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Foram encontradas 80 questões.

3052603 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Essa sensação vem dos movimentos que acionam receptores nervosos, que ficam na superfície da pele. Não existe um tipo de estímulo específico que faça com que a pessoa sinta cócegas. Pode ser um movimento mais leve ou mais brusco, de acordo com a região do corpo, mas uma coisa é certa: ele é totalmente inesperado. Aliás, é por isso que não conseguimos fazer cócegas em nós mesmos. Os lugares mais sensíveis às cócegas, como a sola dos pés, as axilas ou os joelhos também não têm nenhuma característica em comum. Talvez elas sejam as regiões mais “coceguentas” porque são estimuladas com menor frequência. A sensação de prazer que provoca o riso também varia de pessoa para pessoa.

O guia dos curiosos. 10 curiosidades sobre o corpo humano. Disponível em: < http://guiadoscuriosos.uol.com.br/categorias/1022/1/corpohumano. html>. Acesso em 06/12/2017.

No trecho: “Essa sensação vem dos movimentos que acionam receptores nervosos, que ficam na superfície da pele.”, predomina:

 

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3052602 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Essa sensação vem dos movimentos que acionam receptores nervosos, que ficam na superfície da pele. Não existe um tipo de estímulo específico que faça com que a pessoa sinta cócegas. Pode ser um movimento mais leve ou mais brusco, de acordo com a região do corpo, mas uma coisa é certa: ele é totalmente inesperado. Aliás, é por isso que não conseguimos fazer cócegas em nós mesmos. Os lugares mais sensíveis às cócegas, como a sola dos pés, as axilas ou os joelhos também não têm nenhuma característica em comum. Talvez elas sejam as regiões mais “coceguentas” porque são estimuladas com menor frequência. A sensação de prazer que provoca o riso também varia de pessoa para pessoa.

O guia dos curiosos. 10 curiosidades sobre o corpo humano. Disponível em: < http://guiadoscuriosos.uol.com.br/categorias/1022/1/corpohumano. html>. Acesso em 06/12/2017.

Em : “...as axilas ou os joelhos também não têm nenhuma característica em comum.”, a palavra destacada recebe acento pelo mesmo motivo que a palavra sublinhada na frase:

 

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3052601 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Essa sensação vem dos movimentos que acionam receptores nervosos, que ficam na superfície da pele. Não existe um tipo de estímulo específico que faça com que a pessoa sinta cócegas. Pode ser um movimento mais leve ou mais brusco, de acordo com a região do corpo, mas uma coisa é certa: ele é totalmente inesperado. Aliás, é por isso que não conseguimos fazer cócegas em nós mesmos. Os lugares mais sensíveis às cócegas, como a sola dos pés, as axilas ou os joelhos também não têm nenhuma característica em comum. Talvez elas sejam as regiões mais “coceguentas” porque são estimuladas com menor frequência. A sensação de prazer que provoca o riso também varia de pessoa para pessoa.

O guia dos curiosos. 10 curiosidades sobre o corpo humano. Disponível em: < http://guiadoscuriosos.uol.com.br/categorias/1022/1/corpohumano. html>. Acesso em 06/12/2017.

A única afirmação que se pode fazer com certeza a respeito das cócegas, segundo o texto, é:

 

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3052600 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Era uma vez

Kell Smith

O dia em que todo dia era bom

Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens

Serem feitas de algodão

Dava pra ser herói no mesmo dia

Em que escolhia ser vilão

E acabava tudo em lanche

Um banho quente e talvez um arranhão

Dava pra ver, a ingenuidade, a inocência

Cantando no tom

Milhões de mundos e os universos tão reais

Quanto a nossa imaginação

Bastava um colo, um carinho

E o remédio era beijo e proteção

Tudo voltava a ser novo no outro dia

Sem muita preocupação

É que a gente quer crescer

E quando cresce quer voltar do início

Porque um joelho ralado

Dói bem menos que um coração partido

Dá pra viver

Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau

É só não permitir que a maldade do mundo Te pareça normal

Pra não perder a magia de acreditar na felicidade real

E entender que ela mora no caminho e não no final

Disponível em: < https://www.vagalume.com.br/kell-smith/era-umavez. html>. Acesso em 05/12/2017.

A expressão “Dá pra viver”, se utilizada fora do contexto da letra da canção, é mais apropriada em textos que exijam a utilização de uma linguagem:

 

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3052599 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Era uma vez

Kell Smith

O dia em que todo dia era bom

Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens

Serem feitas de algodão

Dava pra ser herói no mesmo dia

Em que escolhia ser vilão

E acabava tudo em lanche

Um banho quente e talvez um arranhão

Dava pra ver, a ingenuidade, a inocência

Cantando no tom

Milhões de mundos e os universos tão reais

Quanto a nossa imaginação

Bastava um colo, um carinho

E o remédio era beijo e proteção

Tudo voltava a ser novo no outro dia

Sem muita preocupação

É que a gente quer crescer

E quando cresce quer voltar do início

Porque um joelho ralado

Dói bem menos que um coração partido

Dá pra viver

Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau

É só não permitir que a maldade do mundo Te pareça normal

Pra não perder a magia de acreditar na felicidade real

E entender que ela mora no caminho e não no final

Disponível em: < https://www.vagalume.com.br/kell-smith/era-umavez. html>. Acesso em 05/12/2017.

A acentuação das palavras “dói” e “herói” justifica-se pela regra:

 

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3052598 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Era uma vez

Kell Smith

O dia em que todo dia era bom

Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens

Serem feitas de algodão

Dava pra ser herói no mesmo dia

Em que escolhia ser vilão

E acabava tudo em lanche

Um banho quente e talvez um arranhão

Dava pra ver, a ingenuidade, a inocência

Cantando no tom

Milhões de mundos e os universos tão reais

Quanto a nossa imaginação

Bastava um colo, um carinho

E o remédio era beijo e proteção

Tudo voltava a ser novo no outro dia

Sem muita preocupação

É que a gente quer crescer

E quando cresce quer voltar do início

Porque um joelho ralado

Dói bem menos que um coração partido

Dá pra viver

Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau

É só não permitir que a maldade do mundo Te pareça normal

Pra não perder a magia de acreditar na felicidade real

E entender que ela mora no caminho e não no final

Disponível em: < https://www.vagalume.com.br/kell-smith/era-umavez. html>. Acesso em 05/12/2017.

Há um exemplo de antítese nos versos:

 

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3052597 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Era uma vez

Kell Smith

O dia em que todo dia era bom

Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens

Serem feitas de algodão

Dava pra ser herói no mesmo dia

Em que escolhia ser vilão

E acabava tudo em lanche

Um banho quente e talvez um arranhão

Dava pra ver, a ingenuidade, a inocência

Cantando no tom

Milhões de mundos e os universos tão reais

Quanto a nossa imaginação

Bastava um colo, um carinho

E o remédio era beijo e proteção

Tudo voltava a ser novo no outro dia

Sem muita preocupação

É que a gente quer crescer

E quando cresce quer voltar do início

Porque um joelho ralado

Dói bem menos que um coração partido

Dá pra viver

Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau

É só não permitir que a maldade do mundo Te pareça normal

Pra não perder a magia de acreditar na felicidade real

E entender que ela mora no caminho e não no final

Disponível em: < https://www.vagalume.com.br/kell-smith/era-umavez. html>. Acesso em 05/12/2017.

A letra da canção compõe um retrato da ingenuidade da infância ao mesmo tempo em que se estabelece como um alerta para não deixar morrer por completo a visão de criança na fase adulta. As frases que expressam essas dessas ideias são, respectivamente:

 

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3052596 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Era uma vez

Kell Smith

O dia em que todo dia era bom

Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens

Serem feitas de algodão

Dava pra ser herói no mesmo dia

Em que escolhia ser vilão

E acabava tudo em lanche

Um banho quente e talvez um arranhão

Dava pra ver, a ingenuidade, a inocência

Cantando no tom

Milhões de mundos e os universos tão reais

Quanto a nossa imaginação

Bastava um colo, um carinho

E o remédio era beijo e proteção

Tudo voltava a ser novo no outro dia

Sem muita preocupação

É que a gente quer crescer

E quando cresce quer voltar do início

Porque um joelho ralado

Dói bem menos que um coração partido

Dá pra viver

Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau

É só não permitir que a maldade do mundo Te pareça normal

Pra não perder a magia de acreditar na felicidade real

E entender que ela mora no caminho e não no final

Disponível em: < https://www.vagalume.com.br/kell-smith/era-umavez. html>. Acesso em 05/12/2017.

Sobre a letra da música “Era uma vez”, só não se pode afirmar que:

 

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3052595 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

FURTO DE FLOR

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.

Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem.

Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. RJ, José Olympio, 1985. p. 80

Na frase: “Renovei a água do vaso.”, a parte sublinhada exerce a função sintática de:

 

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3052594 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

FURTO DE FLOR

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.

Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem.

Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. RJ, José Olympio, 1985. p. 80

Segundo a classificação morfológica das palavras na gramática normativa, na frase: “Temi por sua vida” temos, respectivamente:

 

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