Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

803565 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Leia atentamente o texto 3 a seguir para responder a questão abaixo.
Texto 3
enunciado 2026437-1
Disponível em: < https://www.google.com.br/search?q=charges+sobre+educa%C3%A7%C3%A3o+infantil>. Acesso em: 25 out. 2015.
Na fala do garoto: “Nem educação, nem saúde, nem segurança...”, as reticências foram utilizadas para
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
803455 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Um estagiário da Defensoria Pública, que ganha bolsa auxílio de R$350,00 por mês, estabeleceu como meta economizar R$7,00 por semana, colocando esse valor em um cofre. Supondo que, de fato, ele tenha conseguido guardar semanalmente aquele valor, em quantas semanas completas ele terá economizado o valor equivalente à metade da sua bolsa auxílio?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
803028 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Em uma caixa há canetas azuis e vermelhas. Sabendo-se que há 160 canetas na caixa e que a quantidade de canetas vermelhas é o triplo da quantidade de canetas azuis, então a quantidade de canetas vermelhas é?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
797627 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
João, estagiário da Defensoria Pública, resolveu utilizar sua bicicleta para seu deslocamento casa/estágio. A distância é de 30 km e ele gasta 1hora e 15min para fazer o percurso.
Considerando que João chegou às 08h no estágio, o horário que ele saiu de casa foi às
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
797392 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Leia atentamente o texto 2 para responder a questão abaixo.
Pedreiro pedala 42 quilômetros todo dia para cursar Direito no ES
Joaquim Corsino contou que sonha em ser delegado.
Ele disse que gasta 1h30, entre Cariacica e Vitória.
Do G1 ES, com informações de A Gazeta
enunciado 2025758-1
Para estar cada vez mais perto de realizar um grande sonho, o pedreiro Joaquim Corsino dos Santos pedala, diariamente, entre Cariacica, onde mora, até Vitória, onde fica a faculdade de Direito em que ele estuda. A distância, cerca de 21 quilômetros entre um município e outro, não desanima o estudante(a). Gastando mais de uma hora para chegar à faculdade, agora ele decidiu largar o trabalho para focar nos estudos(d). “É meu sonho, e chegarei lá”, garante.
Joaquim nasceu em Tarumirim, Minas Gerais. O pai, Agenor, e a mãe, Ana Clara, eram trabalhadores rurais. Ele contou que quando mais novo ajudava a família na roça, mas sempre sonhou alto. “Não queria aquela vida para mim. Queria mesmo era estudar”, contou. Com mais de 20 anos, ele terminou o curso técnico de Administração. Segundo ele, na época, precisou trabalhar e passou anos sem estudar.
Em 1980, Joaquim tentou vestibular na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), para Ciências Contábeis, e não passou(e). Depois disso, ele foi trabalhar como auxiliar de pedreiro e, mais tarde, como pedreiro, ganhando um salário melhor. Mesmo assim, nunca abandonou o sonho de ser advogado “Passei a guardar parte do que ganhava para pagar uma faculdade de Direito. Ao todo, em toda a minha vida de trabalho, consegui juntar uns R$ 50 mil”, disse.
Ele contou que, ao mesmo tempo, foi construindo a casa, que hoje é um prédio de três andares localizado em Bandeirantes, Cariacica, onde mora com três irmãos. Durante um período, a vontade de ser delegado foi interrompida por medo de não conseguir arcar com as despesas do curso. “Em 2008, passei num processo seletivo em uma faculdade privada, onde cursei dois anos de Direito. Mas aí um amigo me pediu R$ 4.500 emprestados, e eu, com receio de não ter como bancar os estudos, tranquei a matrícula no curso”.
Depois disso, ele trabalhou mais um ano como pedreiro para recuperar o prejuízo e voltou à faculdade, 2012, na Serra. “Como o trajeto de casa até lá era longo, comprei até uma moto, que está parada – ainda não tirei carteira(c). Essa distância contribuiu para eu mudar de faculdade. Hoje, faço o nono período de Direito em Vitória. Sou o mais velho da turma”, contou.
Segundo ele, o trajeto feito entre a casa e a faculdade dura mais de uma hora. Além da distância e do cansaço, ele ainda teve que enfrentar outros contratempos. “Saio de casa, de bicicleta, para estudar à noite, e levo quase uma hora e meia só de ida(b). Há uns seis meses, roubaram uma roda da bicicleta, e tive que voltar de ônibus”, contou.
Focado no futuro, ele contou que parou com o trabalho para se dedicar ao sonho. “Agora, decidi dar uma parada no trabalho só para estudar. Adoro ler a Constituição Federal. Meu sonho é concluir o curso, tirar minha carteira da Ordem dos Advogados e passar em concurso para ser delegado de polícia. É meu sonho, e chegarei lá", finalizou.
Disponível em: <http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2014/09/pedreiro-vai-de-cariacica-vitoria-de-bicicleta-para-cursar-direito.html>.
Acesso em: 25 nov. 2015.
Leia o trecho a seguir e identifique a classe gramatical das palavras destacadas.
“Para estar cada vez mais perto de realizar um grande sonho, o pedreiro Joaquim Corsino dos Santos pedala, diariamente, entre Cariacica, onde mora, até Vitória, onde fica a faculdade de Direito em que ele estuda.”
A alternativa que contém palavras destacadas, respectivamente, que pertencem a mesma classe gramatical dos vocábulos em destaque no trecho acima é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
797128 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Leia atentamente o texto 4 a seguir para responder a questão abaixo,
Texto 4
Para compensar o impacto ambiental da Olimpíada, o governo do Rio de Janeiro planejava plantar 36 milhões de árvores da mata atlântica, mas até agora só um quinto da meta foi cumprido. O plantio de árvores é um dos métodos mais eficientes para diminuir os impactos negativos do efeito estufa. As árvores plantadas até agora no Rio de Janeiro, por exemplo, têm o potencial de absorver 50.000 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano, enquanto estiverem crescendo.
PORTINARI, Natália. Folha de São Paulo, 02 nov. 2015. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2015/11/1701169-metade-
plantio-de-arvores-da-rio-2016-nao-sera-atingida.shtml>. Acesso em 09 nov. 2015. Adaptado.
De acordo com o texto 4, qual o percentual de árvores plantadas até o momento?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
796835 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Leia atentamente o texto 3 a seguir para responder a questão abaixo.
Texto 3
enunciado 2025224-1
Disponível em: < https://www.google.com.br/search?q=charges+sobre+educa%C3%A7%C3%A3o+infantil>. Acesso em: 25 out. 2015.
Sobre a charge, é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
796710 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Leia atentamente o texto 1 para responder a questão abaixo.
Texto 1
Uma vela para Dario
Dalton Trevisan
Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu(b) que devia sofrer de ataque.
Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca.
Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi(a) da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tinha os sapatos nem(a) o alfinete de pérola(e) na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las.
Ocupado o café(a) próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis(d), retirados - com(d) vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade; sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade.
Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia(c). O carro negro investiu a multidão. Várias(b) pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de(c) ouro na mão esquerda, que ele próprio(d) quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão.
A última(b) boca repetiu — Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém(c, e) acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso despiu o paletó(e) de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.
Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.
Disponível em: <http://projetos.unioeste.br/projetos/leitura/arquivos/oficinas/texto01.pdf>. Acesso em: 16 nov. 2015.
A alternativa que contém, respectivamente, substantivo – pronome – substantivo é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
793869 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
A carga horária do estágio na Defensoria Pública é de 4 horas diárias. Uma das atividades realizadas pelos estagiários é a digitalização de processos. Em média, cada estagiário consegue digitalizar 150 páginas/hora.
Considerando que um determinado lote de documentos tem 7.200 páginas, o tempo necessário para que 3 estagiários concluam essa tarefa será
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
791188 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA
Provas:
Leia atentamente o texto 1 para responder a questão abaixo.
Texto 1
Uma vela para Dario
Dalton Trevisan
Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.
Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca.
Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade; sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade.
Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão.
A última boca repetiu — Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.
Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.
Disponível em: <http://projetos.unioeste.br/projetos/leitura/arquivos/oficinas/texto01.pdf>. Acesso em: 16 nov. 2015.
De acordo com o texto 1, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e F as falsas:
( ) No trecho: “Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario [...]”, a parte sublinhada é o predicado da oração.
( ) No trecho: “Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo [...].”, a parte sublinhada é o predicado verbal.
( ) No trecho: “O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.”, a parte sublinhada é o sujeito da forma verbal sugeriu.
( ) No trecho: “A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo.”, a parte sublinhada é o sujeito simples da oração.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas