Com o objetivo de aumentar a segurança no tráfego de dados em
redes sem fio, diversos protocolos foram implementados ao
longo do tempo. Um dos primeiros foi o WEP, adotado ainda na
década de 1990, e que em poucos anos teve a criptografia
quebrada. Foi criado então, nos anos 2000, o protocolo WPA. O
WPA também apresentou falhas de segurança que permitiram a
quebra de sua criptografia e, cerca de um ano após sua
implementação, ele foi substituído pelo WPA2.
Dentre as vantagens que podem ser destacadas do WPA2 em
relação ao WPA, está o fato de que o WPA2:
O sistema DefProc permite o acesso aos processos que ficam
armazenados na intranet da DPE/RS e será disponibilizado para o
público geral na internet. Para isso, o DefProc será hospedado em
um servidor em ambiente de DMZ. O analista Lucas, responsável
pela implementação do sistema, verificou que as especificações
determinam que devem ser usadas duas placas de rede nesse
servidor: uma para acesso à intranet e outra para acesso à
internet.
A utilização dessas duas placas possibilita a:
A analista Débora é responsável por administrar os servidores web da DPE/RS. Débora atualizou a configuração dos servidores a fim de garantir que a comunicação por Hypertext Transfer Protocol Secure (HTTPS) utilize apenas a versão 1.3 do Transport Layer Security (TLS), desativando o suporte a versões anteriores. A atualização feita por Débora visa garantir uma segurança ainda maior nas comunicações por HTTPS, pois Débora sabe que o TLS 1.3 já opera no modo criptografado logo após a mensagem do handshake que determina os parâmetros criptográficos que serão usados na conexão. Sendo assim, a atualização garante que a comunicação por HTTPS entrará no modo criptografado logo após a mensagem do TLS 1.3:
A fim de reforçar a proteção dos enlaces sem fio, os analistas de
segurança da informação da DPE/RS implantaram a autenticação
por Extensible Authentication Protocol (EAP) na rede sem fio da
Defensoria. Os analistas optaram pelo método EAP, que autentica
mutuamente, por meio de certificados, o cliente e o servidor de
autenticação, requerendo, no entanto, a instalação prévia de
certificados de cliente em cada dispositivo que entrará na rede,
além de exigir a manutenção de uma infraestrutura de chave
pública. O método EAP escolhido pelos analistas foi:
O analista Carlos instalou um novo servidor de Network File
System, versão 4 (NFSv4). Para permitir aos clientes NFSv4 se
conectarem com sucesso ao novo servidor, Carlos precisou
liberar no firewall os pacotes de Transmission Control Protocol
(TCP) trafegados na porta padrão de operação do serviço NFSv4.
Sendo assim, Carlos precisou liberar no firewall a porta TCP:
A DPE/RS está aprimorando sua infraestrutura de rede com
soluções de virtualização, visando a melhoria da gestão e da
disponibilidade de recursos computacionais. No departamento
Sete foi adotada a solução de virtualização de aplicações VSoft,
que executa as aplicações virtualizadas inteiramente no servidor.
Com o VSoft, os usuários interagem apenas com determinada
aplicação, sem instalar qualquer componente, acessando a
interface gráfica da aplicação diretamente do navegador web
local.
Logo, o VSoft é uma solução de virtualização do tipo:
A empresa X está aumentando sua rede de clientes e pretende
aumentar a capacidade de sua infraestrutura. Ela busca
implementar uma rede privativa de armazenamento voltada para
conectar e manter disponíveis servidores e storages via LAN ou
WAN dentro de um ambiente seguro, preferencialmente
redundante e de alta performance. Essa rede privativa deve fazer
uso do protocolo Fibre channel ou iSCSI apenas, e armazenar
dados em nível de bloco, mesmo que haja um nível maior de
complexidade.
A rede implementada pela Cloud_tec é uma:
Durante uma inspeção de segurança, verificou-se que os cabos da
rede local da Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul
(DPE/RS) necessitavam de troca. Um estudo foi realizado de
forma a identificar as características necessárias aos cabos que
deveriam substituir os existentes. Algumas dessas características
são: podem trafegar com velocidade de 10 Gbps e à frequência
de 500 MHZ. Também são conhecidos como par trançado não
blindado (UTP).
O cabo utilizado na substituição será o par trançado categoria:
Karen foi contratada pela Defensoria Pública do Estado do Rio
Grande do Sul (DPE/RS) para a melhoria da qualidade do tráfego
de operações dos roteadores. Ela fez um monitoramento da rede
por um tempo e identificou que uma mudança no algoritmo de
escalonamento agregaria melhor Qualidade de Serviço (QoS). A
essência do algoritmo buscado parte do princípio de que os
roteadores têm filas separadas, uma para cada fluxo para
determinada interface de saída. Quando a interface fica ociosa, o
roteador varre as filas em círculo. Depois, o algoritmo pega o
primeiro pacote na próxima fila. Outra característica é que o
algoritmo dá a todos os hosts a mesma prioridade.
O algoritmo corretamente selecionado por Karen foi:
Davi está implementando um software que monitora os serviços
prestados nas camadas do modelo OSI. Uma camada desse
monitoramento garante que a mensagem enviada chegue ao seu
destino sem que haja qualquer alteração. Também garante
sequência correta de pacotes, controle de erros e de fluxo de
origem ao destino.
A camada do modelo OSI monitorada por Davi é: