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TEXTO 3

WillTirando – www.willtirando.com.br
A forma verbal destacada na frase: “Hoje falaremos sobre a segunda guerra...” encontra-se:
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TEXTO 3

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Sobre o texto 3, só não é possível afirmar que
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TEXTO 3

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Sobre a presença de linguagem verbal na tirinha, só se pode afirmar que:
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Oração de um jovem triste- Antonio Marcos
Eu tanto ouvia falar em ti
por isso hoje estou aqui
eu sempre tive tudo que eu quis,
mas te confesso não sou feliz
(...)
por isso venho buscar em ti
o que não tenho, o que perdi
vestido em ouro te imaginei
e tão humilde te encontrei
cabelos longos iguais aos meus
tu és o Cristo, filho de Deus
tanta ternura em teu olhar
tua presença me faz chorar
eu ergo os olhos para o céu
e a luz do teu amor me deixa tão feliz
se, se jamais acreditei,
perdoa-me, Senhor, pois hoje te encontrei
O gênero letra de música segue estrutura semelhante à do gênero
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Oração de um jovem triste- Antonio Marcos
Eu tanto ouvia falar em ti
por isso hoje estou aqui
eu sempre tive tudo que eu quis,
mas te confesso não sou feliz
(...)
por isso venho buscar em ti
o que não tenho, o que perdi
vestido em ouro te imaginei
e tão humilde te encontrei
cabelos longos iguais aos meus
tu és o Cristo, filho de Deus
tanta ternura em teu olhar
tua presença me faz chorar
eu ergo os olhos para o céu
e a luz do teu amor me deixa tão feliz
se, se jamais acreditei,
perdoa-me, Senhor, pois hoje te encontrei
A canção “Oração de um jovem triste” foi gravada pelo cantor e ator global Antonio Marcos, na década de 1970, depois de ele receber o prêmio de melhor intérprete no V Festival da Música Popular Brasileira.
Sobre a letra da música, é possível afirmar que:
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Consórcio quer investir US$ 1 bi em usinas de etanol de milho em 3 Estados
Millenium Bioenergy visa implementar unidades em Mato Grosso, Amazonas e Roraima
Estadão Conteúdo 22 Out 2019 - 19h41 Atualizado em 22 Out 2019 - 19h44
A Millenium Bioenergy, consórcio de empresas de vários setores, pretende investir cerca de US$ 1 bilhão para a construção de usinas de etanol de milho e outros produtos derivados do processamento de grãos.
As duas primeiras unidades serão em Mato Grosso, nos municípios de Tabaporã e Jaciara, mas a companhia já busca licenças ambientais para três plantas no Amazonas e uma em Roraima. O projeto de Tabaporã, município do norte mato-grossense, será o único “flex”, ou seja, modelo que utilizará cana-de-açúcar e milho na fabricação do biocombustível.
Segundo Eduardo Lima, CEO da Millenium, a companhia terá sete mil hectares disponíveis com cana para ser processada juntamente com o grão. As outras usinas são “full”, com o uso apenas do cereal, e terão como modelo a unidade de Jaciara, também em Mato Grosso (MT).
Cada usina custará cerca de US$ 170 milhões e terá capacidade anual de processar 480 mil toneladas de milho, produzir 206 milhões de litros de etanol e 150 mil toneladas ano de DDGS, farelo de alta proteína utilizado como ração animal.
“Cada planta industrial desse modelo deve ficar pronta em até 24 meses a partir do início das obras e terá a possibilidade de ser ampliada para dobrar a produção”, disse Lima ao Broadcast Agro.
Segundo o executivo, o consórcio já tem licenciamento prévio para a construção de três usinas no Amazonas - em Manaus e nos municípios vizinhos de Rio Preto da Eva e Itacoatiara - e espera ainda para este mês o licenciamento para a sexta unidade, a primeira a produzir etanol em Roraima, no município de Bonfim.
Para abastecer as unidades do Amazonas, a Millenium buscará milho de Mato Grosso. “O Amazonas já recebe soja há muito tempo para ser exportada. Só vamos trocar pelo milho para utilizar nas usinas e gerar emprego e renda aqui no Brasil”, disse.
Outra fonte de matéria-prima é o próprio Estado de Roraima, onde o cultivo de grãos avança e a cultura de milho é uma opção tanto para a produção de etanol como para a de proteína animal. A fonte de energia desses dois Estados deve ser o gás natural ou o gás liquefeito de petróleo produzido na própria região, segundo Lima.
De acordo com o CEO da Millenium os recursos para os projetos virão de fundos de investimentos, principalmente europeus e asiáticos, e todas as futuras usinas só sairão do papel com uma demanda garantida pelo etanol e o DDGS exportado.
“Não se faz nada se não tiver demanda certa. No caso do DDGS já há contratos de fornecimento de dez anos”, garantiu.
O modelo de consórcio é formado, entre outras, por empresas de tecnologia, engenharia, ambientais, serviços e químicas.
“A gestão do consórcio é dividida em três empresas: a corretora Marsh (risco), a Hill International (obras) e a Fluor Corporation (engenharia)”, afirmou Lima. Além do Brasil, a Millenium tem projetos em Queensland (Austrália) e na Flórida (Estados Unidos).
Revista Globo Rural. Disponível em: <https://revistagloborural.globo.com/ Estadao/ noticia/2019/10/globo-rural-
consorcio- quer-investir-us-1-bi-em-usinas-de-etanol-de-milho-em-3-estados.html>. Acesso em 30 de outubro de 2019.
O plural de “cana-de-açúcar” é:
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Consórcio quer investir US$ 1 bi em usinas de etanol de milho em 3 Estados
Millenium Bioenergy visa implementar unidades em Mato Grosso, Amazonas e Roraima
Estadão Conteúdo 22 Out 2019 - 19h41 Atualizado em 22 Out 2019 - 19h44
A Millenium Bioenergy, consórcio de empresas de vários setores, pretende investir cerca de US$ 1 bilhão para a construção de usinas de etanol de milho e outros produtos derivados do processamento de grãos.
As duas primeiras unidades serão em Mato Grosso, nos municípios de Tabaporã e Jaciara, mas a companhia já busca licenças ambientais para três plantas no Amazonas e uma em Roraima. O projeto de Tabaporã, município do norte mato-grossense, será o único “flex”, ou seja, modelo que utilizará cana-de-açúcar e milho na fabricação do biocombustível.
Segundo Eduardo Lima, CEO da Millenium, a companhia terá sete mil hectares disponíveis com cana para ser processada juntamente com o grão. As outras usinas são “full”, com o uso apenas do cereal, e terão como modelo a unidade de Jaciara, também em Mato Grosso (MT).
Cada usina custará cerca de US$ 170 milhões e terá capacidade anual de processar 480 mil toneladas de milho, produzir 206 milhões de litros de etanol e 150 mil toneladas ano de DDGS, farelo de alta proteína utilizado como ração animal.
“Cada planta industrial desse modelo deve ficar pronta em até 24 meses a partir do início das obras e terá a possibilidade de ser ampliada para dobrar a produção”, disse Lima ao Broadcast Agro.
Segundo o executivo, o consórcio já tem licenciamento prévio para a construção de três usinas no Amazonas - em Manaus e nos municípios vizinhos de Rio Preto da Eva e Itacoatiara - e espera ainda para este mês o licenciamento para a sexta unidade, a primeira a produzir etanol em Roraima, no município de Bonfim.
Para abastecer as unidades do Amazonas, a Millenium buscará milho de Mato Grosso. “O Amazonas já recebe soja há muito tempo para ser exportada. Só vamos trocar pelo milho para utilizar nas usinas e gerar emprego e renda aqui no Brasil”, disse.
Outra fonte de matéria-prima é o próprio Estado de Roraima, onde o cultivo de grãos avança e a cultura de milho é uma opção tanto para a produção de etanol como para a de proteína animal. A fonte de energia desses dois Estados deve ser o gás natural ou o gás liquefeito de petróleo produzido na própria região, segundo Lima.
De acordo com o CEO da Millenium os recursos para os projetos virão de fundos de investimentos, principalmente europeus e asiáticos, e todas as futuras usinas só sairão do papel com uma demanda garantida pelo etanol e o DDGS exportado.
“Não se faz nada se não tiver demanda certa. No caso do DDGS já há contratos de fornecimento de dez anos”, garantiu.
O modelo de consórcio é formado, entre outras, por empresas de tecnologia, engenharia, ambientais, serviços e químicas.
“A gestão do consórcio é dividida em três empresas: a corretora Marsh (risco), a Hill International (obras) e a Fluor Corporation (engenharia)”, afirmou Lima. Além do Brasil, a Millenium tem projetos em Queensland (Austrália) e na Flórida (Estados Unidos).
Revista Globo Rural. Disponível em: <https://revistagloborural.globo.com/ Estadao/ noticia/2019/10/globo-rural-
consorcio- quer-investir-us-1-bi-em-usinas-de-etanol-de-milho-em-3-estados.html>. Acesso em 30 de outubro de 2019.
A palavra “flex” está grafada entre aspas no texto
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Consórcio quer investir US$ 1 bi em usinas de etanol de milho em 3 Estados
Millenium Bioenergy visa implementar unidades em Mato Grosso, Amazonas e Roraima
Estadão Conteúdo 22 Out 2019 - 19h41 Atualizado em 22 Out 2019 - 19h44
A Millenium Bioenergy, consórcio de empresas de vários setores, pretende investir cerca de US$ 1 bilhão para a construção de usinas de etanol de milho e outros produtos derivados do processamento de grãos.
As duas primeiras unidades serão em Mato Grosso, nos municípios de Tabaporã e Jaciara, mas a companhia já busca licenças ambientais para três plantas no Amazonas e uma em Roraima. O projeto de Tabaporã, município do norte mato-grossense, será o único “flex”, ou seja, modelo que utilizará cana-de-açúcar e milho na fabricação do biocombustível.
Segundo Eduardo Lima, CEO da Millenium, a companhia terá sete mil hectares disponíveis com cana para ser processada juntamente com o grão. As outras usinas são “full”, com o uso apenas do cereal, e terão como modelo a unidade de Jaciara, também em Mato Grosso (MT).
Cada usina custará cerca de US$ 170 milhões e terá capacidade anual de processar 480 mil toneladas de milho, produzir 206 milhões de litros de etanol e 150 mil toneladas ano de DDGS, farelo de alta proteína utilizado como ração animal.
“Cada planta industrial desse modelo deve ficar pronta em até 24 meses a partir do início das obras e terá a possibilidade de ser ampliada para dobrar a produção”, disse Lima ao Broadcast Agro.
Segundo o executivo, o consórcio já tem licenciamento prévio para a construção de três usinas no Amazonas - em Manaus e nos municípios vizinhos de Rio Preto da Eva e Itacoatiara - e espera ainda para este mês o licenciamento para a sexta unidade, a primeira a produzir etanol em Roraima, no município de Bonfim.
Para abastecer as unidades do Amazonas, a Millenium buscará milho de Mato Grosso. “O Amazonas já recebe soja há muito tempo para ser exportada. Só vamos trocar pelo milho para utilizar nas usinas e gerar emprego e renda aqui no Brasil”, disse.
Outra fonte de matéria-prima é o próprio Estado de Roraima, onde o cultivo de grãos avança e a cultura de milho é uma opção tanto para a produção de etanol como para a de proteína animal. A fonte de energia desses dois Estados deve ser o gás natural ou o gás liquefeito de petróleo produzido na própria região, segundo Lima.
De acordo com o CEO da Millenium os recursos para os projetos virão de fundos de investimentos, principalmente europeus e asiáticos, e todas as futuras usinas só sairão do papel com uma demanda garantida pelo etanol e o DDGS exportado.
“Não se faz nada se não tiver demanda certa. No caso do DDGS já há contratos de fornecimento de dez anos”, garantiu.
O modelo de consórcio é formado, entre outras, por empresas de tecnologia, engenharia, ambientais, serviços e químicas.
“A gestão do consórcio é dividida em três empresas: a corretora Marsh (risco), a Hill International (obras) e a Fluor Corporation (engenharia)”, afirmou Lima. Além do Brasil, a Millenium tem projetos em Queensland (Austrália) e na Flórida (Estados Unidos).
Revista Globo Rural. Disponível em: <https://revistagloborural.globo.com/ Estadao/ noticia/2019/10/globo-rural-
consorcio- quer-investir-us-1-bi-em-usinas-de-etanol-de-milho-em-3-estados.html>. Acesso em 30 de outubro de 2019.
Considerando os seguintes trechos: “... terá a possibilidade de ser ampliada para dobrar a produção...”, “... três usinas no Amazonas ...” e “... licenciamento para a sexta unidade, a primeira a produzir etanol em Roraima...”, é correto afirmar:
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Consórcio quer investir US$ 1 bi em usinas de etanol de milho em 3 Estados
Millenium Bioenergy visa implementar unidades em Mato Grosso, Amazonas e Roraima
Estadão Conteúdo 22 Out 2019 - 19h41 Atualizado em 22 Out 2019 - 19h44
A Millenium Bioenergy, consórcio de empresas de vários setores, pretende investir cerca de US$ 1 bilhão para a construção de usinas de etanol de milho e outros produtos derivados do processamento de grãos.
As duas primeiras unidades serão em Mato Grosso, nos municípios de Tabaporã e Jaciara, mas a companhia já busca licenças ambientais para três plantas no Amazonas e uma em Roraima. O projeto de Tabaporã, município do norte mato-grossense, será o único “flex”, ou seja, modelo que utilizará cana-de-açúcar e milho na fabricação do biocombustível.
Segundo Eduardo Lima, CEO da Millenium, a companhia terá sete mil hectares disponíveis com cana para ser processada juntamente com o grão. As outras usinas são “full”, com o uso apenas do cereal, e terão como modelo a unidade de Jaciara, também em Mato Grosso (MT).
Cada usina custará cerca de US$ 170 milhões e terá capacidade anual de processar 480 mil toneladas de milho, produzir 206 milhões de litros de etanol e 150 mil toneladas ano de DDGS, farelo de alta proteína utilizado como ração animal.
“Cada planta industrial desse modelo deve ficar pronta em até 24 meses a partir do início das obras e terá a possibilidade de ser ampliada para dobrar a produção”, disse Lima ao Broadcast Agro.
Segundo o executivo, o consórcio já tem licenciamento prévio para a construção de três usinas no Amazonas - em Manaus e nos municípios vizinhos de Rio Preto da Eva e Itacoatiara - e espera ainda para este mês o licenciamento para a sexta unidade, a primeira a produzir etanol em Roraima, no município de Bonfim.
Para abastecer as unidades do Amazonas, a Millenium buscará milho de Mato Grosso. “O Amazonas já recebe soja há muito tempo para ser exportada. Só vamos trocar pelo milho para utilizar nas usinas e gerar emprego e renda aqui no Brasil”, disse.
Outra fonte de matéria-prima é o próprio Estado de Roraima, onde o cultivo de grãos avança e a cultura de milho é uma opção tanto para a produção de etanol como para a de proteína animal. A fonte de energia desses dois Estados deve ser o gás natural ou o gás liquefeito de petróleo produzido na própria região, segundo Lima.
De acordo com o CEO da Millenium os recursos para os projetos virão de fundos de investimentos, principalmente europeus e asiáticos, e todas as futuras usinas só sairão do papel com uma demanda garantida pelo etanol e o DDGS exportado.
“Não se faz nada se não tiver demanda certa. No caso do DDGS já há contratos de fornecimento de dez anos”, garantiu.
O modelo de consórcio é formado, entre outras, por empresas de tecnologia, engenharia, ambientais, serviços e químicas.
“A gestão do consórcio é dividida em três empresas: a corretora Marsh (risco), a Hill International (obras) e a Fluor Corporation (engenharia)”, afirmou Lima. Além do Brasil, a Millenium tem projetos em Queensland (Austrália) e na Flórida (Estados Unidos).
Revista Globo Rural. Disponível em: <https://revistagloborural.globo.com/ Estadao/ noticia/2019/10/globo-rural-
consorcio- quer-investir-us-1-bi-em-usinas-de-etanol-de-milho-em-3-estados.html>. Acesso em 30 de outubro de 2019.
Leia o trecho:
“Não se faz nada se não tiver demanda certa. No caso do DDGS já há contratos de fornecimento de dez anos”, garantiu.
Sobre a escrita desse trecho só não se pode afirmar que:
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Consórcio quer investir US$ 1 bi em usinas de etanol de milho em 3 Estados
Millenium Bioenergy visa implementar unidades em Mato Grosso, Amazonas e Roraima
Estadão Conteúdo 22 Out 2019 - 19h41 Atualizado em 22 Out 2019 - 19h44
A Millenium Bioenergy, consórcio de empresas de vários setores, pretende investir cerca de US$ 1 bilhão para a construção de usinas de etanol de milho e outros produtos derivados do processamento de grãos.
As duas primeiras unidades serão em Mato Grosso, nos municípios de Tabaporã e Jaciara, mas a companhia já busca licenças ambientais para três plantas no Amazonas e uma em Roraima. O projeto de Tabaporã, município do norte mato-grossense, será o único “flex”, ou seja, modelo que utilizará cana-de-açúcar e milho na fabricação do biocombustível.
Segundo Eduardo Lima, CEO da Millenium, a companhia terá sete mil hectares disponíveis com cana para ser processada juntamente com o grão. As outras usinas são “full”, com o uso apenas do cereal, e terão como modelo a unidade de Jaciara, também em Mato Grosso (MT).
Cada usina custará cerca de US$ 170 milhões e terá capacidade anual de processar 480 mil toneladas de milho, produzir 206 milhões de litros de etanol e 150 mil toneladas ano de DDGS, farelo de alta proteína utilizado como ração animal.
“Cada planta industrial desse modelo deve ficar pronta em até 24 meses a partir do início das obras e terá a possibilidade de ser ampliada para dobrar a produção”, disse Lima ao Broadcast Agro.
Segundo o executivo, o consórcio já tem licenciamento prévio para a construção de três usinas no Amazonas - em Manaus e nos municípios vizinhos de Rio Preto da Eva e Itacoatiara - e espera ainda para este mês o licenciamento para a sexta unidade, a primeira a produzir etanol em Roraima, no município de Bonfim.
Para abastecer as unidades do Amazonas, a Millenium buscará milho de Mato Grosso. “O Amazonas já recebe soja há muito tempo para ser exportada. Só vamos trocar pelo milho para utilizar nas usinas e gerar emprego e renda aqui no Brasil”, disse.
Outra fonte de matéria-prima é o próprio Estado de Roraima, onde o cultivo de grãos avança e a cultura de milho é uma opção tanto para a produção de etanol como para a de proteína animal. A fonte de energia desses dois Estados deve ser o gás natural ou o gás liquefeito de petróleo produzido na própria região, segundo Lima.
De acordo com o CEO da Millenium os recursos para os projetos virão de fundos de investimentos, principalmente europeus e asiáticos, e todas as futuras usinas só sairão do papel com uma demanda garantida pelo etanol e o DDGS exportado.
“Não se faz nada se não tiver demanda certa. No caso do DDGS já há contratos de fornecimento de dez anos”, garantiu.
O modelo de consórcio é formado, entre outras, por empresas de tecnologia, engenharia, ambientais, serviços e químicas.
“A gestão do consórcio é dividida em três empresas: a corretora Marsh (risco), a Hill International (obras) e a Fluor Corporation (engenharia)”, afirmou Lima. Além do Brasil, a Millenium tem projetos em Queensland (Austrália) e na Flórida (Estados Unidos).
Revista Globo Rural. Disponível em: <https://revistagloborural.globo.com/ Estadao/ noticia/2019/10/globo-rural-
consorcio- quer-investir-us-1-bi-em-usinas-de-etanol-de-milho-em-3-estados.html>. Acesso em 30 de outubro de 2019.
Sobre o projeto da Millenium Bioenergy de produção de etanol no Brasil é correto afirmar que
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