode referir-se a seu deslocamento, uma vez que é expressa em percentagem.
III) Nos navios mercantes, a borda livre mínima é marcada no costado para determinar a reserva de flutuabilidade.
IV) A borda livre de um navio é, em geral, mínima na popa devido ao tosamento que os navios têm.
II) A reserva de flutuabilidade de um navio pode referir-se a seu deslocamento, uma vez que é expressa em percentagem.
III) Nos navios mercantes, a borda livre mínima é marcada no costado para determinar a reserva de flutuabilidade.
IV) A borda livre de um navio é, em geral, mínima na popa devido ao tosamento que os navios têm.
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Assinale a opção correta. De acordo com o contido no livro “Meteorologia e Oceanografia - Usuário Navegante” (Paulo Roberto Valgas Lobo e Carlos Alberto Soares - 2ª edição: 2007), a imagem de satélite na banda do IR (infravermelho) é baseada na informação da temperatura da coluna de ar inteira. Conforme essa afirmação, a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) está definida como:
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As cartas eletrônicas são necessárias se o navio dispõe de um Sistema de Carta Eletrônica (ECS) ou de um Sistema de Informação e Apresentação de Carta Eletrônica (ECDIS). Da mesma forma, é mandatório que o operador esteja plenamente familiarizado com a capacidade e as limitações de uso das referidas cartas. De acordo com o contido no livro “Bridge Team Management - A Practical Guide” (Captain A J Swift FNI e Captain T J Bailey, FNI - 2ª edição: 2004), assinale a opção correta:
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De acordo com o contido no livro “Tug use in Port, a Practical Guide” (Captain Henk Hensen - 2ª edição: 2003), foi elaborado o quadro abaixo contendo uma relação de rebocadores cujas características são descritas nasobservações, sem rigor técnico:
| Nome | Compr. | Boca | Calado | BHP | Tração | Observações |
| a) “Ajax” | 26,0 m | 8,5m | 4,1m | 3180 | 43t | Guincho de reboque e um patilhão (falsa quilha) a vante. Possui dois motores a ré dentro de tubos que giram 360° na horizontal. |
| b) “Thor” | 30,7 m | 10,6m | 4,4 | 2960 | 40t | Dois motores a ré dentro de tubos que giram 360° na horizontal. Possui um gato de reboque quase a meio navio e um guincho na proa. |
| c) “Intrépido” | 29,0 m | 9,3m | 4,0m | 3000 | 45 |
Os eixos saem de dois tubos telescópicos a ré. Os hélices estão dentro de tubulões que não giram, possuindo um leme a ré de cada tubulão. |
| d) “Arrojado” | 38,0 m | 11,0m | 4,8m | 4600 |
70t AV 50t AR |
Os eixos saem de dois tubos telescópicos a ré. Os hélices estão dentro de tubos fixos, com três lemes a ré e dois a vante de cada tubo. |
| e) “Zeus” | 26,7m | 8,8n | 4,6m | 2140 | 29t | Dois motores a vante dentro de tubos que giram 360°. Possui um patilhão (falsa quilha) a ré e um gato de reboque na popa. |
| f) “Perseu” | 29,7m | 9,9m | 4,0m | 3130 | 36t | Não possui hélices. Tem dois conjuntos com lâminas verticais giratórias lado a lado a vante. Possui gato de reboque e patilhão (falsa quilha) a ré. |
| g) “Júpiter” | 30,0m | 8,0m | 4,0m | 3000 | 30t | Possui na popa um eixo com hélice de passo fixo, mais comum nesses rebocadores |
| h) “Apolo” | 36,2m | 12,2m | 5,2m | 4950 | 57t | Dois conjuntos com lâminas verticais giratórias lado a lado a ré. Possui guincho de reboque e patilhão (falsa quilha) a vante. |
| i) “Hermes” | 27,4m | 15,2m | 4,9m | 4000 | 50t | Tem um patilhão (falsa quilha) a vante e outro a ré. Dois eixos dentro de tubos que giram 360°, um a vante a BE e outro a ré a BB. |
| j) “Mercúrio” | 28,5m | 6,6m | 4,0m | 2000 | 21t | Dois hélices dentro de tubulões que se movem parcialmente, fazendo o papel de lemes. O gato de reboque desliza em um arco que circunda a superestrutura, podendo girar 360º. |
| k) “Poseidon” | 22,7m | 10,7m | 4,6m | 5000 | 67t | Dois eixos dentro de tubulões que giram 360°. Tem patilhão (falsa quilha) a vante. Pequeno e de grande potência. |
| l) “Dionísio” | 28,5 | 6,6m | 4,0m | 5200 | 80t | Dois hélices de passo controlado a ré dentro de tubulões que giram parcialmente e, a vante, um hélice dentro de um tubulão que gira 360°. |
| l) “Dionísio” | 28,5 | 6,6m | 4,0m | 5200 | 80t | Dois hélices de passo controlado a ré dentro de tubulões que giram parcialmente e, a vante, um hélice dentro de um tubulão que gira 360°. |
| m) “Édipo” | 20m | 5,0m | 3,6m | 1500 | 15t AV 9t AR | Dois eixos saindo de dois tubos telescópicos a ré. Dois hélices abertos de passo fixo |
| n) “Ulisses” | 31,6 | 12,0m | 5,9m | 6300 | 80t | Três motores dentro de tubos que giram 360º, sendo dois a vante e um a ré. |
Analisando o quadro acima e com base no livro supramencionado, priorize os rebocadores para uma manobra de rebocar com cabo passado na proa do rebocado. Desconsidere o “bollard pull” e leve em conta somente os rebocadores.
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De acordo com o contido no livro “Tug use in Port, a Practical Guide” (Captain Henk Hensen - 2ª edição: 2003), em certas situações de puxada (“pulling”), tal como na figura abaixo, a descarga do(s) hélice(s) decorrente da propulsão de um rebocador atua no navio, resultando em uma redução da efetividade da puxada, devido a uma força oposta (força de reação) e a uma terceira força.

Analise as afirmativas abaixo, identifique quais são verdadeiras (V) e quais são falsas (F) e assinale a opção correta:
I) Esse é o chamado Efeito “Coanda”. ( )
II) É um efeito que não tem correlação com o Efeito “Bernouille”. ( )
III) A terceira força ocasiona uma tendência de movimento do navio para ré. ( )
IV) A terceira força ocasiona uma tendência de giro do navio para o bordo oposto ao desejado. ( )
V) Esse efeito pode ser reduzido com algumas providências; uma é o uso de apropriado comprimento do cabo de reboque: quanto mais água sob a quilha do navio e quanto maior a potência desejada, mais comprido deve ser o cabo de reboque. ( )
II) É um efeito que não tem correlação com o Efeito “Bernouille”. ( )
III) A terceira força ocasiona uma tendência de movimento do navio para ré. ( )
IV) A terceira força ocasiona uma tendência de giro do navio para o bordo oposto ao desejado. ( )
V) Esse efeito pode ser reduzido com algumas providências; uma é o uso de apropriado comprimento do cabo de reboque: quanto mais água sob a quilha do navio e quanto maior a potência desejada, mais comprido deve ser o cabo de reboque. ( )
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Assinale a opção incorreta. De acordo com o contido no livro “Arte Naval” (Maurílio M. Fonseca - 7ª edição: 2005), são requisitos de um bom fundeadouro:
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Assinale a opção correta. O advento da navegação por satélite, dando ao navio a possibilidade de determinar a sua posição em qualquer momento, foi uma das maiores conquistas da tecnologia moderna. Entretanto, falhas são suscetíveis de ocorrer e os equipamentos de posicionamento global (GPS) não estão imunes a isso. De acordo com o contido no livro “Bridge Team Management - A Practical Guide” (Captain A J Swift FNI e Captain T J Bailey, FNI - 2ª edição: 2004), uma excelente forma de verificar o correto funcionamento do GPS, quando navegando próximo a costa, é comparar suas informações com as obtidas pela:
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Assinale a opção correta. O navio mercante RAPUNZEL, de bandeira estrangeira, proveniente de um porto na costa leste dos Estados Unidos, com destino a Buenos Aires, sem nenhuma escala prevista, navega em águas jurisdicionais brasileiras. Inadvertidamente, o oficial de quarto de navegação passa sobre o Parcel de Manoel Luiz, sem perceber a sinalização local. Em consequência, o navio sofre danos nas obras vivas e inicia-se um alagamento que, em uma primeira análise realizada pelo Chefe de Máquinas, pode ser controlado. O leme do navio também não responde adequadamente, podendo ter sido danificado no mesmo evento. O Comandante do RAPUNZEL decide continuar viagem e entrar no canal de acesso à Baía de São Marcos, para demandar o porto de Itaqui e providenciar os reparos necessários nas obras vivas e leme do navio. Ao passar pela bóia nº 3 no canal de acesso, uma embarcação de menor porte, que vinha em sentido contrário, faz uma manobra brusca e cruza a proa do navio. O Comandante do RAPUNZEL tenta guinar, mas, devido à avaria no leme, a resposta é lenta e o navio acaba por atingir a embarcação menor. A partir daí, o alagamento do RAPUNZEL torna-se descontrolado e o navio acaba por afundar.
De acordo com o contido na NORMAM-09/DPC, a sequência cronológica dos eventos é caracterizada por:
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