Foram encontradas 50 questões.
Suponha que o orçamento de uma confeitaria foi passado a um comprador do seguinte modo:
I - 4 balas, 8 bombons e 12 chocolates custam R$ 36,00;
II - 10 balas, 5 bombons e 5 chocolates custam R$ 25,00, e
III - 12 balas, 3 bombons e 6 chocolates custam R$ 27,00
Sabendo que todas as balas, bombons e chocolates são do mesmo tipo, é correto afirmar que o prego de um chocolate é igual a:
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Em um concurso cada candidato faz uma prova de Língua
Portuguesa e uma de Matemática. Para ser aprovado o
candidato precisa passar nas duas provas. Na estatística
desse concurso verificou-se que:
I - o número de candidatos que passaram em Língua Portuguesa é o quádruplo do número de aprovados no concurso,
II - o número de candidatos que passaram em Matemática é o triplo do número de aprovados no concurso.
III - o número de candidatos que não passaram em ambas as provas é a metade do número de aprovados no concurso.
IV - o número de candidatos que fizeram as duas provas é 390.
Escolhendo-se um candidato ao acaso, é correto afirmar que a probabilidade de que ele tenha sido aprovado é igual a:
I - o número de candidatos que passaram em Língua Portuguesa é o quádruplo do número de aprovados no concurso,
II - o número de candidatos que passaram em Matemática é o triplo do número de aprovados no concurso.
III - o número de candidatos que não passaram em ambas as provas é a metade do número de aprovados no concurso.
IV - o número de candidatos que fizeram as duas provas é 390.
Escolhendo-se um candidato ao acaso, é correto afirmar que a probabilidade de que ele tenha sido aprovado é igual a:
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Observe a figura abaixo.
Ao calcular o perímetro p e a área S do triangulo EAE' da figura acima, a razão p/s obtida é igual a:
Ao calcular o perímetro p e a área S do triangulo EAE' da figura acima, a razão p/s obtida é igual a:
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Observe o gráfico abaixo.
O gráfico acima representa o pulo de uma pulga cuja trajetória é uma parábola . Se adotarmos como objeto de comparação uma régua de 22cm, é correto afirmar que a altura máxima :
O gráfico acima representa o pulo de uma pulga cuja trajetória é uma parábola . Se adotarmos como objeto de comparação uma régua de 22cm, é correto afirmar que a altura máxima :
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Seja f(x) = log3(4x- 7/3) e g(x) = log3 (2x-1). É correto afirmar
que o conjunto solução da equação f(x)-g(x) = 1 é:
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Texto 3

Fonte: https:/tirasdidaticas.wordpress.com/2015/03/30/odeio-machado-de-assis/
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Texto 3

Fonte: https:/tirasdidaticas.wordpress.com/2015/03/30/odeio-machado-de-assis/
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Texto 1
Literatura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literatura" através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável! quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.

<https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/2
O-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>
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Texto 1
Literatura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão "literatura" através do professor Sílvio Volpato, de Parobé, e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul quando há categorias mais importantes a socorrer, como hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar no sono, coloque também um livro, pois uma hora você terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos personagens, se identifica com suas dores e percebe que é tão miserável! quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que cairá no delírio de julgar sua própria história mais interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo. Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura, que os reconecta com seus valores, preenche a alma em vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.

<https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/2
O-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>
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Texto 1
Literacura
Antipatizo com trocadilhos, mas não pude evitar a
pérola que dá título a esta crônica. Conheci a expressão
"literacura" através do professor Sílvio Volpato, de Parobé,
e agora o comentário de um leitor me fez colocá-la em
uso. Disse o rapaz que não entende a razão de nos
mobilizarmos pelo setor livreiro do Rio Grande do Sul
quando há categorias mais importantes a socorrer, como
hospitais. É o mesmo assunto, caro leitor. Se na sua mesa
de cabeceira, ao lado da cama, há remédios para
colesterol, pressão alta e ansiolíticos que ajudam a pegar
no sono, coloque também um livro, pois uma hora você
terá que acordar. Não há saúde mental, espiritual e
mesmo física que prescinda da literatura.
Livro combate a arrogância, um dos males do século. O leitor tem acesso aos sofrimentos dos
personagens, se identifica com suas dores e percebe que
é tão miserável! quanto. Menos um nariz em pé no mundo.
Livro é perfeito contra o narcisismo, que é outra
praga moderna. O leitor é capturado pela história de uma
escravizada ou pela biografia de um atleta, e claro que
cairá no delírio de julgar sua própria história mais
interessante, mas, pelo menos por meia hora, ficará
focado na leitura em vez de tagarelar sobre si mesmo.
Aliás, livro protege contra calos nas cordas vocais. Bendito
hábito silencioso.
Vivemos uma pandemia de depressão, que tem
atacado jovens sem perspectiva, com a moral em baixa, já
que a tecnologia os instiga a se comparar com um monte
de boçais comunicativos. A vacina se chama literatura,
que os reconecta com seus valores, preenche a alma em
vez dos lábios e resgata a autoconfiança, salvando-os de
sucumbirem a amostragens superficiais de popularidade.
[...]
Livro minimiza a solidão. Enquanto lemos, um
povaréu nos habita.
Livro salva até da morte, sem exagero. Deu no
Jornal Nacional, anos atrás. Um cidadão escapou de um
tiro no peito por carregar um exemplar de capa dura por
debaixo do terno. Portanto, doem livros para bibliotecas
arrasadas pelas enchentes do sul, comprem livros das
editoras gaúchas que ficaram com o estoque submerso e
ajudem a manter a cabeça dos gaúchos à tona.
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