Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1323789 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Leia atentamente o texto 4 a seguir para responder a questão abaixo,
Texto 4
Para compensar o impacto ambiental da Olimpíada, o governo do Rio de Janeiro planejava plantar 36 milhões de árvores da mata atlântica, mas até agora só um quinto da meta foi cumprido. O plantio de árvores é um dos métodos mais eficientes para diminuir os impactos negativos do efeito estufa. As árvores plantadas até agora no Rio de Janeiro, por exemplo, têm o potencial de absorver 50.000 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano, enquanto estiverem crescendo.
PORTINARI, Natália. Folha de São Paulo, 02 nov. 2015. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2015/11/1701169-metade-
plantio-de-arvores-da-rio-2016-nao-sera-atingida.shtml>. Acesso em 09 nov. 2015. Adaptado.
De acordo com o texto 4, a quantidade de gás carbônico que as 36 milhões de árvores têm o potencial de absorver por ano, enquanto estiverem crescendo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1318351 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Na Defensoria Pública, há 140 estagiários, parte de nível técnico parte de nível superior. A metade dos estagiários de nível superior é igual a terça parte dos estagiários de nível técnico.
Sobre os estagiários da Defensoria Pública, é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1315169 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
O processo seletivo para estagiários de Nível Médio da Defensoria Pública consiste em uma prova objetiva valendo 80 pontos. Para não ser inabilitado pelo critério de nota, o candidato precisa pontuar no mínimo 40% do total pontos.
A quantidade de pontos que o candidato precisa acumular para não ser inabilitado pelo critério de nota é, no mínimo:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1298833 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Leia atentamente o texto 1 para responder a questão abaixo.
Texto 1
Uma vela para Dario
Dalton Trevisan
Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.
Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca.
Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade; sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade.
Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão.
A última boca repetiu — Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.
Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.
Disponível em: <http://projetos.unioeste.br/projetos/leitura/arquivos/oficinas/texto01.pdf>. Acesso em: 16 nov. 2015.
I - “Enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las.”
II - “Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficam vazias.”
A partir da análise dos trechos I e II, é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1297807 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Leia atentamente o texto 1 para responder a questão abaixo.
Texto 1
Uma vela para Dario
Dalton Trevisan
Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.
Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca.
Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade; sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade.
Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão.
A última boca repetiu — Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.
Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.
Disponível em: <http://projetos.unioeste.br/projetos/leitura/arquivos/oficinas/texto01.pdf>. Acesso em: 16 nov. 2015.
De acordo com o texto 1, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e F as falsas.
( ) O enredo imita o cotidiano, pois destaca um fato que possivelmente aconteceu ou acontece em grandes cidades brasileiras.
( ) O autor demonstra acreditar ainda no próximo ao inserir no desfecho uma criança que se aproxima com uma vela, acendendo-a ao lado do cadáver.
( ) As pessoas se aproximam do homem caído no chão com a mesma intenção, ou seja, ajudá-lo a sair da situação que ele se encontra, levando-o ao hospital mais próximo.
( ) O texto representa a degradação da morte em um ambiente rural, pois as pessoas assistem à agonia de uma pessoa que passa mal na rua movidas apenas pela curiosidade.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
824712 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Leia atentamente o texto 2 para responder a questão abaixo.
Pedreiro pedala 42 quilômetros todo dia para cursar Direito no ES
Joaquim Corsino contou que sonha em ser delegado.
Ele disse que gasta 1h30, entre Cariacica e Vitória.
Do G1 ES, com informações de A Gazeta
enunciado 2029925-1
Para estar cada vez mais perto de realizar um grande sonho, o pedreiro Joaquim Corsino dos Santos pedala, diariamente, entre Cariacica, onde mora, até Vitória, onde fica a faculdade de Direito em que ele estuda. A distância, cerca de 21 quilômetros entre um município e outro, não desanima o estudante. Gastando mais de uma hora para chegar à faculdade, agora ele decidiu largar o trabalho para focar nos estudos. “É meu sonho, e chegarei lá”, garante.
Joaquim nasceu em Tarumirim, Minas Gerais. O pai, Agenor, e a mãe, Ana Clara, eram trabalhadores rurais. Ele contou que quando mais novo ajudava a família na roça, mas sempre sonhou alto. “Não queria aquela vida para mim. Queria mesmo era estudar”, contou. Com mais de 20 anos, ele terminou o curso técnico de Administração. Segundo ele, na época, precisou trabalhar e passou anos sem estudar.
Em 1980, Joaquim tentou vestibular na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), para Ciências Contábeis, e não passou. Depois disso, ele foi trabalhar como auxiliar de pedreiro e, mais tarde, como pedreiro, ganhando um salário melhor. Mesmo assim, nunca abandonou o sonho de ser advogado “Passei a guardar parte do que ganhava para pagar uma faculdade de Direito. Ao todo, em toda a minha vida de trabalho, consegui juntar uns R$ 50 mil”, disse.
Ele contou que, ao mesmo tempo, foi construindo a casa, que hoje é um prédio de três andares localizado em Bandeirantes, Cariacica, onde mora com três irmãos. Durante um período, a vontade de ser delegado foi interrompida por medo de não conseguir arcar com as despesas do curso. “Em 2008, passei num processo seletivo em uma faculdade privada, onde cursei dois anos de Direito. Mas aí um amigo me pediu R$ 4.500 emprestados, e eu, com receio de não ter como bancar os estudos, tranquei a matrícula no curso”.
Depois disso, ele trabalhou mais um ano como pedreiro para recuperar o prejuízo e voltou à faculdade, 2012, na Serra. “Como o trajeto de casa até lá era longo, comprei até uma moto, que está parada – ainda não tirei carteira. Essa distância contribuiu para eu mudar de faculdade. Hoje, faço o nono período de Direito em Vitória. Sou o mais velho da turma”, contou.
Segundo ele, o trajeto feito entre a casa e a faculdade dura mais de uma hora. Além da distância e do cansaço, ele ainda teve que enfrentar outros contratempos. “Saio de casa, de bicicleta, para estudar à noite, e levo quase uma hora e meia só de ida. Há uns seis meses, roubaram uma roda da bicicleta, e tive que voltar de ônibus”, contou.
Focado no futuro, ele contou que parou com o trabalho para se dedicar ao sonho. “Agora, decidi dar uma parada no trabalho só para estudar. Adoro ler a Constituição Federal. Meu sonho é concluir o curso, tirar minha carteira da Ordem dos Advogados e passar em concurso para ser delegado de polícia. É meu sonho, e chegarei lá", finalizou.
Disponível em: <http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2014/09/pedreiro-vai-de-cariacica-vitoria-de-bicicleta-para-cursar-direito.html>.
Acesso em: 25 nov. 2015.
No depoimento: “É meu sonho, e chegarei lá [...]”, pode-se atribuir a Joaquim dos Santos a seguinte característica
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
823391 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
“No Norte e no Nordeste do Brasil, seca; no Sul, chuva. Já no Sudeste, não dá para ter certeza de nada.”
Disponível em: <http://m.folha.uol.com.br/ciencia/2015/11/1703620-aquecimento-das-aguas-do-pacifico-que-bagunca-clima-esta-fortecomo-
nunca.shtml?mobile>. Acesso em: 11 nov. 2015
O fenômeno, que, em 2015, está provocando essa bagunça no clima é denominado:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
804553 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
“Novembro azul” é uma campanha que tem a intenção de incentivar homens com mais de 45 anos a realizarem exames preventivos, uma vez por ano, para reduzir a incidência de _________________________.
A alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto acima é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
803841 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Leia atentamente o texto 2 para responder a questão abaixo.
Pedreiro pedala 42 quilômetros todo dia para cursar Direito no ES
Joaquim Corsino contou que sonha em ser delegado.
Ele disse que gasta 1h30, entre Cariacica e Vitória.
Do G1 ES, com informações de A Gazeta
enunciado 2026713-1
Para estar cada vez mais perto de realizar um grande sonho, o pedreiro Joaquim Corsino dos Santos pedala, diariamente, entre Cariacica, onde mora, até Vitória, onde fica a faculdade de Direito em que ele estuda. A distância, cerca de 21 quilômetros entre um município e outro, não desanima o estudante. Gastando mais de uma hora para chegar à faculdade, agora ele decidiu largar o trabalho para focar nos estudos. “É meu sonho, e chegarei lá”, garante.
Joaquim nasceu em Tarumirim, Minas Gerais. O pai, Agenor, e a mãe, Ana Clara, eram trabalhadores rurais(a). Ele contou que quando mais novo ajudava a família na roça, mas sempre sonhou alto. “Não queria aquela vida para mim. Queria mesmo era estudar(b)”, contou. Com mais de 20 anos, ele terminou o curso técnico de Administração. Segundo ele, na época, precisou trabalhar e passou anos sem estudar.
Em 1980, Joaquim tentou vestibular na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), para Ciências Contábeis, e não passou. Depois disso, ele foi trabalhar como auxiliar de pedreiro e, mais tarde, como pedreiro, ganhando um salário melhor(d). Mesmo assim, nunca abandonou o sonho de ser advogado “Passei a guardar parte do que ganhava para pagar uma faculdade de Direito. Ao todo, em toda a minha vida de trabalho, consegui juntar uns R$ 50 mil”, disse.
Ele contou que, ao mesmo tempo, foi construindo a casa, que hoje é um prédio de três andares localizado em Bandeirantes, Cariacica, onde mora com três irmãos. Durante um período, a vontade de ser delegado foi interrompida por medo de não conseguir arcar com as despesas do curso. “Em 2008, passei num processo seletivo em uma faculdade privada, onde cursei dois anos de Direito. Mas aí um amigo me pediu R$ 4.500 emprestados, e eu, com receio de não ter como bancar os estudos, tranquei a matrícula no curso”.
Depois disso, ele trabalhou mais um ano como pedreiro para recuperar o prejuízo e voltou à faculdade, 2012, na Serra. “Como o trajeto de casa até lá era longo, comprei até uma moto, que está parada – ainda não tirei carteira. Essa distância contribuiu para eu mudar de faculdade. Hoje, faço o nono período de Direito em Vitória. Sou o mais velho da turma”, contou.
Segundo ele, o trajeto feito entre a casa e a faculdade dura mais de uma hora(c). Além da distância e do cansaço, ele ainda teve que enfrentar outros contratempos. “Saio de casa, de bicicleta, para estudar à noite, e levo quase uma hora e meia só de ida. Há uns seis meses, roubaram uma roda da bicicleta, e tive que voltar de ônibus”, contou.
Focado no futuro, ele contou que parou com o trabalho para se dedicar ao sonho. “Agora, decidi dar uma parada no trabalho só para estudar.(e) Adoro ler a Constituição Federal. Meu sonho é concluir o curso, tirar minha carteira da Ordem dos Advogados e passar em concurso para ser delegado de polícia. É meu sonho, e chegarei lá", finalizou.
Disponível em: <http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2014/09/pedreiro-vai-de-cariacica-vitoria-de-bicicleta-para-cursar-direito.html>.
Acesso em: 25 nov. 2015.
Nos trechos apresentados abaixo, há respectivamente, um substantivo e um advérbio destacados em
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
803703 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Leia atentamente o texto 2 para responder a questão abaixo.
Pedreiro pedala 42 quilômetros todo dia para cursar Direito no ES
Joaquim Corsino contou que sonha em ser delegado.
Ele disse que gasta 1h30, entre Cariacica e Vitória.
Do G1 ES, com informações de A Gazeta
enunciado 2026575-1
Para estar cada vez mais perto de realizar um grande sonho, o pedreiro Joaquim Corsino dos Santos pedala, diariamente, entre Cariacica, onde mora, até Vitória, onde fica a faculdade de Direito em que ele estuda. A distância, cerca de 21 quilômetros entre um município e outro, não desanima o estudante. Gastando mais de uma hora para chegar à faculdade, agora ele decidiu largar o trabalho para focar nos estudos. “É meu sonho, e chegarei lá”, garante.
Joaquim nasceu em Tarumirim, Minas Gerais. O pai, Agenor, e a mãe, Ana Clara, eram trabalhadores rurais. Ele contou que quando mais novo ajudava a família na roça, mas sempre sonhou alto. “Não queria aquela vida para mim. Queria mesmo era estudar”, contou. Com mais de 20 anos, ele terminou o curso técnico de Administração. Segundo ele, na época, precisou trabalhar e passou anos sem estudar.
Em 1980, Joaquim tentou vestibular na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), para Ciências Contábeis, e não passou. Depois disso, ele foi trabalhar como auxiliar de pedreiro e, mais tarde, como pedreiro, ganhando um salário melhor. Mesmo assim, nunca abandonou o sonho de ser advogado “Passei a guardar parte do que ganhava para pagar uma faculdade de Direito. Ao todo, em toda a minha vida de trabalho, consegui juntar uns R$ 50 mil”, disse.
Ele contou que, ao mesmo tempo, foi construindo a casa, que hoje é um prédio de três andares localizado em Bandeirantes, Cariacica, onde mora com três irmãos. Durante um período, a vontade de ser delegado foi interrompida por medo de não conseguir arcar com as despesas do curso. “Em 2008, passei num processo seletivo em uma faculdade privada, onde cursei dois anos de Direito. Mas aí um amigo me pediu R$ 4.500 emprestados, e eu, com receio de não ter como bancar os estudos, tranquei a matrícula no curso”.
Depois disso, ele trabalhou mais um ano como pedreiro para recuperar o prejuízo e voltou à faculdade, 2012, na Serra. “Como o trajeto de casa até lá era longo, comprei até uma moto, que está parada – ainda não tirei carteira. Essa distância contribuiu para eu mudar de faculdade. Hoje, faço o nono período de Direito em Vitória. Sou o mais velho da turma”, contou.
Segundo ele, o trajeto feito entre a casa e a faculdade dura mais de uma hora. Além da distância e do cansaço, ele ainda teve que enfrentar outros contratempos. “Saio de casa, de bicicleta, para estudar à noite, e levo quase uma hora e meia só de ida. Há uns seis meses, roubaram uma roda da bicicleta, e tive que voltar de ônibus”, contou.
Focado no futuro, ele contou que parou com o trabalho para se dedicar ao sonho. “Agora, decidi dar uma parada no trabalho só para estudar. Adoro ler a Constituição Federal. Meu sonho é concluir o curso, tirar minha carteira da Ordem dos Advogados e passar em concurso para ser delegado de polícia. É meu sonho, e chegarei lá", finalizou.
Disponível em: <http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2014/09/pedreiro-vai-de-cariacica-vitoria-de-bicicleta-para-cursar-direito.html>.
Acesso em: 25 nov. 2015.
Leia o trecho a seguir e identifique a classe gramatical das palavras destacadas.
Observe a preposição em destaque nos trechos a seguir.
I - “Joaquim nasceu em Tarumirim, Minas Gerais.”
II - “Em 1980, Joaquim tentou vestibular na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), para Ciências Contábeis, e não passou.”
O valor semântico da preposição em nos trechos I e II, respectivamente, é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas